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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Jordy recebe condecoração por seu trabalho em prol da educação

     
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) recebeu, nesta quarta-feira (10), do Presidente da Associação dos Pesquisadores do Estado do Pará – APESPA, Raimundo Nonato Santos, Certificado de Honra ao Mérito, por seu trabalho em prol da educação no Pará, como em seu questionamento ao Ministério da Educação, que promoveu corte de verbas que prejudicam as atividades principais universidades federais no Pará; no apoio a cooperativas que oferecem cursos pré-vestibular a estudantes do Marajó e na liberação de verbas oriundas tanto do FNDE - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, quanto através de emendas parlamentares.
   
Jordy também questiona o descaso com a educação nacional, pois o Brasil está figura entre os oito piores países no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), de aprendizado de jovens na área de ciências, atrás de países como Trinidad e Tobago, Costa Rica, Qatar, Colômbia e Indonésia. O país ficou na 63ª posição entre as 70 nações.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

PEC 241: Jordy votou contra por discordar de cortes na saúde e educação

  
A partir de 2017, o Brasil não poderá gastar mais do que arrecada, a não ser o equivalente à inflação do ano anterior. É o contrário do que acontecia no governo da Dilma, que deixou um déficit de R$ 170 bilhões, quebrou a responsabilidade fiscal e cometeu “pedaladas”, que resultaram em 13 milhões de desempregados.
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) é a favor do ajuste, mas votou CONTRA a PEC 241, por achar que não se pode penalizar a Saúde com perdas de até R$ 76 bilhões, e a Educação, que terá cortes de até R$ 52 bilhões até 2025. “A Saúde já está na UTI no Brasil, nos precisamos é de mais investimentos. Na Educação, o Brasil está em 83º lugar no IDEB [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] mundial, isso é uma vergonha”. Jordy defende cortes em outras áreas, como excessos no Judiciário, onde mais de 10 mil magistrados recebem acima do teto constitucional. 
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/JGzm9NCh-tQ
     
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

Jordy diz que saúde e educação não podem ser penalizadas no ajuste fiscal

  
Do Portal PPS
    
O vice-líder do PPS na Câmara, Arnaldo Jordy (PA), disse nesta quarta-feira (26) que o ajuste fiscal proposto pelo governo federal deveria ter excluído a saúde e a educação dos limites impostos pela PEC 241, cuja tramitação foi concluída na Casa nesta madrugada.
   
Jordy votou contra a matéria nos dois turnos em que ela tramitou na Câmara. O parlamentar disse ser favorável ao corte de gastos na esfera federal, mas acredita que a saúde e educação, nos moldes atuais, já sofrem com a carência de recursos. Ele culpou o governo do PT, que ocupou o Palácio do Planalto nos últimos 13 anos, pela desordem fiscal.
  
“O povo agora está ‘pagando o pato’ por conta dos gastos excessivos do governo passado. Eles foram feitos além da arrecadação. Sou a favor do ajuste fiscal, mas votei contra a PEC porque este ajuste não poderia escolher a saúde e educação para cortar investimentos. A saúde está na UTI. Precisamos é de mais investimentos. A educação, que coloca o Brasil em 83ª. posição no IDEB mundial, necessita de mais recursos. São duas áreas que foram penalizadas”, justificou o deputado.
   
Arnaldo Jordy destaca que a União pode tirar recursos de outras áreas e poupar a saúde e educação.
  
“Existem outras fontes para fazer o ajuste e poupar estas duas áreas. Por que não cortar os excessos no Judiciário? Mais de 10 mil magistrados estão ganhando acima do teto. Dias destes, a Câmara queria construir um shopping center. Então é porque tem dinheiro sobrando”, citou o parlamentar.
  
A PEC 241 segue agora para análise do Senado Federal.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

ARTIGO - Ajuste fiscal não pode sacrificar a saúde e a educação

  
* Arnaldo Jordy
  
A discussão da PEC 241 tomou conta dos noticiários e redes sociais no Brasil. Foram muitos os debates e as polêmicas em torno do tema, mas uma coisa é indiscutível: a necessidade de se fazer o ajuste fiscal no país, devido à irresponsabilidade dos governos Lula e Dilma com as contas públicas. É inevitável promover o equilíbrio das contas públicas e para isso, se faz necessário cortar despesas para acomodá-las às receitas ou cobrir gastos com mais arrecadação. Sem isso, a dívida pública continuará expandindo-se até o ponto do calote ou da sua redução, em termos reais pela via socialmente deletéria da inflação. Os dois cenários tem uma só consequência: o agravamento do conflito distributivo brasileiro, penalizando ainda mais os mais pobres da sociedade.
   
No momento, a ampliação de receitas pelo aumento ou criação de novos impostos não está em pauta, e seria um absurdo numa sociedade que gasta 36% do seu PIB com a carga tributária e fiscal. A PEC 241, apresentada pelo governo, é uma estratégia de contenção dos gastos em todas as esferas públicas, com rebatimento direto no investimento em serviços públicos (construção de escolas e hospitais; melhorias em rodovias, portos e aeroportos; ampliação da malha ferroviária), e no orçamento com pessoal (contratação de policiais, médicos e professores) e demais aplicações. A irresponsabilidade fiscal dos governos anteriores produziu uma conta que será paga por todos.
   
Além disso, a crise produz ainda danos que já sentimos na pele nos últimos anos: aumento da inflação; rebaixamento do grau de risco para investidores; alta na taxa básica de juros (Selic); dificuldades no gerenciamento da política monetária nacional, fatores que agravaram a crise econômica (desemprego, instabilidade, perda de direitos trabalhistas e previdenciários, dentre outros).
   
Este ano, o desemprego no Brasil superou os 10%. São mais de 12 milhões de desempregados em decorrência da recessão. O déficit fiscal, que é o número que mostra o quanto as despesas superam as receitas, fechou em R$ 170,5 bilhões este ano. Em 2015, o déficit já havia sido de R$ 115 bilhões. Tudo isso era impensável em anos anteriores. Sem dinheiro para pagar os juros da dívida pública, o governo viu essa conta se descontrolar, chegando a comprometer 68% do PIB. Em 2015, o Brasil pagou R$ 522 bilhões apenas em juros e serviços da dívida pública.
   
Embora tentem agora empurrar o ônus da impopularidade dessas reformas para seu antigo aliado, Michel Temer, foi o segundo governo de Dilma que propôs o ajuste fiscal, com duros apertos nos gastos públicos. Não por um acaso, a queda do apoio popular de Dilma poucos meses após sua eleição, em 2014, se deveu ao "estelionato eleitoral" do governo, que, para ganhar as eleições, convenceu a população de que tudo estava bem nas contas públicas, adiando de forma criminosa as reformas necessárias.
  
Falo isso para afirmar que é imprescindível promover o ajuste das contas públicas, equilibrar receita e despesa, reduzir a dívida pública, proporcionar as condições para a queda dos juros e da inflação e restituir a confiança ao empresariado, para que haja a queda do desemprego. O desempenho ruim da economia derruba a arrecadação e gera um círculo vicioso recessivo. A discussão agora é, como e onde ajustar. Essa é uma escolha que elege quem perde mais e quem perde menos. E em nosso entendimento, não podemos penalizar a população menos assistida, principalmente em áreas como saúde e educação.
   
Com a aprovação da PEC 241, haverá queda do investimento em educação na ordem de R$ 58 bilhões em dez anos (até 2026), segundo estimativa da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Em relação à saúde, a estimativa de desinvestimento é de R$ 75 bilhões no mesmo período, segundo estimativa do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.
   
Não podemos aceitar que a saúde pública pague essa conta. O SUS já está na "UTI" e não pode sofrer tal volume de cortes. Da mesma forma, o Brasil, que ocupa o 83º lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) mundial, não pode frear, nem desestimular investimentos na educação pública.
   
Outras escolhas são possíveis? Claro que são. Por que não cortamos gastos no orçamento dos legislativos, do Judiciário, dos tribunais de contas? Por que não fazemos uma auditoria da dívida pública, para redução dos juros e amortizações que consumiram em 2014, 45% do orçamento executado da União, contra, 3,7% gastos em educação e 4,0% em saúde? Sem isso, jamais poderia votar a favor da PEC 241 da forma como foi apresentada. Afirmando minha história e princípios políticos, votei contra!
  
  
* Arnaldo Jordy é deputado federal pelo PPS/PA
   
  

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Jordy: medidas do governo não podem prejudicar a saúde, a educação e os aposentados

  
O deputado Arnaldo Jordy não quer que medidas anunciadas pelo governo de Michel Temer, como a Desvinculação de Receitas da União (DRU) e a Reforma da Previdência, atinjam as pessoas menos favorecidas, ou que prejudiquem os direitos adquiridos dos aposentados. Essa é a condição para que o PPS, partido do qual Jordy é vice-líder na Câmara, apoie as mudanças.
  
Para o parlamentar, é fundamental que o pacote do governo não prejudique a saúde e a educação. “O SUS não pode pagar a conta, porque o SUS atende aquelas pessoas que não têm plano de saúde”, disse Jordy, que acha que o PPS não deve aceitar qualquer restrição para a educação. “O Brasil é 79° país no IDEB mundial, estamos muito atrasados nisso, os nossos jovens não conseguem sair alfabetizados do ensino fundamental”, ponderou Jordy, que também acha que os aposentados já são muito penalizados no Brasil, muitos deles obrigados a continuar trabalhando para sustentar suas famílias, porque as aposentadorias são baixas, e não pode ser ainda mais sacrificados.

Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/fIz_Aqffdr8

  
  
Por: Assessoria Parlamentar