Mostrando postagens com marcador Dilma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dilma. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

A Pátria em crise

   
* Arnaldo Jordy 
  
A passagem do dia 7 de setembro este ano foi marcada pelo grave momento de crise econômica e política vivida pelo Brasil. O país precisa urgentemente resgatar o sentimento de soberania duramente conquistada com o sangue derramado de milhões de brasileiros que lutaram pela Independência. No Pará, os cabanos se levantaram contra o opressor na defesa de um Brasil para os brasileiros. Hoje, a luta pela dignidade continua no urgente combate à corrupção, essa chaga que envergonha a maioria dos brasileiros, e pela construção de um projeto de país mais justo, desenvolvido, soberano e sustentável.
   
Felizmente, os fatos conspiraram para que um bandido que já deveria estar preso, Joesley Batista, entregasse inadvertidamente à Justiça as provas de sua própria corrupção para tentar manipular o Judiciário a seu favor, cooptando também um procurador federal, Marcelo Miller, e oferecendo provas importantes e válidas, sim, mas em troca de implodir o Supremo Tribunal Federal e a própria Lava Jato, tudo para escapar incólume de graves acusações e ainda, como ele mesmo disse, "fechar o caixão" da política brasileira, jogando a todos na vala comum da corrupção, enquanto ele se radicaria em outro país com suas empresas abastecidas com dinheiro público, certamente rindo da cara de todos nós.
  
Seu intento de botar os três poderes da República no chão, entretanto, não vingou, ainda que estejam sob graves suspeitas, como disse a presidente da Suprema Corte, Cármen Lúcia. Felizmente, ficou claro que o que houve foram insinuações e tentativas de chegar ao procurador-geral via Marcelo Miller, e aos ministros do Supremo via o advogado e ex-ministro José Eduardo Cardozo. Mas nenhuma acusação grave pesa contra o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nem contra qualquer ministro do Supremo. Joesley Batista, ao contrário do que pretendia, deverá perder os benefícios da delação premiada que fez e provavelmente pagará na cadeia pelos seus crimes, que começaram pelo uso do dinheiro público, via BNDES, nos governos petistas. Rodrigo Janot, aliás, com equilíbrio e firmeza mandou investigar a participação do ex-procurador federal Marcelo Miller no acordo fechado com Joesley Batista, medida indispensável para preservar o bom andamento da Lava Jato.
   
Na semana passada, a Procuradoria Geral da República fez a denúncia de todos os envolvidos do PP no Petrolão. Esta semana, foi a vez do chamado “quadrilhão” do PT, também envolvidos em desvios bilionários das Petrobras. Os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff estão entre os denunciados pela PGR. Ambos são suspeitos de participar de organização criminosa que recebeu R$ 1,485 bilhão em propina para políticos do PT. Lula é apontado por Janot como líder e "grande idealizador" da organização criminosa. Somente Lula teria recebido R$ 230,8 milhões de propina entre 2004 e 2012 da Odebrecht, OAS e Schahin, com recursos desviados de contratos firmados com a Petrobras.
  
A situação de Lula e Dilma se agrava ainda mais com as denúncias feitas pelo ex-ministro Antônio Palocci, que deu depoimento contundente, detalhado e preciso à Lava Jato. Palocci foi um dos cinco quadros de maior peso nas estruturas de poder dos governos petistas, juntamente com Lula, Dilma, o ex-ministro José Dirceu e o ex-tesoureiro João Vaccari. Não se trata, portanto, de um depoimento qualquer. 
    
Assim como o PT não deve escapar ileso dos graves atos que cometeu durante seus 13 anos de governo, outros grandes partidos, PMDB, PP e figuras do PSDB, também devem responder pelos crimes que escandalizam a nação, como a cobrança direta de propina em dinheiro vivo entregue em malas. Os mais de R$ 51 milhões encontrados em um apartamento utilizado pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima e os pagamentos feitos por Joesley Batista ao ex-deputado Rocha Loures e ao primo do senador Aécio Neves são provas de que de que ainda há muito para ser investigado. Geddel, segundo o áudio gravado por Joesley Batista com Temer, era seu homem de confiança, assim como da confiança do ex-deputado Eduardo Cunha. É difícil de acreditar que os R$ 51 milhões encontrados no apartamento eram apenas dele.
   
O que cabe agora é cobrar para que os criminosos e denunciados não tirem partido das tentativas de desmoralizar a Lava Jato para escapar incólumes. Afinal, é o que está ajudando a passar o Brasil a limpo. Essa deve ser a cobrança da sociedade brasileira em defesa da Pátria, que precisa da continuidade da operação. 
   
  
* Arnaldo Jordy é deputado federal, líder do PPS na Câmara
  
   

terça-feira, 6 de junho de 2017

Jordy espera que TSE cumpra sua função e casse chapa Dilma-Temer

  
Para o líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), as evidências de cometimento de crime pela chapa Dilma-Temer, durante a eleição de 2014 são fartas, contundentes e robustas. O parlamentar acredita que o Tribunal Superior Eleitoral - TSE deve votar nesta semana pela cassação devido ao abuso de poder econômico e utilização de recursos de fontes ilícitas.
  
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/fIB7ADdqX1I
    
  
   
Por: Assessoria Parlamentar
  
   

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

ARTIGO - Eike tem razão, o Brasil precisa mudar

  
* Arnaldo Jordy 
    
A prisão do empresário Eike Batista, no começo desta semana, foi mais um capítulo de um nebuloso esquema que funcionou durante os governos de Lula e Dilma, cujos governos utilizaram o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para favorecer de maneira desproporcional e sem controle os aliados e amigos dos que estavam no poder na época. É o que vem à tona agora, nas investigações da Lava Jato e de um dos seus desdobramentos, a Operação Eficiência.
  
Esta revelou caudalosos desvios no Rio de Janeiro, patrocinados pelo então governado por Sérgio Cabral, hoje também preso, assim como Eike Batista. Enquanto isso o Rio de Janeiro está falido, sem condições de pagar os servidores públicos, que estão desesperados. Na quarta, houve confronto desses servidores com policiais, durante a votação de pacote de austeridade. Também se teve notícia, esta semana, de um policial militar que cometeu suicídio ao vivo, em uma rede social. Ele estava depressivo e um dos motivos seria a falta de salário para honrar seus compromissos. 
   
Vejam a situação desses policiais: eles não recebem seus devidos salários e são obrigados a reprimir os que protestam contra tal situação. Esses mesmos homens da polícia ainda são comumente assediados pelo crime organizado para que se corrompam, mas felizmente a grande maioria não se permite corromper. Essa é a situação causada pela corrupção no Rio de Janeiro de Eike e Cabral. Sem querer defender "linchamento virtual" ou humilhações públicas, mas os culpados têm que responder pelos seus crimes como manda a lei e de preferência, devolver aos cofres públicos o que foi subtraído em comissões e licitações fraudulentas.
  
Mais do que nunca temos que defender e valorizar a Lava Jato, garantir o seu avanço contra os políticos de todos os partidos que se beneficiaram de esquemas em prejuízo do erário. Segundo a Polícia Federal, Sérgio Cabral e Eike Batista lavaram 100 milhões de dólares no exterior. De acordo com O Globo, em seu primeiro depoimento à PF depois de ser preso, Eike confessou o pagamento de 16 milhões de dólares em propina a Sérgio Cabral. Eu disse dólares. Pela cotação atual, significa que Cabral recebeu quase 50 milhões de reais apenas de Eike Batista.
  
Fui o autor do pedido de convocação de Eike Batista para depor na CPI do BNDES, no ano passado, aquela que, por influência do governo Dilma e do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, ainda fortes à época, acabou em "pizza", sem qualquer pedido de indiciamentos em seu relatório final. Nós, da oposição, fizemos então um relatório paralelo, no qual pedimos o indiciamento do então presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e de outros executivos do banco, em decorrência de indícios veementes de crimes de gestão temerária, crimes contra o sistema financeiro e improbidade administrativa. Concluímos que o banco fez antecipações injustificadas de recursos para que a Construtora Norberto Odebrecht construísse o metrô venezuelano.
  
Também pedimos o indiciamento do empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, investigado pela Operação Acrônimo, da Polícia Federal, que supostamente recebeu dinheiro de empresas financiadas pelo BNDES, para abastecer a campanha eleitoral do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel.
  
O relatório foi encaminhado ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, juntamente com um pedido de aprofundamento das investigações sobre o empresário Eike Batista e suas empresas, beneficiadas por vultosos financiamentos do BNDES. Entre os casos suspeitos estão, além dos financiamentos para Eike Batista, benefícios concedidos ao grupo JBS/Friboi e para as empresas do consórcio responsável pela obra da usina de Belo Monte.
  
O caso de Eike Batista, no entanto, se torna agora o mais simbólico desse favorecimento aos amigos do poder, por causa da personalidade narcisista do empresário, que fez questão de ostentar ter a oitava riqueza do mundo, quando tudo o que tinha eram amigos influentes e uma grande lábia, além de campos com pouco petróleo. Por ocasião de seu depoimento à CPI do BNDES, pude dizer na sua frente que ele foi a maior fraude empresarial que o Brasil já teve, já que, aparentemente, sua oitava maior riqueza do mundo era apenas propaganda, parte de um ilusionismo que enganou a todos.
   
Agora, é esperar que os processos sigam seus cursos, seja na Justiça Federal, seja no Supremo Tribunal Federal, para que o máximo destes personagens notabilizados pela corrução, sejam punidos, e que possamos iniciar efetivamente um processo de superação da cultura predatória e saqueadora do bem público, revelado neste condomínio político-empresarial que está sendo desmontado.

Como o próprio Eike Batista reconheceu ao chegar ao Brasil para ser preso, na terça-feira, é preciso passar o Brasil a limpo.
  
 
* Arnaldo Jordy é deputado federal pelo PPS/PA
  
  

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

CPI da Lei Rouanet: Jordy quer ouvir atriz que denunciou gestão Dilma por chantagear artistas

    
Do Portal PPS
    
O vice-líder do PPS na Câmara, o deputado Arnaldo Jordy (PA), apresentou nesta quarta-feira (5) requerimento com convite a atriz Alessandra Maestrini. A artista, em um programa de rádio, disse que a gestão de Dilma Rousseff perseguiu vários amigos dela e ameaçou tirar patrocínio estatal caso estes profissionais não se alinhassem às diretrizes político-ideológicas do Partido dos Trabalhadores e do governo federal.
  
O pedido é para que a atriz participe de audiência pública na CPI da Lei Rouanet, que foi recém-criada na Câmara dos Deputados.
  
A entrevista de Alessandra Maestrini foi dada em maio deste ano à Rádio Jovem Pan, segundo argumentou o deputado. Entre outros grandes papéis, ela interpretou a diarista Bozena no seriado Toma Lá Dá Cá, da TV Globo. Ela também é cantora.
  
A atriz contou detalhes sobre como o governo petista tentava cercear a atuação da classe artística no Brasil.
  
“Algumas pessoas foram demitidas por isso, e houve programas que acabaram, por ordem do governo. Uma das estratégias usadas pela antiga administração era a retirada de patrocínio [por meio de publicidades das grandes companhias estatais, como a Petrobras]. Pessoas do governo ligavam e ordenavam: ‘demitam, cancelem o programa’”, revelou à Rádio Jovem Pan.
  
Sem revelar nomes para não expor os seus colegas, a atriz explicou como se dava a ameaça entre líderes políticos com as emissoras, pedindo “a cabeça” de quem se opunha a eles (governo).
  
“Eu não posso falar porque vou expor meus amigos. A emissora entrava em contato com o artista avisando que o governo havia ligado ameaçando. Quem ligou eu não sei, não era comigo que estavam falando”, afirmou.
  
A CPI na Câmara foi instalada para investigar a concessão de benefícios fiscais concedidos por aplicação da Lei Rouanet. A comissão tem 15 membros e funciona desde meados de setembro de 2016.
  
  

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

PT tentou salvar Cunha para evitar impeachment, lembra Jordy

  
Em pronunciamento na tribuna da Câmara, na sessão destinada à votação do pedido de cassação do deputado Eduardo Cunha, Arnaldo Jordy declarou voto a favor da cassação de Cunha e repôs a verdade sobre quem combateu desde o início os desmandos de Eduardo Cunha na Câmara, quando este ainda "flertava" com o PT, diante da possibilidade de evitar a abertura de processo no Conselho de Ética, em troca do arquivamento dos pedidos de impeachment de Dilma Rousseff.
  
Jordy foi o primeiro a entrar com representação contra Cunha na Corregedoria da Câmara, em documento secundado por quase 40 deputados, dos quais um único do PT: Henrique Fontana (RS). E mais: o afastamento de Eduardo Cunha da Câmara foi o resultado de representação entregue ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, assinada por cinco partidos: PPS, PSOL, PSDB, PSB e Rede.

"O Partido dos Trabalhadores se recusou a assinar aquela representação, é bom que se diga, isso está nos anais da Casa", discursou Jordy, sobre a estratégia de conveniência adotada pelo PT na ocasião, na tentativa de salvar Dilma do impeachment. "Não quero acusar a todos os parlamentares do Partido dos Trabalhadores, porque alguns se insurgiram contra aquele conluio que estava em marcha, para negociar o impeachment, para savalção do senhor Eduardo Cunha", disse Jordy.

"Não tenham o cinismo de vir aqui, de forma camuflada, de forma covarde, falsificando a verdade, os fatos", completou Jordy, sobre parlamentares que "flertaram" o tempo todo com Eduardo Cunha, e agora tentam dizer que sempre se opuseram ao peemedebista.
    
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/cxEm9N45vs0
  
  
   
Por: Assessoria Parlamentar
   
    

terça-feira, 6 de setembro de 2016

ARTIGO - O Golpe Constitucional !

  
Arnaldo Jordy*
  
O Senado federal concluiu na quarta-feira (31) um longo processo de julgamento, que resultou no afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade. Dilma desrespeitou a Constituição e a lei de responsabilidade fiscal e foi cassada em um momento traumático para o Brasil, como o foi também o afastamento de Collor de Melo, justamente o primeiro presidente eleito pelo voto direto, após 21 anos de trevas na ditadura militar.
   
Agora, nos vemos de novo diante de um grande desafio. O que era sonho foi transformado em uma decepção, quando as conquistas sociais construídas nos últimos 25 anos, nos governos de Itamar, FHC e mesmo no de Lula, desmoronaram pela má condução da economia na era Dilma, especialmente quando a então presidente estabeleceu como objetivo se reeleger a qualquer preço, estourando o limite de gastos em um descalabro orçamentário e financeiro, que ajudou a quebrar o país. 
  
Quando Dilma falou que faria “o diabo” para ganhar a eleição, ela não estava brincando. Ocultou a crise que se avolumava como uma avalanche, e "pedalou" para fingir que tudo estava bem e o governo merecia ser eleito.
    
O quadro econômico decorrente deste estelionato foi alarmante. Uma recessão que já dura quase três anos, com a redução do PIB em quase 8% e a renda per capita em mais de 9% no biênio 2015/2016. O desemprego com mais de 11 milhões de trabalhadores; a falência de mais de 100 mil empresas em 2015; o endividamento de 63 milhões de pessoas, devolvendo milhares de famílias à pobreza. O corte brutal dos programas sociais e uma dívida pública equivalente a 68% do PIB e que nos levou a pagar 522 bilhões de reais só de juros e serviços desta dívida aos agiotas do sistema financeiro.
   
Assim, a caricata tese do "golpe" virou apenas uma peça de marketing, a ponto de não atrair ninguém para o protesto anunciado em frente ao Senado, durante a referida votação decisória.
   
O impeachment, portanto, é um remédio legal, constitucional, e foi aplicado corretamente no caso Dilma, assim como o foi também no caso Collor. O resultado da votação era mais do que previsível por todos.
  
O que não foi legal, nem constitucional, foi o fatiamento da ação, que resultou numa meia condenação: a cassação do mandato de Dilma, com a preservação de seus direitos políticos, com as bênçãos de Renan Calheiros e o beneplácito do presidente do STF, Ricardo Lewandowski.
   
De uma hora para outra, a Constituição foi emendada com uma simples "canetada", engendrada pelo PT e pelo seu antigo aliado, o PMDB. Isso sim, o verdadeiro golpe, e o que é pior, com a suspeita de que a armação poderá beneficiar a nefasta figura do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha, ainda a ser julgado pelo plenário, com a perspectiva de também ser cassado e de outros eventuais políticos alcançados pela Operação Lava Jato.
  
Será que Cunha irá reivindicar também para si o direito de uma meia condenação? Poderá Cunha e outros eventuais cassados requererem a manutenção de seus direitos políticos, para que possam se eleger novamente em 2018, e continuarem a exigir propina, como está fartamente provado no caso de Cunha?
   
É claro que a decisão de separar as votações na apreciação do Impeachment foi inconstitucional. O artigo 52, parágrafo único da Carta Magna não aceita nenhuma outra interpretação que não seja a perda dos direitos políticos.
   
É preciso estar atento. Os políticos, implicados na Operação Lava Jato, de tudo farão para escapar de suas condenações, e a brecha está aí. Esperamos que a sociedade brasileira esteja atenta e não aceite este golpe constitucional!
   
  
*Arnaldo Jordy é deputado federal pelo PPS/PA
    
    

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

PPS vai defender os interesses do país, independente do governo.

   
O Senado concluiu um longo processo, iniciado na Câmara, de afastamento da presidente Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade. Dilma desrespeitou a Constituição e por isso foi cassada. “Estamos iniciando um novo ciclo, para superar a mais grave crise econômica gerada na história recente do país, com 12 milhões de desempregados e uma inflação sem controle”, disse Jordy, que condenou o pagamento de juros e serviços da dívida pública no valor de 522 bilhões de reais em 2015, pelo governo que agora caiu.

“Por tudo isso é que estamos apostando em um novo caminho, independente da agenda do presidente Temer, que precisa ser avaliado a cada momento, o papel do PPS e das forças comprometidas com o desenvolvimento do país é apostar numa agenda que responda aos interesses do país, independente de ser a agenda do governo”, disse Jordy, que defendeu a reconstrução daquilo que foi destruído no governo passado.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui 
  
 
  
    
Por: Assessoria Parlamentar
  
  








terça-feira, 30 de agosto de 2016

Arnaldo Jordy: É patético ver Dilma falar em golpe parlamentar

   
  
Do Portal PPS
     
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), classificou, nesta segunda-feira (29), de “patético” e “caricato” o discurso da presidente afastada Dilma Rousseff que, em sua defesa no processo de impeachment e diante dos senadores, disse que é “vítima de um golpe parlamentar”.
  
“Quero lamentar o desespero da presidente da afastada. Falar em golpe parlamentar numa sessão que cumpre, religiosamente, os ritos impostos pela Constituição Federal e que está sendo presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) é caricato demais. É uma cena patética que o Brasil assistiu”, disse o deputado do Pará.
  
Jordy comentou que Dilma Rousseff esteve no Senado Federal para “prestar contas dos atropelos do seu governo”. Acrescentou que espera daquela Casa Legislativa resposta para um processo que cumpre estritamente os preceitos legais e constitucionais.
  
“Esperamos que, em breve, esta página da nossa lamentável história possa ser passada a limpo com o afastamento definitivo da presidente da República, como prevê a Constituição democrática do Brasil”, disse.
   
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Emenda do PPS muda o PL 257, que agora não congela salários, não proíbe concurso público e nem aumenta a previdência

 
Meus amigos, temos visto nesses dias de uma guerra de informações sobre o PL 257. O projeto de lei de renegociação das dívidas dos Estados foi apresentado por Dilma Rousseff, em março de 2016, impondo uma série de condições para aliviar a cobrança contra os Estados por 20 anos, já que muitos deles estão falidos e com salários dos servidores em atraso.

O projeto de Dilma proibia o reajuste de salários e a realização de concurso público por dois anos, além de outras medidas de aperto fiscal propostas pelo governo, tais como o aumento da contribuição previdenciária de 11 para 14 % e o fim das progressões e ascensões funcionais.

Dilma Rousseff foi afastada do governo, mas o governo interino de Michel Temer continuou a tocar o projeto, que interessa aos Estados. Nós, do PPS, nos opomos desde início às maldades contra os servidores públicos e apresentamos emenda para que fossem retiradas do projeto.

Por pressão do PPS e de outros partidos e entidades sindicais, o governo federal recuou e aceitou retirar do texto o congelamento das remunerações dos servidores públicos estaduais por dois anos. A suspensão da contratação de servidores por dois anos também saiu do texto do substitutivo que foi aprovado no dia 10 de agosto, assim como o aumento da contribuição previdenciária do servidor público. Em lugar do congelamento dos salários, foi aprovada a reposição pelo IPCA (inflação) do ano anterior.

Quanto ao PT, partido de Dilma Rousseff, que apresentou o projeto e que apoiava a iniciativa do governo da petista, agora na oposição, passou a atacar a iniciativa e a culpar os partidos da base do governo de querer tirar os direitos dos servidores, através do projeto que o governo deles apresentou.

É a mesma situação do sujeito que bate uma carteira e ao ser percebido, sai correndo e gritando: “Pega, ladrão!”, para confundir a multidão.

Portanto, informe-se sobre a origem e a tramitação do PL 257, cujos destaques ainda serão votados pela Câmara. O PPS vai estar atento para os trabalhadores não paguem a conta.
 
  

terça-feira, 9 de agosto de 2016

PPS não concorda com a perda de direitos dos trabalhadores, afirma Jordy

  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) fala sobre a polêmica envolvendo o projeto de renegociação das dívidas dos Estados. Jordy esclarece que a iniciativa do mesmo foi do governo da presidente afastada Dilma Rousseff. Mesmo assim, o PT, que antes o defendia, agora na oposição, tenta mobilizar a sociedade contra o projeto.
 
“Eles foram proponentes e defendiam esse projeto no início”, esclarece Jordy, que critica a “dupla personalidade” do partido. Jordy também informa que o PPS é contra pontos do projeto que agridem os interesses dos trabalhadores, como o aumento da cota previdenciária de 11% para 14%, o fim dos concursos públicos e o fim da progressão e da ascensão funcional. “São questões que nós não podemos concordar e precisamos sensibilizar o governo para que possa revisar”, disse Jordy.
   
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/qaZhYtbPz8s
   
    
  
Por: Assessoria Parlamentar
    
   

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Câmara precisa “sepultar” de vez Eduardo Cunha, defende Jordy

  
  
Do Portal PPS
    
O deputado Arnaldo Jordy (PA), vice-líder do PPS na Câmara, reagiu nesta quarta-feira (27) à mais uma manobra para salvar o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da cassação. Para ele, a ideia de partidários de Cunha de que o plenário da Casa só deva votar o processo depois da conclusão do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado tem como objetivo poupar o mandato do peemedebista.
   
Ele defendeu que o processo contra Eduardo Cunha seja pautado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), na volta do recesso parlamentar, no próximo mês de agosto. “O compromisso é votar rapidamente a cassação de Cunha. Este fantasma não pode mais ficar rondando os corredores desta Casa. Precisamos acabar com essa agonia. Cunha gerou prejuízos irreparáveis ao Parlamento e ao país”, afirmou Jordy.
  
De acordo com o comentarista de política da Globonews Valdo Cruz, a ideia é adiar o quanto puder a apreciação do processo para que a votação possa acontecer em outubro, quando o plenário da Casa estiver esvaziado, já que a maioria dos deputados estará cumprindo compromissos eleitorais nos estados.
   
Na avaliação do deputado, o “velório” do ex-presidente da Casa foi concluído com a acachapante derrota, por 48 a 12, do parecer, apresentado pelo deputado Ronaldo Fonseca (PROS/DF), que recomendava a volta do processo para o Conselho de Ética.
   
Arnaldo Jordy também criticou o argumento de que a cassação possa trazer instabilidade política ao governo Temer por causa das ameaças veladas de Cunha de que se perder o mandato poderá aderir à delação premiada. “Não acreditamos que o governo se sinta refém desta figura abjeta. Ele (Cunha) já está morto. Esta Casa precisa ter coragem para sepultar de vez este cadáver”, disse o parlamentar.
  
        
Foto: Robson Gonçalves
   
  

quinta-feira, 21 de julho de 2016

ARTIGO - Brasil reprovado na educação

  
* Arnaldo Jordy
  
Ninguém precisa mais dizer que a educação deve ser prioridade e que é a verdadeira chave para o desenvolvimento de qualquer país. Todos sabem disso, até mesmo os governantes que pouco ou nada fazem ou fizeram para melhorar a qualidade do ensino, mas usam a educação como mote publicitário e eleitoreiro. Foi o caso da presidente afastada Dilma Rousseff, que lançou como lema de seu segundo e malfadado governo a "Pátria Educadora".
   
Ora, o tempo e os fatos provaram que a Pátria Educadora de Dilma Rousseff era nada mais que um bordão criado pelo publicitário João Santana, de triste memória. A crise econômica que seu governo escondeu para garantir a reeleição obrigou o governo federal a fazer, logo depois da eleição, brutais cortes no Orçamento, que não pouparam a educação e os programas sociais responsáveis por garantir o ingresso de jovens em faculdades, como foi o caso do FIES.
   
De educadora, a pátria deixada por Dilma Rousseff tem muito pouco. Mas a culpa não é só dela e sim de sucessivos governos que não cuidaram da educação como deveriam, em um descaso de séculos.
   
Não fosse assim, o Brasil não teria passado vergonha em Cuba, onde, em junho deste ano, foi realizada a reunião do Parlamento da América Latina e Caribe, o chamado Parlatino, no qual tive a honra de participar como um dos representantes do Congresso Nacional.
   
Na ocasião, foram apresentados os números do Relatório sobre Capital Humano, do Fórum Econômico Mundial, sobre o êxito dos países em preparar sua juventude para uma vida produtiva e bem sucedida, ou seja, sobre a qualidade da educação que os países oferecem, para que nossas crianças tenham condições, no futuro, de gerar renda. Para que nossos jovens sejam bem sucedidos e para que o Brasil supere o ciclo da pobreza de sua população.
   
O Brasil, cuja posição na economia mundial oscila em torno da oitava colocação em Produto Interno Bruto (PIB), ficou em um humilhante 83º lugar no Índice de Capital Humano do Fórum Econômico Mundial, atrás de países como o Uruguai (60º), a Costa Rica (62º), a Bolívia (77º) e o Paraguai (82º). Cuba, na 36ª posição, lidera o ranking da educação na região, mesmo tendo sofrido por 57 anos o embargo econômico dos Estados Unidos. Essa pequena ilha no Caribe consegue um desempenho impressionante na educação, assim como na saúde, na segurança pública, enquanto o Brasil patina nessas áreas.
   
Calculado desde 2013, o Índice de Capital Humano compara 130 países pelo uso que fazem do potencial de sua população. Sintetiza indicadores de ensino, capacitação e emprego para cinco grupos etários, de menores de 15 anos até maiores de 65 anos, como qualidade de escolas primárias, taxa de desemprego e treinamento no trabalho.
   
O Fórum Econômico Mundial considera que, em longo prazo, a educação é o mais importante fator para a economia de qualquer país. Não é a toa que os cinco primeiros colocados tem economias muito sólidas: Finlândia, Noruega, Suíça, Japão e Suécia.
   
Para que possamos chegar ao nível de países que se beneficiam, em suas economias, de uma população bem educada, precisamos começar pela educação básica. Com uma pontuação de 64.51, o Brasil tem mais de 35% do seu capital humano ainda subdesenvolvido.
   
Esse desempenho foi puxado para baixo, principalmente, pela falta de preparo dos jovens de 0 a 14 anos. Neste ranking específico, o Brasil foi o 100º entre 130 países.
   
Pesa contra o Brasil a chamada "taxa de sobrevivência em educação básica", que é a capacidade que o aluno tem de sair bem preparado do ciclo primário de ensino (98º lugar), e a qualidade da educação primária (118º lugar).
   
Por isso, tenho dito que não podemos aceitar que o governo Temer corte as verbas de programas como o FIES e o PRONATEC, da mesma forma, não deve haver cortes na saúde e em programas sociais, para não penalizar ainda mais a população mais desprotegida.
   
  
*Arnaldo Jordy é deputado federal pelo PPS/PA
   
    

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Governo Dilma é fonte inesgotável de escândalos de corrupção, diz Jordy

 
O deputado Arnaldo Jordy (PA), vice-líder do PPS na Câmara, disse nesta sexta-feira (24) que o esquema de fraudes que levou à prisão do ex-ministro Paulo Bernardo, apontado pelas investigações da Operação Custo Brasil como o chefe da organização criminosa que se instalou no Ministério do Planejamento, é mais um dos muitos escândalos produzidos pelos governos Dilma Rousseff.
  
“Impressionante essa fonte inesgotável de escândalos de corrupção nas gestões de Dilma. Isso comprova que a presidente tem de ser definitivamente afastada do governo. Se não faltasse a quantidade de absurdos praticados, agora, aparece Paulo Bernardo tungando os parcos recursos dos servidores públicos por meio do crédito consignado”, criticou o parlamentar.
  
De acordo com as investigações, a Consist, empresa contratada para administrar o crédito consignado, cobrava R$ 1 de funcionários públicos da ativa e aposentados a cada mensalidade paga, sendo que 70 por cento do total da arrecadação eram repassados para o ex-ministro Paulo Bernardo – que teria recebido R$ 7 milhões -, o PT e operadores do esquema criminoso.
  
Segundo Operação Custo Brasil, a fraude foi posta em prática por cinco anos e Paulo Bernardo recebeu propina mesmo depois de ter migrado do Planejamento para as Comunicações. Ao todo, foram desviados R$ 100 milhões em propina entre 2010 e 2015.
  
“Eles viram no crédito consignado, que é uma política equivocada de consumo, mais uma maneira de irrigar seu caixa e encher os bolsos dos criminosos”, analisou Jordy.
  
Na avaliação do vice-líder, o PT passará para a história como o partido que “desviou dinheiro até de servidores endividados” e que o esquema de roubalheira era comandado por seu ministro do Planejamento. “A sociedade está estarrecida ao saber que milhares de servidores despossuídos foram vítimas desse esquema criminoso, cujo comandante era justamente o ministro que deveria protegê-los”, argumentou.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Temer tem que afastar membros do “condomínio do crime”, afirma Jordy.

   
Após o pedido de prisão de integrantes da cúpula do PMDB, o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) afirmou que o presidente interino, Michel Temer, precisa de credibilidade para promover a transição e a recuperação econômica pós-governo Dilma, afastando o que chamou de “condomínio do crime”, formado por personagens denunciados pelos órgãos de Justiça.
  
“Estas pessoas são conhecidas como criminosos contumazes. Este é um apelo que o PPS faz, no sentido e permitir que esta difícil transição possa ter continuidade, em busca do desenvolvimento e da estabilidade”, completou Jordy.
   
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/HkgorZMcSpc
    
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
   

terça-feira, 10 de maio de 2016

Jordy diz que decisão de presidente interino da Câmara é péssima para imagem do país

    
A intempestiva decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP), de anular a votação da admissibilidade do impeachment na Casa foi algo muito ruim para imagem do país. A avaliação é do vice-líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy (PA).
  
Para o deputado do PPS, apesar de Maranhão recuar, horas depois, e revogar a própria medida que causou embaraço no país inteiro e repercutiu nos principais dos jornais do mundo, o presidente em exercício tem que ser responsabilizado pelos seus graves atos.
  
“A decisão do presidente da Câmara foi péssima para a imagem do Brasil, inclusive no cenário internacional. Ele causou uma insegurança jurídica que é muito ruim para um país que tem instituições sólidas e em pleno funcionamento. Não pode o presidente de uma Casa Legislativa anular uma votação que obedeceu todo o trâmite legislativo só porque não concorda com os efeitos dela”, disse Arnaldo Jordy.
  
Partidos de oposição decidiram ainda na segunda-feira entrar com representação no Conselho de Ética pedindo a abertura de processo de cassação contra Maranhão. O partido dele, o PP, também estuda expulsar o deputado dos quadros da legenda.
  
O vice-líder afirmou que é provável que o presidente interino da Câmara tenha articulado a medida com lideranças políticas que ainda apoiam Dilma Rousseff. Waldir Maranhão votou contra o impeachment da presidente e, segundo os jornais, teve encontros no último fim-de-semana com o ministro José Eduardo Cardozo e com o governador maranhense, Flávio Dino (PCdoB).
  
“O presidente da Mesa Diretora lançou o artefato, mas não foi engenharia dele”, resumiu o deputado do PPS.
  
Ficha Suja
  
Waldir Maranhão é alvo de inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras. O parlamentar foi citado pelo doleiro Alberto Youssef como um dos deputados do PP beneficiados por propinas de contratos da Petrobras.
  
O nome do presidente em exercício da Câmara é mencionado também em inquéritos que apuram crime de lavagem de dinheiro no esquema investigado pela Operação Miqueias da Policia Federal, que trata de desvio de recursos de fundos de pensão e lavagem de dinheiro.
 
 
Foto: Robson Gonçalves
 
 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Para Jordy, desemprego histórico é mais uma das faces perversas do governo Dilma

  
Do Portal PPS
  
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), avaliou nessa quarta-feira (20) que a taxa de desemprego registrada no país no último trimestre entristece a todos e que é mais uma das faces perversas do governo de Dilma Rousseff.
  
Divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Mensal mostrou que o nível de trabalhadores que perderam o emprego aumentou mais uma vez e ficou em 10,2% no período entre novembro de 2015 e fevereiro de 2016.
  
O resultado é o pior da série iniciada em 2012. A população desocupada totalizou 10,4 milhões no período e cresceu mais de 40% em um ano.
  
“Este é um dado que deixa o Brasil triste. O desemprego é mais uma das faces perversas do governo de Dilma que também atinge recordes em outras áreas. A gestão dela foi a que mais pagou recursos aos banqueiros. Basta ver os juros da dívida pública federal que chega a 68% do nosso PIB. Ela é candidata com grande potencial a levar um troféu por ter conseguido alcançar grandes registros negativos na história econômica do país”, afirmou o parlamentar paraense.
  
Para Jordy, a saída de Dilma da presidência da República, pelo impeachment, deverá produzir efeitos positivos no campo econômico, já que a petista não tem credibilidade alguma. E que o PPS deverá pressionar para que a questão do emprego seja uma das prioridades da nova gestão.
  
Pauta pós impeachment
  
Arnaldo Jordy criticou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que, nesta quarta-feira, disse que haverá uma paralisia no Congresso Nacional até que o Senado decida se a presidente da República, Dilma Rousseff, será ou não afastada do cargo.
  
Na avaliação do deputado do PPS, manter a Câmara parada pode interessar principalmente o peemedebista que é alvo de um processo de cassação no Conselho de Ética da Casa.
  
“Há matérias como a PEC da Saúde (1/2015) que aumenta o repasse de recursos da União para serviços de saúde e que pode perfeitamente ser concluída na Câmara. Espero que os líderes não aceitem esta tese de paralisar os trabalhos”, disse Jordy.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Jordy: Dilma sairá por falsear as contas públicas

  
Do Portal PPS
    
Em pronunciamento feito na Câmara Federal, na tarde desta segunda-feira (18), o vice-líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy (PA), que a presidente Dilma Rousseff será destituída do cargo por ter cometido um crime grave contra as contas públicas.
  
“Ela sairá por falsear as contas públicas. Dilma resolveu pegar o atalho e convenceu sua equipe para usar a chamada contabilidade criativa. Foi um crime fiscal. E esta história de que isto foi praticado pelos presidentes, governadores e prefeitos é torrencialmente desmentindo pelos técnicos. Especialistas do TCU já demonstraram que isto foi uma pratica inédita do governo Dilma Rousseff”, justificou.
    
Durante aproximadamente 25 minutos, Jordy desmontou ponto a ponto a tese dos poucos aliados da presidente petista de que o processo de impeachment, que foi admitido na noite de ontem pela Câmara, trata-se de um golpe.
   
O parlamentar do PPS lembrou que o próprio Banco Central que é órgão ligado ao governo federal demonstrou em relatório que a chamada pedalada fiscal abalou o Tesouro Nacional.
  
Jordy disse ainda que o governo do PT cometeu estelionato eleitoral. Ele acusa Dilma de adotar medidas prejudiciais ao povo que eram apontadas por ela, durante a campanha de 2014, como algo que seria colocado em práticas por seus adversários.
   
“Dilma faz hoje, com requinte de crueldade, aquilo que era alvo de acusação contra seus opositores, caso estes assumissem a Presidência da República”, apontou ele, em outro trecho do discurso.
  
Ao final, o vice-líder conclui dizendo que o PPS não participará de nenhum acordo para proteger quem tem contas a prestar com a sociedade e com o Judiciário.
  
“Estamos absolutamente à vontade para agir porque este senhor que preside a Casa, o senhor Eduardo Cunha, não tem condições políticas e morais para continuar comandando esta Casa”, acrescentou.
 
 
Foto: Robson Gonçalves
   
  

terça-feira, 29 de março de 2016

Jordy manifesta solidariedade a OAB

  
Do Portal PPS
  
Da tribuna da Casa, o vice-líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy expressou sua solidariedade à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), cuja diretoria foi alvo de intimidação, ao entregar, na ultima segunda-feira (28), novo pedido de impeachment contra a presidente da República na Câmara dos Deputados.
  
Militantes de poucos partidos que ainda restam na base governista, muitos deles servidores da Câmara, foram os protagonistas dos momentos de hostilização contra os membros da OAB. Havia também, de outro lado, pessoas a favor do impeachment de Dilma Rousseff e apoiadores da medida proposta pelos advogados.
  
“Essa decisão da Ordem dos Advogados do Brasil foi quase que unânime. E isto evidentemente que sepulta essa história de golpe que já está virando caricata. Não há golpe nenhum! O que há é um processo de respeito aos marcos democráticos, da legalidade brasileira de apreciação de crimes de responsabilidade da presidente da República. Por isto, manifestamos o nosso apoio, o nosso apreço e a nossa solidariedade à Ordem dos Advogados do Brasil.”, disse o parlamentar PPS.
  
Jordy lembrou que o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) já se manifestou no sentido de expressar que o impeachment é algo constitucional.
  
Cunha
  
O deputado do PPS fez questão também de refutar qualquer insinuação de que seu partido participará de eventual acordo para proteger o mandato do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ). O peemedebista é réu no Supremo, no âmbito da operação Lava Jato. Também é alvo de um processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara.
  
“Quero informar que o Partido Popular Socialista não participa, não participou e nem participará de qualquer tipo de acordo no sentido de atenuar os graves crimes e o envolvimento do Sr. Eduardo Cunha, Presidente desta Casa, diante dos crimes e das denúncias a que responde não só aqui, mas em outros lugares”, destacou Jordy.
  
  

segunda-feira, 28 de março de 2016

Não vai ter golpe, não!

  
* Arnaldo Jordy
  
Felizmente, a Operação Lava Jato destampa, como nunca visto antes, o fétido esgoto da corrupção política e empresarial que há décadas vem forjando nossa cultura de poder. Diante de uma verdade que se revela desmoronando, de forma dolorosa, mitos e crenças que davam suporte à existência de muitos ídolos e valores, é natural o desespero e o clamor descontrolado dos detentores do poder. E esse processo de escândalos, que poderia parecer de uma nota só, começa a ampliar-se e alcançar para além do alvo original, desnudando o argumento pífio de haver seletividade nas apurações. 
  
O jogo de interesses, no entanto, é sofisticado e complexo e é preciso certo cuidado. A recente lista da Odebrecht é um exemplo. Uma relação de 200 nomes, onde deliberadamente misturam-se doações legais, portanto permitidas pela legislação, com práticas criminosas e ilegais de doações no caixa dois, tentando botar todo mundo no ‘mesmo saco’ e com isso criminalizar a todos, indistintamente. Foi percebida a velha manobra. Dizer que todo mundo é ladrão é uma velha tática de nivelar por baixo e proteger os criminosos e delinquentes. 
  
Mas, concretamente, diante dos fatos, o que cabe é pressionar as instituições julgadoras, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, que, mesmo com suas falhas, imperfeições e interesses, é o que temos de mais eficaz na Democracia. Fora da lei é a barbárie.
   
A tentativa da presidente Dilma e do PT de qualificar como ‘golpe’ o pedido de impeachment que tramita no Congresso, já com rito definido pelo próprio STF, já não convence a opinião pública, nem as instituições democráticas e muito menos a maioria dos juristas do país e a OAB. No STF, pelo que tem revelado a maioria dos ministros, a visão é de que o julgamento do impeachment está dentro da lei. E, agora, com o anunciado desembarque do PMDB da base de apoio, o momento do governo é de total agonia. 
  
O único caminho possível para atenuar o isolamento do governo seria uma agenda de superação do cenário econômico, o que é improvável. Os erros na condução da economia e o descuido com as contas públicas levaram o País a uma recessão que, ao mesmo tempo em que depende da solução da crise política, ajuda a torná-la mais grave. As previsões são alarmantes. O PIB que caiu 3,8% em 2015 prevê queda de 6% neste ano e mais 3,2% em 2017. Não há paralelo na história do Brasil de uma recessão tão grande em um tempo tão curto.
   
Recessão e desemprego (que neste ano prevê alcançar 11 milhões de trabalhadores), quando causados por quebra de confiança na autoridade e na capacidade do governo de encontrar saídas, costumam ser duradouros e perversos para a maioria, e com isso acabam anulando anteriores esforços de redução das desigualdades sociais. Hoje, pela primeira vez desde a virada do século, o Brasil registrou, em 2015, aumento na desigualdade, segundo os dados do economista Marcelo Nery, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgados dia 22 de março. De acordo com ele, o índice de Gini do Brasil, que é o principal indicador da desigualdade social usado no mundo, inverteu a curva benigna que vinha mantendo desde 2000 até 2014. 
  
Além disso, dados do Ministério do Trabalho e Emprego confirmam esse efeito perverso da recessão sobre o emprego e a renda. Em 2015, o país fechou mais de 1,54 milhões de vagas formais, o pior resultado em 24 anos.
  
Diante desse quadro gravíssimo, o destino do país e principalmente dos mais pobres é debelar as crises. Passar o país a limpo, dando todo o apoio ao juiz Sérgio Moro e ao procurador Rodrigo Janot no combate à impunidade e apreciar o impeachment da presidente Dilma, nos marcos da legalidade. Nada de golpe, vamos apreciar o impeachment !
   
  

* Arnaldo Jordy é deputado federal, vice-líder do PPS na Câmara
   
  

quarta-feira, 16 de março de 2016

Jordy: Lula usa Casa Civil para se refugiar da Justiça

 
  
Do Portal PPS
  
Para o vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser o novo ministro-chefe da Casa Civil serve apenas como manobra para tentar driblar as investigações que há contra ele na esfera comum da Justiça brasileira.

“É lamentável, é dantesca esta situação vivida no Brasil. Um ex-presidente da República agora se refugia da Justiça, ao se abrigar na Casa Civil. Aliás, esta pasta, pelo histórico, já teve como titulares nomes como Antônio Palocci, José Dirceu e Erenice Guerra. Um deles está preso e os outros estão sendo investigados, ou seja, estão na fila para serem condenados, assim como Lula”, lembrou Jordy.

O deputado do PPS acredita que o resultado pode não ser o esperado por Lula, PT e por Dilma, que tentam tirar o ex-presidente da mira do juiz Sérgio Moro, responsável pelas investigações da operação Lava Jato, no âmbito da Justiça Federal. Ministros de Estado só podem ser processados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“Esta nomeação de Lula não ameniza sua situação. É cada vez mais constrangedora sua situação e as evidências, agora com a delação do senador Delcídio do Amaral, as implicações são grandes. E não creio que o Supremo Tribunal Federal vá negligenciar naquilo que vá fazer. E acho que vá faltar ministério para tanta gente no PT que está enrolada na justiça com corrupção”, acrescentou o deputado paraense.

Contra Lula há um pedido de prisão, elaborado pelo Ministério Público de São Paulo, mas que foi remetido para Curitiba e que deveria ser analisado por Sérgio Moro. Com a ida de Lula para o ministério de Dilma, o caso deve ser enviado para o STF.
  
  
Foto: Robson Gonçalves