Mostrando postagens com marcador Lewandowski. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lewandowski. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Jordy critica decisão de libertação de réus da Lava Jato pelo STF

    
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), declarou nesta quarta-feira (3), seu apoio incondicional às ações da operação Lava Jato, ante a uma movimentação de forças poderosas, que visam barrar as investigações que estão passando o país a limpo. Segundo o parlamentar, este golpe contra a Lava Jato, fica mais evidente com a libertação, nos últimos dias, de réus como Eike Batista, José Carlos Bumlai e mais recentemente do ex-ministro José Dirceu, em uma estranha decisão da 2ª turma do Supremo Tribunal Federal, com votos a favor da soltura dos Ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.
  
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/RhtdIQ1qajk
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 6 de setembro de 2016

ARTIGO - O Golpe Constitucional !

  
Arnaldo Jordy*
  
O Senado federal concluiu na quarta-feira (31) um longo processo de julgamento, que resultou no afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade. Dilma desrespeitou a Constituição e a lei de responsabilidade fiscal e foi cassada em um momento traumático para o Brasil, como o foi também o afastamento de Collor de Melo, justamente o primeiro presidente eleito pelo voto direto, após 21 anos de trevas na ditadura militar.
   
Agora, nos vemos de novo diante de um grande desafio. O que era sonho foi transformado em uma decepção, quando as conquistas sociais construídas nos últimos 25 anos, nos governos de Itamar, FHC e mesmo no de Lula, desmoronaram pela má condução da economia na era Dilma, especialmente quando a então presidente estabeleceu como objetivo se reeleger a qualquer preço, estourando o limite de gastos em um descalabro orçamentário e financeiro, que ajudou a quebrar o país. 
  
Quando Dilma falou que faria “o diabo” para ganhar a eleição, ela não estava brincando. Ocultou a crise que se avolumava como uma avalanche, e "pedalou" para fingir que tudo estava bem e o governo merecia ser eleito.
    
O quadro econômico decorrente deste estelionato foi alarmante. Uma recessão que já dura quase três anos, com a redução do PIB em quase 8% e a renda per capita em mais de 9% no biênio 2015/2016. O desemprego com mais de 11 milhões de trabalhadores; a falência de mais de 100 mil empresas em 2015; o endividamento de 63 milhões de pessoas, devolvendo milhares de famílias à pobreza. O corte brutal dos programas sociais e uma dívida pública equivalente a 68% do PIB e que nos levou a pagar 522 bilhões de reais só de juros e serviços desta dívida aos agiotas do sistema financeiro.
   
Assim, a caricata tese do "golpe" virou apenas uma peça de marketing, a ponto de não atrair ninguém para o protesto anunciado em frente ao Senado, durante a referida votação decisória.
   
O impeachment, portanto, é um remédio legal, constitucional, e foi aplicado corretamente no caso Dilma, assim como o foi também no caso Collor. O resultado da votação era mais do que previsível por todos.
  
O que não foi legal, nem constitucional, foi o fatiamento da ação, que resultou numa meia condenação: a cassação do mandato de Dilma, com a preservação de seus direitos políticos, com as bênçãos de Renan Calheiros e o beneplácito do presidente do STF, Ricardo Lewandowski.
   
De uma hora para outra, a Constituição foi emendada com uma simples "canetada", engendrada pelo PT e pelo seu antigo aliado, o PMDB. Isso sim, o verdadeiro golpe, e o que é pior, com a suspeita de que a armação poderá beneficiar a nefasta figura do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha, ainda a ser julgado pelo plenário, com a perspectiva de também ser cassado e de outros eventuais políticos alcançados pela Operação Lava Jato.
  
Será que Cunha irá reivindicar também para si o direito de uma meia condenação? Poderá Cunha e outros eventuais cassados requererem a manutenção de seus direitos políticos, para que possam se eleger novamente em 2018, e continuarem a exigir propina, como está fartamente provado no caso de Cunha?
   
É claro que a decisão de separar as votações na apreciação do Impeachment foi inconstitucional. O artigo 52, parágrafo único da Carta Magna não aceita nenhuma outra interpretação que não seja a perda dos direitos políticos.
   
É preciso estar atento. Os políticos, implicados na Operação Lava Jato, de tudo farão para escapar de suas condenações, e a brecha está aí. Esperamos que a sociedade brasileira esteja atenta e não aceite este golpe constitucional!
   
  
*Arnaldo Jordy é deputado federal pelo PPS/PA
    
    

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Jordy vai ao STF pedir providências contra Cunha e o fim da impunidade

   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) foi um dos parlamentares que esteve na terça-feira, 3, no Supremo Tribunal Federal, para pedir ao ministro Ricardo Lewandowski pressa nas providências contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, “esse meliante compulsivo, sobre o qual toda semana aparecem denúncias de pagamento de propina.
  
Na reportagem, Jordy também cita a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o ex-presidente Lula, e o pedido de abertura de investigação contra a presidente Dilma, o senador Aécio Neves e dezenas de outros personagens de nove partidos, quebrando a tese de que existe seletividade nas investigações da Lava Jato.
  
Para Jordy, o que está ocorrendo é uma afirmação do sistema democrático brasileiro, no qual o Brasil está sendo passado a limpo, em um o processo que exige coragem, como a que tem demonstrado o PPS. “Estamos parabenizando o procurador-geral, Rodrigo Janot, e o juiz Sérgio Moro, que representam esse país que quer vencer, que quer superar a crise, que quer denunciar a corrupção, que não quer mais a impunidade nos crimes de colarinho branco”, disse Jordy. 
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/z2-0xvRutMA
     
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 3 de maio de 2016

Deputados do PPS vão ao STF reforçar pedido para julgamento de afastamento de Cunha

  
  
Do Portal PPS
  
Os deputados Rubens Bueno (PR) e Arnaldo Jordy (PA), respectivamente, líder e vice-líder do PPS na Câmara dos Deputados, participaram nesta terça-feira (3) de uma reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, onde reforçaram o pedido para que a Corte aprecie pedido da Procuradoria Geral da República que recomenda o afastamento do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ).
  
Bueno e Jordy integravam uma comitiva composta por deputados de outros cinco partidos políticos.
  
O líder do PPS, durante a audiência, disse a Lewandowski que a Câmara vive dias de constrangimento com a presença de Cunha à frente do comando da Casa e que espera uma resposta do plenário do STF.
  
“São mais de 140 dias desde que o pedido do PGR chegou ao Supremo. É uma matéria que precisa ser apreciada pelos ministros, já que Eduardo Cunha tem usado de manobras, chicanas entre outros dispositivos para não deixar avançar o processo que há contra ele no Conselho de Ética da Câmara”, afirmou Bueno, após o encontro.
  
A preocupação dos parlamentares é de que, em um eventual governo de Michel Temer, (PMDB), Eduardo Cunha poderá ocupar o cargo presidencial, de forma temporária, já que a Constituição Federal diz que o presidente da Câmara é quem assume o posto nestas hipóteses. Os deputados entregaram a Ricardo Lewandowski um documento em que solicitam celeridade na análise da representação da Procuradoria Geral da República.
  
“Os atos do presidente da Câmara já extrapolam as questões internas e o próprio presidente do Supremo tem certeza da gravidade do caso Cunha. E isto é uma notícia que nos anima. Pois é preciso retirar uma meliante da linha sucessória do cargo mais importante do país. Estamos prestes a ter um novo presidente da República e numa eventual saída ou afastamento dele quem deverá assumir em breve é Cunha, ou seja, correremos o risco de ter na cadeira presidencial um personagem delinquente compulsivo”, disse Jordy, também na saída da reunião.
  
PPS assinou pedido para afastamento de Cunha
  
O PPS foi um dos partidos que pediram formalmente ao procurador Rodrigo Janot, em novembro de 2015, o afastamento de Eduardo Cunha da Presidência da Câmara.
  
“Cunha se valeu do cargo para impor ao Conselho de Ética da Casa graves obstáculos internos, desde impedimentos administrativos até manobras regimentais, com a finalidade de retardar seu andamento, ou impedir as reuniões daquele colegiado disciplinar”, escreveu os líderes políticos, à época.
    
Arnaldo Jordy também foi um dos primeiros deputados a pedir o afastamento de Eduardo Cunha, quando junto 29 deputados de seis partidos, entrou com representação na Corregedoria da Câmara Federal, por ter mentido aos seus pares na CPI da Petrobrás, quando negou ter contas no exterior, o que foi comprovado posteriormente pelo Ministério Público Federal.
  
  
Foto: Robson Gonçalves