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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Jordy apoia limite constitucional para “supersalários”

   
O Senado aprovou o chamado limite do teto constitucional para o vencimento dos servidores públicos, medida necessária, porque há no Brasil 17 mil servidores públicos, magistrados, servidores dos vários poderes, que incorporam “penduricalhos” para burlar a lei e receber acima do que diz a lei. “Festejamos essa decisão do Senado e a Câmara deverá votar a favor, no que depender do PPS, para eliminar essa patologia política, que é imoral e agride a isonomia de tratamento entre os servidores”, disse o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA).
   
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/_qJhoLs4uXY
   
   
    
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

PPS é contra anistia a caixa dois e contra supersalários no Judiciário

  
Em pronunciamento na tribuna da Câmara, o vice-líder do PPS, Arnaldo Jordy (PA), reiterou que o partido não aceita a anistia ao caixa dois eleitoral que é cogitada por algumas lideranças partidárias, para tentar aliviar as medidas de combate à corrupção em discussão no Congresso, por inspiração da Operação Lava Jato. “Nossa posição é muito clara, estamos dispostos a discutir a responsabilização do Judiciário e do Ministério Público em um outro projeto e dizer que nessas medidas, nem promotores, nem juízes estarão desafetos à responsabilidade contida nesse pacote.
  
Também temos simpatia às medidas que estão sendo tomadas contra os salários que excedem o chamado teto constitucional”, disse Jordy, que considera os supersalários uma “anomalia jurídica” que precisa ser combatida, assim como a aposentadoria compulsória com vencimentos integrais para magistrados que praticam crime de qualquer natureza. “Eles não podem mais ser premiados nessa condição”, disse Jordy. 
      
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/QuoYQoafw8U
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Jordy vota contra cortes na saúde e na educação

  
É preciso equilibrar as contas públicas, mas não com o sacrifício da educação e da saúde. Por isso, o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) votou contra a Proposta de Emenda Constitucional 241, a chamada de PEC dos gastos públicos. O parlamentar considera que o SUS já está na “UTI”, e poderá perder cerca de 34 bilhões até 2025.
  
Na educação, o Brasil ocupa o 83º lugar no IDEB mundial, e não pode descobrir essa área estratégica. “Por isso nosso voto foi contra, apesar de concordar com a necessidade de se fazer ajuste fiscal no Brasil”, disse Jordy, que aponta a irresponsabilidade do governo Dilma pelo déficit de R$ 170 bilhões no Orçamento e pelo pagamento de R$ 522 bilhões pelo governo à banca internacional, com juros altíssimos, em 2015.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/_tcOV2luGCo

   
  
Por: Assessoria Parlamentar