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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Pedido por Jordy, Comissão debate participação de atletas em eleições de entidades esportivas

    
   
O deputado federal paraense Arnaldo Jordy (PPS), teve aprovado requerimento na Comissão de Esporte (CESPO), na quarta-feira (13), para a realização de audiência pública sobre a participação dos atletas nos colégio eleitoral das entidades nacionais de administração do desporto, principalmente as que recebem recursos públicos.
   
O ponto de partida das discussões é o Projeto de Lei 6718 de 2016 - que tem o parlamentar como um dos autores -, que trata sobre governança e gestão das confederações esportivas e da distribuição de recursos de loterias, dentre outros avanços.
   
De acordo com Jordy, várias confederações recentemente aumentaram a participação dos atletas em seus colégios eleitorais. “No entanto, é preciso que essa participação seja extensiva a todas as confederações e de uma forma equilibrada, para que nenhum grupo tenha controle absoluto nas assembleias destas entidades”, declarou o parlamentar.
   
Segundo o requerimento aprovado, em abril de 2017 a Confederação Brasileira de Vela (CBVela) aprovou uma alteração inédita em seu estatuto, estabelecendo que a partir da próxima eleição para a presidência da CBVela, em 2020, que somente velejadores, técnicos, oficiais e medalhistas olímpicos poderão votar.
   
Para a audiência, cuja data será definida nos próximos dias, serão convidados estudiosos e especialistas na área, além de atletas como Maria Paula Gonçalves (Magic Paula), presidente da Atletas pelo Brasil; Arthur Antunes Coimbra (Zico), presidente da Comissão Nacional de Atletas do Ministério do Esporte; Tiago Camilo, presidente da Comissão de Atletas do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e Marco Aurélio de Sá Ribeiro, presidente da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), dentre outros.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

⁠⁠⁠PARTIDO POPULAR SOCIALISTA
DIRETÓRIO MUNICIPAL DE BELÉM
  
NOTA OFICIAL
  
O Partido Popular Socialista de Belém (PPS) decidiu liberar seus correligionários para apoiar o candidato que desejarem, neste segundo turno do pleito eleitoral. "Passado o primeiro turno, após ampla discussão partidária com filiados, decidimos por reafirmar a estratégia de construção de uma nova alternativa política para a gestão de nossa cidade. Fiéis a esse propósito e aos eleitores que manifestaram também esse desejo e respeitando o resultado soberano do primeiro turno, consideramos que ambas alternativas representam 'mais do mesmo'”, avalia o Presidente do Diretório Municipal PPS/Belém, Nilson Chagas.
  
“Assim, com responsabilidades diante do quadro deprimente que se encontra nossa cidade, nos posicionamos por liberar o voto de nossos militantes no segundo turno das eleições, para se manifestar e votar de acordo com as suas convicções pessoais, desejando que no exercício de seu direito democrático façam a melhor escolha para o futuro de nossa querida Belém", afirma Nilson Chagas. 
   
O Partido Popular Socialista de Belém (PPS) contribuiu, nestas eleições, de forma militante e programática para o enfrentamento do grande desafio de aplicação de políticas públicas, que garantam um conjunto de condições materiais, sociais e econômicas, sem as quais não se chega à dignidade da sociedade belenense como um todo.
  
“Tendo esses princípios como norte e coerente com nossa atuação nacional e estadual, mesmo com todas as dificuldades, decidimos lançar, em aliança com a REDE Sustentabilidade, a candidatura da Úrsula Vidal (REDE) e Regina Vilanova (PPS), incorporando nossa longa experiência de luta política e construção programática, principalmente nas áreas educação, saneamento, saúde, segurança e mobilidade urbana, fundamentais à construção de uma Belém mais justa e sustentável. Nossa avaliação se demonstrou correta tendo em vista que, mesmo com quase nenhuma estrutura e pouco tempo de mídia, a expressiva votação recebida pela aliança que alcançou quase oitenta mil votos”, destaca o presidente.
    
Nilson Chagas
Presidente do Diretório Municipal PPS/Belém
  
  

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

ARTIGO - As urnas falaram. E agora?

    
*Arnaldo Jordy
   
As urnas falaram. neste domingo, e o recado foi claro. Os brasileiros rejeitaram o atual modelo político nacional e a falta de respostas sobre a crise política e econômica derivada da corrupção sistemática e da ineficiência do Estado para resolução de seus problemas cotidianos. A narrativa do "golpe", propalada pelos partidos contrários ao impeachment, foi também veementemente derrotada, da forma mais democrática possível, nas urnas, o que revela a rejeição dos brasileiros a um projeto de poder que jogou o país na mais profunda crise da história.
   
Dados do TSE indicam que o PT, o partido mais votado em 2012, com 17,4 milhões, caiu para 6,8 milhões de votos nesta eleição, perdendo 60,9% de seus eleitores. Das 630 prefeituras conquistadas em 2012, no primeiro turno, elegeu apenas 256 prefeitos. Ficando, entre as capitais, apenas com Rio Branco, e disputa o segundo turno em Recife. Em nossa região Norte, o partido diminuiu em 70% o número de prefeitos. Até no Nordeste, onde está a base mais fiel do partido, esse número caiu 37,7%. No Sul, a perda foi de quase 57% e no Sudeste, seu berço, de quase 75%, incluindo a cidade de São Paulo, onde sequer chegou ao segundo turno. A maior queda ocorreu no Centro-Oeste, onde o número de prefeitos do PT caiu em mais de 85%. Esse cenário retrata a repulsa do eleitor, que deixou para o partido que governou o país durante 13 anos um ambiente hostil para a pretensão da retomada do poder. 
   
Mas o recado foi para todos. Segundo dados do TSE, a soma de votos nulos, brancos e abstenções superou o primeiro ou segundo colocado na disputa para prefeito em 21 capitais. Em Belém, esse índice chegou a quase 30%, equivalente aos dois candidatos que foram para o segundo turno. Temos que registrar que também foi a eleição mais violenta em número de mortos da nossa modesta história eleitoral. 
   
O PMDB, que elegeu o maior número de prefeitos, por conta de sua enorme capilaridade federativa, teve que enfrentar o ônus da compreensível impopularidade do presidente Michel Temer; o que retirou o partido da disputa dos maiores colégios eleitorais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O PSDB capitalizou o maior crescimento, mas vive uma disputa interna com a pretensão e vigor eleitoral, demonstrada pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
   
Lembremos que desde os protestos de 2013, a sociedade vem dando sinais claros de que existe uma crise de representação política profunda, uma crise dos partidos, uma crise da visão que a sociedade tem em relação à política. Uma demonstração clara que não aceita a política do toma-lá-dá-cá, do fisiologismo, a falta de ética, a corrupção e a irresponsabilidade da maioria dos governantes.
  
A crise ética, no entanto não é só na política. A operação Lava Jato já condenou 69 grandes empresários do país. O mesmo cidadão que critica o político demagogo, mentiroso ou corrupto, não pode achar normal pagar propina para o agente de trânsito, que sonega, que cobra ágio se tiver que passar um recibo de serviço que presta. Da mesma forma que há o político corrupto, há também o eleitor corrupto, que vende seu voto, como se viu nessa e em outras eleições. Uma sociedade corrupta e desonesta produz políticos corruptos e desonestos também.
  
Isso obriga, principalmente, os partidos políticos a se reinventarem. Precisamos ver surgir uma nova representação, que não precisa começar do zero, mas a partir de uma profunda reflexão sobre o mal que o pragmatismo político adotado causou, ao abrir mão dos escrúpulos, ignorando a ética e o compromisso com a República.
  
O Brasil sai das eleições municipais, demonstrando muito bem o que não quer, mas sem deixar claro o que vislumbra daqui para frente. Como bem sugere o senador Cristovam Buarque, essa nova representação não deve estar centrada unicamente na economia, mas interessada em promover uma revolução a partir da educação, para garantir direitos e oportunidades iguais para as pessoas de todas as classes sociais. Uma nova organização política que saiba se modernizar e se adaptar ao século 21, liberta dos grilhões do populismo que serve de instrumento para condução das massas, mas que poucas mudanças efetivas e estruturantes consegue no seio da sociedade.
   
Para além desse momento, no curto prazo, os eleitores exigem prioridade na discussão de uma reforma política séria e de mudanças na legislação eleitoral, além da aprovação de medidas urgentes no combate a corrupção, tarefa dos senadores e deputados a quem compete propor e votar mudanças neste sentido.
  
Como costuma acontecer, a eleição de domingo preparou o cenário para a próxima disputa. As cartas estão na mesa. Quem tiver ouvidos que ouça.
  
  
* Arnaldo Jordy é deputado federal pelo PPS/PA
  
  

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Eleições 2016: Jordy agradece apoio e pede reformas no sistema político.

   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) comentou o resultado das eleições e a flagrante derrota das forças que davam sustentação política ao governo do PT, esvaziando a tese do “golpe. Outras características foram a violência, com a morte de candidatos, e o grande número de abstenções e votos brancos e nulos, mostrando que o sistema político brasileiro precisa de reformas.
  
Num balanço das eleições, Jordy afirma que o PPS cresceu, elegendo mais de 120 prefeitos e mais de 1.700 vereadores. No Pará, cinco prefeitos do PPS foram eleitos. “Queria agradecer o apoio daqueles que confiaram na nossa legenda”, diz Jordy, que espera que agora o Brasil possa superar a crise e o desemprego, melhorar políticas públicas na saúde e educação e apostar no desenvolvimento econômico. “Essa é a tarefa do PPS”.
   
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/8SVr-CsBAnU
    
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Jordy apoia candidatos em Santa Isabel e Santo Antônio do Tauá

       

O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) esteve no último sábado, 3, à noite, em comícios muito concorridos nos municípios de Santa Isabel do Pará e em Santo Antônio do Tauá. Milhares de pessoas compareceram para ouvir as propostas dos candidatos que têm o apoio do PPS nesses municípios.
  
Em Santa Isabel, Gilson Freitas (PPS) é o candidato a vice na chapa de Evandro Watanabe (DEM). Em Santo Antônio do Tauá, o PPS indicou Juquinha como candidato a vice na chapa liderada por Adamor, do PDT.
  
Jordy defendeu a busca por uma nova política e por novas lideranças, mesmo diante da crise enfrentada pelo País. Para Jordy, esse é o momento de se exaltar a honestidade na política, para que se tenha um novo Brasil. 
      




  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 3 de março de 2016

Diante do lamaçal que vive a República, Jordy diz que só há uma saída: convocar nova eleição presidencial

  
Do Portal PPS
    
Nem Dilma, nem Temer. Fora Cunha e Fora Renan! Na avaliação do vice-líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy (PA), as revelações feitas pelo ex-líder do governo, senador Delcídio Amaral (PT/MS) mostram que os poderes Legislativo e Executivo vivem a sua maior crise, com destaque especial para a dupla Dilma Rousseff e seu vice, Michel Temer, que devem ser destituídos de imediato dos cargos que ocupam.
    
De acordo com a revista IstoÉ, o senador descreveu a ação decisiva da presidente Dilma Rousseff para manter na estatal os diretores comprometidos com o esquema do Petrolão e demonstrou que, do Palácio do Planalto, a petista usou seu poder para evitar a punição de corruptos e corruptores, nomeando para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) um ministro que se comprometeu a votar pela soltura de empreiteiros já denunciados pela Lava Jato. 
   
Delcídio também afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha pleno conhecimento do propinoduto instalado na Petrobras e agiu direta e pessoalmente para barrar as investigações - inclusive sendo o mandante do pagamento de dinheiro para tentar comprar o silêncio de testemunhas.
  
“Na delação do Delcídio, temos o conhecimento de que a presidente da República e o ex-presidente Lula se uniram nesta conspiração para sufocar apurações de crimes. Este governo é uma farsa, uma fantasia. Com esta delação, vamos ver deputados, senadores, ministros que estiveram ou estão envolvidos em crimes. Paralelamente, estamos vendo empreiteiros dizendo que deram dinheiro ilícito para a campanha de Dilma e Temer. Então, a saída é tirar o que está aí e fazer uma nova eleição presidencial”, defendeu Jordy.
  
Para o vice-líder do PPS, ao povo deve ser dada a última palavra para decidir o que é melhor para o futuro do país. E esta medida deve vir por meio das urnas, já que os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, prestes a se tornar réu por corrupção no STF, e do Senado, Renan Calheiros, investigado também no âmbito da Lava Jato, não têm credibilidade para conduzir o processo no âmbito do Congresso Nacional.
  
“Não há como tirar a presidente para botar a quadrilha do PMDB na linha sucessória, pelo menos esta a que está de plantão. Cresce na opinião pública o sentimento de que devemos precipitar o processo eleitoral, diante do lamaçal em que o país está mergulhado”, acrescentou Jordy.
  
Economia
  
Ao comentar a notícia de que o Produto Interno Bruto (PIB) recuou 3,8% em 2015 e que o país ruma à recessão mais longa de sua história, Arnaldo Jordy disse que o governo não dá o mínimo sinal de agir para a recuperação da economia.
  
“Também por este motivo temos que agilizar a agenda política do país. O governo Dilma vem batendo recordes na história da macroeconomia nacional: desemprego que chega a casa dos 10%, compromete quase 70% do seu PIB com o pagamento de juros da dívida pública e é campeã ao fazer a maior transferência de recursos para a agiotagem internacional. É um governo desastroso”, finalizou.
      
  

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Jordy quer que TSE se manifeste sobre documentos que mostram propinas para campanha de Dilma

  
      
Do Portal PPS
   
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), cobrou nesta quarta-feira (17) manifestação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que analise a documentação enviada, na semana passada, pelo juiz federal Sérgio Moro que comprovariam a doação de recursos ilegais, oriundos do esquema de propina instalado na Petrobras, para a campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff.
  
No despacho, Moro diz que ficou “comprovado o direcionamento de propinas acertadas no esquema criminoso da Petrobras para doações eleitorais registradas”.
  
Como exemplo, Moro usa a sentença de condenação do ex-diretor Renato Duque e do ex-tesoureiro do PT João Vaccari, em que ele próprio conclui que foi repassada propina, de mais de R$ 4,2 milhões, entre 2008 e 2012, como doações eleitorais registradas ao Partido dos Trabalhadores.
  
“Aquilo que ainda era expectativa da opinião pública, pois carecia de provas materiais, se confirmou. Se confirmou que, a partir de depoimento de pessoas presas na Lava Jato, que houve repasse de recursos oriundos de propina para a campanha de Dilma e de Michel Temer. Estamos aqui pedindo a manifestação do TSE sobre este encaminhamento do juiz federal”, disse Jordy da tribuna.
  
O deputado do PPS lembrou que a prisão e condenação do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari, que pegou 15 anos de prisão, reforça os indícios de irregularidades na campanha eleitoral do PT.
  
Arnaldo Jordy fez questão também de rebater tese difundida pelos petistas de que os escândalos no governo são factoides construídos pelas oposições ao governo federal.
   
“É bom lembrar que o mensalão, que botou mais de 20 pessoas na cadeia, foi um ato de delação do ex-deputado Roberto Jefferson que era da base do governo. Ele mostrou a ponta do iceberg que levou a toda investigação. Já o petrolão foi uma denúncia de uma empresa holandesa. Isto não teve nada a ver com a oposição. Foram gestos de dissidentes do governo. E o Ministério Público, a Polícia Federal – os órgãos que têm a responsabilidade de investigar, descobriram a extensão desta quadrilha que tomou poder”, concluiu.
  
     
Foto: Robson Gonçalves
   
  

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Jordy é o deputado que mais promove ações em favor dos conselhos tutelares

  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) destinou, desde 2013, através emendas parlamentares e outras ações, kits com equipamentos aos Conselhos Tutelares, compostos de carros, bebedouros, refrigeradores, computadores e impressoras para 69 municípios paraenses, incluindo todos do entorno da Construção de Belo Monte e do arquipélago do Marajó, onde são graves os casos de exploração sexual. Esses conselhos, agora, têm condições de fiscalizar o cumprimento das leis que protegem as crianças e os adolescentes.
  
Foram destinados mais de R$ 2.560.000,00 em recurso direto de emenda parlamentar, e através de gestões junto à Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República mais R$ 1.380.000,00, totalizando R$ 3.940.000,00 em aquisição de equipamentos para apoiar e estruturar as ações dos conselhos tutelares do Pará. 
  
Veja os municípios beneficiados no gráfico.
  
Em mais de três décadas de atuação política, Jordy tem sido intransigente na defesa da cidadania, dos direitos humanos e dos menos favorecidos. Em seus sucessivos mandatos, busca fortalecer os instrumentos de defesa da infância e adolescência, por meio de projetos de lei e investigações, como a da CPI da Pedofilia, na Assembleia Legislativa do Pará, que levantou o véu que encobria mais de 100 mil casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes em um período de cinco anos no Estado, e apontou os crimes cometidos por pessoas influentes e poderosas.
  
Na Câmara dos Deputados, Jordy propôs e presidiu, a partir de 2012, a CPI do Tráfico Humano, que investigou a rede global de tráfico com ramificações no Brasil e que movimenta 32 bilhões de dólares por ano, à custa da dignidade humana. A CPI proposta por Jordy surgiu para apurar os números apresentados pela Organização das Nações Unidas (ONU), em pesquisa na qual apontou a existência de 240 rotas de tráfico interno e internacional de crianças, adolescentes e mulheres brasileiras. Além desses números, a Universidade de Brasília (UnB) indicou 930 cidades do país como foco de tráfico de pessoas, tendo como principais destinos Espanha, Portugal e Suíça.
  
Este ano, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7370/14, de autoria de Jordy que traz várias mudanças na legislação para coibir o tráfico nacional ou internacional de pessoas, como o acesso facilitado aos dados de telefonia e internet, além do endurecimento das penas para esse tipo de crime. A matéria será analisada ainda pelo Senado. O texto aprovado é um substitutivo da comissão especial que analisou projeto do Senado, somado ao PL 6934/13, da CPI da Câmara sobre o Tráfico de Pessoas, cujos trabalhos se encerraram em maio do ano passado.
  
Outro projeto de lei de autoria de Jordy garante aos conselheiros tutelares direitos trabalhistas básicos, tais como cobertura previdenciária, férias anuais remuneradas com adicional de um terço, licença-maternidade, licença paternidade e gratificação natalina. O mesmo projeto disciplina as eleições para conselheiro tutelar, coibindo compra de votos e outras irregularidades.
  
No próximo dia 4 de outubro, é dia de ir às urnas escolher os conselheiros tutelares de seus municípios ou distritos. Essa é a hora de votar em pessoas comprometidas com a causa da defesa dos direitos da infância e juventude e que possam trabalhar para que as leis sejam cumpridas. Procure se informar sobre os candidatos e os locais de votação e exerça essa missão de cidadania.