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terça-feira, 27 de junho de 2017

Jordy: novas denúncias reforçam pedido para renúncia de Michel Temer

   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), renovou, nesta terça-feira (27), o pedido para que o presidente da República, Michel Temer, renuncie ao mandato, por considerar que ele não reúne mais condições de continuar presidindo o país, ante o agravamento das denúncias, reveladas nas últimas horas, e pela formalização de pedido da Procuradoria Geral da República à Câmara dos Deputados, para julgamento de Temer pelo STF, por prática de corrupção passiva.
    
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/EU57PeDjJhA
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Jordy comemora fim da era Eduardo Cunha na Câmara

    
A maioria esmagadora dos deputados federais decidiu acompanhar a opinião dos cidadãos e cidadãs de bem do Brasil e cassar por 450 votos contra 10 o agora ex-deputado Eduardo Cunha, numa prova de que não aceita mais a corrupção, o nepotismo, a extorsão e a manipulação do poder em favor do próprio enriquecimento, como fazia o ex-presidente da Câmara.
    
Nesta entrevista, o deputado federal Arnaldo Jordy comemora o resultado e afirma que o Brasil não aceita mais a cultura da impunidade. “Foi uma vitória do Brasil, uma vitória da pátria brasileira e da soberania”, disse Jordy, que parabenizou os deputados e lembrou que foi o primeiro deputado a representar institucionalmente contra Eduardo Cunha na Câmara, em nome do PPS, quando muitos ainda o temiam.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/aUM3lSOCPXg
  
     
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

PT tentou salvar Cunha para evitar impeachment, lembra Jordy

  
Em pronunciamento na tribuna da Câmara, na sessão destinada à votação do pedido de cassação do deputado Eduardo Cunha, Arnaldo Jordy declarou voto a favor da cassação de Cunha e repôs a verdade sobre quem combateu desde o início os desmandos de Eduardo Cunha na Câmara, quando este ainda "flertava" com o PT, diante da possibilidade de evitar a abertura de processo no Conselho de Ética, em troca do arquivamento dos pedidos de impeachment de Dilma Rousseff.
  
Jordy foi o primeiro a entrar com representação contra Cunha na Corregedoria da Câmara, em documento secundado por quase 40 deputados, dos quais um único do PT: Henrique Fontana (RS). E mais: o afastamento de Eduardo Cunha da Câmara foi o resultado de representação entregue ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, assinada por cinco partidos: PPS, PSOL, PSDB, PSB e Rede.

"O Partido dos Trabalhadores se recusou a assinar aquela representação, é bom que se diga, isso está nos anais da Casa", discursou Jordy, sobre a estratégia de conveniência adotada pelo PT na ocasião, na tentativa de salvar Dilma do impeachment. "Não quero acusar a todos os parlamentares do Partido dos Trabalhadores, porque alguns se insurgiram contra aquele conluio que estava em marcha, para negociar o impeachment, para savalção do senhor Eduardo Cunha", disse Jordy.

"Não tenham o cinismo de vir aqui, de forma camuflada, de forma covarde, falsificando a verdade, os fatos", completou Jordy, sobre parlamentares que "flertaram" o tempo todo com Eduardo Cunha, e agora tentam dizer que sempre se opuseram ao peemedebista.
    
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/cxEm9N45vs0
  
  
   
Por: Assessoria Parlamentar
   
    

Jordy vota pela cassação de Eduardo Cunha.

   
Em vídeo, o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) fala o que a maioria dos brasileiros espera hoje da Câmara dos Deputados: o resgate de um sentimento de pátria, de brasilidade , de senso de justiça e de recomposição dos valores éticos e republicanos, ao cassar Eduardo Cunha, que, ao exercer a presidência da Casa, usou seu poder para chantagear e extorquir empresários, impor medidas provisórias de acordo com seus interesses pessoal e se proteger das acusações que pesavam contra ele.
  
“Hoje, finalmente, depois de 11 longos meses e muitas medidas procrastinatórias, vamos finalmente cassar o mandato desse delinquente compulsivo”, disse Jordy, que lembrou ter sido o primeiro parlamentar a, em nome do PPS, entrar com representação contra Eduardo Cunha na Corregedoria da Casa.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui 
https://youtu.be/FPxLpqO7Id4
   
  
    
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Jordy: Cassação de Cunha ou desmoralização são as opções da Câmara

     
Do Portal PPS
  
“O Brasil não espera outra coisa da Câmara dos Deputados que não seja a cassação desse delinquente compulsivo chamado Eduardo Cunha”, disse o vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), ao falar sobre sua expectativa em torno da sessão da próxima segunda-feira (12) que votará o parecer do Conselho de Ética que pede a cassação do ex-presidente da Casa.
  
Jordy foi o primeiro parlamentar a entrar na Corregedoria da Câmara com representação contra Cunha por quebra de decoro por ele ter mentido à CPI da Petrobras, afirmando que não tinha contas no exterior. O parlamentar também mobilizou a representação dos partidos na Casa para procurar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que acabou denunciando o então presidente no Supremo Tribunal Federal, que determinou seu afastamento do mandato.
  
Segundo Jordy, não há outra alternativa para a Câmara a não ser a cassação, se a instituição quiser “representar minimamente os interesses da sociedade brasileira”. O deputado ressaltou que “as provas contra Cunha são absolutamente torrenciais e as evidências da quebra de decoro parlamentar são muito claras”.
  
Pena mais branda
  
Sobre a possibilidade de o plenário acolher a tese dos aliados de Cunha e optar por uma pena mais branda do que a cassação de mandato, se espelhando no fatiamento que foi feito pelo Senado, na votação do impeachment de Dilma Rousseff, Jordy afirma que “não há a menor condição, até porque a cassação de Cunha não é baseada no artigo 52 da Constituição Federal, como o impeachment”.
  
Para Jordy, “o Congresso não pode se lançar a nova repulsa da opinião pública como ocorreu quando do fatiamento da votação no Senado”. O parlamentar salientou que nem mesmo se trata de assunto da mesma natureza. “Um é impeachment, outro é cassação por quebra de decoro, cuja pena já está estabelecida e é a cassação”. Jordy disse que a bancada do PPS votará integralmente pela cassação.
  
Jordy acrescentou que os brasileiros estão acompanhando todos os passos do processo contra Cunha que se desenrola na Câmara. “Por isso mesmo, a sociedade deve fiscalizar o voto de cada parlamentar”.
  
O deputado lembrou que o Ministério Público, o Poder Judiciário, a Receita Federal e a Polícia Federal são unânimes em afirmar que as contas descobertas na Suíça são de Eduardo Cunha. “Também o Conselho de Ética da Câmara abrigou a tese da quebra de decoro por ele ter mentido à CPI. Basta apenas o plenário confirmar aquilo que já está pacificado ou se desmoralizar enormemente perante a opinião pública”.
  
    
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Câmara precisa “sepultar” de vez Eduardo Cunha, defende Jordy

  
  
Do Portal PPS
    
O deputado Arnaldo Jordy (PA), vice-líder do PPS na Câmara, reagiu nesta quarta-feira (27) à mais uma manobra para salvar o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da cassação. Para ele, a ideia de partidários de Cunha de que o plenário da Casa só deva votar o processo depois da conclusão do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado tem como objetivo poupar o mandato do peemedebista.
   
Ele defendeu que o processo contra Eduardo Cunha seja pautado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), na volta do recesso parlamentar, no próximo mês de agosto. “O compromisso é votar rapidamente a cassação de Cunha. Este fantasma não pode mais ficar rondando os corredores desta Casa. Precisamos acabar com essa agonia. Cunha gerou prejuízos irreparáveis ao Parlamento e ao país”, afirmou Jordy.
  
De acordo com o comentarista de política da Globonews Valdo Cruz, a ideia é adiar o quanto puder a apreciação do processo para que a votação possa acontecer em outubro, quando o plenário da Casa estiver esvaziado, já que a maioria dos deputados estará cumprindo compromissos eleitorais nos estados.
   
Na avaliação do deputado, o “velório” do ex-presidente da Casa foi concluído com a acachapante derrota, por 48 a 12, do parecer, apresentado pelo deputado Ronaldo Fonseca (PROS/DF), que recomendava a volta do processo para o Conselho de Ética.
   
Arnaldo Jordy também criticou o argumento de que a cassação possa trazer instabilidade política ao governo Temer por causa das ameaças veladas de Cunha de que se perder o mandato poderá aderir à delação premiada. “Não acreditamos que o governo se sinta refém desta figura abjeta. Ele (Cunha) já está morto. Esta Casa precisa ter coragem para sepultar de vez este cadáver”, disse o parlamentar.
  
        
Foto: Robson Gonçalves
   
  

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Jordy: É puro devaneio alguém achar que renúncia de Cunha demove Câmara de cassá-lo

   
Do Portal PPS
    
O vice-líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy (PA), afirmou nesta quinta-feira (7) que a cassação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é irreversível, mesmo diante da renúncia dele da Presidência da Casa, que foi anunciada pelo peemedebista nesta tarde.
   
“Se há alguma proposta de salvar Cunha em troca desta renúncia é puro devaneio. A situação dele é irreversível. Abrir mão do cargo na Mesa não atenua em nada sua condição perante os colegas. Ou cassamos o deputado que é alvo de quase uma dezena de inquéritos no STF ou a imagem da Câmara vai para a sarjeta”, disse Jordy.
  
Para o deputado paraense, a Casa precisa se livrar de alguém que atrapalha há muito o andamento dos trabalhos legislativos.
  
“É uma questão de prestar contas ao país que clama pela perda do mandato do senhor Eduardo Cunha, além do que: a sua cassação desobstrui o caminho para esta Casa avançar na votação de matérias que tirem o país da crise”, destacou.
  
Sucessão
  
Já que a renúncia de Cunha abre vaga para que seja eleito um novo presidente da Câmara, Arnaldo Jordy também defendeu que o partido não participe de nenhuma aliança que vise construir uma candidatura com nomes que estejam no raio de influência do agora ex-presidente da Casa.
  
CCJ
  
Está marcada para a próxima segunda-feira a votação do parecer a um recurso impetrado por aliados de Cunha na Comissão de Constituição e Justiça que pode devolver ao Conselho de Ética o processo de cassação que há contra ele. Nos bastidores, avalia-se que o peemedebista não tem votos suficientes no colegiado para aprovar a proposta a seu favor. E que este prognóstico o teria levado à renúncia com o objetivo de tentar alcançar mais votos para se livrar da perda de mandato.
   
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Jordy comemora decisão Conselho de Ética da Câmara

  
Após oito meses, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou o relatório que pede a cassação do ex-presidente e deputado afastado Eduardo Cunha. Para Jordy, o Plenário deve confirmar o afastamento em definitivo de um "dos maiores delinquentes que passou nos últimos tempos na Câmara Federal".
   
O vice-líder do PPS na Câmara considera que este é “um encontro do país com a justiça, com a verdade e com a transparência", e espera que Eduardo Cunha revele quem são seus sócios, pois em suas últimas declarações, afirmou que se "caísse, levaria muita gente".
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/m_Hsi6bZ0EQ
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 14 de junho de 2016

Jordy aplaude decisão do Conselho de Ética pela cassação de Cunha

     
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) aplaudiu a decisão do Conselho de Ética da Câmara, que, por 11 votos a 9, aprovou nesta terça-feira, 14, relatório que pede a cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB/RJ). Em pronunciamento na tribuna da Casa, Jordy, que é vice-líder do PPS, pede que o plenário acate o parecer do Conselho e casse o mandato de Cunha, que também está afastado da presidência da Câmara. "É preciso dizer, hoje, que depois de todas as instituições reconhecerem que Eduardo Cunha tem contas no exterior, o Conselho também o faz. Com esta decisão, o colegiado derruba a tese da defesa do peemedebista, que sustentava que ele não possuía estes ativos", disse Jordy.
  
Também nesta terça, o Banco Central informou ao Conselho de Ética que multou Cunha e sua mulher, a jornalista Cláudia Cruz, em mais de R$ 1 milhão, por recursos não declarados às autoridades brasileiras. "Foi qualificado e robusto o relatório do deputado Marcos Rogério, que é aprovado por um Conselho que atesta que o senhor Eduardo Cunha tem, sim, contas bancárias e que mentiu a este Parlamento e ao Brasil sobre estes ativos não declarados", finalizou. Para aprovar a cassação de Cunha são necessários 257 votos no plenário da Câmara.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/tTO5Isfy4lo
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

Jordy espera que plenário acate relatório do Conselho de Ética para cassar Cunha

 
Do Portal PPS
  
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), aplaudiu a decisão do Conselho de Ética da Casa que, por 11 votos a favor e nove contrários, aprovou nesta terça-feira (14) relatório que pede a cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB/RJ). Para o parlamentar do PPS, o plenário precisa acatar o parecer do Conselho e pôr fim neste processo de perda de mandato.
  
“É preciso dizer, hoje, que depois de todas as instituições reconhecerem que Eduardo Cunha tem contas no exterior, o Conselho também o faz. Com esta decisão, o colegiado derruba a tese da defesa do peemedebista que sustentava que ele não possuía estes ativos”, disse Jordy.
  
O deputado paraense se refere as contas que o Ministério Público da Suíça confirmou como sendo de Eduardo Cunha e de sua mulher, a jornalista Cláudia Cruz. Nesta terça-feira, o Banco Central informou ao Conselho de Ética que multou o casal em mais de R$ 1 milhão por, justamente, não terem declarado tais recursos às autoridades brasileiras.
  
“Foi qualificado e robusto o relatório do deputado Marcos Rogério que é aprovado por um Conselho que atesta que o senhor Eduardo Cunha tem, sim, contas bancárias e que mentiu a este Parlamento e ao Brasil sobre estes ativos não declarados”, finalizou.
  
Para aprovar a cassação de Cunha são necessários 257 votos no plenário da Câmara.
    
    
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Opinião pública deve pressionar deputados pela cassação de Cunha

  
Depois da leitura do relatório que pede de forma contundente a cassação do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha, naquele que já é o mais longo processo do Conselho de Ética da Casa, em razão das diversas manobras para atrasar sua tramitação, o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) voltou a pedir a cassação de Cunha, que já responde a seis denúncias no Supremo Tribunal Federal (STF), por diversas acusações.
  
O PPS considera que ele não tem mais condições de presidir a Câmara. Por isso, Jordy faz um apelo à opinião pública: “Que cada um cobre do seu deputado uma posição no sentido de moralizar a Câmara, que não pode ser conivente com a presença desse meliante compulsivo”, disse Jordy. 
     
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/x3OI6YReKVw
  
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Para Jordy, é caricato PT dizer que impeachment é golpe

 
  
Do Portal PPS
  
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), destacou na noite desta quarta-feira (2) que a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff é algo absolutamente previsto na Constituição Federal, o que afasta a tese absurda propagada pelo Partido dos Trabalhadores de que a medida é um golpe.
  
“Não há nenhum processo alheio ao ordenamento jurídico do país. Vamos seguir com a apreciação do impeachment que é absolutamente previsto na Constituição Federal. É caricato aqui o PT falar em golpe de impeachment de quem quer que seja”, disse o parlamentar do plenário da Casa.
  
Não há contrapartida
  
Arnaldo Jordy fez questão de esclarecer que a abertura do processo de impeachment não tem relação com qualquer acordo envolvendo a votação do processo de cassação de Eduardo Cunha no Conselho de Ética da Casa. A declaração foi em reação à fala da deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ) que disse que a oposição iria poupar o presidente da Câmara no Conselho.
  
“O PPS não fez nenhum acordo e é bom que se diga eu não vi nenhum gesto do PCdoB em nenhum lugar da casa. Foi silencio total em relação ao senhor Eduardo Cunha e a opinião pública viu isto”, afirmou o parlamentar.
  
O anúncio do acolhimento do pedido de impedimento da presidente que havia sido protocolado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr. ocorreu no fim da tarde desta quarta e já provoca reações nos principais movimentos sociais do Brasil.
  
Movimentos como Vem Pra Rua, Movimento Brasil Livre e Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos já anunciaram atos em vários cantos do país para apoiar a tramitação do impeachment.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
   
  

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Jordy diz que Eduardo Cunha é um “déspota em declínio”

 
     
“A casa de Eduardo Cunha caiu”. A frase é do vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), para quem o presidente da Casa é um “déspota em declínio”. O parlamentar paraense avaliou que a manobra de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para atrapalhar o andamento dos trabalhos no Conselho de Ética foi um tiro no pé.
    
“Hoje o senhor Eduardo Cunha tentou sabotar a reunião do Conselho impedindo, inclusive, de liberar espaço físico para que seus membros pudessem deliberar. Não satisfeito com isto, resolveu fazer a mais longa sessão deliberativa de quinta-feira do parlamento, ou seja, um déspota que acha que os deputados e instituições da República são seus vassalos, mas isto não se consagrou”, afirmou o deputado do PPS.
   
Na avaliação do Arnaldo Jordy, o esvaziamento do plenário da Casa que foi promovido por deputados de nove partidos políticos (PMDB, PSol, Rede, PPS, DEM, PT, PSDB, PRB e PCdoB) é um ato histórico. Revoltados com a decisão do presidente em exercício da Câmara, Felipe Bornier (PSD/RJ), que minutos antes havia cancelado a sessão do Conselho de Ética, deputados passaram a deixar o plenário da Casa aos gritos de “vergonha!” e “fora, Cunha!”.
  
O presidente do conselho, José Carlos Araújo (PSD/BA), chamou os parlamentares a se reunirem no plenário 9, para, assim que encerrada a ordem do dia, se iniciasse a sessão do colegiado destinada à leitura do relatório do deputado Fausto Pinato (PRB/SP) sobre a continuidade do processo de cassação de Cunha.
   
“Este 19 de novembro entra para história do país, entra para a história do parlamento, onde surge o grito de liberdade, a carta de alforria diante de um presidente déspota que faz tudo para favorecer seus mandatos e seus negócios”, finalizou o parlamentar paraense.
  
Linha de Frente
  
O PPS foi o primeiro partido a pedir a saída de Eduardo Cunha. Jordy foi autor de uma representação formal protocolada contra o Cunha na Corregedoria da Câmara, assim que seu nome começou a ser citado em delações da Operação Lava Jato e em investigações conduzidas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O documento, assinado por 35 parlamentares de seis legendas, pede que a Câmara abra uma sindicância e apure a quebra de decoro.
  
Com informações do Portal PPS  
  
  

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Segundo processo contra Cunha tem início na Câmara

   
Da Agência Brasil
Por Carolina Gonçalves
  
Em reunião no início da tarde de hoje (28), a Mesa Diretora da Câmara deixou a cargo do primeiro vice-presidente do colegiado, Waldir Maranhão (PP/MA), a escolha do relator do segundo processo que corre na Casa contra o presidente Eduardo Cunha (PMDB/RJ).
  
Caberá a Beto Mansur, que exerce a função de primeiro-secretário, analisar a admissibilidade do caso, que tramitará na Corregedoria da Câmara.
   
A sindicância foi pedida pelo vice-líder do PPS na Câmara, o deputado Arnaldo Jordy (PA), e assinada por outros 29 deputados no início do mês. Como o documento para apurar a quebra de decoro é assinado por parlamentares e não por partidos, a petição ficou dependendo de uma decisão da Mesa.
  
Com o parecer de Mansur, o grupo votará pelo início ou não da tramitação do processo na Corregedoria, que terá de dar prazo para defesa do peemedebista e poderá fazer diligências e pedir acesso a documentos, nos mesmos moldes da tramitação do Conselho de Ética.
  
Mansur afirmou que ainda não leu o processo e não tem conhecimento sobre o que o grupo alega. Segundo assessores da Mesa Diretora, o relator não tem prazo para concluir a análise, mas a expectativa é que apresente uma posição na próxima reunião da Mesa que não tem data definida.
  
Aliado de Cunha, Beto Mansur garantiu que não se sente constrangido com a missão que recebeu. “Sinto-me confortável para relatar qualquer coisa. Temos de fazer a coisa dentro da normalidade. Aqui, quando analisamos uma coisa é dentro da lei e não por sermos ou não amigos”, afirmou.