sábado, 13 de maio de 2017

Jordy encontra comunidade e faz entrega de kit ao Conselho Tutelar em São João de Pirabas

  
  
    
Em ato de prestação de contas com a população de São João de Pirabas, o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) fez a entrega, nesta sexta-feira, 12, de kit ao Conselho Tutelar do município, composto por um carro, computadores, impressora, geladeira e bebedouro, resultado de emenda de Jordy para qualificar a rede de proteção à infância e juventude. Antes, Jordy se encontrou com estudantes de Pirabas e assistiu a apresentação da banda da Escola de Música Afonso Camoeira, em atividade promovida pela Secretaria de Cultura, com a presença da secretária Maria Cláudia. Também participaram do ato o vice-prefeito, Fernando Silva; a secretária de Educação, Andreia Ribeiro; o presidente da Câmara, Celson Mercês, o vereador Elielson Guimarães, e conselheiros tutelares.
  
Jordy falou sobre a importância da educação e da proteção aos jovens, lembrando que há 3,5 milhões de crianças em situação de vulnerabilidade no Brasil, país que, apesar de ter a 8ª economia do mundo, amarga a 83ª posição em qualidade da educação. Jordy defendeu que as políticas públicas considerem sempre a educação e a proteção dos jovens como prioridade. Além do kit para o Conselho Tutelar, emenda de Jordy também equipou seis Unidades Básicas de Saúde do município.
  








  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sexta-feira, 12 de maio de 2017

ARTIGO - O Brasil é o Sérgio Moro

   
* Arnaldo Jordy
    
Em seu depoimento como denunciado em um dos cinco processos a que responde na operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou a estratégia de negar tudo de que é acusado. Em mais uma tentativa de politizar o depoimento, afirmou que o que estava em julgamento era o seu "jeito de governar", para passar a ideia de que estaria sendo perseguido por agir em favor das camadas mais populares. Não é bem assim. Os governos de Lula e de sua sucessora, Dilma Rousseff, fizeram alguma distribuição de renda, por meio do programa Bolsa Família, mas também foram igualmente generosos com a banca, os agiotas internacionais, com o pagamento de juros da maior dívida pública da história. Seu jeito de governar quebrou o país e levou ao desemprego de 13 milhões de pessoas, o dado mais dramático da crise que vive hoje o Brasil.
     
A autodefesa de Lula diante do juiz Sérgio Moro, em seu depoimento em Curitiba, passa a ideia de que é perseguido porque nos 14 anos de seu projeto fez muito pela população, apesar dos escândalos de corrupção, uma ideia da qual um partido de esquerda deveria se envergonhar. A afirmação comum no anedotário político brasileiro de que há político que rouba, mas faz, sempre foi combatida pelo próprio PT, antes de chegar ao poder. Hoje, um total de 25 amigos ou aliados de Lula o denuncia à Justiça, entre eles, confidentes como o pecuarista José Carlos Bumlai e o publicitário João Santana. O ex-presidente já responde a cinco processos. Será que tudo é mentira? Ou uma conspiração, como questionou o juiz Moro?
   
O ex-presidente Lula também poderia alegar que seu "jeito de governar" deixou o país no caminho do crescimento e da justiça social, mas não foi isso que aconteceu. A dívida pública brasileira alcançou no ano passado mais de R$ 3,9 trilhões. O governo brasileiro gastou, em 2016, R$ 1,338 trilhão somente com o pagamento de juros e serviços. O desgaste começou no primeiro governo de Dilma Rousseff, quando o Brasil teve cinco trimestres consecutivos de encolhimento da economia.
   
Em 2015, o PIB brasileiro foi negativo em 3,8%, enquanto que no resto do mundo cresceu em média 4%. A inflação disparou com um "tarifaço" de energia elétrica que se seguiu à eleição de 2014. O desemprego disparou, o crédito acabou, os juros subiram, a população parou de comprar, a arrecadação caiu e o Brasil se viu na mais grave crise fiscal de sua história. A fragilidade da nossa economia acelera um processo de desindustrialização, diante da competição com países como a China, agravando a falta de empregos. Um déficit público de R$ 170 bilhões foi a herança desse período.
   
A população brasileira percebeu a gravidade da crise que se aproximava e foi às ruas em inúmeras ocasiões, pedindo o afastamento da presidente, cuja avaliação positiva despencou para apenas 8%. A crise nas contas públicas levou às "pedaladas". O governo ignorou a Lei de Responsabilidade Fiscal e editou decretos para créditos suplementares sem a autorização do Congresso. O desrespeito à lei levou ao impeachment. O Brasil, até agora, tenta superar a crise.
   
A política econômica dos governos petistas não teve norte, surfou no crescimento internacional durante o governo Lula, que fez alianças com grandes grupos econômicos, sobretudo as empreiteiras, das quais os governistas obtiveram vantagens pessoais. Lula chegou a se tornar uma espécie de garoto propaganda da Odebrecht no exterior, mas não fez qualquer reforma estrutural que garantisse sustentabilidade ao crescimento econômico, limitou-se a incentivar o consumo pela oferta de crédito e a conceder incentivos fiscais ao setor privado, numa típica bolha que estourou nos primeiros soluços de crise mundial. Enquanto outros países se recuperaram rapidamente, o Brasil ainda marca passo com as contas públicas em frangalhos.
   
E não adianta colocar a culpa no colo alheio. O atual governo precisa voltar a equilibrar as despesas e as receitas, ainda que isso não lhe renda muita popularidade. Mas o remédio amargo da racionalidade fiscal precisa ser aplicado. Apenas, não aceito que a população mais pobre e desprotegida seja a mais sacrificada, nem perca direitos que são essenciais. Aliás, é bom lembrar que o governo atual é fruto da escolha por duas vezes consecutivas das alianças feitas por Lula e Dilma.
   
Do outro lado, temos o juiz Sérgio Moro, que tenta fazer o certo, ou seja, que as leis sejam cumpridas. Ficou claro que Moro não persegue Lula, como alguns tentam fazer crer, para apresentar o ex-presidente com a imagem de vítima para uma eventual eleição em 2018. Moro é um exemplo de servidor público que faz o que tem que fazer, juntamente com o Ministério Público Federal e toda a força-tarefa da Lava Jato. Chega de tolerância com os crimes de corrupção, responsáveis por uma sangria estimada em mais de R$ 200 bilhões por ano. O juiz Sérgio Moro representa o combate à impunidade, uma causa que o Brasil tem a obrigação de abraçar e que outrora ja foi bandeira de luta de alguns que hoje estão vendo o Sol nascer quadrado. O que assistimos na tomada de depoimento de Lula por Moro, independentemente da paixões políticas, foi a afirmação do Estado democrático de direito, um ato que poderia ser rotineiro em um país que não aceita que haja alguns acima da lei, por mais poderosos que sejam. O Brasil é Moro.
  
  
* Arnaldo Jordy é deputado federal, líder do PPS na Câmara
  
  

quinta-feira, 11 de maio de 2017

O PPS cresce e se fortalece no Pará

  
    
Nesta sexta-feira, 12/05, o Partido Popular Socialista - PPS, realiza grande Ato de Filiação no município de Marituba. Será a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores. Militantes e simpatizantes estão convidados. Vamos receber e dar as boas vindas aos nossos novos filiados e avaliar os impactos na crise brasileira na vida de todos nós e debater uma saída para melhorar o país. Sua presença é fundamental. Participe e convide seus amigos e familiares.
  
Venha para PPS, um partido decente.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

Jordy diz que foi frustrada tentativa do PT de politizar interrogatório de Lula

     
Do Portal PPS
  
O líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), classificou como frustrada a tentativa de o PT politizar o depoimento do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao juiz Sérgio Moro.
  
Segundo a Polícia Militar do Paraná, cerca de 5 mil pessoas foram a Curitiba, nesta quarta-feira, acompanhar o interrogatório do petista que é réu em cinco ações penais. Lula ficou frente a frente com Moro para falar do apartamento tríplex, que segundo as investigações, seria fruto de um pagamento de propina ao ex-presidente.
   
“Houve uma tentativa de politização do ato, mas por outro lado, houve uma mobilização frustrada para dar solidariedade ao senhor Lula que está denunciado em vários processos. Esta tentativa de politização teve como resposta o equilíbrio, o respeito, a civilidade deste jovem juiz que hoje representa milhões de brasileiros no desejo de combater a corrupção e a impunidade”, disse Jordy.
   
Para o líder do PPS, o interrogatório de alguém que já foi um dos mais populares presidentes do país “revelou a afirmação das instituições e do processo democrático brasileiro”.
   
Para Jordy, o ato de ontem dividiu-se em dois projetos.
   
“Foram dois projetos, duas concepções de país: de um lado, alguém que representa a maior crise gerada na história do Brasil, 13 milhões de desempregados e um processo de desindustrialização do parque nacional, além de toda a corrupção que esteve sob seu governo. E por outro lado, um jovem representando a Lava Jato que está passando o Brasil a limpo”, resumiu o parlamentar paraense.
   
Arnaldo Jordy acrescentou que a Justiça, hoje, conquistou um patamar em que “ninguém está abaixo ou acima da lei”.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

PPS se posiciona contra a PEC da Vaquejada, aprovada em 1º turno na Câmara

   
Do Portal PPS
  
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10), em 1º turno, a Proposta de Emenda à Constituição 304/17. A PEC regulamenta as práticas desportivas que utilizem animais, como a vaquejada. O PPS encaminhou voto contrário à proposta, que ainda precisa ser apreciada em segundo turno antes de seguir para o Senado.
  
Ao encaminhar a matéria, o líder do partido, deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), afirmou que um dos maiores movimentos organizados da sociedade brasileira e pelo mundo afora, nos tempos atuais, é em torno da defesa e proteção da causa animal.
  
Jordy lembrou ainda da proibição da prática de utilização de animais em circos e também das rinha de galos, prática ilegal no país desde 1998.
  
“O voto do ministro do STF, Marco Aurélio de Mello, afirmou por meio de atestados de laudos técnicos, a existência de maus tratos aos animais”, ressaltou o líder do PPS.
  
Leia aqui matéria com a decisão do STF http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/10/stf-decide-que-pratica-da-vaquejada-contraria-constituicao.html
  
  

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Jordy recebe condecoração por seu trabalho em prol da educação

     
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) recebeu, nesta quarta-feira (10), do Presidente da Associação dos Pesquisadores do Estado do Pará – APESPA, Raimundo Nonato Santos, Certificado de Honra ao Mérito, por seu trabalho em prol da educação no Pará, como em seu questionamento ao Ministério da Educação, que promoveu corte de verbas que prejudicam as atividades principais universidades federais no Pará; no apoio a cooperativas que oferecem cursos pré-vestibular a estudantes do Marajó e na liberação de verbas oriundas tanto do FNDE - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, quanto através de emendas parlamentares.
   
Jordy também questiona o descaso com a educação nacional, pois o Brasil está figura entre os oito piores países no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), de aprendizado de jovens na área de ciências, atrás de países como Trinidad e Tobago, Costa Rica, Qatar, Colômbia e Indonésia. O país ficou na 63ª posição entre as 70 nações.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 9 de maio de 2017

Reforma da Previdência: Jordy garante destaque para direitos de agentes penitenciários

   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) conseguiu nesta terça-feira (9), obter o compromisso do presidente Carlos Marun e do relator Arthur Maia, da Comissão Especial da Reforma da Previdência, para a obtenção das assinaturas necessária para apresentação de destaque em Plenário, de modo a garantir o direito dos agentes penitenciários, que tinham sidos excluídos na semana passada, dos benefícios que atendem outras categorias de segurança pública.
  
O compromisso é fruto de ponderação que o deputado paraense fez sobre um destaque apresentado PPS, que garante idade mínima para aposentadoria de 55 anos aos agentes, expostos aos mesmos riscos das demais categorias policiais. 
     
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/305hFk6OEc4

  
   
Por: Assessoria Parlamentar