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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Para Jordy, prisão de aliado e decisão da Comissão de Ética Pública pioram situação de Temer

   
Na avaliação do líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), a situação do presidente da República piorou após a prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Um dos mais próximos aliados do presidente Michel Temer, Geddel é acusado de tentar impedir eventual acordo de delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) e do operador financeiro Lúcio Bolonha Funaro, ambos presos. Para Jordy, outro fator que complicou ainda mais o governo de Temer, foi a decisão da Comissão de Ética Pública da Presidência da República que abriu ontem (3), investigação para apurar a conduta de dois ministros.
  
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/VjTonw84Yy0
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 4 de julho de 2017

Para Jordy, prisão de aliado e decisão da Comissão de Ética Pública pioram situação de Temer

    
  
Do Portal PPS
       
Na avaliação do líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), a situação do presidente da República piorou após a prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Um dos mais próximos aliados do presidente Michel Temer, Geddel é acusado de tentar impedir eventual acordo de delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do operador financeiro Lúcio Bolonha Funaro, ambos presos. O peemedebista está preso na carceragem da Polícia Federal, em Brasília.

Para Jordy, outro fator que complicou ainda mais o governo de Temer foi a decisão da Comissão de Ética Pública da Presidência da República que, ontem (3), abriu investigação para apurar a conduta de dois ministros. A partir das delações dos executivos da JBS, o colegiado vai averiguar a situação dos ministros Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia) e Marcos Pereira (Indústria e Comércio).

“São situações graves que complicam a situação do presidente. Isto produz muita instabilidade para o país e precisamos superar imediatamente este quadro. Renovo o apelo para que o presidente, num gesto de grandeza, precipite a conclusão deste processo. Talvez a renúncia fosse a melhor saída para que pudéssemos reconstituir a normalidade institucional”, disse o parlamentar do PPS.

A Comissão de Ética também decidiu abrir procedimento para apurar a conduta dos ex-ministros Fernando Pimentel (Indústria; atual governador de Minas Gerais), Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) e Guido Mantega (Fazenda), e Antonio Carlos Ferreira (vice-presidente corporativo da Caixa). Pimentel e Guido foram ministros durante a gestão do PT.
  
Denúncia
  
Arnaldo Jordy afirmou que, dificilmente, a Câmara conseguirá concluir o processo de votação da denúncia enviada pelo Supremo Tribunal Federal que necessita de autorização da Casa para processar Michel Temer por corrupção passiva, conforme pedido apresentado pela Procuradoria Geral da República.
     
  
Foto: Alexandra Martins/Câmara dos Deputados
     
  

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Jordy comemora decisão Conselho de Ética da Câmara

  
Após oito meses, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou o relatório que pede a cassação do ex-presidente e deputado afastado Eduardo Cunha. Para Jordy, o Plenário deve confirmar o afastamento em definitivo de um "dos maiores delinquentes que passou nos últimos tempos na Câmara Federal".
   
O vice-líder do PPS na Câmara considera que este é “um encontro do país com a justiça, com a verdade e com a transparência", e espera que Eduardo Cunha revele quem são seus sócios, pois em suas últimas declarações, afirmou que se "caísse, levaria muita gente".
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/m_Hsi6bZ0EQ
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 14 de junho de 2016

Jordy aplaude decisão do Conselho de Ética pela cassação de Cunha

     
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) aplaudiu a decisão do Conselho de Ética da Câmara, que, por 11 votos a 9, aprovou nesta terça-feira, 14, relatório que pede a cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB/RJ). Em pronunciamento na tribuna da Casa, Jordy, que é vice-líder do PPS, pede que o plenário acate o parecer do Conselho e casse o mandato de Cunha, que também está afastado da presidência da Câmara. "É preciso dizer, hoje, que depois de todas as instituições reconhecerem que Eduardo Cunha tem contas no exterior, o Conselho também o faz. Com esta decisão, o colegiado derruba a tese da defesa do peemedebista, que sustentava que ele não possuía estes ativos", disse Jordy.
  
Também nesta terça, o Banco Central informou ao Conselho de Ética que multou Cunha e sua mulher, a jornalista Cláudia Cruz, em mais de R$ 1 milhão, por recursos não declarados às autoridades brasileiras. "Foi qualificado e robusto o relatório do deputado Marcos Rogério, que é aprovado por um Conselho que atesta que o senhor Eduardo Cunha tem, sim, contas bancárias e que mentiu a este Parlamento e ao Brasil sobre estes ativos não declarados", finalizou. Para aprovar a cassação de Cunha são necessários 257 votos no plenário da Câmara.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/tTO5Isfy4lo
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

Jordy espera que plenário acate relatório do Conselho de Ética para cassar Cunha

 
Do Portal PPS
  
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), aplaudiu a decisão do Conselho de Ética da Casa que, por 11 votos a favor e nove contrários, aprovou nesta terça-feira (14) relatório que pede a cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB/RJ). Para o parlamentar do PPS, o plenário precisa acatar o parecer do Conselho e pôr fim neste processo de perda de mandato.
  
“É preciso dizer, hoje, que depois de todas as instituições reconhecerem que Eduardo Cunha tem contas no exterior, o Conselho também o faz. Com esta decisão, o colegiado derruba a tese da defesa do peemedebista que sustentava que ele não possuía estes ativos”, disse Jordy.
  
O deputado paraense se refere as contas que o Ministério Público da Suíça confirmou como sendo de Eduardo Cunha e de sua mulher, a jornalista Cláudia Cruz. Nesta terça-feira, o Banco Central informou ao Conselho de Ética que multou o casal em mais de R$ 1 milhão por, justamente, não terem declarado tais recursos às autoridades brasileiras.
  
“Foi qualificado e robusto o relatório do deputado Marcos Rogério que é aprovado por um Conselho que atesta que o senhor Eduardo Cunha tem, sim, contas bancárias e que mentiu a este Parlamento e ao Brasil sobre estes ativos não declarados”, finalizou.
  
Para aprovar a cassação de Cunha são necessários 257 votos no plenário da Câmara.
    
    
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quarta-feira, 2 de março de 2016

Ao se tornar réu, Cunha terá que deixar imediatamente a Presidência da Câmara, afirma Jordy

  
Do Portal PPS
   
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), perderá todas as condições de continuar à frente do comando da Casa, caso o Supremo Tribunal Federal aceite a denúncia oferecida contra o peemedebista pelo procurador Geral da República, Rodrigo Janot. A avaliação é do vice-líder do PPS, Arnaldo Jordy (PA).
  
Cunha é acusado de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro, supostamente desviado de contratos da Petrobras. Caso os ministros do STF aceitem as provas e os argumentos do procurador, Eduardo Cunha passará a ser réu numa ação penal.
  
“O STF hoje deve decidir sua sorte. Se Eduardo Cunha virar réu, não pode continuar presidindo a Casa. Precisamos pedir o afastamento imediato e sumário do senhor Eduardo Cunha da Presidência da Câmara, até que ele possa ter o desfecho dos seus processos”, defendeu Jordy.
  
Conselho de Ética
  
Na opinião do parlamentar do PPS, a derrota de Cunha no Conselho de Ética, somada a uma eventual aceitação da denúncia do seu caso pelos ministros do Supremo, deixará o peemedebista bem fragilizado. Na madrugada desta quarta-feira, o plenário do Conselho aprovou a admissibilidade do processo de cassação contra Cunha que mentiu aos colegas, ao afirmar que não detinha contas bancárias no exterior.
  
“A Câmara tem adotado a prática de que todas as pessoas que se tornam réus devem se afastar do cargo. Não pode ser diferente com Eduardo Cunha até porque o caso dele é muito mais grave. Ele virando réu, perde a condição de continuar na presidência”,
   
Cassação
  
Arnaldo Jordy acredita que, dificilmente, Eduardo Cunha escapará da cassação do mandato, quando o processo for apreciado pelo conjunto dos deputados federais.
     
“As provas são contundentes, torrenciais. Espero que o plenário da Casa possa consumar aquilo que é aspiração do povo brasileiro”, finalizou. O deputado se refere à pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha e, divulgada na última segunda-feira, que aponta que quase 80% dos entrevistados querem que o peemedebista perca o mandato parlamentar.
  
  

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Jordy pede afastamento de Cunha da presidência da Câmara

  
Do Portal PPS
  
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), afirmou nesta sexta-feira (2) que é insustentável a permanência de Eduardo Cunha na presidência da Câmara dos Deputados. Com a confirmação da existência de pelo menos quatro contas bancárias secretas na Suíça – que são alvo de investigadores do ministério público suíço e da Procuradoria Geral da República (PGR), Jordy diz que o peemedebista precisa se afastar do cargo.
   
O parlamentar do PPS lembra que, em tese, houve quebra de decoro, já que Cunha negou, em depoimento à CPI da Petrobras, ter contas além daquelas que constam em sua prestação de dados feita na justiça eleitoral. Não há nenhuma menção do TRE sobre os tais registros bancários em território suíço.
   
Jordy cita ainda os quatro depoimentos de investigados da operação Lava Jato, realizados por meio de delação premiada, que acusam Eduardo Cunha de ser beneficiário de recursos financeiros oriundos de propina do esquema de corrupção ocorrido na Petrobras.
   
“Aqui expresso uma opinião pessoal, mas Eduardo Cunha precisa se afastar do cargo de presidente da Câmara até para preservar a imagem institucional da Casa. Ele sequer teve condições esta semana de responder questionamentos de seus pares sobre a confirmação das referidas contas no paraíso fiscal”, afirmou o deputado de oposição.
   
Arnaldo Jordy estuda ingressar, na próxima semana, com representação contra o peemedebista na própria Câmara para questionar a suposta quebra de decoro de Cunha. A infração às normas de decoro e ética podem levar o parlamentar à simples advertência escrita até a perda do seu mandato.
   
  

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Jordy defende a ética na política durante ato de filiação em Igarapé-Açu

    
  
Em ato de filiação ao Partido Popular Socialista (PPS) e apresentação da pre-candidatura de Naldo Feitosa à Prefeitura de Igarapé-Açu, município do nordeste do Pará, distante 117 quilômetros de Belém, o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) defendeu a ética na política, e conclamou a população a apoiar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e juiz federal Sérgio Moro, pelo combate à corrupção na esfera federal. 
  
Mais de 500 pessoas participaram do ato festivo de filiação em Igarapé Açu, na avenida Magalhães Barata, centro do município. Em seu discurso, Jordy afirmou que a punição aos envolvidos no mensalão, e agora no petrolão, mostra que as instituições no Brasil têm força para se contrapor ao desencanto da população com a política. "Para muita gente, política e políticos representam um conceito ruim na opinião pública, não sem razão. Boa parte da política e dos políticos nos envergonham", discursou o deputado, que citou o caso do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, que mesmo sendo do "terceiro escalão" da estatal, fez acordo para devolver nada menos que 97 milhões de dólares aos cofres públicos. 
   
"São 350 milhões de reais. Isso apunhala o cidadão de bem", atacou Jordy, que atualmente é membro titular da CPI que investiga desvios e favorecimentos em financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na qual teve aprovados requerimentos para convocação do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do secretário-executivo do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Ricardo Lião. Jordy também pediu a convocação de empreiteiros e políticos ligados à construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, principal obra do PAC, cujo consórcio construtor é alvo de denúncias de pagamento de propinas para partidos políticos.
     
Para o deputado federal, não se deve generalizar as críticas à política, pois existem homens e mulheres tentando exercer a atividade com respeito. "A política é problema de todo mundo, e quanto mais o cidadão de bem se afasta, mas ele faz o jogo de quem quer usar a política para o mal. É a isso que o PPS está se pautando", defendeu Jordy, que também lembrou que o Ministério Público do Estado do Pará (MP-PA) está investigando 37 municípios por improbidade e desvio de dinheiro público. " Isso é quase um terço dos municípios do Estado. E a maioria deles com as escolas caindo, a maioria sem esparadrapo nas unidades de saúde, com parte das crianças da área rural sem poder frequentar uma escola por falta de transporte. Isso é criminoso. Nós não podemos mais aceitar isso", disse Jordy.
  
O deputado também citou dados do Portal da Transparência, que informam que são desviados no Brasil 100 bilhões de reais para corrupção. "Quanto daria para fazer em geração de emprego, escola, agricultura, turismo, segurança pública e todas as outras coisas que faltam na sociedade brasileira. É um desafio para todo o povo, cada um na sua parte fazendo o dever de casa. Estou muito feliz em estar hoje aqui com esse grupo que pode dar jeito e Igarapé Açu e poder apresentar um projeto vitorioso para as eleições de 2016", disse Jordy.
  
      
Por: Assessoria Parlamentar