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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Jordy presta contas do mandato à comunidade, em Garrafão do Norte

    
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) esteve em Garrafão do Norte neste sábado, 1, para encontro de prestação de contas das ações do mandato e para ouvir as demandas da comunidade, especialmente na área da agricultura. Jordy se reuniu com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais e representantes de associações, que pediram equipamentos para a produção agrícola no município, para os quais o parlamentar colocou o mandato à disposição. 
    
Jordy tem um total de R$ 844.099,00 em emendas destinadas para Garrafão do Norte, destinados a equipamentos para a Saúde, aquisição de implementos agrícolas, aquisição de caminhão de coleta de lixo e para o abastecimento de água. Participaram a prefeita de Garrafão do Norte, Edilma Alves, os secretários de Agricultura, Benezinho; de Transporte, Del Mangueira; os vereadores Flávio e Toa, do PPS , e diversos outros convidados.
  





  
    
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Representação Regional do MinC no Norte será ampliada

  
 
A vinda do ministro da Cultura, Roberto Freire, a Belém, a 13 de janeiro, rende bons frutos. Por interferência do deputado federal Arnaldo Jordy (PPS - Partido Popular Socialista/PA), que trouxe Freire para encontro com artistas e produtores culturais paraenses, na sede do antigo IAP, o Ministério da Cultura (Minc) anunciou em seu site que encaminhará esta semana, para aprovação da Presidência da República, minuta do decreto de reestruturação da Representação Regional do Norte do Minc, que será ampliada e se tornará a maior em número de funcionários, ao lado da Representação do Nordeste, em Recife (PE), em um primeiro passo para promover a descentralização da produção cultural no País. Jordy sempre foi um crítico da centralização de recursos para a cultura no Sudeste.
   
De acordo com o Minc, uma das suas atribuições das Representações é melhor atender e orientar o público local quanto aos serviços prestados pelo ministério, além de informar sobre os programas, projetos e ações desenvolvidos. “As Representações Regionais são, em última instância, o olhar do MinC nas diversas regiões do Brasil, e o MinC olhado por elas. É onde as políticas nacionais e a cultura local se encontram”, informa a nota do Minc. Saiba mais em https://goo.gl/KOXSZz
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Lei Rouanet: Jordy pede a Ministério informações sobre aplicação de recursos

   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), que integra a CPI da Câmara Federal que investiga irregularidades na aplicação da Lei Rouanet, teve aprovado nesta terça-feira (8), requerimento de solicitação de informações ao Ministério da Cultura.
    
O vice-líder do PPS solicitou levantamentos detalhados, relativos aos últimos cinco anos, dos repasses de recursos para as regiões brasileiras, bem como de quantos projetos foram aprovados e executados sob a Lei de incentivos, no mesmo período. 
   
Para Jordy, “o pedido tem como objetivo aprofundar os conhecimentos, por parte do colegiado da CPI, das ações tomadas pelo Ministério em relação à Lei Rouanet e averiguar possíveis deformações na política pública para o setor cultural no país”.
    
Ainda segundo o parlamentar, um levantamento do ano de 2013 revela que dos R$ 1,3 bilhão investidos no setor pela Lei Rouanet, apenas duas unidades da federação do Sudeste ficaram com 75% do total destes recursos e que toda a região Amazônica só teve acesso a 0,43% da verba disponível.
   
“Isto é um crime do ponto de vista do modelo federativo. Não estou reivindicando a simetria de dois mercados absolutamente distintos, mas um mínimo de piso e teto, é preciso que seja estabelecido”, completou o deputado paraense.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Jordy discute reestruturação dos Correios da Região Norte

      
   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) integrou uma comissão de deputados federais da região Norte que se reuniu com representantes dos trabalhadores e com o presidente dos Correios, Guilherme Campos Júnior, nesta quarta-feira (15), na Câmara Federal. O grupo discutiu o plano de reestruturação da estatal, que estaria afetando os serviços na região.
   
Representantes dos servidores, alertam para a precarização do serviço à população caso essa reestruturação se concretize. De acordo com o sindicato dos servidores, as diretorias regionais dos estados do Amapá, Acre e Roraima seriam extintas, submetendo os processos de atendimento, operacionais, comerciais, administrativos e de gestão à Diretoria Regional do Pará.
   
“Com a nova estrutura, os serviços postais e bancários serão ofertados em apenas 14 agências em todo o Amapá, ou seja, haverá municípios do estado que não serão atendidos pelos referidos serviços”, afirmou a deputada Janete Capiberibe (PSB/AP). O Amapá conta hoje com 28 agências em todos os 16 municípios e nos distritos do Bailique e Lourenço.
   
Arnaldo Jordy, destacou vários pontos preocupantes da proposta de reestruturação, como a política de franquias, que não deve substituir a política de expansão da empresa, além do esvaziamento e desvalorização das regionais.
   
O parlamentar também alertou que a reestruturação não deve penalizar a população, já que nos rincões do país, a agência dos Correios por vezes é única presença governamental, tendo um papel social. “Enquanto temos agência dos Correios em Santana do Araguaia, fechada há mais de um ano, a população que precisa se deslocar mais de 300 km para ser atendida, não compreende quando a empresa patrocina com milhões, eventos como o Rock in Rio. É uma distorção”, afirmou Jordy.
   
Chamou atenção também dos parlamentares, as transferências de lucro da empresa para o tesouro nacional, pratica recorrente que teria iniciado em 2009, e que estaria “fora do razoável”, afirmaram.
   
Guilherme Campos Júnior, que assumiu a presidência dos Correios há uma semana, se comprometeu que, em 20 dias, apresentará aos parlamentares e trabalhadores, uma radiografia da situação empresa e de outras questões levantadas, como da participação dos funcionários nas receitas e de mudanças no plano de saúde. O executivo também reclamou da defasagem nas tarifas cobradas pela empresa.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Estados da Amazônia pedem mais apoio do Ministério do Turismo

     

Parlamentares, secretários de turismo e dirigentes de órgãos de fomento do setor de turismo na região amazônica participaram na quarta-feira, 2, de reunião com o ministro do Turismo, Eduardo Henrique Alves, na qual solicitaram mais apoio ao setor e apresentaram um projeto de realização de seis seminários em diferentes locais do país.

Para o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), que participou da reunião, estados como o Pará são reféns de uma economia de commodities, que pouco agregam à balança de impostos da região, devido à Lei Kandir. Segundo o parlamentar, “o turismo representa uma perspectiva de crescimento para toda uma cadeia de negócios”. Jordy afirmou ainda que problemas estruturantes, como a questão das tarifas aéreas, são sérios entraves para o turismo nos estados amazônicos.
 
Eduardo Alves destacou as potencialidades da região amazônica, que, para ele, é pouco explorada do ponto de vista turístico. “Falta visibilidade, falta inovação e mais divulgação. Só temos orgulho da Amazônia quando estamos no exterior”, declarou o ministro, que elogiou a iniciativa apresentada pelo grupo sobre seminários em seis polos, para discutir e apresentar as potencialidades do turismo.
 
O Ministro reafirmou a intenção de firmar parcerias com as secretárias e órgãos e conclamou que os parlamentares das regiões Norte e Nordeste, cerca de 270, se unam no Congresso em torno do tema, para que assim “possam mudar o jogo”.

Participaram também da reunião, os deputados Weverton Rocha (PDT/MA) e Simone Morgado (PMDB/PA), além de representantes da Confederação Nacional do Turismo – CNTur, da representação do Pará em Brasília e da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo.
  
  

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Audiência é marcada cobrança de cumprimento de condicionantes antes de início da operação de Belo Monte

     
  
Da Agência Câmara
Por Lara Haje 
   
Deputados cobraram o cumprimento, pelo Consórcio Norte Energia, das condicionantes impostas para a construção da Usina de Belo Monte na bacia do rio Xingu. O assunto foi discutido em audiência pública conjunta das comissões de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia; de Minas e Energia; e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara Federal, na última quarta-feira (8).
  
As condicionantes são uma série de compromissos que o empreendedor e o governo federal assumiram com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para diminuir os impactos sociais e ambientais da obra. Elas dizem respeito, por exemplo, a obras de infraestrutura nas cinco cidades afetadas diretamente pela usina, tais como sistema de drenagem e abastecimento de água e esgoto, e programas socioambientais voltados aos indígenas.
   
A usina hidrelétrica de Belo Monte, que está sendo construída nas proximidades do município de Altamira (PA), será a terceira maior hidrelétrica do mundo, atrás apenas da chinesa Três Gargantas e da binacional Itaipu, e é também uma das maiores obras do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, do governo federal, orçada inicialmente em 19 bilhões, mas que já teria consumido mais de R$ 32 bilhões, sendo 80% destes recursos, oriundos de fundos públicos.
   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), que solicitou o debate, salientou que “as famílias que moram no local estão desesperadas”, havendo inclusive tentativas de suicídio. “O Estado brasileiro assiste a um festival de atrocidades sem fazer absolutamente nada”, ressaltou. Segundo ele, a construção da hidrelétrica não interessa “quase nada” ao estado do Pará, que vai arcar com o passivo social e ambiental da obra. “Fazemos apelo para que a licença de operação não seja liberada até que essa população seja minimamente respeitada”, salientou.
   

Destruição da Pesca
   
A representante do Projeto Xingu do Instituto Socioambiental, Carolina Reis, destacou na audiência, que está ocorrendo a destruição da pesca tradicional na bacia do rio Xingu, onde está sendo erguida a usina. Ela acredita que as ações mitigatória do Consórcio Norte Energia, responsável pela usina, são insuficientes e não compensam os pescadores pela perda de uma das principais atividades econômicas da região.
   
“Há perda do modo de vida ribeirinho, pais de família estão passando fome e não tem nenhuma outra atividade para repor a pesca”, disse. “Há marginalizarão dos pescadores”, completou. Carolina salientou que, antes do licenciamento para operação da usina, é necessário haver medidas de mitigação para os pescadores.
   
Carolina disse ainda que o reassentamento rural é uma “ficção”, com remoção forçada de ribeirinhos para áreas longe do rio, e que as indenizações são insuficientes. Além disso, afirmou que 42% das condicionantes indígenas ainda não foram atendidas ou apresentam pendências. Sobre o saneamento básico, ela explicou que o consórcio investiu R$ 485 milhões, mas o sistema é inoperante porque faltam ligações domiciliares. “O Ibama vai considerar o condicionante atendido sem a ligação domiciliar?”, questionou.
   
Proteção aos índios
   
A procuradora da República em Altamira, representando o Ministério Público Federal do Estado do Pará, Thais Santi, disse que o Consórcio Norte Energia não está respeitando a principal condicionante de proteção para os povos indígenas, exigida para a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, na bacia do rio Xingu. Essa condicionante seria o plano de proteção das terras indígenas, que teria que ter sido iniciado em 2010 e finalizado em 2012.
   
“O plano não foi iniciado e sequer há consenso sobre esse plano. Isso é extremamente grave”, afirmou. “Às vésperas da concessão de licença para a operação de Belo Monte, estamos sem a proteção das terras indígenas iniciada”, completou. Conforme a procuradora, desde 2009, já se sabe que Belo Monte é inviável para os povos indígenas, se não fossem cumpridas as condicionantes, incluindo o plano de proteção a terras indígenas e o fortalecimento do órgão indigenista no município de Altamira (PA). “Belo Monte representa o etnocídio”, destacou.
  
Um liminar concedida pela Justiça impõe a implementação desse plano, mas não está sendo cumprida, conforme a procuradora. Thais informou que tramita na Justiça mais de 23 ações judiciais sobre Belo Monte, algumas com decisões definitivas, outras suspensas pelo Tribunal Regional Federal, outras com decisões preliminares em vigor que não estão sendo cumpridas.
   
A procuradora também ressaltou que havia previsão de políticas de etnodesenvolvimento e houve destinação de R$ 30 mil por mês para esses programas, segundo o Consórcio Norte Energia. Porém, de acordo com Thais, inquérito civil sobre o assunto mostra que esses recursos foram desviados e que não houve esses programas de fato. “Esses recursos não podem ser computados como ação mitigatória”, salientou. Para ela, o órgão licenciador deve avaliar se as ações do consórcio estão de fato resolvendo os impactos que elas devem mitigar.
   
Ela acrescentou ainda que pescadores e ribeirinhos estão sendo evacuados sem respeito ao seu modo de vida. Embora o consórcio informe que a realocação rural da população atingida está quase toda concluída, a procuradora aponta que apenas 1,5% de 1.884 famílias de fato foi assentada, e o restante recebeu indenizações. Na visão de Thais, afastar essas pessoas do rio, de onde extraem sua subsistência, e entregar a essas pessoas R$ 15 mil “é uma afronta à dignidade do ser humano”.
   
Violação de direitos
   
O defensor-chefe da Defensoria Pública da União do Pará, Cláudio Luiz dos Santos, denunciou a violação dos direitos humanos, desrespeito e violência à população local por parte do Consórcio Norte Energia.
   
Ele afirma que a situação é “tragédia anunciada” e que o governo federal está sendo omisso. Para ele, a licença para a operação não pode sair, enquanto a população não tiver sendo atendida em seus direitos básicos. Ele demonstrou preocupação com o relatório do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), de abril, que diz que 80% dos programas ambientais estavam adequados. Para ele, existe “uma dupla verdade”.
   
O representante do Movimento Xingu Vivo Para Sempre, Claudio Curuaia Cambuí, também afirmou que “as condicionantes [para a construção da usina] estão sendo atropeladas, e que há uma grande violação de direitos humanos na região de Altamira (PA)”, onde a hidrelétrica está sendo construída. Ele fez apelo para que o governo não conceda a licença para a operação de Belo Monte, e acusou o Ibama de não estar participando de reuniões com as comunidades indígenas, ao avaliar o cumprimento de condicionantes. “As autoridades querem derramamento de sangue? Quem está violando os direitos não são os indígenas”, afirmou.
   
O vice-governador do Pará, Zequinha Marinho, fez apelo para que o Consócio Norte Energia cumpra com os compromissos sociais e ambientais assumidos como condicionantes para a construção da Usina de Belo Monte na bacia do rio Xingu. Ele salientou que 70% da obra são financiados com recursos públicos, e apenas 30% dos condicionantes foram cumpridos.
   
“A gente quer que o empreendimento aconteça, mas o desenvolvimento do País não pode ser feito à custa e às desgraças do nosso povo”, destacou. “Temos que parar com a falação e começar a ‘fazeção’”, disse, repetindo palavras de um vereador da região. “Ninguém é obrigado a prometer nada, mas, se prometeu, cumpra”, completou.
   
Programas ambientais
   
O diretor de Licenciamento Ambiental do Ibama, Thomaz Toledo, ressaltou que o instituto está acompanhando e avaliando o cumprimento das 23 condicionantes ambientais, incluindo vistorias técnicas e a realização de reuniões públicas com a população da região. De acordo com ele, o Ibama emitiu seis pareceres técnicos sobre o caso, no qual foi identificada uma série de problemas.
   
No primeiro deles, de 2011, o Ibama exigiu o replanejamento de todos os programas ambientais, que estavam defasados, e constatou, desde então, uma evolução no atendimento. “Só 15% dos programas estavam sendo implementados de forma adequada, por isso houve autuação da empresa”, informou. O último desses relatórios, de abril de 2015, mostrou que 80% dos programas ambientais estavam adequados. Nesse último, todas as 23 condicionantes estavam atendidas, segundo Toledo. O diretor afirmou que o Ibama recebe contribuições para a elaboração de um sétimo relatório.
   
Descompasso
   
O assessor da Presidência da Fundação Nacional do Índio (Funai), Artur Nobre Mendes, informou que o órgão acompanha o cumprimento das condicionantes e que o avanço no cumprimento é irregular, dependendo da condicionante. “Há descompasso no cumprimento das condicionantes”, afirmou. A Funai vai apontar os ajustes necessários em relatório a ser entregue ao Ibama, que está em fase de produção do próximo parecer técnico. Ele disse que a visão dos indígenas deve ser incorporada nesse relatório. “Os índios relatam, por exemplo, que as casas de farinha construídas não estão adequadas. As obras foram feitas, mas ainda precisam ser adequadas para o uso”, citou.
   
Produção de energia
   
Para o superintendente de Concessões e Autorizações de Geração da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Helvio Neves Guerra, Belo Monte é a hidrelétrica brasileira que ocupa a menor área em relação a cada megawatt gerado. Na visão dele, a usina é resultado de um pacto social e também terá benefícios, como a compensação financeira, por meio do pagamento da compensação pelo usou do bem público pelo consórcio, e seu repasse para os municípios. Ele também considera o reassentamento populacional como benefício gerado pela hidrelétrica.
   
Arrecadação
     
O diretor socioambiental do Consórcio Norte Energia, José Anchieta Santos, citou uma série de obras de infraestrutura realizadas nos municípios afetados pela construção de Belo Monte, além da contribuição econômica do consórcio às cidades, por meio da arrecadação tributária.
   
Santos disse que o reassentamento promovido pelo consórcio deslocou 15 mil pessoas que estavam em situação precária e melhorou as condições de vida delas. Ele afirmou que R$ 485 milhões foram investidos em saneamento básico, sendo construídos 250 km de rede de esgoto, 180 km de rede de água tratada e oito reservatórios de água tratada.
   
“Em relação à saúde, todos os equipamentos previstos estão concluídos. Em relação à educação, 54 dos 66 compromissos foram cumpridos”, apontou. De acordo com ele, o reassentamento urbano incluiu ao todo 7.661 mudanças, incluindo 3.678 assentamentos realizados, indenizações e aluguel. Segundo o diretor, a realocação rural da população atingida também está quase toda concluída.
   
Sobre a arrecadação tributária na área, o diretor informou que, até junho, foram arrecadados cerca de R$ 404 milhões de ISS para os municípios afetados e mais R$ 67 milhões de ICMS. “A Norte Energia foi a maior compradora de produtos e serviços no estado do Pará, com mais de R$ 12 bilhões gastos em compras”, complementou.
   
Participação do governo
   
O diretor do Departamento de Infraestrutura de Energia da Secretaria do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Celso Knijnik, rebateu as acusações de que o governo federal está sendo omisso na região, citando a participação do governo em diversas reuniões e a representação do governo instalada na área. Celso, que representou o Ministério do Planejamento na região, afirmou que o empreendimento foi planejado cuidadosamente.
   
  

terça-feira, 23 de junho de 2015

Reforma política não muda o que tem que mudar, diz Jordy em Garrafão do Norte

  
    
A reforma política que vem sendo realizada pelo Congresso Nacional promove mudanças apenas "cosméticas", tais como a mudança da data da posse dos eleitos, e não altera situações como o financiamento privado de campanha, fonte de tantos casos de corrupção na política. A análise foi feita pelo deputado federal Arnaldo Jordy, em encontro com lideranças políticas no município de Garrafão do Norte, no sábado, 20, à tarde. 
  
"Essa reforma política foi uma decepção para os brasileiros", disse Jordy, que também conversou com as lideranças sobre a crise política e administrativa pela qual passa o município, e assumiu o compromisso de, junto com a comunidade, ajudar Garrafão do Norte a superar os problemas, que se repetem em vários municípios do Pará e do Brasil, onde as administrações públicas não correspondem às expectativas e à confiança depositada pelo eleitor, daí o motivo de tantos casos de cassação de mandatos e da realização de eleições suplementares. "A sociedade está acordando", disse Jordy, sobre a insatisfação da população.
  
Agricultores familiares do município de Garrafão do Norte também levaram ao deputado os problemas que enfrentam para desempenhar sua atividade, entre eles, a falta de regularização fundiária na comunidade Indaiá, onde vivem e trabalham 200 famílias. O encontro ocorreu na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Garrafão do Norte. 
    
Capitão Poço
  
Jordy também esteve em Capitão Poço, no sábado à noite, onde se reuniu com lideranças partidárias e locais, na sede do Centro Comunitário São João. O tema, novamente, foi a conjuntura local e nacional.
  
Por: Assessoria Parlamentar