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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Comissão da Câmara pede à PF apuração rigorosa de chacina em Pau D´arco

  
    
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) integrou, nesta quarta-feira (28), uma comitiva de parlamentares que foi recebida pelo delegado geral da Polícia Federal, Leandro Daiello. Os deputados são membros da Comissão Externa destinada a acompanhar as investigações da chacina de Pau D´arco, na região sudeste do Pará, ocorrida na esteira da operação de reintegração da fazenda Santa Lúcia, na qual 10 pessoas – 9 homens e uma mulher - foram mortas, em 24 de maio último.
   
Os parlamentares foram solicitar ao delegado-geral, agilidade no inquérito levado a cabo pela PF e verificar o andamento das investigações, que estão sendo realizadas em conjunto com a polícia paraense.
   
Para Jordy, o aumento na escalada de violência no Estado, teve como um dos fatores, o afluxo de milhares de pessoas grandes projetos que acontecem na Amazônia, como por exemplo, a construção da hidrelétrica de Belo Monte, sem que a região tenha se preparado para receber dezenas de milhares de trabalhadores, o que gerou efeitos colaterais nocivos, como o aumento na prostituição, na mendicância, no tráfico de drogas e até de seres humanos.

Em relação à tragédia de Pau D´arco, o parlamentar paraense afirmou “que a disputa por terra levou a uma grave agressão, inclusive ao bom senso, onde 10 trabalhadores rurais foram mortos, um fato que precisa ser exemplarmente corrigido, após uma isenta e rigorosa apuração por parte dos órgãos de investigação, federal e estadual, para punição dos possíveis culpados por mais esta tragédia”.
   
Para Leandro Daiello, o trabalho conjunto que está sendo realizado, será inclusive usado como exemplo e referência em futuras cooperações com outros Estados. O delegado afirmou ainda “que não estão sendo poupados efetivos e recursos para o esclarecimento do que houve, para que não se tenha espaço para contradições”. Para ele, há uma grande possibilidade da apresentação de um relatório final ser apresentado em conjunto. 
   
Da reunião, ainda participaram os deputados Elcione Barbalho (PMDB/PA) e Eder Mauro (PSD/PA).
   
   
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 22 de março de 2017

Justiça: Jordy pede regulamentação de indenização a agentes de fronteiras

   
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) e uma comissão de representantes sindicais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Federal (PF), foram recebidos nesta quarta-feira (22), em audiência pelo Ministro da Justiça, Osmar Serráglio, em Brasília.
  
Os agentes de segurança reivindicaram junto ao Ministro, a regulamentação do pagamento da indenização de pessoal lotado em locais de difícil provimento e fixação de agentes, em geral nas fronteiras do país. Segundo os representantes, existe um acordo em andamento na 5ª Vara da Justiça Federal de Brasília, que necessitando do aval do governo para que o benefício seja implementado em definitivo. Hoje há liminares garantindo este pagamento, que alcançaria apenas 8% do efetivo das forças.
   
A ausência deste pagamento, definida na Lei 12.855/2013, afasta os agentes de locais de importância estratégica do país, contribuindo para o esvaziamento dos postos de fiscalização, principalmente na região Amazônica.
  
Para Arnaldo Jordy, a situação dos contingentes da PF e da PRF nos Estados amazônicos é lamentável e vem causando problemas operacionais. “Desde os altos índices de prostituição infantil, passando pelo tráfico de drogas e outros problemas como o comércio ilegal de madeiras e minérios na região, decorrem do fechamento de postos da PRF”, alertou o líder do PPS, que ainda cita o aumento do fluxo populacional advindo dos grandes empreendimentos na Amazônia, como a construção de hidrelétricas como de Belo Monte, em Altamira.

De acordo com dados do sindicato da PRF, em 2009 o efetivo no Pará era de 472 policiais, distribuídos por 20 unidades operacionais e responsáveis pela fiscalização e controle de 10 BRs – 4.346 km. Hoje as unidades operacionais estão reduzidas pela metade (10 postos) e o efetivo caiu para 397 policiais, mesmo com aumento da malha rodoviária (11 BRs – 4706 km) e da população.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

sexta-feira, 17 de março de 2017

Líder do PPS diz que investigações sobre frigoríficos podem evoluir para uma CPI

  
     
O líder do PPS na Câmara dos Deputados, Arnaldo Jordy (PA), afirmou nesta sexta-feira (17) que acompanhará de perto os desdobramentos da operação “Carne Fraca”, deflagrada pela Polícia Federal, que investiga o pagamento de suborno a fiscais agropecuários, mas que o caso pode evoluir para um pedido de abertura de CPI no Congresso Nacional.
   
“O Brasil acompanha, com perplexidade, o desencadeamento de uma operação policial para combater a corrupção e desta vez com a gravidade de que o suborno servia para acobertar fraudes contra o consumidor. E uma empresa que é alvo da Polícia Federal, a JBS, novamente aparece no meio do esquema. Vamos acompanhar o desenrolar das investigações, mas o caso pode resultar em um pedido de criação de uma comissão parlamentar de inquérito”, disse.
   
Jordy foi membro da CPI do BNDES que funcionou até fevereiro de 2016 na Câmara e também foi autor de um pedido de convocação para ouvir os executivos do grupo frigorífico JBS/Friboi no colegiado. O parlamentar lembra que a empresa contou, na época, com forte blindagem do PT e PMDB. O requerimento de oitiva dos empresários foi rejeitado por 15 votos a 9.
   
“Houve um acordo entre o PT e o senhor Eduardo Cunha (presidente da Câmara à época) na CPI para que os irmãos Wesley e Joesley não fossem convocados para explicar denúncias de suposto favorecimento aos empresários na obtenção de empréstimos milionários que foram concedidos pelo BNDES”, relatou o líder do PPS.
   
A Operação “Carne Fraca” da Polícia Federal prendeu, nesta sexta-feira, executivos das gigantes do setor de carnes JBS e BRF. Segundo a corporação, é a maior operação da história da PF. Já fpo determinado o bloqueio de até R$ 1 bi em contas de 46 investigados.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Zelotes: Jordy propõe convocação de dono da CAOA na CPI do BNDES

  
Do Portal PPS
  
Membro da CPI do BNDES, o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) entrou na tarde da última terça-feira (27) com requerimento que pede a convocação do empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, que é dono do grupo CAOA – um dos maiores revendedores de veículos do Brasil.
  
A CAOA é alvo da Polícia Federal e do Ministério Público por supostamente ter “comprado” medidas provisórias nos governos Lula/Dilma. O caso é investigado na Operação Zelotes, que apura fraudes a partir de decisões do Carf, o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais. Carlos Alberto, numa das fases da Zelotes, foi levado para depor. 
  
O parlamentar lembra que a Caoa também é investigada por supostamente ter pago propina no valor de R$ 2 milhões a Benedito Rodrigues de Oliveira Neto (Bené), amigo do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel. Bené e Pimentel são alvos de uma outra operação da Polícia Federal, a Acrônimo. A suspeita é de lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo o uso do BNDES para a concessão de empréstimos subsidiados a grupos econômicos. Fernando Pimentel presidiu o Conselho de Administração da instituição financeira e foi ministro do Desenvolvimento entre os anos de 2011 e 2014. 
  
“A vinculação do Sr. Carlos Alberto de Oliveira Andrade às questões relativas a empréstimo irregular ao que parece não se resume a contrato envolvendo o nome do BNDES, mas também a outros fatos que foram destaque na mídia nacional. Neste sentido, é fundamental que este senhor preste os esclarecimentos necessários a esta comissão parlamentar de inquérito”, justifica Jordy, no pedido de oitiva.
  
A próxima reunião deliberativa da CPI do BNDES está prevista para ocorrer na próxima terça-feira (4).
  
  

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Planejamento: Ministro se compromete a amenizar esvaziamento da PRF na Amazônia

  
Senadores e deputados membros da Comissão da Amazônia da Câmara Federal estiveram em audiência nesta quarta-feira (23) no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e recebidos pelo ministro Nelson Barbosa, para tratar do esvaziamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na região Amazônica. A audiência atendeu a requerimento do deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA).
   
De acordo com representantes do sindicato da categoria, em 2009 o efetivo da PRF no Pará era de 472 policiais, distribuídos por 20 unidades operacionais e responsáveis pela fiscalização e controle de 10 BRs – 4.346 km. Em 2015. Hoje as unidades operacionais estão reduzidas pela metade (10 postos) e o efetivo caiu para 397 policiais, mesmo com aumento da malha rodoviária (11 BRs – 4706 km).
   
No atual curso de formação de policiais, cerca de 200 homens estão sendo preparados, porém nenhum será lotado no Pará e do cadastro de reserva do concurso de 2013, dos 766 aprovados, ainda restam 650 para serem efetivados. Cadastro este que expira em maio de 2016.
  
Para Arnaldo Jordy, a situação da PF e da PRF nos estados amazônicos é lamentável e vem causando problemas operacionais. “Desde os altos índices de prostituição infantil, passando pelo tráfico de drogas e outros problemas como o comércio ilegal de madeiras e minérios na região, decorrem do fechamento de postos da PRF”, alertou Jordy, chamando ainda atenção para os grandes empreendimentos na Amazônia, como a construção de hidrelétricas como de Belo Monte em Altamira, que agrava a situação de risco na região, devido a uma explosão do fluxo populacional.
   
O ministro ouviu os questionamentos dos parlamentares e se comprometeu que até dezembro próximo, lançará mão de todo efetivo do cadastro de reserva, determinando alocação de quadros para os Estados amazônicos. “Em 15 dias deveremos iniciar o processo de convocação para uma nova turma do curso de formação”, disse Barbosa.
   
Participaram ainda da reunião, a deputada Júlia Marinho (PSC/PA), que preside a Comissão da Amazônia, os deputados Valtenir Pereira (PROS/MT) e Leo de Brito (PT/AC) e os senadores José Medeiros (PPS/MT) e Paulo Rocha (PT/PA).
  
  
Foto: Guel Fegali
   
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
(61) 3215-3506 / 8276-7807