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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Lei Kandir: Jordy cobra acordo para compensações aos Estados e municípios

   
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) participou, nesta quarta-feira (27), de audiência pública no Senado Federal, promovida pela Comissão Mista (Câmara e Senado) Especial que debate a Lei Kandir, que contou com representantes do governo federal, do Tribunal de Contas da União, de entidade associativas e Secretários e Governadores de vários Estados, como Simão Jatene, do Pará, além de parlamentares.
  
Estados e municípios exportadores de commodities, como minério, pleiteiam compensações do governo federal por perdas decorrentes de 20 anos da vigência da legislação. 
     
O Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o Congresso faça até o fim deste ano a revisão do PLP 221/98, conhecida como Lei Kandir. O governo federal, no entanto, não reconhece este passivo, que segundo instituições, como a Fundação Getúlio Vargas (FGV), estaria entre 550 e 700 bilhões de reais.
   
Jordy preside a comissão especial da Câmara Federal que analisa a legislação e conclamou para um entendimento razoável, segundo a determinação do STF, pois foi ancorada em bases técnicas. “Os Estados e municípios foram sacrificados pela Lei Kandir e não suportam continuar nesta situação”, afirmou o deputado paraense.
   
  
Por: Assessoria Parlamentar
    
  

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Comissão negocia com Ministério compensações por perdas bilionárias com Lei Kandir

   
   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) participou nesta terça-feira (20) de reunião da Comissão Especial da Câmara Federal que analisa alterações na Lei Kandir, com o Secretário Executivo, Eduardo Refinetti Guardia e técnicos do Ministério da Fazenda.
   
Jordy preside a comissão, que tem como objetivo a revisão do PLP 221/98, mais comumente conhecida como Lei Kandir. Senadores que integram a Comissão Mista (Câmara e Senado) Especial também estiveram presentes, como Wellington Fagundes (PR/MT), Flexa Ribeiro (PSDB/PA) e Antônio Anastasia (PSDB/MG).
   
A legislação previa transferências da União para os Estados de modo a reduzir estas perdas, mas estes repasses não aconteceram. Deputado e senadores negociam com o Ministério, formas de compensação, por parte do governo federal, por perdas bilionárias durante os 20 anos de vigência da legislação, afetando principalmente Minas Gerais, Amapá, Bahia, Pernambuco, Espírito Santo, Tocantins e Pará.
   
Estudos de instituições como a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa); Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e Fundação Getúlio Varga (FGV), apontam para perdas para os Estados entre 550 e 700 bilhões de reais em duas décadas de Lei Kandir. O governo federal não reconhece este passivo.
   
O Supremo Tribunal Federal (STF), no entanto, pressupôs a existência deste prejuízo, e determinou que o Congresso revise a legislação, apresentando uma regulamentação até o fim deste ano. 
  
As negociações estão focadas em três pontos: no valor do montante a ser compensado pelo governo federal; no critério de distribuição deste montante e na definição da transição para a nova legislação.
    
Segundo Arnaldo Jordy, o debate é necessário, de modo que se chegue um entendimento razoável, segundo determinou o STF, “pois não é compreensível que alguns Estados continuem a serem meros exportadores do desenvolvimento alheio, culpa de uma estrutura federativa deformada. Os Estados e municípios que foram mais sacrificados pela Lei Kandir não suportam continuar nesta situação”.
   
Eduardo Guardia reconheceu a necessidade de um entendimento, porém quanto às compensações, ele apontou a necessidade constitucional em se apontar as fontes dos recursos para as despesas que possivelmente serão criadas.
   
Uma nova rodada de conversações, entre os parlamentares e o Ministério, acontecerá na próxima terça-feira (26) e uma audiência sobre o tema está agendada para o Senado, na quarta-feira (27).
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Jordy quer Comissão de Inquérito para investigar interesses em extinção da Reserva Nacional do Cobre

  
      
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), é autor, junto a senadores e deputados de diversas legendas partidárias, de um requerimento de abertura de Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), destinada a investigar denúncia de favorecimento às empresas estrangeiras com a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), em decreto do dia 22 último, do presidente Michel Temer. 
   
Criada em 1984 e com quase 5 milhões de hectares, a Renca está localizada entre o Pará e Amapá, e contém minérios como ouro, ferro, manganês e tântalo, de interesse de grandes mineradoras. Ela abriga ainda sete unidades de conservação (UCs), como Estação Ecológica do Jari e o Parque Nacional do Tucumaque, incluindo as terras indígenas Rio Paru D’Este e Waiãpi.
   
No documento destinado a assinaturas dos parlamentares e que será protocolado, justifica-se a CPMI baseada nas demonstrações – algumas públicas -, de interesses de empresas canadenses na região e ações do governo federal para autorizar a exploração mineral por empresas estrangeiras na área.
   
Arnaldo Jordy, líder da bancada do PPS, considera a extinção nociva ao país e à proteção do bioma de uma área um pouco maior que a área da Dinamarca. “A sociedade, o poder Judiciário, boa parte do Legislativo e o povo brasileiro, principalmente as populações da Amazônia, querem a revogação deste ato que lesa o interesse nacional”, afirmou o parlamentar paraense.
   
A CPMI tem ainda como autores os deputados Júlio Delgado (PSB/MG), Alessandro Molon (Rede/RJ) e os senadores João Capiberibe (PSB/AP) e Randolfe Rodrigues (Rede/AP) e para ser instalada, o documento necessita da assinatura de ao menos 27 senadores e 171 deputados.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Bancadas do PPS na Câmara e no Senado defendem renúncia imediata de Temer

    
    
Nota à imprensa
  
As bancadas do PPS na Câmara dos Deputados e no Senado Federal vêm a público, diante dos últimos acontecimentos na esfera política, manifestar seu posicionamento:
 
As denúncias até então divulgadas são de tal gravidade, que se for confirmado o teor da delação do empresário Joesley Batista, o presidente Michel Temer precisa renunciar imediatamente para a preservação dos interesses do Brasil, com a manutenção da recuperação da economia, a retomada do crescimento e a geração de empregos.
  
Caso venha a público tal áudio com o teor já adiantado pela imprensa, o presidente Michel Temer perde a capacidade de continuar à frente do comando do país e é necessário que esse vácuo de governabilidade seja preenchido o mais rapidamente possível.
  
A saída para a crise deve respeitar o balizamento constitucional. Esta obediência à Carta Magna fará com que os poderes da República busquem a solução democrática, inclusive até com a possibilidade de realização de nova eleição direta, devolvendo para o povo a chance da escolha daquele que comandará o país até 2018.
  
Também mantemos a confiança e o apoio à operação Lava Jato que tem produzido resultados positivos ao conjunto da sociedade que não tolera, nos dias de hoje, corrupção e impunidade.
  
As bancadas do PPS na Câmara e no Senado encaram, mais um vez, com responsabilidade esse novo desafio e tudo fará em nome do interesse coletivo da Nação.
  

Brasília, 18 de maio de 2017
  
  
Foto: Robson Gonçalves
   
  

terça-feira, 25 de abril de 2017

Arnaldo Jordy: Senado corre contra o tempo para intimidar a Lava Jato

  
   
Do Portal PPS
  
O líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), demonstrou nesta terça-feira (25) preocupação com o avanço do projeto, no Senado Federal, que trata do abuso de autoridade. Após um pedido de vista, a matéria pode voltar à pauta e ser votada esta semana.
   
Para membros do Judiciário e do Ministério Público, o relatório do senador Roberto Requião (PMDB/PR) constitui verdadeira vingança contra a força-tarefa que investiga o esquema de corrupção descoberto pela Operação Lava Jato.
  
“Com exceções de pouquíssimos partidos, entre eles o PPS, as demais forças políticas no Senado correm contra o tempo para tentar impor um freio e, assim, intimidar a Lava Jato, ao articularem a “toque de caixa” a aprovação do projeto sobre abuso de autoridade”, disse Jordy.
   
O relatório de Requião é o único item da pauta da CCJ. O texto que ele apresentará é um substitutivo a um projeto, originalmente, apresentado pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que é investigado no âmbito da Lava Jato e réu no Supremo Tribunal Federal por desvio de dinheiro público. O peemedebista também é alvo de uma dezena de inquéritos na Corte.
   
Limitações
     
Arnaldo Jordy também classificou como estranhas as manifestações de promotores e procuradores que defenderam a aprovação de resolução do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) que poderia prejudicar os trabalhos da Lava Jato.
   
A proposta limita o número de procuradores que uma unidade do Ministério Público pode ceder para uma investigação de outra unidade. A força-tarefa da Lava Jato conta com especialistas do Ministério Público de todo o país.
   
“Esta resolução causa muita estranheza, já que parece haver a articulação de “forças ocultas” que veem nesta resolução uma alternativa para afetar o andamento dos trabalhos da operação que é referência mundial na investigação de crimes de corrupção envolvendo altas autoridades”, disse o líder do PPS.
   
A tramitação da resolução está suspensa temporariamente, após o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedir vista para analisar melhor a matéria.
   
A resolução fixaria em 10% a quantidade de procuradores que uma unidade do MP poderia ceder. Quando Janot pediu vista, a votação estava em 8 a 1 a favor do texto. O total de conselheiros que votam é 10.
  

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Jordy apoia limite constitucional para “supersalários”

   
O Senado aprovou o chamado limite do teto constitucional para o vencimento dos servidores públicos, medida necessária, porque há no Brasil 17 mil servidores públicos, magistrados, servidores dos vários poderes, que incorporam “penduricalhos” para burlar a lei e receber acima do que diz a lei. “Festejamos essa decisão do Senado e a Câmara deverá votar a favor, no que depender do PPS, para eliminar essa patologia política, que é imoral e agride a isonomia de tratamento entre os servidores”, disse o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA).
   
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/_qJhoLs4uXY
   
   
    
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Brasil pediu a queda de Renan, diz Jordy

    
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) espera que o plenário do Senado confirme o afastamento do senador Renan Calheiros (PMDB/AL), denunciado doze vezes por crimes de colarinho branco e afastado monocraticamente, com base na tese, já consagrada no Supremo Tribunal Federal, de que quem se tornou réu não pode estar na linha sucessória da Presidência da República. “Aconteceu aquilo que todos desejavam, inclusive os brasileiros que foram às ruas neste domingo, nesta manifestação democrática de apoio à Lava Jato”, disse Jordy. 
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/je-PfRUzO-Q
  
    
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Jordy é contra ataques à Lava Jato pelo Congresso

     
A Câmara aprovou durante a madrugada da quarta-feira (30), o projeto das Dez medidas contra a corrupção, que vieram das ruas com dois milhões de assinaturas. Mas, os grandes partidos decidiram frustrar a opinião pública e desfiguraram o projeto das Dez medidas. Tudo porque não tiveram espaço para aprovar a anistia ao caixa dois, como queriam, e resolveram retaliar.
  
Em vídeo, o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) pede que as população indignada pressione os senadores para que retomem o projeto original, como veio da comissão especial. Outra providência é exigir que o presidente da República vete o projeto desfigurado, ou ainda, que o STF o considere inconstitucional. Jordy é favorável a uma iniciativa contra o abuso de autoridades, mas em um projeto próprio, e não para retaliar a Lava Jato, como foi feito na madrugada. 
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/yCxgCNpO7yY
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

ARTIGO - Foro privilegiado precisa acabar

   
  
* Arnaldo Jordy
   
O Senado Federal está prestes a apreciar Projeto de Emenda Constitucional que põe fim ao foro privilegiado de políticos e autoridades nas infrações penais comuns. Infelizmente, a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que apreciaria a matéria, na quarta-feira, 16, foi adiada por falta de quórum, a despeito da importância do tema, que mobiliza a sociedade em um esforço contra a impunidade.
   
Apesar de ter-se transformado em um instrumento de privilégios, o foro privilegiado, conceitualmente foi criado com o objetivo de evitar que autoridades fossem beneficiadas ou prejudicadas por decisões políticas, exaradas por juiz singular, imaginando que o magistrado em início de carreira, numa cidade do interior, poderia ter dificuldade para contrariar a estrutura de poder local ou, no sentido contrário, aquele que desafiasse o “status quo”, poderia ser vítima de uma armação que envolvesse juiz, promotor e delegado. Este instituto no entanto, virou instrumento de manobra pelas defesas dos acusados de crimes, que o utilizam para procrastinar as decisões judiciais.
   
Esta semana, o jornal “Folha de S. Paulo” publicou um levantamento informando que casos de foro privilegiado em julgamento no Supremo Tribunal se arrastam por até 18 anos. Nos últimos 10 anos (2005 a 2015), uma de cada três ações contra parlamentares no STF foi arquivada, ou seja, em 33% dos casos o Estado perdeu a obrigação de punir os acusados. Entre os casos mais notórios estão o do deputado Paulo Maluf, o senador Jader Barbalho e a senadora Marta Suplicy.
   
De acordo com o levantamento, são 84 ações contra 53 deputados e senadores hoje em andamento no Supremo. A maioria tramita há mais de sete anos, sem um desfecho. Quando um cidadão que tem ações contra si na Justiça comum obtém um cargo eletivo, ou se torna ministro, o caso é imediatamente remetido ao Supremo. Quando ele perde o cargo ou deixa o ministério, o caso volta à esfera comum, retornando à estaca zero. Este é o segredo da procrastinação.
   
Se a Justiça comum julgasse todos estes casos, a sentença seria mais rápida. Na Lava Jato, 22 processos receberam sentença do juiz Sergio Moro com tempo médio de um ano e seis meses!
   
Aliás, tratando-se de Lava Jato, em dois anos e sete meses, Sérgio Moro já proferiu 118 condenações. Juntas, somam 1.256 anos, 6 meses e 1 dia de prisão. Isso é muito mais do que 25 anos do STF, que não chegou neste período a 10 condenações.
   
Ao todo, tramitam onze Propostas de Emenda à Constituição que tratam do fim do foro privilegiado. Uma delas foi apresentada pela bancada do PPS, através do líder Rubens Bueno, por considerar o foro privilegiado uma patologia jurídica, que só tem protegido os poderosos de colarinho branco.
   
No Brasil, tem foro privilegiado, para as ações penais, o presidente da República, os ministros (civis e militares), todos os parlamentares, prefeitos, integrantes do poder judiciário, do Tribunal de Contas da União (TCU) e todos os membros do Ministério Público. São cerca de 20 mil pessoas. É um exagero.
   
O presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Roberto Carvalho Veloso, por exemplo, considera o foro um instrumento para a impunidade. Além disso, lembra que a Corte constitucional não é o lugar mais adequado para o julgamento desse tipo de ação. O tempo médio para julgamentos do STF é de 1.396 dias, de acordo com o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), João Ricardo dos Santos Costa, que defende a instrução e o julgamento para crimes comuns em primeira instância.
   
Um de seus mais veementes opositores tem sido o ministro Luiz Roberto Barroso que recentemente declarou a imprensa: “Foro por prerrogativa de função é um desastre para o país, minha posição é extremamente contra. É um péssimo modelo brasileiro e estimula fraude de jurisdição, na qual, quando nós julgamos, o sujeito renuncia, ou quando o processo avança, ele se candidata e muda a jurisdição. O sistema é feito para não funcionar”.
   
Fica aqui o nosso voto de que o Congresso ajude a Lava Jato a iniciar uma nova era, de menos impunidade e de Justiça mais efetiva, dando um passo largo contra a lentidão e a procrastinação, mudando a legislação que garante a tantos um tratamento desigual no Judiciário.
  
  
* Arnaldo Jordy é deputado federal pelo PPS
  
  

Jordy faz apelo em favor das Dez Medidas contra a Corrupção

  
As Dez Medidas contra a Corrupção, em tramitação no Congresso, têm por objetivo dar continuidade à Operação Lava Jato, que vem passando o Brasil a limpo, ao botar na cadeia 138 criminosos de colarinho branco, graças ao trabalho do juiz Sérgio Moro, da Receita Federal, do Ministério Público e da Polícia Federal. Quem não tem feito a sua parte.são os deputados, que, infelizmente, não deram quórum à reunião da Comissão Especial nesta terça-feira, 15.
  
Vários partidos se ausentaram e outros nem indicaram membros, tudo para favorecer a inclusão no projeto da anistia ao caixa 2 eleitoral, em mais uma grande "pizza", pra favorecer a impunidade. Neste vídeo, o deputado Arnaldo Jordy faz um apelo para que os cidadãos pressionem seus deputados, para que não deixem que isso ocorra.
    
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/90ZEH4R2M8c
  

  
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

PPS apóia o fim do foro privilegiado

 
Em vídeo, o deputado Arnaldo Jordy (PA) explica a posição do PPS pelo fim do foro privilegiado, este instrumento que tem servido para atrasar a ação da Justiça e garantir a impunidade de poderosos.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/4ZTWfyatDjo
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

Jordy diz que foro privilegiado é “patologia jurídica”

  
Do Portal PPS  
     
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), disse nesta quarta-feira (16) que o PPS apoia a aprovação do fim do foro privilegiado, já que esta prerrogativa dada a algumas autoridades de só serem julgadas em instâncias superiores da Justiça representa uma “patologia jurídica”.

Propostas que acabam com o foro especial estão sendo apreciadas paralelamente pelas comissões de Constituição e Justiça do Senado e da Câmara dos Deputados.
  
Jordy estima que mais de 20.000 pessoas detenham o foro privilegiado no Brasil. “O PPS apoia o fim desta excrescência, desta patologia jurídica que é o foro privilegiado. É lamentável que em 33% dos casos envolvendo estas autoridades, o Estado perdeu a capacidade de julgar e punir os criminosos”, justificou o deputado do PPS.
   
Na opinião do parlamentar, são muitos os que têm foro privilegiado e que têm usado a prerrogativa para ficar impunes após o cometimento de delitos. Arnaldo Jordy citou Proposta de Emenda à Constituição, de autoria do líder Rubens Bueno (PPS/PR), que extingue o foro privilegiado. A matéria está na CCJ da Câmara.
  
Levantamento elaborado pela “Folha de S.Paulo” mostra que há casos de foro privilegiado que se arrastam por até 18 anos.
  

Foto: Robson Gonçalves
  
  

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Senado aprova lei de combate ao tráfico de pessoas

    
O Senado aprovou o Projeto de Lei 479/2012, que tipifica o crime de tráfico de pessoas no Código Penal. Para isso, teve a contribuição valiosa da CPI do Tráfico de Pessoas, presidida por Arnaldo Jordy em 2014 e que propôs, entre outras mudanças, a criação de um tipo penal básico para o tráfico de pessoas.
   
A CPI também propôs alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente, no Código Penal, no Código de Processo Penal, na Lei de Crimes Hediondos, na Lei dos Transplantes, na Lei Pelé e na Lei de Artistas e Técnicos de Espetáculo de Diversões, além de adequar a legislação nacional às Convenções Internacionais de Palermo e de Haia que tratam do tráfico de pessoas, o que finalmente ocorreu agora.
  
Com a aprovação do projeto originário do Senado, a legislação brasileira fica alinhada aos acordos internacionais que tratam desse problema seríssimo, que movimenta bilhões de dólares e é uma das fontes de recursos do crime organizado. Um fato para ser comemorado.
  
Pelo texto aprovado na terça-feira, 13, fica tipificado o tráfico de pessoas, sujeito a pena de quatro a oito anos de prisão. Antes, a legislação limitava-se a tipificar o tráfico de mulheres para fins de exploração sexual e o tráfico de crianças. Com a proposta, a legislação passa a abranger o tráfico para trabalhos forçados e para transplantes de órgãos.
    
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

PPS vai defender os interesses do país, independente do governo.

   
O Senado concluiu um longo processo, iniciado na Câmara, de afastamento da presidente Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade. Dilma desrespeitou a Constituição e por isso foi cassada. “Estamos iniciando um novo ciclo, para superar a mais grave crise econômica gerada na história recente do país, com 12 milhões de desempregados e uma inflação sem controle”, disse Jordy, que condenou o pagamento de juros e serviços da dívida pública no valor de 522 bilhões de reais em 2015, pelo governo que agora caiu.

“Por tudo isso é que estamos apostando em um novo caminho, independente da agenda do presidente Temer, que precisa ser avaliado a cada momento, o papel do PPS e das forças comprometidas com o desenvolvimento do país é apostar numa agenda que responda aos interesses do país, independente de ser a agenda do governo”, disse Jordy, que defendeu a reconstrução daquilo que foi destruído no governo passado.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui 
  
 
  
    
Por: Assessoria Parlamentar
  
  








terça-feira, 30 de agosto de 2016

Impeachment: País precisa virar essa página da sua história, afirma Jordy

     
O País precisa ultrapassar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, para voltar a crescer, após virar essa página difícil da sua história. “Mesmo nós, no cumprimento de nossa obrigação constitucional, isso não é desejado por nós”, disse Jordy, que lamentou a insistência de Dilma na tese do “golpe parlamentar”.
    
“É patético, numa sessão em que o rito da Constituição está sendo minuciosamente cumprido, inclusive fiscalizado pela suprema corte, numa sessão solene presidida pelo presidente do Supremo Tribunal, ela falar em golpe, com as instituições todas funcionando, a imprensa nacional e internacional gravando, tudo ocorrendo como preza a nossa Constituição”, disse Jordy, que aponta um ato de desespero de Dilma, que insiste em não fazer uma autocrítica diante dos crimes praticados contra a Constituição e que, por isso, está impedida de continuar governando.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/p8i2hlKjO0k
     
     

Por: Assessoria Parlamentar
  
  

Arnaldo Jordy: É patético ver Dilma falar em golpe parlamentar

   
  
Do Portal PPS
     
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), classificou, nesta segunda-feira (29), de “patético” e “caricato” o discurso da presidente afastada Dilma Rousseff que, em sua defesa no processo de impeachment e diante dos senadores, disse que é “vítima de um golpe parlamentar”.
  
“Quero lamentar o desespero da presidente da afastada. Falar em golpe parlamentar numa sessão que cumpre, religiosamente, os ritos impostos pela Constituição Federal e que está sendo presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) é caricato demais. É uma cena patética que o Brasil assistiu”, disse o deputado do Pará.
  
Jordy comentou que Dilma Rousseff esteve no Senado Federal para “prestar contas dos atropelos do seu governo”. Acrescentou que espera daquela Casa Legislativa resposta para um processo que cumpre estritamente os preceitos legais e constitucionais.
  
“Esperamos que, em breve, esta página da nossa lamentável história possa ser passada a limpo com o afastamento definitivo da presidente da República, como prevê a Constituição democrática do Brasil”, disse.
   
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quarta-feira, 27 de abril de 2016

No Senado, Jordy denuncia que população é excluída em Belo Monte

   

O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) participou na tarde desta quarta-feira (27), no Senado Federal, de audiência da subcomissão que acompanha as obras da hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira/PA. A reunião é complementar à vistoria realizada por parlamentares do Senado e da Câmara Federal no dia 7 deste mês, onde foram verificadas in loco as obras e maquinários da hidrelétrica, que é principal empreendimento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ao custo de mais de 30 bilhões de reais, cujo funcionamento está em fase inicial, após anos de construção e de denúncias de corrupção.
   
Na vistoria, o que mais preocupou a comitiva, foi a questão das condicionantes, um conjunto de obras e equipamentos públicos, previstos em contrato, que a Norte Energia, responsável pela construção de Belo Monte, deveria executar e entregar à população, como compensação pelos danos sociais e ambientais nas regiões e cidades no entorno da obra.
   
Na audiência, Arnaldo Jordy chamou a atenção novamente para o que foi constatado na visita. Para o parlamentar, o modelo de implementação desta obra, e de tantas outras na região Amazônia, está defasado, pois visa contemplar apenas as grandes indústrias, em detrimento das populações das áreas de influência destes grandes empreendimentos.
    
“O que pudemos constatar em Belo Monte, é que houve uma flagrante agressão ao meio ambiente e às populações originárias, que além de sofrer com a queda de todos os índices de desenvolvimento humano, ainda não foram atendidas pelas condicionantes, como iluminação, escolas, creches e transporte, que penalizam mais de 20 mil famílias. Há denúncias de crianças que perderam o ano letivo, pois várias escolas não foram entregues pela Norte Energia, dentre outros equipamentos urbanos para as comunidades que foram realocadas”, afirmou Jordy, que luta por um novo modelo de desenvolvimento na região, no qual os ônus destas obras não recaiam sobre os entes federativos mais vulneráveis, como Estado e Municípios.
    
Participaram da reunião, além de senadores e deputados, autoridades municipais e Estaduais, além de representantes da Norte Energia, como o presidente Duílio Diniz Figueiredo, bem como a Procuradora Federal em Altamira, Thais Santi Silva.
 
 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Máfia do Futebol: Jordy solicita documentos a órgãos de investigação

  
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Máfia do Futebol da Câmara Federal, vai solicitar informações e documentos a diferentes órgãos sediados no Brasil e no exterior para auxiliar os trabalhos do colegiado. A CPI aprovou nesta quarta-feira (13) requerimentos apresentados por parlamentares.
   
O grupo investiga denúncias de irregularidades cometidas por dirigentes da Federação Internacional de Futebol (Fifa). Investigações feitas pela Justiça dos Estados Unidos, apontam para um esquema mundial de propinas e subornos na comercialização de jogos e direitos de marketing de competições de futebol.
   
Neste sentido, o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) teve aprovados cinco requerimentos de sua autoria, onde solicitam à polícia federal brasileira, à justiça norte-americana e à Fifa, o compartilhamento de todos os documentos e informações, relacionados às investigações de fraudes que envolvem os ex-presidentes da CBF, Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero e Jose Maria Marin. Outro solicita informações de processos contra os ex-dirigentes ao Ministério Público Federal, envolvendo fraudes no futebol nacional.
   
O vice-líder do PPS também teve aprovado pelo colegiado, requerimento onde é solicitado o compartilhamento de informações com a CPI em funcionamento no Senado, que também investiga crimes no futebol brasileiro. “Nós não podemos desprezar o trabalho já acumulado pela CPI do Senado”, justificou o deputado paraense.
   
Máfia internacional
   
José Maria Marin, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é investigado juntamente com outros seis cartolas. Marin foi detido em maio do ano passado, na Suíça, e hoje cumpre prisão domiciliar em Nova York.
   
  
Com informações da Agência Câmara

   
  

quarta-feira, 8 de julho de 2015

No senado, Jordy defende alterações no ECA em alternativa à redução da maioridade penal

  

Parlamentares e entidades pedem ao Senado para barrar fim de desarmamento e redução da maioridade
   
Deputados, senadores e representantes de entidades da sociedade civil estiveram em audiência nesta quarta-feira (8), com o presidente do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB/AL), onde pleitearam apoio para barrar mudanças no Estatuto do Desarmamento e evitar a redução da maioridade penal. 
  
Até agosto, a Câmara dos Deputados deve votar, em comissão especial, o Projeto de Lei da Câmara (PLC 3722/12) que revoga a Lei 10.826 de 2003, conhecida como Estatuto do Desarmamento e permite mudanças como aumento do tempo de validade do registro de arma de fogo e menos rigor para quem quiser andar armado. O presidente do Senado, Renan Calheiros, foi autor da lei que criou regras rígidas para o porte e venda de armas de fogo no país, para desestimular a sociedade a comprar armas para defesa pessoal. 
  
Tendo à frente Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos dos Brasil, o grupo de parlamentares foi unanime na defesa do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e do Desarmamento, que foram modelos para diversos países. 
  
“Comemoro a presença de vocês aqui no Senado. Não vou negar a necessidade de discutirmos todos esses assuntos, mas não podemos permitir qualquer alteração que caracterize retrocesso do controle da segurança pública”, afirmou Renan. O Estatuto do Desarmamento ainda passou por referendo popular em 2005. 
  
Maioridade Penal 
  
Outra reivindicação do grupo foi que o Senado rejeite a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171 de 1993, em segundo turno de discussão na Câmara, e que deve chegar à Casa para revisão em breve. A PEC reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos específicos. 
    
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), que integra a recém-formada “Frente pela Vida e pela Paz”, afirmou que o Senado pode ser uma barreira contra a onda conservadora que tem pautada o Congresso. Jordy defendeu soluções infraconstitucionais, como alterações no ECA, para aplicação de medidas mais duras a menores infratores, capazes de responder ao anseio da sociedade sobre a questão. No entanto, Jordy ressalta que só esta medida, não será capaz de resolver o problema da segurança pública. 
    
Dom Leonardo defendeu a constituição de 1988, e afirmou que as mudanças propostas pela Câmara Federal, não se refletirá nos resultados que a população enseja, que é a redução nos índices de criminalidade. "Muito pelo contrario, não será prendendo os jovens que teremos adolescentes melhores", afirmou o religioso, se referindo às propostas de redução da maioridade penal. 
  
Participaram da reunião, representantes da Comissão de Justiça e Paz da CNBB, da Anadep, da Anamatra, da OAB, do Instituto Sou da Paz, da UNE, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, dentre outros. 

    
Com informações da Agência Senado 
     
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