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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Corrupção: Jordy apoia investigações em Oriximiná e Pirabas

   
Em pronunciamento na Câmara, o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) elogiou a decisão do Tribunal de Justiça do Pará, que determinou o afastamento do prefeito de São João de Pirabas, Luiz Carlos Teixeira Barroso, acusado de várias irregularidades. “Após este terceiro afastamento, espero desta vez seja em definitivo”, afirmou Jordy, que parabenizou o Núcleo de Combate à Corrupção e à Improbidade Administrativa do Ministério Público do Pará (GAECO), responsável pelas investigações que culminaram na decisão judicial em favor da população de Pirabas.
   
A estimativa é de que cerca de R$ 60 milhões tenham sido desviados dos cofres municipais, num esquema de licitações fraudulentas que vem desde 2010, capitaneado pelo prefeito. Jordy também citou operação do GAECO contra o prefeito de Oriximiná, Luiz Gonzaga Viana Filho, que também teria organizado uma estrutura de licitações forjadas, cujas denúncias já foram encaminhadas à Justiça. 

Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/o2__AOmv3K4
  
    
  
Por: Assessoria Parlamentar
    
  

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Brasil festeja afastamento de Cunha, um “delinquente compulsivo”, diz Jordy

     
O afastamento do deputado Eduardo Cunha do comando da Câmara dos Deputados renova a esperança na democracia e no cumprimento do ordenamento jurídico no Brasil, comemora o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), que foi o primeiro parlamentar a entrar com representação, na Corregedoria da Câmara, conta Cunha, que foi citado em oito delações da Operação Lava Jato, é réu no STF desde março em duas ações sobre o ‘petrolão’, responde a mais três inquérito e a outros três pedidos de investigação pelo Supremo.
  
Cunha também cometeu uma série de irregularidades durante o período em que esteve na presidência da Casa. “A população brasileira não deseja mais esse delinquente compulsivo à frente da Casa”, disse Jordy. O PPS é um dos cinco partidos que, no ano passado, levou ao procurador-geral, Rodrigo Janot, pedido pelo afastamento de Cunha. Jordy também foi o primeiro deputado a entrar com representação no Conselho de Ética da Câmara contra Eduardo Cunha. Veja o vídeo.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui 
https://youtu.be/fFOB2_BF3G0
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

STF livra o Brasil de um delinquente compulsivo, diz Jordy

  
Do Portal PPS
  
O deputado Arnaldo Jordy (PA), vice-líder do PPS, disse nesta quinta-feira (05) que o STF (Supremo Tribunal Federal) fez um “grande favor ao país” ao afastar do mandato o deputado Cunha (PMDB/RJ) e consequentemente da presidência da Câmara.
  
“Embora atrasada, essa decisão livra o Brasil de um delinquente compulsivo”, reforçou Jordy, parafraseando a declaração do Procurador-Geral da República (PGR), Rodrigo Janot, autor do pedido de afastamento do peemedebista junto ao Supremo.
  
Na avaliação de Jordy, decisão do relator da Lava-Jato, ministro Teori Zavascki, apesar de tardia, faz bem à Câmara dos Deputados, que vivia intimidada com a presença de Eduardo Cunha. “Esta Casa respirará melhor, sem a presença de Cunha. (A decisão) é um passo importante no sentido retornar à normalidade e à transparência dos trabalhos legislativos. Basta de chantagem, de intimidação nesta Casa”, afirmou o parlamentar.
  
O pedido de Rodrigo Janot atende a uma representação movida, em novembro do ano passado, por parlamentares do PPS, Rede, PSDB, PSol e PSB. Na ação, os deputados pediram o afastamento de Cunha por obstruir os trabalhos da Casa e do Conselho de Ética, onde ele é investigado por quebra de decoro por seu envolvimento na Operação Lava Jato.
  
Assinaram a representação os deputados Rubens Bueno (PR-PPS), Arnaldo Jordy (PPS/PA), Eliziane Gama (então Rede/MA), Chico Alencar (PSol/RJ), Carlos Sampaio (PSDB/SP), Paulo Foletto (PSB/ES) e Alessandro Molon (Rede/RJ).
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Jordy questionará "pedalada" regimental de Cunha, que segurou representação contra si

   
   
Do Portal PPS
     
O vice-líder do PPS na Câmara dos Deputados, Arnaldo Jordy (PA), anunciou que entrará com uma questão de ordem na Casa para questionar decisão do presidente Eduardo Cunha (PMDB/RJ) que teria driblado o regimento, ao não devolver para a Corregedoria representação movida contra si. Em vez disto, Cunha nomeou o primeiro secretário da Mesa Diretora, deputado Beto Mansur (PRB/SP), para emitir parecer sobre a ação que foi protocolada por Jordy e por outros 29 deputados federais, de sete partidos políticos, no início de outubro.
  
Os parlamentares entendem que Cunha quebrou o decoro parlamentar quando, na CPI da Petrobrás, disse que não tinha contas bancárias no exterior. Autoridades da Suíça enviaram ao Ministério Público dados que apontam que o peemedebista é titular de diversas contas naquele país. Cunha é investigado pela Procuradoria Geral da República no âmbito da operação Lava Jato.
  
Jordy argumenta que o presidente da Câmara inovou ao indicar um membro da mesa para fazer uma parecer preliminar sobre a admissibilidade da representação apresentada por ele e pelos colegas diretamente na Corregedoria da Casa.
  
“Esta é mais uma pedalada regimental do senhor Eduardo Cunha que manobra para procrastinar o processo de tramitação do pedido de cassação protocolado por nós nesta Casa”, disse o vice-líder do PPS, em entrevista a jornalistas.
  
Arnaldo Jordy se baseia no parágrafo segundo do artigo primeiro do ato da Mesa (Ato 37/2009) que regulamenta os procedimentos sobre apreciação de representações relacionadas ao decoro parlamentar.
  
Não há, segundo análise feita pelo oposicionista, qualquer previsibilidade de o presidente da Câmara nomear um relator para dar juízo de valor sobre a aptidão do pedido de quebra de decoro. “O regimento diz que ele (Cunha) deveria ter remetido, observados os requisitos regimentais e legais, a representação para a apreciação do corregedor da Câmara”, acrescentou o deputado do PPS.
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Segundo processo contra Cunha tem início na Câmara

   
Da Agência Brasil
Por Carolina Gonçalves
  
Em reunião no início da tarde de hoje (28), a Mesa Diretora da Câmara deixou a cargo do primeiro vice-presidente do colegiado, Waldir Maranhão (PP/MA), a escolha do relator do segundo processo que corre na Casa contra o presidente Eduardo Cunha (PMDB/RJ).
  
Caberá a Beto Mansur, que exerce a função de primeiro-secretário, analisar a admissibilidade do caso, que tramitará na Corregedoria da Câmara.
   
A sindicância foi pedida pelo vice-líder do PPS na Câmara, o deputado Arnaldo Jordy (PA), e assinada por outros 29 deputados no início do mês. Como o documento para apurar a quebra de decoro é assinado por parlamentares e não por partidos, a petição ficou dependendo de uma decisão da Mesa.
  
Com o parecer de Mansur, o grupo votará pelo início ou não da tramitação do processo na Corregedoria, que terá de dar prazo para defesa do peemedebista e poderá fazer diligências e pedir acesso a documentos, nos mesmos moldes da tramitação do Conselho de Ética.
  
Mansur afirmou que ainda não leu o processo e não tem conhecimento sobre o que o grupo alega. Segundo assessores da Mesa Diretora, o relator não tem prazo para concluir a análise, mas a expectativa é que apresente uma posição na próxima reunião da Mesa que não tem data definida.
  
Aliado de Cunha, Beto Mansur garantiu que não se sente constrangido com a missão que recebeu. “Sinto-me confortável para relatar qualquer coisa. Temos de fazer a coisa dentro da normalidade. Aqui, quando analisamos uma coisa é dentro da lei e não por sermos ou não amigos”, afirmou.