Mostrando postagens com marcador Pará. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pará. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Arnaldo Jordy pede que Justiça Eleitoral declare inelegíveis condenados por fraude no Pará

   
   
Do Portal PPS
  
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) fez apelo, nesta segunda-feira (13), à Justiça Eleitoral para declarar inelegíveis gestores condenados por fraudes pelo TCE (Tribunal de Contas) do Estado do Pará.
  
De acordo com Jordy, cerca de 718 gestores foram declarados pelo Tribunal de Contas por desvios ou não prestação de contas, principalmente, nas áreas da saúde e da educação.
  
“Faço um apelo para o TRE declarar imediatamente inelegíveis todos estes gestores municipais, secretários, prefeitos, secretários que foram flagrados, condenados, portanto, por instâncias colegiadas e enquadrados na lei da ´ficha suja´”, disse o parlamentar paraense.
  
O valor das irregularidades chega a R$ 420 milhões, ao longo de oito anos.
  
“A Justiça Eleitoral deve torná-los inelegíveis para responder ao anseio cada vez mais recorrente da sociedade para não dar trégua à corrupção”, acrescentou Arnaldo Jordy.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
   

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Arnaldo Jordy cobra liberação de recursos para combate à malária no Pará

  
    
Do Portal PPS
   
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) cobrou do governo federal a liberação da segunda parcela de um total de R$ 10 milhões prometidos para o estado do Pará, que enfrenta um surto de malária.
   
Do plenário da Casa, o parlamentar disse que apenas R$ 3,5 milhões deste montante foram liberados pelo Ministério da Saúde, sendo R$ 2,3 milhões aos municípios e R$ 1,2 milhão ao governo do Pará.  Segundo relato de Jordy, somente em 2017, foram registrados 40 mil casos da doença.
   
“Temos de reconhecer e agradecer a liberação de uma parte do dinheiro, mas isto é absolutamente insuficiente. Há municípios que estão com incidência altíssima de malária. Faço um apelo para a liberação da segunda cota para fazer o enfrentamento desta chaga”, disse o parlamentar do PPS.
   
De acordo com Jordy, a situação é bastante grave nos municípios de Limoeiro do Ajuru, Melgaço, Oeiras, Bagre e Curralinho, localizados na região do Marajó.
   
Segundo o Ministério da Saúde, o Pará é o estado que registra o maior aumento no número de diagnósticos. Nos últimos anos, o número de casos mais que dobrou. Em 2016 eram 14 mil casos. No ano passado, o número saltou para quase 40 mil casos confirmados.
   
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Arnaldo Jordy pede intervenção do MPF contra abusos de companhia energética

  
     
Do Portal PPS
    
Do plenário da Câmara, o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) fez um apelo, nesta terça-feira (3), para que o Ministério Público Federal, a Defensoria Pública do Pará e o Procon local tomem providências contra o que classificou de “práticas abusivas” cometidas pela Celpa (Centrais Elétricas do Pará).
  
Jordy relatou que recebeu várias denúncias de consumidores durante um evento realizado, na semana passada, na capital, Belém, onde se discutiram os aumentos praticados pela empresa de energia.
  
“Entidades estiveram presentes para tratar das toneladas de denúncias que foram feitas por usuários, vítimas de abusos de toda sorte praticados por essa empresa: má-fé na medição de energia e na tributação e corte de energia nos finais de semana. Há uma lei que impede isso”, contou o deputado.
  
Ele disse ainda que a Celpa também foi denunciada por prática abusiva contra quem tem tarifa social. Também há a suspeita de não cumprimento de decisões judiciais que já tramitaram na esfera judicial e a suposta prática de aumento de mais de 50% em unidades domiciliares, inclusive fechadas, sem consumo de energia.
  
Jordy sugere que os procuradores entrem com uma ação civil pública por suposta prática criminosa que teria sido cometida pela concessionária de energia elétrica.
  
“O Pará é o quarto maior produtor e o segundo maior exportador de energia do Brasil. Entretanto, não recebe ICMS por essa energia exportada, porque o regramento estabelece a cobrança seja no consumo, não na produção. Com isso, Estados produtores e exportadores, como é o caso do Pará, acabam sendo penalizados. Além disso, ainda somos vítimas da segunda maior tarifa praticada em território nacional. Além desse modelo deformado, temos os abusos da Celpa Equatorial”, acrescentou.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Com prefeitos, Jordy pede reabertura de agências do Banco do Brasil no Pará

   
 
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), junto a uma comissão de prefeitos e vereadores de várias regiões do Pará estiveram em reunião nesta quarta-feira (6), com o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, para pedir a reabertura de agências ou a reativação de serviços em suas cidades.
   
Para Caffarelli, além da questão do planejamento estratégico do banco, um dos principais motivos para o fechamento de algumas agências é a questão da segurança, com aumento de ataques de quadrilhas às agências em cidades do interior. O executivo, que garantiu a análise dos pedidos dos prefeitos, sugeriu que as cidades afetadas “promovam a aceitação do uso dos cartões eletrônicos pelos comerciantes, objetivando reduzir a circulação e a necessidade de dinheiro em espécie”. 
   
Para Jordy, é necessário que o planejamento da instituição leve em conta as peculiaridades e as carências do interior do Estado, pois o fechamento das agências prejudica tanto moradores quanto comerciantes. “Em muitos casos, era a única agência bancária do município, como em São Geraldo do Araguaia, Mocajuba, Medicilândia, São Francisco do Pará ou Curuçá, que padecem de serviços importantes”, afirmou o parlamentar. 
  
O deputado ressaltou ainda as dimensões continentais do Pará e as distâncias entre os municípios da região, onde as cidades vizinhas mais próximas se encontram há 200 ou 300 km de distância e portanto, merecem um olhar diferenciado. Jordy afirmou ainda que já existem negociações junto às autoridades da segurança do Estado, no sentido de firmar parcerias com os municípios de modo a inibir a ação das quadrilhas.
   
De acordo com os prefeitos presentes, sem as agências bancárias, servidores, moradores e comerciantes, tem que se deslocar para municípios vizinhos, o que estaria causando a evasão de divisas destas localidades, prejudicando a atividade econômica local. “Toda semana ao menos 10 vans com servidores e moradores seguem para o município vizinho, Redenção, para usar o banco”, afirmou o prefeito de Pau D´Arco, Fredson Pereira, para o qual a ausência da agência bancária afeta o desenvolvimento da cidade.
   
Participaram ainda da reunião, os prefeitos de Goianésia do Pará, José Ribamar Lima, de Santa Maria das Barreiras, José Barbosa de Faria e o Diretor Executivo da Amat-Carajás, Mário Gomes.
   
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Na Secretaria Nacional da Pesca, Jordy conquista compromissos para a categoria

    
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), o representante do Sindicato de Pescadoras e Pescadores Artesanais Ecoextrativistas do Estado do Pará, Manoel Justino Jr. e João Terra, Diretor de Desenvolvimento da Pesca e Aquicultura da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca do governo do Pará – SEDAP, foram recebidos em audiência nesta terça-feira (8), pelo secretário Nacional da Pesca, Dayvson de Souza, retomando as discussões de uma série de demandas da categoria no Estado.
  
O grupo reivindicou do Secretário o início do recadastramento da categoria, a liberação dos cerca de 2 mil tanques-redes - que ainda estão sob a responsabilidade da Eletronorte - e o cumprimento da Portaria 1566, que revogou a suspensão do registro dos pescadores. Manoel Justino também cobrou também uma maior interação da representação do órgão no Pará junto aos trabalhadores.
   
Segundo João Terra, a resolução destas questões é fundamental para o resgate da cidadania do pescador em todos seus os aspectos sociais. Para ele, “o Pará tem um gigantesco potencial pesqueiro, e que devido a vários entraves, não consegue proporcionar a devida geração de emprego e renda no segmento”.
   
Dayvson de Souza colocou o órgão à disposição dos pescadores paraenses, afirmando que em 1º de junho terá início o recadastramento da categoria, inclusive com o cruzamento de dados com vários órgãos federais. Sobre os de 2 mil tanques-pescas, o executivo relatou que só agora está começando a receber a herança institucional da antiga estrutura do órgão e que já está em conversações com a Eletronorte, para o recebimento destes equipamentos. 
  
Quanto à Portaria 1566, Dayvson de Souza afirmou que depende apenas dos técnicos da Dataprev, que não deram um prazo para a reativação dos registros de dezenas de milhares de pescadores paraenses, suspensos pelo governo desde o dia 15 de setembro de 2016, por supostas fraudes nos cadastros de alguns pescadores que recebiam irregularmente o benefício do seguro-defeso.
   
Para Arnaldo Jordy (PPS/PA) esta retomada da agenda dos trabalhadores é de suma importância para a pesca no Pará, ressaltando a relevância econômica da atividade tanto paras as famílias quanto para os municípios e o próprio Estado. Para o parlamentar paraense, “existe uma série de gargalos que devem ser dirimidos para o crescimento da cadeia produtiva do setor pesqueiro no Estado, como o combate às fraudes cadastrais, que prejudicam os verdadeiros e honestos trabalhadores”. Ainda segundo Jordy, comitiva de parlamentares da Comissão da Amazônia será formada, para tratar da portaria 1566 junto à Dataprev. 
   
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Comissão da Amazônia analisa o descumprimento de condicionantes em Belo Monte

   
    
Da Agência Câmara
  
A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia discute nesta terça-feira (24) o descumprimento das condicionantes ambientais, por parte do Consórcio Norte Energia, na construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte na Bacia do Xingu. O debate foi proposto pelo deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA).
  
Segundo o parlamentar, a população atingida pelo empreendimento estão insatisfeitas, pois as exigências de compensação para minimizar os impactos socioambientais não foram completamente atendidas. 
   
“A construção ficou condicionada ao cumprimento de uma lista com 23 obrigações que o Consórcio recebeu em 2011, quando o Ibama autorizou sua instalação”, explica o deputado. De acordo com o Ibama, a maior parte das condições foi atendida, e, por isso, a usina recebeu licença de funcionamento. 
   
No entanto, o parlamentar destaca que foram aplicadas multas de R$ 60 milhões por descumprimento de alguns condicionantes ambientais, fato que motivou uma repactuação para o cumprimento dessas condicionantes. Entre esses novos pontos acordados está a ligação da rede de esgoto com de localidades de Altamira, onde se encontra o maior canteiro da obra, uma das maiores do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). 
  
“Em julho de 2016 o Consórcio prometeu entregar a obra da ligação da rede de esgoto até setembro daquele ano. Mas ao que tudo indica não entregou. Tanto que o Ministério Público Federal quer cassar a licença da usina pelo atraso na solução dos graves problemas de saneamento na cidade”, acrescentou o parlamentar paraense. 
  
Foram convidados para a audiência, entre outros:
  
- o defensor Público-Geral da União, Carlos Eduardo Barbosa Paz; 
- o procurador da República, Daniel César Azeredo Avelino; Chefe da Casa Civil da Governadoria do Estado do Pará, José Megale Filho;
- a presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Suely Mara Vaz Guimarães de Araújo;
- Carolina Reis, do Instituto Sócio Ambiental - ISA de Altamira; e
- Daniela Soares da Silva, representante do Movimento Xingu Vivo.
  
  

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Segurança Pública terá apoio de Ministério no combate ao crime no Pará

    
   
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) e o Secretário de Segurança Pública do Pará, Luiz Fernandes Rocha, foram recebidos em audiência nesta terça-feira (17), pelo Ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann, para discutir soluções para a onda de violência que assola vários estados, dentre eles, o Pará. 
  
Para o Secretário, o Pará tem avançado no combate na criminalidade, porém precisa da colaboração do governo federal no combate ao crime organizado a nível nacional e transnacional. Segundo Fernandes, existe uma real necessidade de grande reformulação dos sistemas de segurança, através da integração e da troca de informações entre os Estado. “O Centro de Integração Regional será fundamental para dar início a esta politica nacional de segurança”, afirmou o secretário, que colocou ainda à disposição do Ministério, através do sistema Portal Sinesp, acesso às estatísticas de ocorrências do Pará. 
   
Luiz Fernandes solicitou ao Ministro, dentre outros pontos, a ampliação das verbas de indenização de fronteiras para agentes da PRF, pois vários municípios não são contemplados pela portaria, além da reativação da Base Candiru – unidade policial flutuante localizada no estreito do rio Amazonas, próximo a Óbidos – uma possível rota para entrada de drogas e armas no país. 
   
Para Arnaldo Jordy, a parceria entre o governo federal e estadual é fundamental para o combate efetivo à violência urbana e ao crime organizado que aflige toda população, pois, segundo o parlamentar “as unidades federativas, trabalhando de forma unilateral, não darão contas sozinhas do desafio de combater o crime articulado nacional e internacionalmente”. 
   
O deputado paraense acredita também que a aprovação pela Câmara Federal do projeto de Lei que cria o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, permitirá uma efetiva atuação conjunta e coordenada das ações em nível nacional. 
   
Raul Jungmann se comprometeu a colaborar com o combate à criminalidade no Pará (ver quadro), afirmando que “fará o necessário e o que estiver ao alcance do Ministério neste sentido”. O Ministro, que assumiu a nova pasta há menos de dois meses, afirmou que recompôs os Conselhos de Segurança Pública e de Política Criminal e Penitenciária, o que possibilitará as discussões para o estabelecimento de uma plataforma nacional de combate ao crime, inclusive com novos recursos, oriundos das loterias federais. 
     
Saiba quais pontos o Ministro Raul Jungmann se comprometeu a apoiar o Pará: 
   
* Apoio logístico na instalação do Centro Integrado Regional, em Belém, que unificará e integrará as ações de segurança pública com os 7 Estados da região Amazônica, com a presença da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), Receita Federal, Força Nacional, Forças Armadas, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e representantes das polícias civil e militares destes Estados. 
   
* Deslocamento de agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, permitindo a reativação dos pontos de controle nas rodovias federais que cortam a região. 
   
* Zerar o déficit de vagas no sistema prisional - hoje com carência de 8 mil vagas - com a construção de novos presídios. 
   
* Implantação de sistemas de bloqueio de celulares nas casas penais e em presídios. 
   
* Apoio em inteligência e investigação das forças federais (Força Nacional, PF e PRF), para monitoramento do crime organizado.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Jordy cobra parceria de governos para conter escalada da violência no Pará

   
Do Portal PPS
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) defendeu nesta quarta-feira (11) que haja um acordo entre os governos federal e estadual para conter a violência que chegou a níveis alarmantes no estado do Pará.
    
O parlamentar relatou que além da execução de jovens, as mortes de policiais já quase alcançam a duas dezenas em 2018.
   
“Já são 19 policiais este ano mortos no Estado do Pará e dezenas de jovens e cidadãos de bem sem nenhuma passagem policial, sem nenhum registro de delinquência que também estão sendo abatidos. Nós pedimos às autoridades competentes, ao Secretário de Segurança Pública, inclusive ao Ministro Jungmann, que possam estabelecer uma parceria. Nós precisamos de ajuda da Polícia Federal, dos órgãos de segurança federais em uma parceria para tentar conter isso”, cobrou Jordy.
  
Entre a noite de segunda-feira e a de ontem, 11 onze pessoas foram executadas na região metropolitana de Belém. E na noite da última terça-feira, durante tentativa de fuga em um dos presídios paraenses, 21 pessoas morreram, entre eles, um agente penitenciário.
  
“O que está por trás disso, segundo informações da polícia e da sociedade, é o Comando Vermelho, é o crime organizado, é o negócio do tráfico de drogas que está alimentando esta cadeia de violência que hoje se abate como nunca visto no Estado do Pará. Portanto, fica aqui o nosso apelo para que essa onda de violência possa ser sustada e para proteger policiais e civis que estão sendo vítimas”, acrescentou Arnaldo Jordy.
    
    
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quarta-feira, 7 de março de 2018

No FNDE, Jordy pede liberação de recursos para educação no Pará

   
   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) foi recebido nesta terça-feira (6) pelo presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Sílvio Pinheiro, para tratar da liberação de recursos de emendas parlamentares para a área de educação do Pará, da ordem de 3 milhões de reais, destinada a escolas de todo Estado. 
    
“São emendas importantes, que estamos tentando destravar junto ao governo federal, e que permitirão a construção e reformas de unidades escolares”, afirmou Jordy, que ainda apresentou ao executivo, uma relação de obras inacabadas em seu Estado. 
   
Silvio Pinheiro afirmou que se empenhará a verificar as pendências necessárias para que os recursos possam ser efetivamente aplicados, revelando que uma resolução do FNDE, publicada na última semana, tratando sobre obras inacabadas, possibilitará o estudo e análise destas obras, de modo que soluções sejam buscadas.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Ministério do Esporte ajudará na recuperação do parque aquático da Escola Superior de Educação Física

  
     
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA), foi recebido nesta terça-feira (12), pelo ministro de Esportes, Leonardo Picciani, para tratar de investimentos no Pará, como a recuperação do Parque Aquático da Escola Superior de Educação Física, em Belém/PA. Com ele, estavam o presidente da Confederação Nacional de Desportos Aquáticos (CBDA), Miguel Cagnoni e o presidente da Federação Paraense de Desportos Aquáticos (FPDA), Yuri Jordy.
   
O parque aquático, desativado desde 2013, se encontra em situação de abandono. Palco de grandes competições nacionais e internacionais e berço de renomados atletas, o local se encontra degradado, com sua a piscina olímpica e a caixa de saltos ornamentais, por exemplo, em estado precário. 
    
Segundo Arnaldo Jordy, “o parque aquático, além de ter sido o principal local de competições das modalidades aquáticas (natação, pólo aquático, saltos ornamentais e nado sincronizado) no Pará, era utilizado para treinamento de atletas de um tradicional clube da capital, a Adesef, bem como para o funcionamento de projetos sociais com desportos aquáticos”. Para o parlamentar, é imprescindível que o local volte a ter o seu brilho.
   
“Sem o parque aquático, atletas do salto estão treinando em colchões”, afirmou o presidente da FPDA, para quem a ausência de local adequado para receber grandes competições interfere na atração, formação e troca de experiência por parte dos atletas locais.
    
De acordo com os dirigentes, existe um projeto de recuperação para o parque orçado em cerca de 700 mil reais, para o qual o governo do Pará e o parlamentar já teriam acordado o aporte de recursos. Além do mais, CBDA se comprometeu em incluir o parque aquático no calendário nacional, com eventos como a Copa do Pacífico e etapas de campeonatos nacionais e internacionais.
    
Leonardo Picciani afirmou que existe por parte do Ministério, interesse e até condições de participar do projeto de recuperação, através da transferência de recursos já em 2018, o que, segundo ele, permitiria realizar as competições e eventos em comemoração aos 25 anos da Universidade do Estado do Pará - UEPA.
   
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Jordy quer Comissão de Inquérito para investigar interesses em extinção da Reserva Nacional do Cobre

  
      
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), é autor, junto a senadores e deputados de diversas legendas partidárias, de um requerimento de abertura de Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), destinada a investigar denúncia de favorecimento às empresas estrangeiras com a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), em decreto do dia 22 último, do presidente Michel Temer. 
   
Criada em 1984 e com quase 5 milhões de hectares, a Renca está localizada entre o Pará e Amapá, e contém minérios como ouro, ferro, manganês e tântalo, de interesse de grandes mineradoras. Ela abriga ainda sete unidades de conservação (UCs), como Estação Ecológica do Jari e o Parque Nacional do Tucumaque, incluindo as terras indígenas Rio Paru D’Este e Waiãpi.
   
No documento destinado a assinaturas dos parlamentares e que será protocolado, justifica-se a CPMI baseada nas demonstrações – algumas públicas -, de interesses de empresas canadenses na região e ações do governo federal para autorizar a exploração mineral por empresas estrangeiras na área.
   
Arnaldo Jordy, líder da bancada do PPS, considera a extinção nociva ao país e à proteção do bioma de uma área um pouco maior que a área da Dinamarca. “A sociedade, o poder Judiciário, boa parte do Legislativo e o povo brasileiro, principalmente as populações da Amazônia, querem a revogação deste ato que lesa o interesse nacional”, afirmou o parlamentar paraense.
   
A CPMI tem ainda como autores os deputados Júlio Delgado (PSB/MG), Alessandro Molon (Rede/RJ) e os senadores João Capiberibe (PSB/AP) e Randolfe Rodrigues (Rede/AP) e para ser instalada, o documento necessita da assinatura de ao menos 27 senadores e 171 deputados.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Chacina no Pará: Jordy cobra rigor na responsabilização de policiais


    
Do Portal PPS
  
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) cobrou rigor na responsabilização de policiais que participaram da execução de 10 trabalhadores rurais, durante a ação de reintegração de posse em Pau D’arco, sudeste do Pará, no dia 24 de maio de 2017.
  
Da tribuna da Câmara, Jordy, disse nesta terça-feira (29) que houve uma chacina, conforme aponta relatório de perícia divulgada pela Polícia Federal.
  
“Pedimos a apuração rigorosa por parte da Secretaria de Segurança Pública contra estes maus policiais que, mais uma vez, abateram dez trabalhadores que estavam lutando por uma posse de terra. Evidentemente, nada justifica (este excesso). Alguns policias a mando, provavelmente, do latifúndio, que executaram covardemente e barbaramente os trabalhadores”, disse o deputado paraense.
  
De acordo com os resultados da perícia da PF, a principal linha de investigação é de que não houve confronto e sim execução. Os policiais teriam atirado contra os trabalhadores rurais em uma ação planejada.
  
“Este é o laudo da Polícia Federal. É investigação feita pelos peritos do Instituto Renato Chaves e informado pelo secretário geral de Segurança Pública. Pedimos a rigorosa punição dos culpados pela chacina”, acrescentou Jordy.
  
De acordo com a perícia federal, foram seis as armas dos 29 policiais civis e militares que participaram da ação e efetivaram disparos. De acordo com o laudo, não há indícios de que os trabalhadores rurais tenham atirado.
      
   

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Jordy parabeniza a gastronomia de Belém, que lidera preferencia dos turistas

   
Arnaldo Jordy (PPS/PA) parabenizou, nesta terça-feira (8), no plenário da Câmara Federal, a população de Belém pelo resultado de pesquisa do Ministério do Turismo, na qual a capital paraense lidera a aprovação dos turistas estrangeiros em relação aos serviços culinários, ficando à frente de cidades como Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo. O deputado felicitou o trabalho realizado pelos profissionais da área gastronômica paraense, pelo merecido reconhecimento nacional.
      
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/RIPftAN-4Sk
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
    
  

sexta-feira, 21 de julho de 2017

ARTIGO - Olho por olho...

  
* Arnaldo Jordy
    
O problema da violência no campo que assola o Pará parece inaceitável, em um Estado com 1,2 milhão de hectares de terras, numa época em que há leis e instituições voltadas a promover a função social da terra, por meio da reforma agrária e de políticas agrícolas para fixar o homem no campo. Assim como a maioria dos sem-terra são pessoas realmente pobres que precisam plantar, também há quem os utilize como massa de manobra em ações de violência, com interesses financeiros. Da mesma forma, alguns policiais são seduzidos por pagamentos feitos por fazendeiros para que ajam como pistoleiros. A violência persiste, por razões que resistem às abordagens que colocam apenas um dos lados na condição de vítimas e o outro na de bandidos. 
   
No final do governo de Ana Júlia Carepa, em 2009, houve a operação denominada Paz no Campo, organizada para conter invasões de terras no sul do Pará, que acabou com uma série de acusações de abusos cometidos por policiais e mortes de camponeses no sul do Pará. Da mesma forma, agora, em 2017, dez mortes foram registradas na fazenda Santa Lúcia, em Pau D'Arco, também no sul do Pará, sendo nove homens e uma mulher. Um fio condutor une ações como essas, a força do dinheiro que arregimenta policiais para agir em favor de interesses privados. 
     
É o que parecer ter havido em Pau D'Arco, segundo revelado pelas primeiras investigações, ainda no aguardo dos laudos definitivos. Policiais militares de Redenção foram pagos por fazendeiros para massacrar os sem-terra, no dia 24 de maio deste ano. Essa já não é apenas a versão dos defensores dos direitos humanos, mas foi confirmada pelas polícias Civil, Militar e Federal, bem como pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Estado do Pará, que concluíram que o que houve foram execuções. É preciso, agora, que uma vez concluída a investigação e confirmados os crimes, haja a punição rigorosa dos culpados.
   
Além disso, o governo federal costuma se preocupar com a reforma agrária apenas quando há um massacre no campo. Jamais houve uma reforma agrária completa no Brasil. Fernando Henrique e Lula pelo menos mantiveram um certo ritmo de assentamentos. Já a ex-presidente Dilma Rousseff não fez uma desapropriação sequer, nem destinou qualquer hectare para a reforma agrária. Esta marca é considera a pior em 20 anos. Em seus cinco anos de governo, houve redução drástica na distribuição de terras. Apenas no apagar das luzes de sua gestão, em 1º de abril de 2016, ela decidiu assinar 21 decretos de desapropriação, totalizando 35 mil hectares destinados a assentamentos, além de quatro decretos de territórios quilombolas, segundo o Instituto Socioambiental.
   
A repetição periódica de incidentes como esse no campo mostra que o problema não é de hoje. E os números nos revelam que a violência vem piorando, tanto no campo, quanto nas cidades, cujas periferias também estão inchadas de pessoas pobres, sem emprego e oportunidade. Jovens que são vítimas preferenciais do crime, seja como mão-de-obra para quadrilhas, seja como vítimas de criminosos. 
   
Dados oficiais apontam que em 2016 o Pará teve 3.589 assassinatos, enquanto este ano, até o último dia 19 de julho, já houve 2.063 assassinatos no Pará. Tudo indica que as estatísticas serão ainda mais trágicas em 2017.
   
O Atlas da Violência 2017 do Ipea revela que a taxa de homicídios no Pará passou de 27,6 para cada 100 mil habitantes em 2005, para 45 a cada 100 mil em 2015, um crescimento de 62,7%, com alta de 5,3% entre 2014 e 2015. Em números absolutos, o Pará passou de 1.926 homicídios em 2005, para 3.675 em 2015. Uma variação de 90,8%. Entre 2014 e 2015, a alta foi de 6,6%, com 229 homicídios a mais neste ano. 
   
Algo tem que ser feito e acredito que passa pela valorização e profissionalização das forças de segurança. Uma ação como a que foi feita na fazenda Santa Lúcia, em Pau D’Arco, teria que ser feita sob rígida supervisão, gravada em vídeo e sob rigorosas normas de segurança. Os policiais militares precisam ter remuneração digna, para que não precisem fazer “bicos” para terceiros. Aliado a isso, é preciso olhar com atenção para a juventude pobre e negra, que tem as maiores vítimas da violência. É preciso atacar as causas estruturais dessa matança, para que os paraenses vivam em paz. 
   
A vingança e a justiça feita com as próprias mãos têm lavado ao paroxismo os índices de violência no nosso Estado. Mas a cultura do olho por olho, dente por dente, não pode prevalecer. 
  
     
* Arnaldo Jordy é deputado federal, líder do PPS na Câmara
  
  

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Jordy elogia condenação da JBS por danos a trabalhadores no Pará

  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), parabenizou nesta quinta-feira (13), a 2ª turma do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª região, em Belém, que condenou o Frigorífico JBS em Redenção (PA), dos irmãos Joesley e Wesley Batista, a pagar uma indenização no valor de R$ 5 milhões por dano moral coletivo. Segundo o parlamentar, a condenação é a de maior valor já fixado pelo Tribunal para condenar uma empresa no Pará. A sentença saiu em 28 de junho, após resultado de uma ação ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), em Marabá.
   
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/Dc63kXORBWY
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

Pau D'Arco: Jordy lamenta que disputa de terra ainda faça vítimas no Pará

  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) repercutiu nesta quinta-feira (13), a declaração oficial do Secretário de Segurança do Pará, General Jeannot Jansen, que, baseado nas investigações e na delação premiada de envolvidos na chacina de 10 trabalhadores rurais na fazenda Santa Lúcia, no município de Pau D’Arco, afirmou que não houve confronto com os policiais na ocasião. O parlamentar lamentou que em pleno século 21, ainda ocorram disputas violentas na disputa de terra no Pará, defendendo uma apuração isenta e rigorosa por parte dos órgãos de investigação e punição para os possíveis culpados por mais esta tragédia.
  
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/maEZjnnNCbk
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Jordy pede fim da escalada de violência e da impunidade em crimes violentos no Pará

     
Na Câmara Federal, o líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy (PA), lamentou, nesta quarta-feira (28), a onda violência que aflige muitos jovens e inocentes, por vezes de forma fatal, no Pará. O parlamentar apelou para que as autoridades de segurança pública encontrem soluções para combater a escalada de violência e a impunidade em relação aos crimes, que vitimam indiscriminadamente crianças, jovens e adultos em todo Estado.
    
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/9905a0bQkQ4
     
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
   

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Comissão da Câmara pede à PF apuração rigorosa de chacina em Pau D´arco

  
    
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) integrou, nesta quarta-feira (28), uma comitiva de parlamentares que foi recebida pelo delegado geral da Polícia Federal, Leandro Daiello. Os deputados são membros da Comissão Externa destinada a acompanhar as investigações da chacina de Pau D´arco, na região sudeste do Pará, ocorrida na esteira da operação de reintegração da fazenda Santa Lúcia, na qual 10 pessoas – 9 homens e uma mulher - foram mortas, em 24 de maio último.
   
Os parlamentares foram solicitar ao delegado-geral, agilidade no inquérito levado a cabo pela PF e verificar o andamento das investigações, que estão sendo realizadas em conjunto com a polícia paraense.
   
Para Jordy, o aumento na escalada de violência no Estado, teve como um dos fatores, o afluxo de milhares de pessoas grandes projetos que acontecem na Amazônia, como por exemplo, a construção da hidrelétrica de Belo Monte, sem que a região tenha se preparado para receber dezenas de milhares de trabalhadores, o que gerou efeitos colaterais nocivos, como o aumento na prostituição, na mendicância, no tráfico de drogas e até de seres humanos.

Em relação à tragédia de Pau D´arco, o parlamentar paraense afirmou “que a disputa por terra levou a uma grave agressão, inclusive ao bom senso, onde 10 trabalhadores rurais foram mortos, um fato que precisa ser exemplarmente corrigido, após uma isenta e rigorosa apuração por parte dos órgãos de investigação, federal e estadual, para punição dos possíveis culpados por mais esta tragédia”.
   
Para Leandro Daiello, o trabalho conjunto que está sendo realizado, será inclusive usado como exemplo e referência em futuras cooperações com outros Estados. O delegado afirmou ainda “que não estão sendo poupados efetivos e recursos para o esclarecimento do que houve, para que não se tenha espaço para contradições”. Para ele, há uma grande possibilidade da apresentação de um relatório final ser apresentado em conjunto. 
   
Da reunião, ainda participaram os deputados Elcione Barbalho (PMDB/PA) e Eder Mauro (PSD/PA).
   
   
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Jordy lembra os 30 anos do assassinato de Paulo Fonteles e cobra investigação de chacinas no Pará

   
O líder do PPS na Câmara Federal, deputado Arnaldo Jordy (PA), lembrou os 30 anos do brutal assassinato em Belém, do ex-parlamentar, militante e defensor dos direitos humanos, Paulo Fonteles. Jordy rememorou sua trajetória e em seu nome, cobrou das autoridades, o combate à violência e a apuração das recentes chacinas, ocorridas no Pará.
  
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/31CA_2M3ZJg
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Audiência em Comissão Especial debateu com secretários, perdas dos Estados com a Lei Kandir

    
Confira reportagem da Agência Pará, sobre a audiência pública realizada na quarta-feira (31), em Brasília, para debater a Lei Kandir, na Comissão Especial da Câmara Federal que debate as perdas dos Estados com a desoneração das exportações (Projeto de Lei Complementar 221/98 – Lei Kandir) e solicitada pelo presidente da Comissão, Arnaldo Jordy (PPS/PA). 
  
Participaram da audiência, Secretários e representantes do setor fazendário do Pará, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso. Nos mais de vinte anos de vigência da lei, o Pará deixou de arrecadar R$ 34,3 bilhões em ICMS.
   
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/RwN5xJTV7a0
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar