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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Jordy leva reclamações contra a Celpa ao Ministério Público do Estado do Pará

   
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) se reuniu nesta segunda-feira, 6, na sede do Ministério Público do Pará (MPPA), com os promotores de Justiça de Defesa do Consumidor, Joana Coutinho e Marco Aurélio do Nascimento, a promotora de Justiça de Muaná, Juliana Palmeira, representantes da ONG Instituto de Defesa da Cidadania (IDC) e da Comissão de Lesados pela Celpa. Em pauta, acusações de cobrança abusiva pela concessionária de energia em todo o Estado do Pará, com destaque para Barcarena, representada pelo Movimento dos Lesados pela celpa, criado naquele município, pela união de pessoas que se sentem prejudicadas pela concessionária.
  
Entre as deliberações da reunião, ficou decidido que será realizada, em data ainda a ser marcada, audiência pública para ouvir consumidores insatisfeitos com a prestação de serviços da Celpa. A empresa também será confrontada com os compromissos que fez com a melhoria no atendimento, em audiência pública realizada em março de 2015, em Belém, também a pedido de Jordy, após reclamações de consumidores, e sobre o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) já anteriormente pela empresa com o MPPA.
  
Jordy apresentou números sobre situações que geram reclamações dos consumidores, como faturas mensais exorbitantes sem justificativa, e pediu que sejam tomadas medidas abrangentes para controlar tais abusos da Celpa - Centrais Elétricas do Pará.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
   

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Jordy questiona Celpa sobre qualidade do atendimento ao cidadão

  
  
Em reunião no Ministério Público do Estado (MPE), nesta segunda de manhã, com a Celpa Equatorial, Defensoria Pública, Procon, Dieese e Instituto de Defesa da Cidadania (IDC), o deputado Arnaldo Jordy questionou fortemente a empresa sobre a má qualidade do atendimento ao cidadão. O caso de um servidor do MPE que pediu a palavra por não conseguir resolver com a empresa há vários meses um problema com o novo medidor instalado pela concessionária, e que por isso vem pagando a mais pela energia que não consumiu, serviu de exemplo das reclamações que continuam a chegar ao Procon, Defensoria Pública e MPE, e que incluem confissões de dívidas forçadas, sem que a culpa do consumidor por ligações ilegais tenha sido provada.
    
O deputado Jordy ficou irritado com o caso do servidor do MPE e a reincidência das reclamações, que mantém a concessionária de energia no topo do ranking do Procon-PA, e pediu providências urgentes à Celpa. "Isso é o depoimento real do que está acontecendo todos os dias", protestou Jordy sobre a queixa do servidor, cuja conta de energia passou de R$ 180 em média, para mais de R$ 500 mensais, sendo que o novo medidor faz a contagem de quilowatts mesmo com a chave geral desligada. Em sucessivas reclamações à empresa, nada foi resolvido e o consumidor foi obrigado a parcelar a dívida crescente. Para Jordy, a série de audiências e reuniões realizadas este ano ainda não fizeram com que a Celpa melhorasse o atendimento ao cidadão.
   
A promotora de Justiça Joana Coutinho declarou ao final que a Celpa será chamada a explicar pontos do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o MPE e que não estariam sendo cumpridos. Esse TAC também poderá passar por revisão. Para a promotora, é preciso melhorar a fiscalização das unidades consumidoras feitas por empresas terceirizadas, que é alvo de grandes reclamações aos órgãos de defesa do consumidor. Muitos se sentem enganados ao assinar documentos para evitar que energia seja cortada, que são na verdade confissões de dívidas que estão muito acima de suas condições de pagamento. De acordo com a promotora, a concessionária terá que assumir novas metas de melhoria do atendimento.
  
O IDC também levou ao MPE um documento contendo diversos casos de reclamações de consumidores sobre o atendimento prestado pela concessionária.
   
O deputado Jordy também prometeu questionar a Aneel sobre a razão de um aumento maior que o previsto ao consumidor residencial na revisão tarifária ocorrida este mês, na qual o aumento aos consumidores industriais foi reduzido da previsão inicial, em troca de um aumento maior aos consumidores residenciais. De uma previsão inicial de 4,15%, os consumidores receberam reajuste de 6,30% na reunião da diretoria da Aneel ocorrida semana passada.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar