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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Para Jordy, prisão de aliado e decisão da Comissão de Ética Pública pioram situação de Temer

   
Na avaliação do líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), a situação do presidente da República piorou após a prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Um dos mais próximos aliados do presidente Michel Temer, Geddel é acusado de tentar impedir eventual acordo de delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) e do operador financeiro Lúcio Bolonha Funaro, ambos presos. Para Jordy, outro fator que complicou ainda mais o governo de Temer, foi a decisão da Comissão de Ética Pública da Presidência da República que abriu ontem (3), investigação para apurar a conduta de dois ministros.
  
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/VjTonw84Yy0
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Reserva Jamanxim: Jordy participa de reunião com ministros da Agricultura e Meio Ambiente

  
    
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) participou nesta quarta-feira (2), junto a lideranças comunitárias da reserva Jamanxim (Novo Progresso/PA), de audiência com os Ministros Blairo Maggi (Agricultura) e Sarney Filho (Meio Ambiente), onde foram discutidas questões relativas à medida provisória que alterou os limites das quadro unidades de conservação, que formam a reserva.
  
A reunião caminhou na busca uma solução, de modo que sejam preservados os ativos ambientais de uma região que já apresenta altos índices de desmatamentos, ao mesmo tempo em que seja garantido o direito à atividades produtivas sustentáveis que estejam de acordo com a legislação ambiental brasileira.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Ao reduzir efetivo de policiais rodoviários, Jordy diz que governo age com irresponsabilidade

  
  
Da Agência Câmara
Por Murilo Souza
  
A bancada do estado do Pará na Câmara dos Deputados deverá propor nos próximos dias audiências com os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e do Planejamento, Nelson Barbosa, para discutir a redução do número de policiais rodoviários federais no estado.
  
A perda de efetivo da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na região amazônica foi tema de audiência pública promovida nesta quarta-feira (12), pela Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia.
  
Vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais e único convidado presente à audiência, Antônio Carlos Lima cobrou a imediata reabertura de 10 postos de fiscalização da PRF no Pará.
  
Sem atrativos
  
Ele explicou que, em 2009, o efetivo da PRF no estado era de 472 policiais, distribuídos por 20 unidades operacionais e responsáveis pela fiscalização e controle de 10 BRs – 4.346 km. Em 2015, segundo ele, as unidades operacionais estão reduzidas pela metade (10 postos) e o efetivo caiu para 397 policiais, mesmo com aumento da malha rodoviária (11 BRs – 4706 km).
  
“Nós não temos atrativo para manter o policial no estado. Não temos a continuidade do trabalho por pessoas experientes. As pessoas vão para lá, ficam três anos e pedem remoção”, revelou o inspetor da PRF. “Está se encerrando agora um curso de formação com 200 novos policiais, mas nenhum vai para o Pará”, acrescentou Lima.
  
O inspetor da PRF citou ainda o exemplo de Altamira, onde está sendo construída a usina hidrelétrica de Belo Monte. Lá, segundo ele, a população cresceu mais de 400% nos últimos anos e mesmo assim existe apenas uma unidade da PRF com 25 policiais para tomar conta de 800 km de rodovias.
  
Situação deprimente
  
Diante do diagnóstico de Lima, o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) que propôs o debate sobre o assunto, lamentou a ausência de representantes do governo federal na reunião. “Vamos dar um prazo de 15 dias para termos essas audiências com os ministros. Caso contrário, aprovaremos um requerimento de convocação para a vinda deles a essa comissão”, disse Jordy, que teve o apoio da presidente do colegiado, deputada Julia Marinho (PSC/PA), e de outros parlamentares.
  
Jordy disse que a situação da PRF nos estados amazônicos é deprimente e vem causando problemas operacionais. “Depois vamos chorar com os altos índicesde prostituição infantil, de tráfico de drogas e com outros problemas como o comércio ilegal de madeiras e minérios na região”, alertou Jordy, que apontou a irresponsabilidade do governo federal com a situação.
  
Transamazônica
  
Diversos deputados do Pará destacaram o crescimento da população e o aumento da infraestrutura local e da malha rodoviária do estado para justificar a necessidade de mais policiais no estado.
   
A deputada Julia Marinho citou o exemplo da BR 230, conhecida como Transamazônica. “A Transamazônica, na divisa do Pará com Tocantins, não tem nenhuma fiscalização. A gente entra e sai livremente. O posto foi fechado e a gente fica um tanto assustado com esse esvaziamento [dos postos]”, observou.
  
Também paraenses, os deputados Hélio Leite (DEM) e Simone Morgado (PMDB) defenderam a iniciativa de ouvir os ministros da Justiça e do Planejamento. “Vamos fazer um ofício assinado por toda a bancada do Pará deixando claro nossa intenção: a reabertura dos 10 postos da PRF e o aumento do efetivo”, disse Leite.
  
Já a deputada quer saber do Planejamento quais os planos do governo para o estado do Pará. “Que planejamento é esse que fecha postos e diminui o numero de servidores?”, indagou.