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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Jordy faz entrega de kit para Conselho Tutelar em Cachoeira do Arari

  
    
O deputado Arnaldo Jordy fez na sexta-feira, 21, a entrega de kit para o Conselho Tutelar de Cachoeira do Arari, no Marajó, em encontro de prestação de contas com a população de emendas parlamentares destinadas ao município. O município recebeu um carro, computadores, impressora, refrigerador e bebedouro para equipar o Conselho, que fiscaliza o cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Além do kit, há uma emenda de Jordy para equipar o posto de saúde do Arapixi, no valor de R$ 100 mil, em fase de licitação.
  


  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Jordy parabeniza conselheiros tutelares na tribuna da Câmara

 
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) parabeniza na tribuna da Câmara os conselheiros tutelares pela passagem do dia 18 de Novembro, dedicado a homenagear esses trabalhadores responsáveis por fiscalizar o cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente.
   
Jordy é autor de projetos que garantes direitos aos conselheiros, e tem destinado carros e equipamentos aos Conselhos Tutelares do Pará por meio de emendas. 
      
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/Oyl39wFkBTQ
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 28 de julho de 2016

ARTIGO - O ECA e os nossos guris

  
* Arnaldo Jordy
   
No dia 13 de julho, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 26 anos de vigência. A Lei 8.069, que atendia a exigência da Constituição Cidadã de 1988, surgiu para superar a visão reducionista, que ainda prevalecia com o chamado Estatuto do Menor. 
  
Os especialistas no direito da infância e da juventude consideram esta uma das mais importantes legislações do processo de redemocratização do estado brasileiro. Carlos Nicodemos, por exemplo, disse que o ECA era a “chama acesa da Era dos Direitos”, numa referência a Norbeto Bobbio.
   
De fato, o ECA é uma daquelas legislações surgidas após o fim do regime militar, na tentativa de nos qualificar como sociedade, tentando mostrar o caminho da civilização, do respeito ao direito e da melhoria do ser humano. O ECA, diferentemente do Estatuto do Menor, não era uma lei só para punir, ainda que ali se encontrem as medidas socioeducativas, que são a forma de sanção aos atos infracionais cometidos por adolescentes. É, ao contrário, uma Lei para todas as crianças e adolescentes, independente da camada social na qual ela nasceu.
   
Para chegarmos a esta legislação avançada que é o ECA, um longo caminho foi percorrido. O artigo 227 da Constituição de 1988 estabelece a garantia da proteção integral das crianças e adolescentes. O Brasil foi o primeiro país a assinar a Convenção dos Direitos das Crianças da Organização das Nações Unidas, que passou a valer a partir 20 de outubro de 1990. Essa foi a base institucional para a constituição do ECA. Digo Institucional porque a sociedade, também, se mobilizava, chegando a constituir o Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua, que juntamente com outras entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes e profissionais da área social, por toda a década de 80, vinham tentando dar um basta nas práticas excludentes que relegavam nosso futuro ao fracasso fatídico, versado por Chico Buarque na canção “Meu Guri”.
   
A dívida social do Estado com nossas crianças é dramática. São mais de três milhões de jovens e crianças menores de 16 anos em situação de vulnerabilidade. A escola, que outrora era um porto seguro para qualquer família, está vulnerável. Estudo do IBGE sinaliza que de cada 10 jovens brasileiros no ensino médio, quatro já sofrem de violência física. Pesquisa encomendada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) sobre o assassinato de crianças e adolescentes no Brasil, aponta a existência, no ano de 2013, de 10.520 casos, equivalendo 29 mortes ao dia. 
   
Nossa Carta diz que todas as crianças e adolescentes devem estar seguras, bem alimentados e com acesso à educação. Em vez disso, estão sendo recrutados pelo tráfico, praticando furtos, assaltos e, lamentavelmente, sendo mortos. Essa é a grande contradição que não deve ser minimizada. Poderia ser, ainda, bem maior, não fosse a fundamental atuação de nossos conselheiros tutelares. Portanto, penso que o grande desafio, após 26 anos do ECA, ainda é a sua efetiva implementação.
   
Por outro lado, é preciso reconhecer as limitações do poder público em relação ao trabalho de acompanhamento e ressocialização do adolescente que comete ato infracional. É possível afirmar que a estrutura disponibilizada para atender adolescentes submetidos a medidas socioeducativas de liberdade assistida ou prestação de serviço à comunidade é precária. Cabe às prefeituras e aos Estados fazer cumprir essas medidas, com estrutura em instituições capazes de permitir a ressocialização desses jovens, além de garantir, é claro, condições dignas de trabalho para os conselheiros tutelares e conselheiros de direito, outra obrigação do Poder Local.
   
Por isso, como cidadão e parlamentar, defendo que sejam garantidos projetos e medidas que possam melhorar e implementar o ECA, como ajustar o tempo de internação para aqueles que necessitam de cuidados maiores em razão da reincidências de atos infracionais. Que sejamos capazes de efetivar as políticas públicas de atenção e priorização das crianças e adolescentes e jamais retroceder, porque entendo que os gravíssimos problemas que enfrentamos em termos de criminalidade são sintomas de uma sociedade doente que necessita distribuir riquezas, avançar no sentido de desenvolver conhecimentos e oportunidade de emprego e renda, sobretudo, à população jovem e desassistida do Brasil.
   
  
*Arnaldo Jordy é deputado federal pelo PPS/PA.
  
  

domingo, 17 de julho de 2016

Crianças e adolescentes são principais vítimas da violência no Brasil, afirma Jordy

   
Em discurso na tribuna da Câmara, o deputado Arnaldo (PPS/PA) Jordy lembrou a passagem dos 26 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que entrou em vigor em 1990, para cumprir o que foi estabelecido na Constituição de 1988, sobre a necessidade de uma legislação específica para proteger e garantir os direitos das crianças e adolescentes no Brasil. Ainda hoje, cerca de 3 milhões de crianças e adolescentes vivem em situação de vulnerabilidade, um número espantoso, que deveria envergonhar os agentes públicos do Brasil.
   
Jordy defendeu um pacto já, para reduzir drasticamente esse número na próxima década. "O ECA é uma peça absolutamente fundamental para que se possa consagrar essa prática social; apesar de ser lei, ainda não é respeitado", lamentou Jordy, que criticou também visões preconceituosas sobre o Estatuto. Jordy citou números do Ministério da Justiça que apontam para 10,5 mil assassinatos de crianças e adolescentes no Brasil em 2013, média de 29 mortes por dia. "Nos solidarizamos com todos os conselheiros e conselheiras tutelares, heróis e heroínas anônimos que lutam cotidianamente no sentido de reduzir esses números", disse Jordy, que pediu mais políticas públicas eficientes.
  
Veja no vídeo abaixo, alguns trechos do pronunciamento de Jordy, na Câmara. Caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/yEhMjvRKxUA
  
   
   
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Jordy participa em Belém de debate sobre alterações no ECA


 
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) participou nesta quarta, 27, do Seminário sobre Alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente, realizado no auditório do Quartel Militar do Norte, na Praça da Bandeira, em Belém/PA. 
  
Jordy falou sobre seu projeto que obriga a indústria a fornecer motores náuticos com proteção do eixo, para evitar acidentes com escalpamento de mulheres e crianças. Jordy também falou sobre as obrigações da família e do estado com a infância e juventude.
  

  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Escolas de Ananindeua incluem estudo do ECA na disciplina de História

  
   
Ananindeua dá aula de cidadania e sai na frente ao incluir o estudo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) na disciplina de História, para orientar crianças e adolescentes sobre seus direitos. A iniciativa da Secretaria Municipal de Educação (Semed) foi apresentada nesta sexta (13), no lançamento do Projeto Escoleca, com palestra do deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA), no auditório da Secretaria, em Ananindeua, com a presença do prefeito Manuel Pioneiro.
  
O mandato de Jordy se destaca pela defesa dos direitos da infância e juventude, como relator da CPI da Pedofilia na Alepa e presidente da CPI do Tráfico de Pessoas na Câmara federal. Jordy também valoriza o trabalho dos Conselhos Tutelares, ao destinar, via emendas, kits formados por carro, cinco computadores, uma impressora, um bebedouro e um refrigerador para 57 conselhos em municípios paraenses. 
  


  
    
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Jordy diz que consulta obrigatória a cadastro de crianças pode ajudar no combate a adoção irregular

  
Por Emanuelle Brasil
Da Rádio Câmara
  
Juízes podem ser obrigados a consultar cadastro de crianças antes de decidir sobre a adoção. É o que prevê a medida aprovada na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara (Projeto de Lei 5547/13).
  
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA - Lei 8069/90) já prevê a inscrição de crianças e pais nos cadastros estadual e nacional, mas não obriga os magistrados a pesquisar o sistema antes de decidir sobre a adoção. Para o relator deputado Pompeo de Mattos do PDT do Rio Grande do Sul, essa brecha da lei pode facilitar fraudes:
  
"As vezes as crianças nem estão no cadastro e acabam sendo elas preferidas por conta de casais que também não estão cadastrados, aí vira um jogo, digamos assim, menor que não contempla o interesse maior que é a razão de ser da criança ao ser adotada"
  
O deputado Arnaldo Jordy, do PPS do Pará, que foi relator da CPI do Tráfico de Pessoas, acredita que o projeto pode combater esquemas de adoção irregular:
  
"Na Bahia, foi exatamente isso, crianças sacadas de seu convívio familiar para adoção em São Paulo à revelia do Cadastro Nacional. Então, isso é uma situação que é recorrente que sejam observados a transparência e a legalidade."
  
A lei atual permite a adoção de crianças fora do cadastro nos casos em que o pedido é feito por padrasto ou madrasta; por parente com o qual a criança tem vínculo de afinidade; por tutor de maiores de 3 (três) anos ou de adolescente.
  
O projeto também derruba a prioridade de adoção de crianças e adolescentes na comarca de origem, além de fixar em 48 horas o prazo para que todas as crianças e adultos habilitados sejam incluídos nos cadastros estaduais e nacional. 
   
  

terça-feira, 14 de julho de 2015

Jordy comemora avanços do Estatuto da Criança e do Adolescente

   
Do Portal PPS
  
O vice-líder do PPS na Câmara, Arnaldo Jordy (PA), afirmou nesta terça-feira (14), no plenário da Câmara Federal, que houve avanços significativos para o país desde a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A Lei completou, no último dia 13 de julho, 25 anos de vigência.
  
O parlamentar citou dados do Unicef – O Fundo das Nações Unidas para a Infância – que mostram redução dos índices de mortalidade infantil nas últimas duas décadas e meia. As mortes caíram de 50, no grupo de mil nascimentos, para 12. 
    
“Aqui não se faz referência a este ou aquele governo, afinal são 25 anos de conquistas. A partir dos propósitos estabelecidos no ECA, os números melhoraram. Espero que possamos refletir sobre estes dados”, destacou o parlamentar, em discurso feito na tribuna da Casa.
     
Para Jordy, um outro dado chamou a atenção nos últimos 25 anos, porém de forma negativa. É que o número de homicídios de jovens de até 19 anos cresceu, no período, de 5 para 11 mil. 
   
O parlamentar também defendeu que o Congresso Nacional discuta o aperfeiçoamento do Estatuto, principalmente, no que se refere ao tempo de internação do jovem infrator.
   
“Precisamos avançar para aumentar o tempo de internação para aqueles casos que atentem contra a vida humana (homicídios, latrocínio e estupro)”, explicou.
   
Foto: Robson Gonçalves
   
  

quarta-feira, 8 de julho de 2015

No senado, Jordy defende alterações no ECA em alternativa à redução da maioridade penal

  

Parlamentares e entidades pedem ao Senado para barrar fim de desarmamento e redução da maioridade
   
Deputados, senadores e representantes de entidades da sociedade civil estiveram em audiência nesta quarta-feira (8), com o presidente do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB/AL), onde pleitearam apoio para barrar mudanças no Estatuto do Desarmamento e evitar a redução da maioridade penal. 
  
Até agosto, a Câmara dos Deputados deve votar, em comissão especial, o Projeto de Lei da Câmara (PLC 3722/12) que revoga a Lei 10.826 de 2003, conhecida como Estatuto do Desarmamento e permite mudanças como aumento do tempo de validade do registro de arma de fogo e menos rigor para quem quiser andar armado. O presidente do Senado, Renan Calheiros, foi autor da lei que criou regras rígidas para o porte e venda de armas de fogo no país, para desestimular a sociedade a comprar armas para defesa pessoal. 
  
Tendo à frente Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos dos Brasil, o grupo de parlamentares foi unanime na defesa do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e do Desarmamento, que foram modelos para diversos países. 
  
“Comemoro a presença de vocês aqui no Senado. Não vou negar a necessidade de discutirmos todos esses assuntos, mas não podemos permitir qualquer alteração que caracterize retrocesso do controle da segurança pública”, afirmou Renan. O Estatuto do Desarmamento ainda passou por referendo popular em 2005. 
  
Maioridade Penal 
  
Outra reivindicação do grupo foi que o Senado rejeite a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171 de 1993, em segundo turno de discussão na Câmara, e que deve chegar à Casa para revisão em breve. A PEC reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos específicos. 
    
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), que integra a recém-formada “Frente pela Vida e pela Paz”, afirmou que o Senado pode ser uma barreira contra a onda conservadora que tem pautada o Congresso. Jordy defendeu soluções infraconstitucionais, como alterações no ECA, para aplicação de medidas mais duras a menores infratores, capazes de responder ao anseio da sociedade sobre a questão. No entanto, Jordy ressalta que só esta medida, não será capaz de resolver o problema da segurança pública. 
    
Dom Leonardo defendeu a constituição de 1988, e afirmou que as mudanças propostas pela Câmara Federal, não se refletirá nos resultados que a população enseja, que é a redução nos índices de criminalidade. "Muito pelo contrario, não será prendendo os jovens que teremos adolescentes melhores", afirmou o religioso, se referindo às propostas de redução da maioridade penal. 
  
Participaram da reunião, representantes da Comissão de Justiça e Paz da CNBB, da Anadep, da Anamatra, da OAB, do Instituto Sou da Paz, da UNE, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, dentre outros. 

    
Com informações da Agência Senado 
     
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
(61) 3215-3506 / 8276-7807
   
  

terça-feira, 30 de junho de 2015

Jordy se reúne com moradores de Irituia, Augusto Corrêa, Castanhal e Ananindeua

  
    
O deputado Arnaldo Jordy esteve neste final de semana nos municípios de Irituia, Augusto Corrêa, Castanhal e Ananindeua. Em Irituia, o deputado ouviu relatos sobre a situação do município pelos moradores da comunidade Lourdelândia.
  
O deputado também discorreu sobre temas como a votação sobre a redução da maioridade penal, prevista para esta semana. Jordy é contra a redução da maioridade, mas a favor de mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) com o aumento das punições para crimes violentos.
  
Em Augusto Corrêa, no sábado à noite, o deputado se reuniu com a prefeita do município, Maria Romana Reis, e participou da XXVI Feira da Cultura Popular Arraial Urumajó. O deputado também tratou com lideranças da formação da comissão provisória do PPS no município.
  
Jordy discutiu com as lideranças sobre temas nacionais, como a recente reforma política. Para o deputado, o Congresso perdeu a oportunidade de fazer mudanças efetivas, como a da proibição do financiamento empresarial de campanhas, enquanto se preocupou com mudanças inócuas, como a alteração da data da posse dos eleitos.
  
Já em Castanhal, Jordy se reuniu com moradores no Centro Comunitário Barreirinho, no bairro Santa Clara, onde o problema é a especulação imobiliária. Há 18 anos eles ocupam lotes de 12 hectares, onde desenvolvem atividades econômicas, mas sofrem pressão para deixar a área. O deputado se solidarizou com as famílias e se dispôs a tentar intermediar uma solução que garanta a eles o direito ao uso da terra.  

Em Ananindeua, Jordy participou da VI Mostra Cultural da Associação Criança Feliz, no conjunto Jardim Sevilha, onde foi homenageado pelas crianças.
   
Por: Assessoria Parlamentar