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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Jordy afirma que supersalários no judiciário é um "acinte"

   
O líder do PPS na Câmara Federal, deputado Arnaldo Jordy (PA), parabenizou nesta terça-feira (22), a Ministra-Presidente do STF e do CNJ, Cármen Lúcia, por ter solicitado um levantamento dos salários dos juízes e desembargadores de todos os tribunais do país, no intuito de combater os supersalários do judiciário – pagos acima do teto constitucional -, onde um juiz do Mato Grosso recebeu proventos de mais de 500 mil reais por conta das chamadas verbas especiais. O parlamentar considera estes supersalários um acinte, principalmente num momento em que trabalhadores têm muitos de seus direitos históricos restringidos, por conta da crise econômica.
   
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/TfKjt5NvzbU
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
    
  

Jordy elogia decisão do CNJ que obriga tribunais a divulgarem salários de magistrados

     
  
Do Portal PPS
  
Do plenário da Casa, o líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), elogiou nesta terça-feira (22), decisão tomada pela presidente do Conselho Nacional de Justiça, ministra Carmen Lúcia, que obriga os tribunais a divulgarem a folha de pagamento dos magistrados. Cármen também preside o Supremo Tribunal Federal.
  
A portaria, assinada na última sexta-feira (18) por Cármen Lúcia, determina os tribunais enviem em dez dias úteis as informações relativas a 2017, de janeiro a agosto, “especificando os valores relativos a subsídio e eventuais verbas especiais de qualquer natureza e o título sob o qual foi realizado o pagamento”.
   
Jordy chamou de “puxadinhos” os valores pagos nos contracheques a magistrados, mas que não contabilizados para efeitos do teto constitucional.
   
Na semana passada, a imprensa divulgou o caso de um magistrado em Mato Grosso que chegou a receber quase meio milhão de reais em um único mês.
   
“É um acinte. O Brasil se ofende pela crise que está passando. Os trabalhadores se ofendem por terem direitos restringidos e, ao mesmo tempo, assistindo a esta farra de alguns, mas que não está generalizada entre os magistrados. É preciso acabar com esta patologia que gera privilégios a algumas figuras da República brasileira”, disse Jordy.
   
Recentemente, a Câmara criou, a pedido do PPS, comissão especial para apreciar proposta que limite aos salários acima do teto constitucional nos três Poderes.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Emenda do PPS muda o PL 257, que agora não congela salários, não proíbe concurso público e nem aumenta a previdência

 
Meus amigos, temos visto nesses dias de uma guerra de informações sobre o PL 257. O projeto de lei de renegociação das dívidas dos Estados foi apresentado por Dilma Rousseff, em março de 2016, impondo uma série de condições para aliviar a cobrança contra os Estados por 20 anos, já que muitos deles estão falidos e com salários dos servidores em atraso.

O projeto de Dilma proibia o reajuste de salários e a realização de concurso público por dois anos, além de outras medidas de aperto fiscal propostas pelo governo, tais como o aumento da contribuição previdenciária de 11 para 14 % e o fim das progressões e ascensões funcionais.

Dilma Rousseff foi afastada do governo, mas o governo interino de Michel Temer continuou a tocar o projeto, que interessa aos Estados. Nós, do PPS, nos opomos desde início às maldades contra os servidores públicos e apresentamos emenda para que fossem retiradas do projeto.

Por pressão do PPS e de outros partidos e entidades sindicais, o governo federal recuou e aceitou retirar do texto o congelamento das remunerações dos servidores públicos estaduais por dois anos. A suspensão da contratação de servidores por dois anos também saiu do texto do substitutivo que foi aprovado no dia 10 de agosto, assim como o aumento da contribuição previdenciária do servidor público. Em lugar do congelamento dos salários, foi aprovada a reposição pelo IPCA (inflação) do ano anterior.

Quanto ao PT, partido de Dilma Rousseff, que apresentou o projeto e que apoiava a iniciativa do governo da petista, agora na oposição, passou a atacar a iniciativa e a culpar os partidos da base do governo de querer tirar os direitos dos servidores, através do projeto que o governo deles apresentou.

É a mesma situação do sujeito que bate uma carteira e ao ser percebido, sai correndo e gritando: “Pega, ladrão!”, para confundir a multidão.

Portanto, informe-se sobre a origem e a tramitação do PL 257, cujos destaques ainda serão votados pela Câmara. O PPS vai estar atento para os trabalhadores não paguem a conta.