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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Jordy pede debate e investigação em entidades que gerem o basquete e o vôlei nacional

   
    
A Comissão de Esporte da Câmara Federal aprovou nesta quarta-feira (9), requerimento de autoria do deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) para realização de audiência com a finalidade de debater a situação da Confederação Brasileira de Basquetebol (CBB) e o futuro da modalidade no país.
   
De acordo com o documento que embasa a solicitação, o basquete brasileiro viveu um período de turbulência na sua gestão e governança. Auditorias constataram diversas irregularidades em movimentações financeiras na Confederação nos últimos anos, prejudicando a modalidade que foi medalhista em vários Mundiais e Olimpíadas, mas que amarga um ostracismo de títulos nas últimas duas décadas.
   
Segundo Arnaldo Jordy, “após suspeitas de malversação de recursos, afastamento da diretoria anterior e até suspensão por parte de Federação Internacional, a Confederação passa por um momento de resgate, e o parlamento, bem como a sociedade, tem interesse em saber como anda esta recuperação”.
    
Para a audiência, para a qual ainda não há data agendada, serão convidados acadêmicos, dirigentes estaduais e nacionais - como o atual presidente da CBB, Guy Peixoto; autoridades como o Leonardo Picciani; atletas - como Hortência, Paula, Oscar, Amaury, Marcel; e treinadores - como Hélio Rubens, Maria Helena e Miguel Angelo.
   
Investigação no vôlei 
   
Jordy também teve aprovado seu relatório referente à Proposta de Fiscalização e Controle (PFC 181/2014), na qual é solicita a investigação, pelo Tribunal de Contas da União, dos recursos públicos aplicados na Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) através de contratos e convênios com órgãos e autarquias do governo federal.
   
Denúncias na imprensa apontaram irregularidades na gestão dos negócios da CBV, por meio da atuação de empresas pertencentes a ex-dirigentes da entidade e que teriam causado a renúncia do presidente Ary Graça. A PFC é de autoria do deputado André Figueiredo (PDT/CE).
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Na TV Câmara, Jordy debate propostas de reforma política

  
Os deputados Arnaldo Jordy (PPS/PA) e Tadeu Alencar (PSB/PE) participaram do Programa Câmara em Debate, da TV Câmara, onde debateram as propostas de reforma política que estão sendo analisadas. Uma delas, do Senado, estabelece o fim das coligações e cria a cláusula de barreira, mudanças que alteram profundamente a vida dos pequenos partidos. A outra, em estágio mais avançado de discussão, propõe lista fechada de votações, um fundo eleitoral que pode chegar a mais de R$ 3 bilhões em anos de eleições nacionais e R$ 2,2 bilhões em disputas municipais e o estabelecimento de um sistema eleitoral distrital misto, a partir das eleições de 2022. 
   
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/ts7rkoa-Obw

  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Na TV Câmara, Jordy participa de debate sobre sistema eleitoral misto

  
O líder do PPS, o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) participou do Programa Câmara Debate, da TV Câmara, ao lado do também deputado Rubens Otoni (PT/GO), sobre a adoção do sistema eleitoral misto no país. Por esse sistema, metade dos eleitos virá de uma lista de nomes apresentada pelos partidos políticos e a outra será eleita por distritos. Nesse grupo são eleitos os que receberem o maior número de votos. Essa é uma das discussões que vêm sendo travadas dentro da comissão.
   
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/9swqf2XzwJI
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 3 de maio de 2017

CONVITE - Debate sobre reformas previdenciária e trabalhista

    
  
A Previdência Social tem condições de se manter com as regras atuais? O que poderá ser feito para preservar o direito do trabalhador à aposentadoria? Não fique de fora destas questões, venha debater conosco.
  
Informe-se e participe dessa discussão que é fundamental para o futuro do Brasil. #ReformaDaPrevidência
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

terça-feira, 21 de março de 2017

Jordy debate reforma da previdência na Unama

   
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) participou na segunda-feira, 20, do seminário “Desafios da Reforma da Previdência”, na Universidade da Amazônia - UNAMA, e afirmou que o partido irá apresentar pelo menos dez emendas ao projeto do governo, para assegurar direitos dos desprotegidos: mulheres, trabalhadores rurais, professores, pessoas com deficiência e estabelecendo regras de transição mais suaves.
   
Para Jordy, o governo terá dificuldades em aprovar o projeto do jeito que está. Jordy esclareceu que o PPS - Partido Popular Socialista tem compromisso com as reformas, no entanto, quer que sejam combatidos privilégios e sonegações que hoje existem e que sejam cobradas as dívidas de grandes empresas com a Previdência Social, como os bancos, a Petrobras, a JBS, hoje investigada por fraudes, e outras. A dívida das empresas com a Previdência chega a R$ 426 bilhões. Mais de 400 pessoas participaram do debate.
  
A mesa redonda teve como expositores o deputado Jordy e o técnico da Câmara Ezequiel Nascimento; como debatedora, a jornalista Ursula Vidal, da REDE Sustentabilidade. Também participaram do seminário o desembargador do Trabalho José de Alencar e a professora da Uepa Jane Neves. A abertura coube à coordenadora do curso de Enfermagem da Unama, Renata Lopes.
  


    
     
Texto/Fotos: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Jordy participa em Belém de debate sobre alterações no ECA


 
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) participou nesta quarta, 27, do Seminário sobre Alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente, realizado no auditório do Quartel Militar do Norte, na Praça da Bandeira, em Belém/PA. 
  
Jordy falou sobre seu projeto que obriga a indústria a fornecer motores náuticos com proteção do eixo, para evitar acidentes com escalpamento de mulheres e crianças. Jordy também falou sobre as obrigações da família e do estado com a infância e juventude.
  

  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

PPS debate governança democrática das cidades

   

O PPS busca o debate político de ideias, para a formação de um pacto em favor da boa governança democrática dos municípios, de modo a reduzir o atraso em que ainda se encontram tantos brasileiros, em especial da região Norte. Esse foi o objetivo do seminário realizado nesta segunda, 1, pelo partido, na sede do Corecon/PA, para subsidiar as discussões do encontro nacional a ser realizado dias 19 e 20 de março, em Vitória (ES).
  
O deputado federal Arnaldo Jordy, os secretários de Estado Alex Fiúza de Melo (Tecnologia) e Maria Amélia Enriquez (adjunta de Desenvolvimento) e o presidente do Conselho Regional de Economia do Pará (Corecon/PA), Nélio Bordalo, apresentaram números e fizeram importantes contribuições para o debate sobre a gestão das cidades, que se torna ainda mais urgente em ano de eleições municipais, no qual o cidadão tem a chance de exigir e promover alguma mudança na direção de gestões mais republicanas. Confira as fotos (clique para ampliá-las).
  


  
  
Por: Assessoria Parlamentar
    
  

terça-feira, 30 de junho de 2015

Debatedores criticam PEC da redução da maioridade penal

 
Audiência pública para debater a “Redução da Maioridade Penal: eficácia e constitucionalidade”
    
Da Agência Câmara
Por Luiz Gustavo Xavier
  
Os participantes da audiência pública da Comissão de Legislação Participativa criticaram nesta terça-feira (30) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos e que deve ser votada hoje pelo Plenário da Câmara dos Deputados. O texto aprovado na comissão especial prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos nos casos de crimes hediondos, homicídio e roubo qualificado. A audiência foi solicitada pelo vice-líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy (PA).
  
A defensora pública do estado de São Paulo Bruna Rigo Leopoldi Ribeiro Nunes afirmou que a proposta é ineficaz, inconsequente e discriminatória. Ela deu exemplo de países que aprovaram a redução, mas acabaram voltando atrás pelo fato de a violência ter aumentado e não diminuído, como apontam os defensores da medida.
  
Ela afirmou que a PEC quer encarcerar adolescentes. “Esse adolescente que for encarcerado vai ser aliciado ou violentado, não tem outra opção. Ele vai voltar aliciado pelo crime ou com ódio”, defendeu. A defensora pública disse que a legislação brasileira ainda é ineficaz para atender os direitos e garantias dos jovens. “O Brasil é o terceiro país em que mais se mata adolescentes”, relatou.
  
Sistema socioeducativo
  
Para Bruna Nunes, o sistema socioeducativo ainda é a melhor solução para evitar que o jovem volte a cometer crimes. “Não funciona 100%, mas o índice de reincidência é de 26%, e no sistema penal é de 67%. A gente pode lutar para ele estudar. Jogá-lo na prisão é perder esse adolescente”, explicou.
  
A defensora pública afirmou ainda que a PEC 171/93 é discriminatória. “Quem vai ser preso serão jovens negros, pobres e da periferia. É exclusão social”.
  
Inconstitucionalidade
  
O desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo Marco Antônio Marques da Silva defendeu a tese de que a maioridade penal aos 18 anos é uma cláusula pétrea da Constituição, por ser um direito fundamental. “Para mim, isso está claro. Se não, daqui a pouco, vamos fazer PEC para pena de morte, para acabar com o estado democrático de Direito”, afirmou.
  
Ele se manifestou contrário à redução da maioridade, mas considerou a possibilidade de se alterar a legislação para combater o crime cometido por menores infratores, sem explorá-lo, como aumentar o tempo de internação.
  
O desembargador questionou o fato de que o Estado brasileiro não oferece direitos básicos como educação e saúde à criança e ao adolescente, mas aumenta cada vez mais o encarceramento. “O Brasil é o 4º país do mundo em encarceramento. Temos 603 mil presos hoje no País”, afirmou.
  
Pressa
  
O deputado Arnaldo Jordy criticou a pressa em votar a PEC 171/93. “O debate foi atropelado nesta Casa. A Comissão especial ainda tinha 12 sessões para ouvir defensores, associação de magistrados... O deputado Eduardo Cunha, presidente da Câmara, interditou esse debate”, afirmou o parlamentar.
  
Para ele, os jovens são mais vítimas do Estado do que algozes. ”Admitir a revisão do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é possível”, afirmou o parlamentar.
   
Foto: Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados
   
   

terça-feira, 16 de junho de 2015

Maioridade penal: Jordy defende debates para esclarecimento da sociedade

  
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados debateu em audiência pública, nesta terça-feira (16), os direitos dos adolescentes e a redução da maioridade penal. Parlamentares e convidados se dividiram no debate, com posicionamentos a favor e contra o tema polêmico.
  
O corregedor do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), Paulo Afonso Garrido de Paula, defendeu o agravamento da pena para o adulto que se utilizar de crianças e adolescentes para praticar crimes. Na avaliação dele, a pena para a corrupção de menores deveria ser a maior do Código Penal.
  
"É assim que vamos combater a violência. O bandido adulto tem que saber que, se utilizar uma criança, vai receber uma pena mais grave do que o crime que ele praticou", disse, em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, que discute alternativas à redução da idade penal de 18 para 16 anos.
   
O corregedor citou dados do Ministério Público de São Paulo segundo os quais os adolescentes que praticam crimes graves correspondem a cerca de 10% do total de internados por atos infracionais.
   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), membro da comissão especial que discute a Proposta de Emenda Constitucional da Maioridade Penal (PEC 171), criticou o reducionismo do debate, por ambas as partes. O parlamentar afirmou que, apesar da maioria da opinião pública ser a favor da proposta - associando o combate à violência e a impunidade à redução da maioridade penal -, ele notou, nos vários debates dos quais participou, que quando se esclarece que a redução da criminalidade juvenil pode ser combatida com a aplicação efetiva e a revisão do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), além outras medidas, as pessoas começam a refletir e a compreender melhor a questão.
   
“Está no senso comum e no imaginário popular que a redução da maioridade penal é a solução dos problemas graves de violência que passa o país, quando na verdade, pode vir a causar um problema ainda maior, quando observamos a situação do sistema carcerário do país, cuja conta não fecha”, afirmou Jordy.
   
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reafirmou a posição contrária do governo à redução da maioridade penal. Em vez disso, defendeu a elevação do tempo de internação de adolescentes que praticarem crimes hediondos, com violência ou grave ameaça. Essa internação seria de no máximo oito anos e se daria em estabelecimentos especiais ou em espaços reservados das unidades prisionais brasileiras.
   
Ao mesmo tempo, o governo defende penas duplicadas para os adultos que aliciarem crianças e adolescentes para a prática de crimes. Cardozo disse que as medidas defendidas por ele estão presentes no relatório apresentado pelo senador José Pimentel (PT/CE) ao projeto de lei do senador José Serra (PSDB/SP) que aumenta a punição para adolescentes no caso de crime hediondo.
   
O ministro ressaltou que o sistema prisional brasileiro, atualmente com déficit de 300 mil vagas, não tem condições de receber os jovens que seriam julgados como adultos. "O nosso sistema prisional é uma verdadeira escola de crime. Boa parte da violência que temos na nossa sociedade é comandada de dentro dos presídios. Sabemos disso e vamos colocar crianças e adolescentes dentro dos presídios para serem capturados por essas organizações criminosas?"
  
O ministro-chefe da Secretaria de Direitos Humanos, Pepe Vargas, convidou os parlamentares a refletir sobre a questão da maioridade penal e a pensar em soluções de combate à criminalidade para além da simples redução da idade de 18 para 16 anos.
 
Pepe Vargas defendeu, em vez da redução, a responsabilização dos adultos que corrompem esses jovens. "Para um jovem de 16 anos em um presídio de adultos, não restará alternativa a não ser se aliciar ao crime. Ao sair, ele continuará aliciado."
   
Na semana passada, um pedido de vista adiou a votação da proposta na comissão especial responsável pela matéria. A reunião foi marcada por empurrões e agressões verbais envolvendo parlamentares, policiais legislativos e manifestantes da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes), que protestavam contra a redução da maioridade penal. A votação no Plenário da Câmara está prevista para o dia 30 deste mês.
  
     
Com informações da Agência Câmara
  
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
(61) 3215-3506 / 8276-7807