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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Jordy recorre de decisão de juiz que manteve regalias de Eduardo Cunha

   
    
Do Portal PPS
   
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), recorreu nesta sexta-feira (10) ao Tribunal Regional Federal, 1ª Região, contra a decisão do juiz substituto Eduardo Santos da Rocha Penteado (9ª Vara Federal – Seção DF), que negou pedido de suspensão das regalias conferidas pela Mesa Diretora da Câmara ao deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), afastado por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF).
  
A decisão de Penteado foi tomada no último dia 27 de maio, após analisar pedido de liminar, em ação popular movida por Arnaldo Jordy.
  
No recurso, o deputado do PPS argumenta que se Cunha não poderia praticar nenhum ato relacionado ao seu mandato de deputado federal, tampouco estaria em condições de usufruir de prerrogativas e de regalias que só se justificam quando relacionadas ao efetivo exercício dos cargos de deputado federal e de presidente da Câmara.
   
Os gastos da Câmara dos Deputados com a manutenção das despesas de Eduardo Cunha chegam a quase meio milhão de reais mensais.
  
O parlamentar salienta ainda que a decisão do juiz vai de encontro aos anseios da sociedade brasileira, “que exige transparência e parcimônia com o gasto público, principalmente quando o beneficiário é um parlamentar que se encontra fora do exercício do mandato por decisão da suprema corte do país”.
  
“Não há nenhuma justificativa plausível para que o erário tenha que suportar o ônus da manutenção de tamanha estrutura para quem, sequer, encontra-se no regular exercício do mandato”, sustentou Arnaldo Jordy na ação.
  
  
  
Foto: Robson Gonçalves
   
  

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Jordy quer o fim das regalias de Eduardo Cunha

    
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) deu entrada na Justiça Federal em ação popular para acabar com as regalias do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), que foram mantidas pelo atual presidente, Waldir Maranhão (PP/MA), entre elas, avião da FAB exclusivo, assessores, verbas parlamentares de mais de R$ 130 mil, salário e tudo que envolve o cargo.
  
"O senhor Eduardo Cunha não é mais presidente da Casa e não está sequer no exercício do mandato parlamentar, foi afastado por uma decisão unânime da Suprema Corte do Brasil; é uma agressão, um escárnio ao cidadão que está pagando a conta da crise ele ter essas prerrogativas sem o exercício do mandato", disse Jordy.

Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/g0pG9o78IIU
  
   
Por: Assessoria Parlamentar
    
  

terça-feira, 24 de maio de 2016

Jordy pede à Justiça Federal fim das regalias de Eduardo Cunha

  
  
Do Portal PPS
  
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), entrou nesta terça-feira (24) com ação popular em que pede à Justiça Federal para que conceda liminar determinando a imediata suspensão dos efeitos de Ato da Mesa Diretora da Casa que manteve ao presidente afastado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) diversas regalias que custam aos cofres públicos cerca R$ de 130 mil ao mês.
  
O parlamentar do PPS sustenta no ofício, que foi entregue no Tribunal Regional Federal no DF, que o peemedebista, após decisão do Supremo Tribunal Federal, não poderia praticar nenhum ato relacionado ao seu mandato de deputado federal, tampouco usufruir de prerrogativas e de regalias que só se justificam quando relacionadas ao efetivo exercício dos cargos de parlamentar e de presidente da Câmara dos Deputados.
   
Mesmo suspenso das atividades parlamentares, Cunha tem garantidos o uso da residência oficial, segurança pessoal, assistência à saúde, transporte aéreo e terrestre, subsídio integral e equipe a serviço do gabinete parlamentar. Só foi cancelada a verba indenizatória para custear despesas atreladas ao mandato. No período em que estiver proibido de realizar qualquer atividade parlamentar, Cunha receberá ainda o salário de R$ 33,7 mil. Também estão assegurados os R$ 92 mil reservados para a contratação e manutenção de até 25 funcionários em seu gabinete de apoio.
  
“Não há nenhuma justificativa plausível para que o erário tenha que suportar o ônus da manutenção de tamanha estrutura para quem, sequer, encontra-se no regular exercício do mandato. É neste sentido que batemos às portas da Justiça, com o propósito de suscitar a inexistência de motivos para a edição do Ato da Mesa nº 88/2016 e pleitear a suspensão dos atos ilícitos em questão que estão sendo promovidos pelo referido órgão colegiado”, destaca Arnaldo Jordy.
   
O parlamentar afirma que a medida da Mesa Diretora que garantiu as mordomias a Cunha é lesivo à Câmara e é nulo de pleno direito, já que não obedece aos requisitos para edição de atos administrativos.
  
Além de pedir para sustar a decisão da Câmara, o autor da ação pede para que a Justiça determine o ressarcimento aos cofres públicos das despesas feitos por Eduardo Cunha, após a suspensão do seu mandato pelo STF.