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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Deputados defendem responsabilidade solidária de times para combater abuso sexual no futebol

     
   
Da Agência Câmara
Por Lara Haje
  
Deputados defenderam a responsabilidade solidária de times e clubes de futebol para combater os crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Para parlamentares integrantes da Comissão de Direitos Humanos, não apenas os abusadores devem ser responsabilizados.

A posição foi defendida em audiência pública para avaliar a implementação do pacto pela proteção das crianças e dos adolescentes firmado entre a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), os clubes esportivos e a CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em 2014.

O deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), que presidiu a CPI, disse que este é um dos pontos que precisam ser corrigidos na legislação. A CPI elaborou projeto de lei (PL 8038/14) que cria mecanismos para o controle e a fiscalização de escolas de formação de atletas destinadas a crianças e adolescentes. A proposta já foi aprovada na Comissão de Esporte e aguarda parecer na Comissão de Seguridade Social e Família.
  
A Comissão de Direitos Humanos vai fazer levantamento de outros projetos que tratem de abuso de crianças e adolescentes no futebol para pedir ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, prioridade e celeridade na tramitação deles na Casa.
  
Outros abusos
  
Na audiência, a procuradora do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho, Regina Duarte da Silva, afirmou que as situações de abuso no futebol incluem também exploração econômica de adolescentes; excesso de carga de treinamento; alojamentos inadequados; ausência de formalização de contrato; lesão ao direito à convivência familiar; excesso de testes ou “peneiras”, com intuito exclusivamente arrecadatório pelos clubes; tráfico humano; e lesão ao direito à educação.
  
Conforme a procuradora, o sucesso só alcança 1% das crianças e adolescentes que tentam a carreira e, por isso, é essencial a formação educacional para que eles tenham outras opções profissionais no futuro.
  
    
Foto: Lúcio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados
  
  

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Sustentabilidade: Jordy parabeniza apoio do Ministério do Meio Ambiente à Copa Verde 2017

   

O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), participou nesta quarta-feira (15), no Ministério do Meio Ambiente, em Brasília, de assinatura de protocolo de intenções para o desenvolvimento das ações e atividades socioambientais e de sustentabilidade da Copa Verde 2017, competição da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que terá a participação de 18 clubes das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. O protocolo foi assinado pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, pelo o vice-presidente da CBF, Antônio Nunes, pelo secretário-geral da CBF, Walter Feldman e pelo presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Gilberto Occhi.
   
A competição foi a primeira de iniciativa sustentável no futebol brasileiro. Em 2016, os torcedores puderam trocar garrafas pet por ingressos, configurando a primeira competição carbono zero do futebol brasileiro. No total, foram 1.951 quilos de garrafas pet trocados por 13 mil ingressos. Os resíduos foram destinados a quatro cooperativas do Movimento Nacional de Catadores para reciclagem. 
    
Segundo a CBF, neste ano, em continuação ao projeto, será levantada a bandeira do Carbono Zero, com ações de compensação das emissões de gás carbônico e de preservação do meio ambiente.
  
Em sua fala, Jordy lembrou que algumas das iniciativas da Copa Verde foram definidas em reuniões realizadas em Belém (PA) e que o tema da sustentabilidade é de extrema importancia a toda sociedade, sugerindo ainda ações junto às torcidas organizadas, o que poderá, segundo ele, colaborar para a pacificação nos estádios. De acordo com o líder do PPS, “com o protocolo ora assinado, a Copa Verde ganhará em importância, valorizando diretamente os clubes que dela participam”, ressaltou o parlamentar paraense.
  
Sarney Filho lembrou que a Copa Verde, que está em sua quarta edição, foi considerada a primeira competição carbono zero do futebol mundial – o CO2 (gás carbônico) emitido com a realização dos jogos foi compensado por meio do plantio de 1.122 mudas nativas. “A competição também nos ajudará a difundir melhor o combate ao desmatamento da Amazônia, a gestão de resíduos sólidos, a preservação da fauna e da flora, entre outras questões prioritárias”, afirmou.
  
Para o vice-presidente da CBF, Augusto Nunes, a intenção é consolidar o campeonato como referência mundial em competição sustentável. “A imagem do Brasil no exterior está muito associada ao futebol. Queremos que o mundo passe a conhecer também o que a Amazônia representa de melhor para o Brasil”, afirmou.
  
Lançamento
  
O lançamento da edição de 2017 da Copa Verde será feito nesta sexta-feira (17), no palácio Setentrião, sede do governo do Amapá, em Macapá, momento em que serão conhecidas as novidades previstas para a Copa Verde 2017, que se juntam às ações adotadas no ano passado, quando o Paysandu, clube paraense, foi campeão ao vencer o Gama no placar agregado nas finais, de 3 a 2. Os dois foram os primeiros a receber o ecológico Troféu Vivo, que é uma muda de árvore a ser plantada na sede do clube vencedor.
  
Os torcedores que quiserem acompanhar os jogos nos estádios poderão novamente trocar garrafas PET por ingressos. Na edição 2017, que terá jogos até 15 de maio, além do Troféu Vivo, haverá novamente concurso de redação para estudantes sobre a conscientização ecológica e a presença nos jogos do Vermelhão, mascote oficial do campeonato inspirado na arara-vermelha-grande, animal ameaçado de extinção e encontrado em estados onde estão sediados os clubes participantes do torneio. O vencedor terá acesso direto às oitavas de final da Copa do Brasil de 2018.
    
  
Por: Assessoria Parlamentar / Com informações do G1 e Ministério do Meio Ambiente
  
    

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Jordy defende clubes do Norte e Nordeste na Copa Verde

 
Em pronunciamento na Câmara, o deputado Arnaldo Jordy falou sobre futebol paraense. Parabenizou o Clube do Remo pela eleição do ex-deputado federal Manoel Ribeiro para a presidência, e protestou contra a exclusão do Paysandu Sport Clube e do Santa Cruz, campeões, respectivamente, da Copa Verde e da Copa do Nordeste, de participação da Copa Sul-Americana de 2017.
  
“Simplesmente a Conmebol, depois do jogo jogado, depois da regra estabelecida, resolveu excluir esses dois clubes de disputar a Sul-Americana no ano que vem” disse Jordy, que anunciou que os dois clubes vão recorrer da decisão, que considerou escandalosa.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/INyVLJK1-s4
   
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Jordy quer medidas para acabar com falsos “olheiros” no país

     
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) deu entrada na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, em pedido de audiência para debater o aliciamento, a exploração sexual e situações análogas à escravidão praticada contra crianças e adolescentes, por falsos olheiros de clubes de futebol.
   
A iniciativa do parlamentar deve-se aos recorrentes casos deste tipo de crime. Recentemente, onze garotos, entre 13 e 20 anos, aspirantes a jogadores de futebol de Breu Branco, interior do Pará, foram levados por um “olheiro” para São Paulo.
   
No entanto, Ronildo Borges de Souza era um aliciador, que tinha prometido levar os melhores deles para equipes paulistas, por R$ 1.000 por atleta, para os custos de viagem e estadia. Após ser preso, a polícia achou com Ronildo um kit de golpista futebolístico: um histórico escolar em branco da Secretaria de Educação de Ituporanga, no Pará, três certidões de nascimento em branco, seis carimbos de cartório – quatro com nomes de escrivães, um identificado como de um gestor escolar e outro de uma escola municipal de ensino fundamental. Material básico para falsificar a idade dos meninos e ludibriar clubes.
   
Ronildo foi acusado, no 48º Distrito Policial, de abuso sexual e de manter os garotos em condições análogas à escravidão. Cinco deles disseram à polícia terem sido estuprados por Ronildo.
  
“Esta rotina de mentiras, violência e exploração contra menores acontece todos os dias, nas mais diversas regiões”, afirmou Arnaldo Jordy, que pediu a audiência para discutir com representantes de entidades como CBF, Ministério Público Federal e Ministério Público Trabalho, providências e medidas preventivas que possam ser tomadas para que estas absurdas situações, em que pessoas inescrupulosas se valem do sonho de jovens e suas famílias para perpetrarem seus intuitos dantescos, não mais ocorram.
   
   
Por: Assessoria Parlamentar
  
   

quinta-feira, 23 de junho de 2016

O futebol, paixão do brasileiro merece respeito, afirma Jordy

     
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) ouviu na CPI da Máfia do Futebol o jornalista Sílvio Barsetti, autor de reportagens com sérias denúncias contra a CBF, especialmente na gestão do ex-presidente Ricardo Teixeira, que está preso. No vídeo, Jordy pede respeito com o futebol, essa paixão nacional, cuja crise tem reflexo na recente desclassificação na Copa América e nos 7 x 1 para a Alemanha.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui  https://youtu.be/rnez0ILm8Kk
    
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Jordy apoia Projeto de Lei que regulamenta escolas para jovens atletas

  
A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 15, projeto de lei que regulamenta a formação de atletas entre 14 e 21 anos no Brasil. O projeto se originou na CPI da Exploração Sexual da Criança e do Adolescente (CPICRIAN) com o objetivo de prevenir abusos praticados por escolinhas de formação esportiva.
  
Denúncias contra maus tratos e abuso sexual contra crianças e adolescentes em escolinhas de futebol e mesmo nas categorias de base de clubes profissionais são antigas e recorrentes, bem como a exploração infantil, comprovadas em fiscalizações realizadas pelo Ministério Público do Trabalho.
   
O PL 8.038/14 prevê várias exigências para o funcionamento das escolinhas de formação de atletas. Dentre os quais, ter cadastro nos conselhos tutelares e federações esportivas e a possibilidade de serem fechadas, em de constatação de casos de maus tratos ou abusos.
   
Segundo o relator do projeto, deputado José Rocha (PR/BA), “o PL criará ainda uma segurança jurídica aos jovens atletas em formação das categorias de base, garantindo uma série de direitos assegurados na CLT – Consolidação das Leis dos Trabalho, mas com particularidades da prática desportiva”. 
   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), que integrou a CPI e participou da formatação do texto aprovado, comemorou seu acolhimento unânime pela Comissão do Esporte. “Há uma infeliz prática em algumas regiões, de crianças serem vítimas de toda sorte de violação de seus direitos, inclusive sexuais, com a prática de pedofilia por parte de `olheiros`, geralmente pessoas terceirizadas por agremiações esportivas, como times de futebol”, afirmou o parlamentar, lamentando que muitos jovens deixam suas casas e Estados, partindo para a fértil ilusão de que serão transformados em grandes atletas, conseguindo assim fama e contratos milionários, e no entanto, se transformam em vítimas, capturados por pessoas inescrupulosas.
  
Para Maria Izabel da Silva, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, muitos jovens recrutados por essas escolinhas são impedidos de visitar as famílias e não tem direito à assistência médica.
   
A procuradora Geny Helena Fernandes Barroso, do Ministério Público do Trabalho, que visitou vários estabelecimentos desse tipo no país, viu jovens amontoados em condições degradantes. "Não dá pra gente fechar os olhos e pensar numa contrapartida do clube, sendo que a prioridade absoluta é da criança e do adolescente, e não do clube", completou.
  
O projeto seguirá para análise da Comissão de Seguridade e Família (CSSF).
   
  
Por: Assessoria Parlamentar
Com informações da Agência Câmara
  
  

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Nos negócios do futebol não há transparência, diz Jordy

    
  
Do Portal PPS
  
Membro da CPI da Máfia do Futebol da Câmara, o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) criticou a gestão do esporte mais popular no país.
  
Foi durante o depoimento, no colegiado, do empresário Kléber Leite, dono da empresa de marketing esportivo Klefer. A empresa foi alvo de operação da Polícia Federal em maio do ano passado e é suspeita de ter feito negócios ilegais com a Traffic, de José Hawilla que, assim como o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, cumpre prisão domiciliar nos Estados Unidos.
  
“Não temos transparência na gestão dos eventos esportivos. Há uma relação de desconfiança por causa das espertezas que ocorrem em geral nestes negócios sejam nos grandes eventos ou nos pequenos. A maioria destes grandes eventos gera grandes escândalos de ordem policial”, disse Jordy.
  
O vice-líder do PPS perguntou a Kleber Leite se a empresa dele teve algum envolvimento nos negócios investigados por autoridades policiais dos Estados Unidos. Leite, que já foi presidente do Clube de Regatas Flamengo, negou participação nas operações suspeitas.
  
Ao final, Arnaldo Jordy sugeriu à CPI que requisitasse à Justiça Federal cópia de decisão que bloqueou contas bancárias da empresa do cartola. O pedido foi atendido pela presidência da CPI. O bloqueio das contas da empresa durou três meses.
  
Envolvimento
  
O ex-presidente do Flamengo é sócio da Klefer Marketing Esportivo, que detém um contrato de R$ 128 milhões com a CBF em torno da exploração da Copa do Brasil entre 2015 e 2022. 
  
O contrato passou a ser investigado pelo FBI, a polícia federal norte-americana, depois que o empresário José Hawilla, preso nos Estados Unidos por envolvimento no escândalo da Fifa, denunciou o pagamento de propina para o acordo contratual. Hawilla é dono da Traffic, empresa que detinha direitos sobre a Copa do Brasil até 2014 e sobre importantes competições sul-americanas. Hawilla já foi condenado por fraude bancária.
  
Em maio do ano passado, a sede da Klefer, no Rio de Janeiro, foi alvo de operação da Polícia Federal e do Ministério Público, a pedido da Justiça dos Estados Unidos. 
   
    
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Jordy diz que CPI precisa apontar caminhos para coibir máfia do futebol

   
  
Do Portal PPS 
    
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) defendeu nesta terça-feira (17) que a Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga irregularidades na Fifa e na CBF precisa aperfeiçoar a legislação de modo a coibir práticas de corrupção no futebol.
  
A declaração foi dada durante o depoimento do pai do atacante Neymar Júnior, o empresário Neymar da Silva, Santos à CPI. Santos foi convocado pelo colegiado para explicar como funcionam os contratos milionários fechados no mundo do futebol.
  
O empresário e o filho, que hoje atua no clube espanhol Barcelona, são alvos da Justiça brasileira por supostamente terem cometido sonegação fiscal. Em fevereiro deste ano, a Justiça Federal determinou o bloqueio de quase R$ 200 milhões de Neymar, de seus pais e de suas empresas. O atacante é acusado de sonegar impostos entre 2011 e 2013.
  
“Precisamos apontar caminhos para superar aquilo que provocou a chamada máfia do futebol. Sou um daqueles que entendem que há muito a aperfeiçoar na nossa legislação que é promiscua neste chamado mercado do futebol”, disse Jordy.
  
Jordy lamentou que a grande maioria dos jogadores profissionais de futebol do Brasil ainda sofra com baixos salários e péssimas condições de trabalho.
  
“Apenas 82 por cento deste exército de profissionais ganham até 3 salários. E um detalhe: eles ganham este valor enquanto estão em atividade porque depois que se aposentam muitos estão em situação de mendicância ou perto disto. Nos importa muito as relações entre clubes e profissionais”, observou o deputado do PPS.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
   

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Jordy quer ouvir dirigentes da CBF e do Bom Senso F.C. na CPI da Máfia do Futebol

     

  
A CPI da Máfia do Futebol, na Câmara dos Deputados, aprovou nesta quarta-feira (4), através de requerimento do deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) a realização de audiência para ouvir o ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, o atual presidente Marco Polo Del Nero e representante do movimento Bom Senso Futebol Clube.
  
Marco Polo Del Nero deve inquirido sobre quais providências estão sendo tomadas pela entidade no sentido de aprimorar os mecanismos de governança daquela instituição, sobretudo no que concerne à ética e transparência.
   
Já Ricardo Teixeira deve prestar esclarecimentos de denuncias de corrupção, envolvendo a Federação Internacional de Futebol – FIFA e a Confederação Brasileira de Futebol – CBF, em contratos de patrocínios e de transmissão televisiva de torneios, como a Copa do Mundo, alvo de investigações de governos de vários países.
   
Outros membros da CPI também requisitaram a presença de Marco Polo e de Ricardo Teixeira. Teixeira coleciona diversas denuncias de corrupção, como lavagem de dinheiro e tráfico de influência.
   
O deputado paraense também teve aprovado requerimento convidando Ricardo Borges Martins, diretor de Estratégia e Comunicação do Bom Senso Futebol Clube, movimento que luta pela renovação e reformulação do principal esporte nacional, para colaborar com os trabalhos da Comissão de Inquérito.
   
“São fartas as evidências de que o futebol brasileiro esteja contaminado com negociatas ilegais, como pagamento de propina para realização de contratos. Portanto, devemos ouvir estas pessoas, de modo que possamos passar a limpo este esporte que é uma das maiores paixões dos brasileiros. Investigar e esclarecer o que deve ser esclarecido”, afirmou o parlamentar, que é vice-líder do PPS na Câmara.
   
Máfia internacional
   
Os parlamentares investigam denúncias de irregularidades cometidas por dirigentes da Federação Internacional de Futebol (FIFA). Investigações feitas pela Justiça dos Estados Unidos, apontam para um esquema mundial de propinas e subornos na comercialização de jogos e direitos de marketing de competições de futebol.
  
José Maria Marin, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é investigado juntamente com outros seis cartolas. Marin foi detido pela polícia federal norte-americana em maio do ano passado, na Suíça, e hoje cumpre prisão domiciliar em Nova York.
   
Os empresários José Margulies e Alejandro Burzaco, que confessaram ter subornado dirigentes da Conmebol, também tiveram a convocação aprovada pelos parlamentares.
   
 
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 27 de abril de 2016

CPI da Máfia do Futebol aprova proposta de Jordy para ouvir ex-presidente da CBF nos EUA

      
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Máfia de Futebol) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (26), a ida de integrantes do colegiado aos Estados Unidos tomar depoimentos do ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) José Maria Marin e do empresário José Hawilla, e fundador do Grupo Traffic. A data da viagem ainda não foi definida.
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), é  autor de um dos requerimentos de diligências para ouvir o empresário e o ex-presidente da CBF, e justificou em seu pedido a importância dos depoimentos de Marin e Hawilla para o andamento dos trabalhos da CPI.
  
“Acusado pelos crimes de fraude eletrônica, extorsão, obstrução de justiça e lavagem de dinheiro, Hawilla foi indiciado e se declarou culpado. Em dezembro de 2014 fez um acordo com a justiça americana em que aceitou devolver cerca de US$ 151 milhões. Desde então, Hawilla permanece nos Estados Unidos, onde mora há dois anos, em liberdade.”
  
Jordy ainda afirmou que já existem tratativas com a embaixada dos EUA no Brasil e as procuradorias gerais da União e dos EUA para que os depoimentos aconteçam em breve.
  
O vice-líder do PPS teve aprovado na mesma reunião requerimento de convite para ouvir o jornalista Juca Kfouri, comentarista dos canais ESPN e da UOL, A comissão também definiu convidar o jornalista Jamil Chade, correspondente internacional do jornal O Estado de São Paulo.
  
A Comissão
  
A CPI investiga as denúncias de crimes cometidos por dirigentes da Fifa, entre eles o brasileiro José Maria Marin, ex-presidente da CBF. Juntamente com outros seis cartolas, Marin foi detido em maio do ano passado na Suíça, mas hoje cumpre prisão domiciliar em Nova York.
  
Investigação feita pela Justiça dos Estados Unidos aponta para a existência de um esquema mundial de propinas e subornos relativo a comercialização de jogos e direitos de marketing de competições de futebol.A comissão tem 120 dias, contados a partir do ato de criação (29 de fevereiro), ou seja, até 28 de junho, para concluir os trabalhos.
   
    
Com informações da Agência Câmara
  
  

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Máfia do Futebol: Jordy solicita documentos a órgãos de investigação

  
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Máfia do Futebol da Câmara Federal, vai solicitar informações e documentos a diferentes órgãos sediados no Brasil e no exterior para auxiliar os trabalhos do colegiado. A CPI aprovou nesta quarta-feira (13) requerimentos apresentados por parlamentares.
   
O grupo investiga denúncias de irregularidades cometidas por dirigentes da Federação Internacional de Futebol (Fifa). Investigações feitas pela Justiça dos Estados Unidos, apontam para um esquema mundial de propinas e subornos na comercialização de jogos e direitos de marketing de competições de futebol.
   
Neste sentido, o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) teve aprovados cinco requerimentos de sua autoria, onde solicitam à polícia federal brasileira, à justiça norte-americana e à Fifa, o compartilhamento de todos os documentos e informações, relacionados às investigações de fraudes que envolvem os ex-presidentes da CBF, Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero e Jose Maria Marin. Outro solicita informações de processos contra os ex-dirigentes ao Ministério Público Federal, envolvendo fraudes no futebol nacional.
   
O vice-líder do PPS também teve aprovado pelo colegiado, requerimento onde é solicitado o compartilhamento de informações com a CPI em funcionamento no Senado, que também investiga crimes no futebol brasileiro. “Nós não podemos desprezar o trabalho já acumulado pela CPI do Senado”, justificou o deputado paraense.
   
Máfia internacional
   
José Maria Marin, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é investigado juntamente com outros seis cartolas. Marin foi detido em maio do ano passado, na Suíça, e hoje cumpre prisão domiciliar em Nova York.
   
  
Com informações da Agência Câmara