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quarta-feira, 19 de abril de 2017

PPS ajuda a aprovar projeto que socorre estados endividados

    
Do Portal PPS
     
A bancada do PPS na Câmara dos Deputados ajudou a aprovar, na noite desta terça-feira (18), o texto principal do Projeto de Lei Complementar (PLP) 343/17, que propõe um regime de recuperação para estados endividados em situação de calamidade fiscal. A proposta prevê, por exemplo, uma carência de três anos no pagamento das parcelas da dívida em troca de contrapartidas como a elevação de alíquotas de contribuição social de servidores, redução de incentivos tributários e privatizações.
   
Para o líder do PPS, deputado federal Arnaldo Jordy (PA), a aprovação do projeto dá um novo fôlego para estados que estão em calamidade financeira ao permitir que os serviços públicos tenham continuidade, que os servidores voltem a receber seus salários em dia e que os estados recuperem sua capacidade de investimento. No entanto, o partido ainda quer aperfeiçoar a proposta durante a votação dos destaques nesta quarta-feira (19).
  
“Ainda vamos tentar aprovar um destaque para incluir no texto uma emenda que permite que os estados que fizeram o dever de casa tenham um bônus e possam renegociar suas dívidas com condições mais favoráveis. Assim, eles poderão entrar no regime de recuperação sem a contrapartida que é exigida aos estados devedores. Afinal, os que conseguiram cumprir com a responsabilidade fiscal não podem pagar solidariamente pela irresponsabilidade daqueles que desviaram dinheiro público em troca até de anel de 800 mil reais para a esposa”, afirmou Jordy, ao se referir ao ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que hoje está preso. A mulher dele ganhou o “mino” de presente de um empreiteiro que, em troca de favorecimentos em obras no estado, pagava propina a quadrilha chefiada pelo ex-governador.
  
Mais sobre o projeto
  
Entre as mudanças previstas no substitutivo aprovado está a que permite a assinatura de convênios para a prestação de serviços essenciais e para assistência social a pessoas com deficiência, idosos, mulheres e jovens em situação de risco enquanto durar o período da recuperação fiscal. Também foi alterado de 20% para 10% ao ano o percentual de redução das renúncias tributárias instituídas por lei estadual, exigida dos participantes do regime.
  
No caso da proibição de gastos com publicidade durante a recuperação, o substitutivo aprovado nesta terça-feira ampliou o rol das exceções ao incluir aquelas para educação no trânsito e outras de “demonstrada utilidade pública”. Também poderá haver despesas com publicidade relacionada às áreas de saúde e segurança.
  
O projeto permite ainda a celebração de convênios com organizações sociais (OSCs) que impliquem redução de despesa durante a vigência da recuperação fiscal. (Com informações da Agência Câmara de Notícias)
  
  
Foto: J Batista/Câmara dos Deputados
   
  

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Dívidas dos Estados: emenda do PPS beneficia quem respeitou legislação

   
A Câmara Federal está discutindo o projeto de renegociação das dívidas dos Estados. Líder do PPS - Partido Popular Socialista Arnaldo Jordy (PA) fala sobre emenda do PPS que beneficia aqueles Estados que fizeram o dever de casa, cumprindo a Lei de responsabilidade fiscal, e não praticaram farra com dinheiro público, a despeito de outras unidades federativas como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/HSscFCDplwY
  
    
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 28 de julho de 2015

Jordy pede informações ao MEC sobre cortes de verbas para universidades paraenses

 
Uma solicitação de informação protocolada na mesa da presidência da Câmara Federal, e dirigida ao Ministério da Educação - MEC, tem como intuito verificar quais os critérios e estudos utilizados para os cortes orçamentários que devem atingir as universidades federais no Pará. O autor do pedido é deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) e objetiva esclarecer a informação que a Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) duas das maiores instituições do Estado, sofrerão corte de R$ 52 milhões em verbas de custeio e de investimentos.
   
O parlamentar, que em pronunciamento na tribuna da Câmara, já havia criticado fortemente o corte de verbas para a educação, que segundo ele prejudica enormemente as instituições de ensino, considera a atitude do governo federal um golpe no desenvolvimento do Pará. 
   
"As duas maiores instituições de graduação na Amazônia, que realizam sua missão constitucional de produzir conhecimento e saber, terão dificuldades profundas para manterem suas atividades", afirmou o vice-líder do PPS.
   
No requerimento de informação apresentado, Jordy indaga quais as compensações previstas pelo Ministério da Educação, caso os cortes se concretizem, para que os impactos nas atividades acadêmicas sejam minimizados.
   
Ajuste fiscal
   
O governo federal realizou um corte de R$ 69,9 bilhões nas despesas do Orçamento de 2015, para garantir o cumprimento da meta de superávit primário — a economia para o pagamento de juros da dívida pública — de R$ 66,3 bilhões ou 1,13% do Produto Interno Bruto (PIB). A pasta da educação sofreu a terceira maior redução, de R$ 9,8 bilhões, e receberá o mínimo exigido pela Constituição, R$ 15,1 bilhões.