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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Jordy propõe aperfeiçoamento de projeto sobre autonomia dos partidos políticos


  
De acordo com o Líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy, o PPS é a a favor de que os partidos tenham responsabilidade e que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) puna os partidos que não cumprem a lei, mas o partido não aceita que por um erro ou omissão de um dirigente partidário, que não prestou contas, todos os filiados sejam penalizados.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/Ht7F98t0r6M


  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

Jordy propõe aperfeiçoar projeto sobre autonomia dos partidos políticos

  
  
Do Portal PPS
  
O líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), elaborou duas emendas para tentar aperfeiçoar o Projeto de Lei 4424/2016, que trata da autonomia política dos partidos políticos. A urgência à matéria foi aprovada na noite desta terça-feira (7) pelo plenário da Casa.
  
Uma das mudanças sugeridas pelo parlamentar prevê multa para o dirigente partidário que deixar de prestar contas da legenda, conforme prevê a legislação eleitoral.
  
Jordy apresentou a emenda como alternativa ao projeto original que pune toda a agremiação, o que acaba prejudicando filiados que nada têm a ver com questões administrativas do partido.
  
A apresentação do projeto em tramitação na Câmara ocorreu após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovar resolução que disciplina a criação, organização, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos. Com a aprovação da citada resolução a Justiça Eleitoral promoveu diversas alterações no funcionamento dos entes partidários.
  
Os defensores do PL 4424 afirmam que o TSE exorbitou das suas prerrogativas, ao criar, por exemplo, a sanção de “suspensão do registro de órgão partidário” quando o mesmo tiver contas julgadas como não prestadas.
  
A outra emenda que será apresentada pelo líder do PPS, em plenário restitui, no projeto em pauta, a prerrogativa de o Tribunal Superior Eleitoral expedir instruções para a “fiel execução” da Lei dos partidos políticos.
  
Jordy defende que a apreciação da matéria, iniciada na última segunda-feira (6), seja feita com total transparência e ampla discussão.
  
   
Foto: Robson Gonçalves
   
  

terça-feira, 18 de agosto de 2015

CPI do BNDES: Jordy faz convocação de empreiteiros e políticos ligados à Belo Monte

    
  
O deputado Arnaldo Jordy apresentou na CPI do BNDES, nesta terça-feira (18) requerimentos de convocação de empreiteiros e políticos ligados à construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, principal obra do PAC, cujo consórcio construtor é alvo de denúncias de pagamento de propinas para partidos políticos.
   
Do início das obras da hidrelétrica, em 2010, até o ano passado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já havia repassado R$ 9,8 bilhões a título de financiamentos para a obra. Os investimentos acumulados somavam R$ 13,3 bilhões. O valor orçado para a obra já subiu dos R$ 16 bilhões iniciais, para mais de R$ 30 bilhões.

Um dos convocados pelo vice-líder do PPS é Milton Pascowitch, que revelou em delação premiada na investigação da operação Lava Jato, o pagamento em espécie de propina de R$ 532,7 mil ao PT. O dinheiro, segundo Pascowitch, saiu da empreiteira Engevix e foi entregue por ele ao ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, aproximadamente em novembro de 2011. 

O executivo da Toyo Setal, Augusto Mendonça Neto, será convocado pela CPI para esclarecer denúncias acordos prévios nas licitações e contratações em Belo Monte, na qual a Toyo Setal teria sido beneficiada. 

Dalton Avancini, ex-presidente da Camargo Corrêa, também será chamado à CPI para explicar denúncias de pagamento de propina de R$ 20 milhões para participar da construção da usina. A empreiteira detém 16% dos contratos do consórcio construção responsável pela hidrelétrica, formado por dez empresas: Andrade Gutierrez, Odebrechet, OAS Ltda, Queiroz Galvão, Galvão Engenharia, entre outras. Todas citadas investigadas na operação Lava Jato.

A pedido de Jordy, a CPI também deve ouvir o senador e ex-ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, citado nas delações do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef, de ter recebido R$ 10 milhões da Camargo Corrêa, a título de propina.

CPI requisita documentos

Diversos pedidos de informação que exigem do BNDES dados sobre empréstimos realizados nos últimos anos para grandes obras públicas, foram aprovados na reunião da CPI nesta tarde.
  
Para Jordy, que votou favorável às solicitações, as informações são de fundamental importância para aprofundar a investigação no colegiado. “Nestes pedidos não há o que se falar em quebra de sigilo, ainda que esta CPI possua a prerrogativa constitucional de fazê-lo. O que se pede são informações de determinados contratos do banco. Parece que se quer estabelecer um habeas corpus preventivo para não investigar. Esta comissão é para apurar”, rebateu o deputado paraense, em relação às tentativas de deputados governistas em barrar a aprovação dos pedidos.
   
  
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
(61) 3215-3506 / 8276-7807