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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Contra fundo bilionário para financiar campanhas, Jordy afirma que proposta é obscena

   
Ao encaminhar o voto da bancada do PPS nesta quarta-feira (23), o líder do partido na Câmara, deputado Arnaldo Jordy, foi enfático ao afirmar que a proposta de um fundo de R$ 3,5 bilhões para custear as próximas eleições “é um escárnio, é obscena”, ao lembrar a situação na qual estão a ciência, a pesquisa, as universidades e a saúde no país, ou enquanto o desemprego afeta milhões de brasileiros, por conta da crise política e econômica. 
    
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/H6PG1TZdiF8
   
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
    
    

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Jordy lamenta que Câmara não autorize investigação de Temer pelo STF

   
Arnaldo Jordy (PA), deputado líder do PPS na Câmara Federal, lamentou a votação que negou a continuidade das investigações do presidente Michel Temer pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar parabenizou a bancada do partido, que votou em peso a favor das investigações e considerou que mesmo o governo tendo alcançando o objetivo, sofreu uma derrota fragorosa, apesar das inúmeras benesses oferecidas em troca de votos, como jantares, cargos e liberação de emendas.
   
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/qbIKfLZQj2I
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
    
    

terça-feira, 11 de julho de 2017

Reunião da bancada do PPS aprova autorização de processo contra Temer

 
A bancada do PPS na Câmara anunciou nesta terça-feira (11) que votará pela autorização do prosseguimento da denúncia e consequente abertura de processo no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o presidente da República Michel Temer (PMDB). Para o líder do PPS, a decisão reforça a posição histórica do partido, que sempre defendeu a investigação ampla de toda denúncia de corrupção com o consequente afastamento do investigado.
   
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/v0hAQAV1kzA
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
   

Bancada do PPS votará pela autorização de processo contra Temer

    
   
Do Portal PPS
     
A bancada do PPS na Câmara dos Deputados anunciou nesta terça-feira que vai votar pela autorização do prosseguimento da denúncia e consequente abertura de processo no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o presidente da República Michel Temer (PMDB). Ele foi denunciado pela Procuradoria Geral da República pelo crime de corrupção passiva. De acordo com o procurador Rodrigo Janot, Temer seria o beneficiário de R$ 500 mil pagos pela empresa JBS ao ex-assessor especial da presidência Rodrigo Rocha Loures.
  
De acordo com o líder do PPS, deputado federal Arnaldo Jordy (PA), a decisão de hoje reforça a posição histórica do partido que sempre defendeu a investigação ampla de toda denúncia de corrupção com o consequente afastamento do investigado. “A denúncia contra presidente é extremamente grave e o julgamento do caso precisa ir até o final. A Câmara deve aprovar a continuidade do processo até porque, na nossa avaliação, não é recomendável que o Legislativo atue para barrar uma investigação desse porte”, afirmou.
  
O PPS conta hoje com 10 deputados e a decisão pelo acatamento da denúncia foi manifestada pela ampla maioria. Mesmo votando pela abertura do processo contra Temer, o líder Arnaldo Jordy explica que o partido mantém o compromisso com a transição política e com as reformas que são fundamentais para a recuperação da economia. “Temos o compromisso de continuar trabalhando para tirar o país da grave crise moral e econômica deixada pelos governos do PT”, ressaltou.
    
O primeiro voto do PPS contra Temer será dado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que deve apreciar o caso ainda nesta semana. Para o deputado Rubens Bueno (PPS/PR), que votará pelo partido, é papel do Supremo, e não do Legislativo, julgar se há provas ou não que justifiquem o acatamento de denúncia de corrupção passiva contra o peemedebista.
  
“Sempre defendi que todo suspeito de corrupção fosse investigado. Não seria agora que eu atuaria para barrar o andamento de uma denúncia. Creio que esse também não deve ser o papel da Câmara dos Deputados. A palavra de ordem no momento é ‘Deixa o STF julgar!’. O Supremo, guardião da Constituição, é que vai dizer se existem provas que justifiquem a abertura de processo criminal contra o presidente. Não podemos impedir que a mais alta Corte do país se manifeste sobre a denúncia. Caso contrário, vamos gerar desconfiança sobre todo o Parlamento, o que agravará ainda mais a crise”, ponderou Rubens Bueno.
   
O presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), e o senador Cristovam Buarque (PPS/DF) também acreditam que a decisão final sobre a denúncia contra Temer deve ficar a cargo do Supremo Tribunal Federal.
   
O parecer apresentado ontem (10) na CCJ pelo deputado Sérgio Zveiter (PMDB/RJ) é pela aceitação da denúncia contra Temer.
  
  
Fotos: Robson Gonçalves
    
  

terça-feira, 20 de junho de 2017

Autorização para processar Temer: PPS tem tradição em votar a favor de investigações, afirma Jordy

    
    
Do Portal PPS
  
O líder do PPS na Câmara dos Deputados, Arnaldo Jordy (PA), declarou nesta terça-feira (19) que o partido tem a tradição de cobrar e votar favoravelmente a pedidos de investigações, “desde que estas não sejam meramente graciosas”, o que parece não ser o caso que envolve o presidente da República, Michel Temer, e as delações dos executivos da JBS.
  
Jordy afirmou que consultará a bancada sobre o eventual pedido de autorização para processar Temer que pode ser apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, caso a Procuradoria Geral da República (PGR) ofereça denúncia sobre o tema ao Supremo Tribunal Federal (STF).
  
“Estas declarações minuciosas levam a crer que se trata de uma quadrilha instalada nas últimas gestões do poder central. São declarações que fulminam tanto Temer quanto o PT. O presidente atual perde a credibilidade e se vulnerabiliza ainda mais diante do quadro. Temos a tradição de pedir investigações desde que não graciosas, como é o caso agora, mas vamos consultar a bancada sobre os procedimentos”, adiantou o líder do PPS.
  
O parlamentar paraense disse que há duas saídas para o presidente da República, diante da crise política que se instalou desde que veio à tona o conteúdo da delação de Joesley Batista, incluindo o áudio gravado com o próprio presidente.
  
“Ou ele (Temer) renuncia ou enfrentará o impeachment, já que, em tese, teria ocorrido o crime de responsabilidade”, destacou.
  
Arnaldo Jordy lembrou que foi na gestão do PT, que o grupo liderado por Joesley Batista se notabilizou por alcançar benesses do governo federal, por meio do pagamento de propinas a agentes públicos.
  
“A JBS foi uma das empresas considerada cartão de visita da administração lulo-petista. Com o PT, a companhia chegou onde chegou, inclusive cooptando o PMDB”, finalizou.
    
    
Foto: Robson Gonçalves
  
    

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Guerra Fiscal: PPS ajuda a aprovar projeto que regulariza incentivos fiscais dos estados

      
  
Com apoio da bancada do PPS, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (31), por 405 votos a 28, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 54/15, do Senado Federal, que regulariza os incentivos fiscais concedidos pelos estados a empresas sem aval do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Ao mesmo tempo, o texto prorroga esses incentivos e propõe uma transição para as isenções fiscais concedidas unilateralmente pelos estados, com prazos que variam de 1 a 15 anos de vigência.
  
O texto permite ainda que um convênio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) perdoe os créditos exigíveis decorrentes das isenções de ICMS concedidas, prorrogando-as por períodos que variam de acordo com o setor da economia. O projeto teve a votação acelerada após o Supremo Tribunal Federal (STF) considerar inconstitucionais, em março deste ano, as leis de incentivos fiscais do Rio Grande do Sul e Paraná. Agora ele retorna para apreciação do Senado.
  
Ao encaminhar o voto favorável do PPS, o líder da bancada, deputado Arnaldo Jordy (PA), destacou que a iniciativa não vai resolver todos os problemas, mas ameniza as perdas dos estados mais pobres do país que acabam sendo os mais prejudicados pela guerra fiscal.
  
“Essa matéria que estamos votando enfrenta uma distorção do modelo do pacto federativo brasileiro, que é a guerra fiscal. E nessa guerra fiscal quem perde são os entes mais fragilizados. Quem mais tem condições de renúncia são os (estados) mais empoderados. Então, estados como os do Norte e Nordeste, os estados mais fragilizados da federação, evidentemente que tem mais interesse em superar essa situação. Esse projeto não é o ideal, mas ele avançou bastante e merece o voto sim da bancada do PPS”, ressaltou Jordy.
  
Durante a votação, a deputada federal Luzia Ferreira (PPS/MG) afirmou que o projeto de lei é importante para se pôr um fim à guerra fiscal. “Esse é um assunto de extrema relevância para todos os Estados e atende decisão já manifestada pelo Supremo Tribunal Federal. Nós precisamos cumprir com a nossa responsabilidade, de representantes do povo brasileiro, fazer a pauta andar e votar assuntos que são de interesse de todo o povo brasileiro”, ressaltou.
  
No entanto, Luzia reconheceu que o projeto é paliativo e não resolverá todas as questões que envolvem o tema. “Ele é importante para o momento em que vivemos, mas não desobriga a Câmara a apreciar um projeto de reforma tributária estruturante para o país”, reforçou.
  
A deputada Carmen Zanotto (PPS/SC) também considerou a medida válida. “Esse projeto é importante para que o conjunto dos estados brasileiros avance no sentido de reduzir a guerra fiscal que tanto prejudica à todos”, afirmou.
  
  
Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados
  
 

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Jordy comenta votação de urgência para discussão da reforma trabalhista

  
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/Q2KfhE92w6k
   
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 19 de abril de 2017

PPS ajuda a aprovar projeto que socorre estados endividados

    
Do Portal PPS
     
A bancada do PPS na Câmara dos Deputados ajudou a aprovar, na noite desta terça-feira (18), o texto principal do Projeto de Lei Complementar (PLP) 343/17, que propõe um regime de recuperação para estados endividados em situação de calamidade fiscal. A proposta prevê, por exemplo, uma carência de três anos no pagamento das parcelas da dívida em troca de contrapartidas como a elevação de alíquotas de contribuição social de servidores, redução de incentivos tributários e privatizações.
   
Para o líder do PPS, deputado federal Arnaldo Jordy (PA), a aprovação do projeto dá um novo fôlego para estados que estão em calamidade financeira ao permitir que os serviços públicos tenham continuidade, que os servidores voltem a receber seus salários em dia e que os estados recuperem sua capacidade de investimento. No entanto, o partido ainda quer aperfeiçoar a proposta durante a votação dos destaques nesta quarta-feira (19).
  
“Ainda vamos tentar aprovar um destaque para incluir no texto uma emenda que permite que os estados que fizeram o dever de casa tenham um bônus e possam renegociar suas dívidas com condições mais favoráveis. Assim, eles poderão entrar no regime de recuperação sem a contrapartida que é exigida aos estados devedores. Afinal, os que conseguiram cumprir com a responsabilidade fiscal não podem pagar solidariamente pela irresponsabilidade daqueles que desviaram dinheiro público em troca até de anel de 800 mil reais para a esposa”, afirmou Jordy, ao se referir ao ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que hoje está preso. A mulher dele ganhou o “mino” de presente de um empreiteiro que, em troca de favorecimentos em obras no estado, pagava propina a quadrilha chefiada pelo ex-governador.
  
Mais sobre o projeto
  
Entre as mudanças previstas no substitutivo aprovado está a que permite a assinatura de convênios para a prestação de serviços essenciais e para assistência social a pessoas com deficiência, idosos, mulheres e jovens em situação de risco enquanto durar o período da recuperação fiscal. Também foi alterado de 20% para 10% ao ano o percentual de redução das renúncias tributárias instituídas por lei estadual, exigida dos participantes do regime.
  
No caso da proibição de gastos com publicidade durante a recuperação, o substitutivo aprovado nesta terça-feira ampliou o rol das exceções ao incluir aquelas para educação no trânsito e outras de “demonstrada utilidade pública”. Também poderá haver despesas com publicidade relacionada às áreas de saúde e segurança.
  
O projeto permite ainda a celebração de convênios com organizações sociais (OSCs) que impliquem redução de despesa durante a vigência da recuperação fiscal. (Com informações da Agência Câmara de Notícias)
  
  
Foto: J Batista/Câmara dos Deputados
   
  

segunda-feira, 20 de março de 2017

Deputados do PPS debatem reforma da previdência


Em seminário da bancada do PPS - Partido Popular Socialista nesta quinta, 16, na Câmara dos Deputados, o líder do partido, deputado Arnaldo Jordy (PA), reafirmou que o projeto de reforma da Previdência precisa abrigar a realidade desigual da sociedade brasileira, e não aplicar as mesmas regras dos trabalhadores urbanos aos pequenos agricultores de regiões afastadas. Jordy lembrou que os trabalhadores domésticos só tiveram seus direitos trabalhistas reconhecidos apenas em 2015. Em muitas regiões, ainda existe a ameaça do trabalho escravo. Por isso, o texto do governo precisa passar por mudanças.
    
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/bhzZaCE85ZU
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 16 de março de 2017

Seminário: Especialistas apontam mitos da reforma da Previdência e apontam caminhos

    
    
Do Portal PPS
   
Os mitos em torno da reforma da Previdência, essencial para o país, precisam ser derrubados. Informações falsas divulgadas pela oposição devem ser rebatidas para que não se crie um sentimento de revolta na população. No entanto, alguns pontos da Proposta de Emenda à Constituição enviada pelo governo e em apreciação no Congresso Nacional precisam sofrer mudanças para não penalizar os trabalhadores. Essas foram algumas conclusões de especialistas na área que participaram nesta quinta-feira (16), na Câmara dos Deputados, em Brasília, de seminário promovido pela bancada do PPS. Nery: Não é verdade que os brasileiros irão “trabalhar até morrer”
    
O consultor do Senado Federal Pedro Nery criticou o que chamou de “mitos da Reforma da Previdência”. Ele rebateu “algumas inverdades” que vêm sendo divulgadas sobre a proposta (PEC 287/2016) do governo. Segundo Nery, não é verdade que os brasileiros irão “trabalhar até morrer”, como vem sendo alardeado na mídia e nas redes sociais.
   
“O aumento da expectativa de vida da população justifica a aposentadoria aos 65 anos de idade para homens e mulheres”, enfatizou, ao citar dados do IBGE que mostram que os brasileiros estão vivendo cada vez mais em todas as regiões do país: a média da idade de sobrevida das pessoas aposentadas no Brasil é de 82 anos no Nordeste e 84 anos, nos estados do Sul e Sudeste.
  
De acordo com Nery, também não é verdade que as alterações vão prejudicar os trabalhadores mais pobres, como criticam os oposicionistas da reforma. O especialista citou como exemplo a concessão das aposentadorias por idade mínima e por tempo de contribuição.
  
“Esta faixa da população não terá o valor da aposentadoria reduzida, até porque a Constituição Federal não permite que se receba o inferior ao salário mínimo. Já o trabalhador que está há mais tempo no mercado formal, que aposentar por tempo de contribuição, poderá ser afetado por causa da aplicação do redutor de cálculo, o chamado fator previdenciário”, explicou.
  
Atualmente, o cálculo das aposentadorias é feito em cima dos 80 melhores salários do trabalhador. Os outros 20% são descartados. “E isso não vai mudar. Não haverá perda de direitos”, acrescentou.
  
No entanto, Pedro Nery declarou que a exigência dos 49 anos de contribuição para obter aposentadoria integral, como prevê a PEC, poderá afetar as pessoas que sempre tiveram salários “muito estáveis e baixos”. O especialista ainda reconheceu que a Seguridade Social, que engloba, por exemplo, as aposentadorias rurais, é deficitária.
  
Mulheres e homens
  
Outro ponto polêmico da PEC 287, o estabelecimento da idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem, também foi tratado pelos especialistas. O consultor da Câmara dos Deputados e ex-secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim, afirmou que como a expectativa de vida das mulheres hoje é maior do que a dos homens não faz sentido que eles se aposentem antes. “Com relação a idade, não faz sentido a mulher se aposentar antes”, afirmou Rolim, ressaltando no entanto que a mulher precisaria ser compensada pelo tempo em que trabalha em casa sem remuneração e por, no mercado de trabalho, ainda receber menos do que o homem executando a mesma função.
  
Ele explicou que em 1995 uma mulher recebia em média 66% do salário de um homem para realizar o mesmo trabalho. Em 2014, esse percentual saltou para 81%. O cenário melhorou, mas ainda não alcançou a igualdade. “Nós entendemos que faria mais sentido complementar a aposentadoria da mulher do que antecipar a aposentadoria. No mundo todo 67 países já igualaram a idade de aposentadoria para homens e mulheres e muitos outros estão em processo de transição para implantar isso”, ponderou o consultor da Câmara.
  
Ao defender a necessidade da reforma, Rolim afirmou ainda que seria uma irresponsabilidade não fazê-la. “Iria levar a inviabilidade de todas as políticas sociais no Brasil. Se ficar do jeito que está daqui a alguns anos 80% do caixa da União terá que ser usado para cobrir os gastos da Previdência”, alertou.
  
Ele também fez uma crítica ao uso da Previdência como principal ferramenta de distribuição de renda. “A principal política de combate a pobreza no Brasil é a Previdência, e não deveria ser. Deveria ser a educação e a geração de emprego e renda. Hoje deixamos a pessoa a vida inteira na pobreza e quando ela fica idosa nós compensamos com a aposentadoria, tirando ela da linha da pobreza”, criticou o consultor da Câmara.
  
Regra de transição
  
Já a consultora da Câmara Elisangela Batista fez críticas à regra de transição única adotada na PEC tanto para servidores públicos como para os contribuintes do regime geral da Previdência. O mecanismo só alcança mulheres acima de 45 anos e homens a partir dos 50 anos. De acordo com ela, o governo “deu muito para alguns e nada para os outros”.
  
Citando números, ela mostrou, por exemplo, que no serviço público só entram na regra de transição 39% dos homens e 44% das mulheres. Exemplificou ainda que no regime geral, cuja idade mínima para transição é a mesma, será vantajoso para quem se encaixar nessa faixa. “Ela será muito melhor do que hoje, pelo fator previdenciário. O impacto para esse pessoal é relevante. Mas para quem está fora, as regras para acesso à aposentadoria serão muito mais duras”, alertou.
  
Nesse sentido, Elisangela Batista propõe que se faça uma transição “em escadinha”, escalonada, respeitando o princípio da idade mínima da PEC. “Se pegaria a data de nascimento e para cada ano teria uma data de aposentadoria”, sugeriu a consultora da Câmara.
  
  
Fotos: Robson Gonçalves
  
  

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Bancada do PPS promove ciclo de palestras sobre a Reforma da Previdência

   
  
Do Portal PPS
  
Por iniciativa da liderança do PPS da Câmara e no Senado, começou nesta quarta-feira (8) um ciclo de palestras para debater e esclarecer os principais pontos da Reforma da Previdência, tema que promete agitar o Congresso Nacional nos próximos dias.
  
Nessa primeira rodada, o convidado foi o ex-secretário de Políticas de Previdência Social e consultor legislativo de orçamento da Câmara dos Deputados, Leonardo Rolim, que abordou questões que interferem diretamente na previdência, como: questões demográficas, mercado de trabalho e financeiro.
  
Para o líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy (PA), esse é um tema bastante complexo, daí a necessidade do partido em convidar especialistas e estudiosos para esclarecer mais sobre esse tema que vai impactar diretamente na vida das pessoas. “O Brasil é um país absurdamente desigual, em que regras simples e generalistas não vão alcançar a realidade e os benefícios que cada um brasileiro está esperando do Congresso Nacional”
  
Esse foi o primeiro encontro de um ciclo de debates sobre o assunto, que contou com a participação do senador Cristovam Buarque (PPS/DF), parlamentares e assessores técnicos do partido. A bancada pretende encerrar essa rodada com um workshop aberto ao público.
  
  

terça-feira, 5 de julho de 2016

PPS defende parlamentarismo e políticas sociais em reunião com Temer

  
A bancada do PPS se reuniu nesta terça-feira, 5, com o presidente interino, Michel Temer, e fez propostas como a defesa do parlamentarismo, contra o 'presidencialismo de coalizão', que é responsável por tantas e seguidas crises políticas no Brasil; também, que se faça uma cruzada em favor da educação, após a vergonha que foi divulgação de relatório da Unesco que deixou o Brasil em 83ª lugar em educação básica, atrás de muitos outros países da América Latina, alguns mais pobres que o Brasil, como a Bolívia; e que a superação da crise econômica não sacrifique as políticas públicas essenciais para a população, como saúde, educação e geração de emprego e renda. "São sugestões que levamos a ele que achamos que vão ajudar a valorizar os trabalhadores brasileiros", disse o deputado Arnaldo Jordy (PA).
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/GXXmohVXUI0
  

  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

Por sugestão de Jordy, Temer promete rediscutir a Lei Kandir

    
   
Do Portal PPS
  
Em audiência com a bancada do PPS, ocorrida no Palácio do Planalto, o presidente da República em exercício, Michel Temer, garantiu que encaminhará para análise da equipe econômica proposta levada pelo deputado federal Arnaldo Jordy (PA) para rediscutir a Lei Kandir.
  
A Lei Complementar no 87/1996, conhecida como Lei Kandir, promoveu significativas mudanças no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), entre as quais a desoneração deste tributo de competência estadual sobre as exportações de produtos primários e semielaborados.
   
No entanto, a regra tem causado perdas bilionárias ao estado do Pará. Desde a entrada em vigor da Lei, de acordo com informações de Jordy, a União deve ao Pará mais de R$ 32 bilhões pelo não repasse de compensações pela desoneração do minério de ferro.
     
“O presidente da República nos assegurou que o assunto (revisão da Kandir) será levada para estudo da equipe econômica. É uma notícia que agrada aos paraenses. É preciso destacar que não há como um estado sobreviver do ponto de vista fiscal quando quase a terça parte de sua produção é excluída da base de tributação do seu principal imposto”, justifica.
  
Jordy é autor de uma Proposta de Emenda à Constituição que devolve aos Estados a cobrança de ICMS sobre o minério que é alvo de exportação. A matéria tramita na Câmara dos Deputados.
   
Regularização fundiária
   
Arnaldo Jordy também apresentou a Michel Temer proposta para elaboração de um cadastro único com dados da questão fundiária no Pará. Para o parlamentar, a regularização de terras deve ser precedida pela coleta de dados a partir de informações conjuntas da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), Incra e institutos estaduais.
   
Jordy destacou ainda o pacto pela educação proposto pelo colega de partido, senador Cristovam Buarque (DF), que também estava presente ao encontro no Planalto.
    
“É preciso que este país priorize a educação. Não há nação desenvolvida que não tenha investido pesado nesta área. E o PPS está disposto a colaborar para que o Brasil avance muito neste campo”, concluiu.
   
  
Fotos: Beto Barata/PR
  
  

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Tragédia em Barcarena: parlamentares pedem colaboração à Secretaria Nacional de Defesa

  
  
Deputados federais, estaduais e senadores da bancada do Pará estiveram em audiência nesta quarta-feira (14) com o secretário Nacional de Defesa e Proteção Civil, general Adriano Pereira Júnior, onde relataram a tragédia ambiental e animal, causada pelo afogamento de 5 mil bois que estavam sendo embarcados para a Venezuela no porto de Vila do Conde, em Barcarena/PA. A iniciativa da reunião foi do deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), que vem se pronunciando desde o início da semana, chamando a atenção das autoridades para a gravidade da questão.
   
O acidente aconteceu no último dia 6, e a contenção providenciada pela Companhia Docas do Pará (CDP) - para reter as carcaças de dezenas bois e o óleo combustível, que escaparam da embarcação -, se rompeu, permitindo que a poluição chegasse a várias ilhas e praias da região, provocando além de uma tragédia ambiental, uma questão de alerta social, já que o odor insuportável e a superpopulação de bactérias e insetos estariam expulsando as pessoas de suas casas nas redondezas.
   
Baseados nestes fatos - que ainda podem piorar, pois existem informações de que restam ainda 3.600 carcaças em decomposição no navio -, é que a bancada paraense pediu colaboração à Secretaria para minimizar o impacto econômico das famílas que subsistem a partir da pesca, por exemplo, ficarão sem renda com a contaminação do rio.
   
Segundo Jordy, “a CDP não está fazendo nada para apoiar a população e a prefeitura de Barcarena está enfrentando sozinha a situação. Muitas famílias estão buscando casa de parentes em Belém e Abaetetuba, pois não há condições de ficarem em suas casas, pois até água para consumo corre o risco de contaminação”. 
  
Audiência Pública
  
A Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga os maus tratos a animais e a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara Federal, realizarão diligência em Barcarena, na próxima sexta-feira (16), para verificar as causas e consequências do naufrágio, com a participação de parlamentares, autoridades e a população em geral.
  
  
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
(61) 3215-3506 / 8276-7807