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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Solicitado por Jordy, Pará vai debater propostas para o Plano Nacional do Desporto

       
  
A Câmara dos Deputados, através da Comissão de Esporte, promove audiência pública em Belém do Pará, nesta sexta-feira (16), como forma de democratizar o debate e colher sugestões para o Plano Nacional do Desporto (PND), que está em desenvolvimento.
  
A audiência, solicitada pelo deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), visa colher subsídios dos paraenses, para construir o Plano Nacional do Desporto, fazer existir e funcionar suas metas, em benefício de toda sociedade, possibilitando o desenvolvimento de treinadores e atletas. Para tanto, serão realizadas audiências em todo país para ouvir gestores estaduais, municipais, atletas, treinadores, praticantes de esportes, bem como representantes das federações de esporte amador, do meio acadêmico e estudiosos.
  
Segundo Arnaldo Jordy “estadualizar e municipalizar a discussão, favorecerá uma construção mais democrática, pautada pelas necessidades reais da sociedade. A Comissão do Esporte será receptora dessas informações, consolidando o resultado desses debates, costurando e interagindo com a comunidade desportiva, de forma a contemplar o máximo possível todas as demandas”.
   
O PND está em debate desde 2015, sendo composto de seis diretrizes com metas e ações e tem como relator na subcomissão especial formada para esse fim, o deputado Evandro Roman (PSD/PR). A audiência em Belém, marcada para às 9h, será no plenário da João Batista, Assembleia Legislativa do Pará. 
    
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Comissão aprova medidas contra a corrupção. Jordy não aceita retrocesso

    
A Comissão Especial da Câmara criada para analisar o pacote de Dez Medidas contra a Corrupção finalmente aprovou, na madrugada de quinta, 24, as propostas do Ministério Público Federal, subscritas por mais de dois milhões de pessoas, que não suportam mais a corrupção. As medidas colocam no ordenamento jurídico aquilo que está na Operação Lava Jato.

“Mas tudo isso está ameaçado, porque o boato que está correndo é que alguns partidos estão elaborando um projeto substitutivo, que revoga as medidas que nós aprovamos na comissão e mais do que isso, promove a anistia dos crimes de caixa dois”, alertou Jordy, que pediu a mobilização da opinião pública para cobrar dos deputados que isso não ocorra. “Não podemos frustrar a grande maioria dos brasileiros que querem o fim da corrupção”, disse Jordy.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://www.youtube.com/watch?v=H0FkFGz3o8Q
        
    
   
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Jordy sobre anistia: Por enquanto, 2 a zero para a pressão popular

  
Do Portal PPS
  
O vice-líder do PPS na Câmara, Arnaldo Jordy (PA), afirmou nesta quinta-feira (24) que a pressão da sociedade tem surtido efeito sobre a Câmara que, mais uma vez, adiou a votação de emenda que anistiaria quem praticou caixa 2 eleitoral.

É que pela segunda vez fracassou a manobra de alguns partidos políticos para aprovar uma alteração na legislação para livrar políticos da prática de receber irregularmente recursos para campanhas.
  
Diversos partidos chegaram a aprovar urgência para apreciar o pacote anticorrupção recém-aprovado por comissão especial da Casa, o que serviria de “carona” para parlamentares destas legendas apresentarem dispositivo para anistiar o caixa 2. Também rejeitaram votar nominalmente a matéria, mas houve um esvaziamento em plenário na sequência. A falta de acordo fez a matéria sair de pauta.

“Por enquanto, temos 2 a zero para a pressão popular. A vigilância da sociedade tem sido e será sempre essencial para evitar que este tipo de absurdo seja aprovado aqui no Parlamento”, disse.
  
Nas redes sociais, os internautas não perdoaram a manobra da Câmara. No twitter, a hashtag #AnistiaCaixa2Não foi o assunto mais comentado no Brasil. E ocupou o quarto lugar no chamado trending topics mundial.
  
Mais cedo, Jordy havia dito que que o PPS não participou e não participará de nenhum acordo que vise anistiar aqueles praticaram o caixa 2 eleitoral.
  
“O PPS não participou de acordo nenhum, não assinou documento nenhum no sentido de tentar jogar por terra todo o esforço que foi feito ontem na Comissão que aprovou as medidas anticorrupção. Então, é preciso destacar que nosso partido não participa de nenhum acordo para revogar ou dar anistia a quem quer que seja”, esclareceu Jordy.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
    
  

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

ARTIGO - Foro privilegiado precisa acabar

   
  
* Arnaldo Jordy
   
O Senado Federal está prestes a apreciar Projeto de Emenda Constitucional que põe fim ao foro privilegiado de políticos e autoridades nas infrações penais comuns. Infelizmente, a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que apreciaria a matéria, na quarta-feira, 16, foi adiada por falta de quórum, a despeito da importância do tema, que mobiliza a sociedade em um esforço contra a impunidade.
   
Apesar de ter-se transformado em um instrumento de privilégios, o foro privilegiado, conceitualmente foi criado com o objetivo de evitar que autoridades fossem beneficiadas ou prejudicadas por decisões políticas, exaradas por juiz singular, imaginando que o magistrado em início de carreira, numa cidade do interior, poderia ter dificuldade para contrariar a estrutura de poder local ou, no sentido contrário, aquele que desafiasse o “status quo”, poderia ser vítima de uma armação que envolvesse juiz, promotor e delegado. Este instituto no entanto, virou instrumento de manobra pelas defesas dos acusados de crimes, que o utilizam para procrastinar as decisões judiciais.
   
Esta semana, o jornal “Folha de S. Paulo” publicou um levantamento informando que casos de foro privilegiado em julgamento no Supremo Tribunal se arrastam por até 18 anos. Nos últimos 10 anos (2005 a 2015), uma de cada três ações contra parlamentares no STF foi arquivada, ou seja, em 33% dos casos o Estado perdeu a obrigação de punir os acusados. Entre os casos mais notórios estão o do deputado Paulo Maluf, o senador Jader Barbalho e a senadora Marta Suplicy.
   
De acordo com o levantamento, são 84 ações contra 53 deputados e senadores hoje em andamento no Supremo. A maioria tramita há mais de sete anos, sem um desfecho. Quando um cidadão que tem ações contra si na Justiça comum obtém um cargo eletivo, ou se torna ministro, o caso é imediatamente remetido ao Supremo. Quando ele perde o cargo ou deixa o ministério, o caso volta à esfera comum, retornando à estaca zero. Este é o segredo da procrastinação.
   
Se a Justiça comum julgasse todos estes casos, a sentença seria mais rápida. Na Lava Jato, 22 processos receberam sentença do juiz Sergio Moro com tempo médio de um ano e seis meses!
   
Aliás, tratando-se de Lava Jato, em dois anos e sete meses, Sérgio Moro já proferiu 118 condenações. Juntas, somam 1.256 anos, 6 meses e 1 dia de prisão. Isso é muito mais do que 25 anos do STF, que não chegou neste período a 10 condenações.
   
Ao todo, tramitam onze Propostas de Emenda à Constituição que tratam do fim do foro privilegiado. Uma delas foi apresentada pela bancada do PPS, através do líder Rubens Bueno, por considerar o foro privilegiado uma patologia jurídica, que só tem protegido os poderosos de colarinho branco.
   
No Brasil, tem foro privilegiado, para as ações penais, o presidente da República, os ministros (civis e militares), todos os parlamentares, prefeitos, integrantes do poder judiciário, do Tribunal de Contas da União (TCU) e todos os membros do Ministério Público. São cerca de 20 mil pessoas. É um exagero.
   
O presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Roberto Carvalho Veloso, por exemplo, considera o foro um instrumento para a impunidade. Além disso, lembra que a Corte constitucional não é o lugar mais adequado para o julgamento desse tipo de ação. O tempo médio para julgamentos do STF é de 1.396 dias, de acordo com o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), João Ricardo dos Santos Costa, que defende a instrução e o julgamento para crimes comuns em primeira instância.
   
Um de seus mais veementes opositores tem sido o ministro Luiz Roberto Barroso que recentemente declarou a imprensa: “Foro por prerrogativa de função é um desastre para o país, minha posição é extremamente contra. É um péssimo modelo brasileiro e estimula fraude de jurisdição, na qual, quando nós julgamos, o sujeito renuncia, ou quando o processo avança, ele se candidata e muda a jurisdição. O sistema é feito para não funcionar”.
   
Fica aqui o nosso voto de que o Congresso ajude a Lava Jato a iniciar uma nova era, de menos impunidade e de Justiça mais efetiva, dando um passo largo contra a lentidão e a procrastinação, mudando a legislação que garante a tantos um tratamento desigual no Judiciário.
  
  
* Arnaldo Jordy é deputado federal pelo PPS
  
  

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

PPS apóia o fim do foro privilegiado

 
Em vídeo, o deputado Arnaldo Jordy (PA) explica a posição do PPS pelo fim do foro privilegiado, este instrumento que tem servido para atrasar a ação da Justiça e garantir a impunidade de poderosos.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/4ZTWfyatDjo
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

Jordy diz que foro privilegiado é “patologia jurídica”

  
Do Portal PPS  
     
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), disse nesta quarta-feira (16) que o PPS apoia a aprovação do fim do foro privilegiado, já que esta prerrogativa dada a algumas autoridades de só serem julgadas em instâncias superiores da Justiça representa uma “patologia jurídica”.

Propostas que acabam com o foro especial estão sendo apreciadas paralelamente pelas comissões de Constituição e Justiça do Senado e da Câmara dos Deputados.
  
Jordy estima que mais de 20.000 pessoas detenham o foro privilegiado no Brasil. “O PPS apoia o fim desta excrescência, desta patologia jurídica que é o foro privilegiado. É lamentável que em 33% dos casos envolvendo estas autoridades, o Estado perdeu a capacidade de julgar e punir os criminosos”, justificou o deputado do PPS.
   
Na opinião do parlamentar, são muitos os que têm foro privilegiado e que têm usado a prerrogativa para ficar impunes após o cometimento de delitos. Arnaldo Jordy citou Proposta de Emenda à Constituição, de autoria do líder Rubens Bueno (PPS/PR), que extingue o foro privilegiado. A matéria está na CCJ da Câmara.
  
Levantamento elaborado pela “Folha de S.Paulo” mostra que há casos de foro privilegiado que se arrastam por até 18 anos.
  

Foto: Robson Gonçalves
  
  

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Dirigente da JPS critica aparelhamento de movimentos sociais pelo governo do PT


    
Do Portal PPS
 
Em pronunciamento na comissão geral da Câmara dos Deputados que debateu, nesta terça-feira (3), políticas públicas para a juventude, o representante da Juventude Popular Socialista (JPS) no evento, Raphael Furtado Gonçalves, criticou duramente a manipulação dos movimentos sociais pelo governo do PT. Para o dirigente, que é Conselheiro Estadual da Juventude no Pará, ao invés de avançar em ações para o setor, o governo, ao manipular esses segmentos, deixa de investir em políticas que levem os jovens brasileiros a sair da situação em que se encontram.
  
“Nós precisamos resgatar o nosso protagonismo dentro da sociedade mais justa, igualitária e humana para todos. Para isso, é preciso fazer com que os movimentos sociais se libertem desse atavismo político para que possam trabalhar de fato para os jovens deste país. A juventude precisa ser vista com toda a sua complexidade: juventude negra, juventude LGBT”, alertou.
  
Apesar das críticas, o dirigente destacou o trabalho que vem sendo feito por alguns estados, como o Pará, que realizou, neste fim de semana, uma conferência para debater questões relacionadas aos jovens paraenses.
   
“No nosso Estado, a luta pela garantia de direitos para os jovens vem sendo construída. É preciso caminhar na busca de políticas para que a juventude deixe de ser vista com algoz. Somos, sim, vítimas desse fracasso por que passa o país, diante dos problemas de corrupção e de crise econômica, moral e ética no Brasil”, disse.
  
Raphael Furtado destacou ainda a atuação do PPS no Parlamento. “O meu partido vem tomando posições firmes na busca da afirmação da cidadania e da garantia de direitos para todos”, afirmou o dirigente JPS.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Mudanças Climáticas: Jordy quer Brasil à frente de debates em Paris

   
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) participou nesta quinta-feira (11), de Seminário da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que discute as mudanças globais do clima, na Câmara Federal.
   
O evento é preparatório para a 21a. Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas - COP21, que acontece em novembro e dezembro próximo, em Paris, França.
   
O debate na Câmara contou com a participação de acadêmicos e especialista do tema no país, e objetivou a discussão de propostas para a participação do Brasil no fórum internacional.
   
Em novembro do ano passado, o Painel Internacional de Mudanças Climáticas (IPCC), ligado às Nações Unidas, divulgou minucioso estudo de 800 cientistas que analisaram em torno de 30 mil trabalhos desenvolvidos nos últimos anos sobre as alterações climáticas. O resultado alerta para o fato de que danos causados, até então pelo aquecimento global, poderão ser irreversíveis. Aponta também, que os agentes causais do problema são a queima de combustíveis fósseis e o desmatamento.
  
Em seu pronunciamento, Arnaldo Jordy ressaltou o papel estratégico do Brasil no debate climático mundial. Ele criticou os indicadores de redução do desmatamento na Amazônia, classificando-os como pífios, e que não podem ser efetivamente festejados, para um país que tem um compromisso anunciado de alcançar uma média de 38% nos índices de desmatamento até 2020.
   
O deputado paraense afirmou ainda que o encontro internacional em Paris é mais uma oportunidade do país ser protagonista nas discussões sobre o tema, já que para ele "a participação do Brasil na Conferência Rio+20, em 2012, pode ser classificado como insatisfatória".
  
Energia renovável
  
Jordy levantou questão da importância das energias renováveis, como a fotovoltaica (energia a partir da luz solar), para o qual, segundo ele, “o país se encontra de costas ao emprego desta tecnologia na matriz energética, estando o Brasil divorciado deste desafio".
  
"O déficit de cobertura energética na região amazônica - um insumo indispensável para o desenvolvimento no mundo moderno - é rídícula. Somente em meu Estado, o Pará, com população de 8 milhões de pessoas, 22% da população não conta com este serviço básico", declarou o parlamentar, em defesa de fontes alternativa na geração de energia, para resolver esta insuficiência.

Por fim, o vice-líder do PPS questionou aos participantes, qual será a proposta do Brasil que deve ser apresentada na COP de Paris, para que não se repita a frustrante participação da Rio+20.
   
   
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
(61) 3215-3506 / 8276-7807