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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Sustentabilidade: Jordy parabeniza apoio do Ministério do Meio Ambiente à Copa Verde 2017

   

O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), participou nesta quarta-feira (15), no Ministério do Meio Ambiente, em Brasília, de assinatura de protocolo de intenções para o desenvolvimento das ações e atividades socioambientais e de sustentabilidade da Copa Verde 2017, competição da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que terá a participação de 18 clubes das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. O protocolo foi assinado pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, pelo o vice-presidente da CBF, Antônio Nunes, pelo secretário-geral da CBF, Walter Feldman e pelo presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Gilberto Occhi.
   
A competição foi a primeira de iniciativa sustentável no futebol brasileiro. Em 2016, os torcedores puderam trocar garrafas pet por ingressos, configurando a primeira competição carbono zero do futebol brasileiro. No total, foram 1.951 quilos de garrafas pet trocados por 13 mil ingressos. Os resíduos foram destinados a quatro cooperativas do Movimento Nacional de Catadores para reciclagem. 
    
Segundo a CBF, neste ano, em continuação ao projeto, será levantada a bandeira do Carbono Zero, com ações de compensação das emissões de gás carbônico e de preservação do meio ambiente.
  
Em sua fala, Jordy lembrou que algumas das iniciativas da Copa Verde foram definidas em reuniões realizadas em Belém (PA) e que o tema da sustentabilidade é de extrema importancia a toda sociedade, sugerindo ainda ações junto às torcidas organizadas, o que poderá, segundo ele, colaborar para a pacificação nos estádios. De acordo com o líder do PPS, “com o protocolo ora assinado, a Copa Verde ganhará em importância, valorizando diretamente os clubes que dela participam”, ressaltou o parlamentar paraense.
  
Sarney Filho lembrou que a Copa Verde, que está em sua quarta edição, foi considerada a primeira competição carbono zero do futebol mundial – o CO2 (gás carbônico) emitido com a realização dos jogos foi compensado por meio do plantio de 1.122 mudas nativas. “A competição também nos ajudará a difundir melhor o combate ao desmatamento da Amazônia, a gestão de resíduos sólidos, a preservação da fauna e da flora, entre outras questões prioritárias”, afirmou.
  
Para o vice-presidente da CBF, Augusto Nunes, a intenção é consolidar o campeonato como referência mundial em competição sustentável. “A imagem do Brasil no exterior está muito associada ao futebol. Queremos que o mundo passe a conhecer também o que a Amazônia representa de melhor para o Brasil”, afirmou.
  
Lançamento
  
O lançamento da edição de 2017 da Copa Verde será feito nesta sexta-feira (17), no palácio Setentrião, sede do governo do Amapá, em Macapá, momento em que serão conhecidas as novidades previstas para a Copa Verde 2017, que se juntam às ações adotadas no ano passado, quando o Paysandu, clube paraense, foi campeão ao vencer o Gama no placar agregado nas finais, de 3 a 2. Os dois foram os primeiros a receber o ecológico Troféu Vivo, que é uma muda de árvore a ser plantada na sede do clube vencedor.
  
Os torcedores que quiserem acompanhar os jogos nos estádios poderão novamente trocar garrafas PET por ingressos. Na edição 2017, que terá jogos até 15 de maio, além do Troféu Vivo, haverá novamente concurso de redação para estudantes sobre a conscientização ecológica e a presença nos jogos do Vermelhão, mascote oficial do campeonato inspirado na arara-vermelha-grande, animal ameaçado de extinção e encontrado em estados onde estão sediados os clubes participantes do torneio. O vencedor terá acesso direto às oitavas de final da Copa do Brasil de 2018.
    
  
Por: Assessoria Parlamentar / Com informações do G1 e Ministério do Meio Ambiente
  
    

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

ARTIGO - 2017. Qual a saída?


* Arnaldo Jordy 
  
O Brasil vive a maior crise política de sua vida republicana. Outros dois momentos similares geraram uma revolução, em 1930, e um golpe de estado, em 1964. Desta vez, os militares estão convictos de seu papel constitucional e a situação é enfrentada, felizmente, num ambiente de estabilidade democrática, ainda que parte dos responsáveis pela crise bravejem na tese enferrujada do “golpe” parlamentar, como retórica de marketing, para fugir à própria responsabilidade sobre a grave crise atual.
    
A delação do diretor da Odebrecht, Cláudio Melo Filho, cujo teor vazou recentemente, desvendou um modelo de transferência de recursos públicos para acumulação de capital empresarial e reprodução política que atenta contra o estado de direito democrático.
   
Uma só das delações – de 77 que foram feitas – sistematiza o funcionamento da pilhagem da estrutura pública, com apoio de parte da elite política do país, promovendo a maior transferência de renda possível do estado para empresas que atuavam nos setores mais dinâmicos da nossa economia – complexo petroquímico, energia, indústria automotiva e construção pesada. Evidenciou-se também o mecanismo usado para modificar as leis, inclusive a Constituição, para favorecer e garantir privilégio para essas empresas, oferecendo propinas a alguns políticos, garantindo a reprodução dos mandatos e o enriquecimento pessoal de muitos. Foi uma verdadeira aula de corrupção e privatização do estado o relato do ex-diretor à Lava Jato.
   
Ele cita figurões como Renan Calheiros, Romero Jucá, Delcídio do Amaral e outros, como os articuladores do esquema de suborno para aprovar projetos de interesse da empresa. O lobista descreve minuciosamente as transações no balcão do Congresso. A empreiteira ganhou cerca de R$ 8,4 bilhões com duas medidas provisórias citadas na sua delação. Um negócio altamente vantajoso, considerando que o investimento em propinas foi de cerca de R$ 17 milhões. Segundo o relato de Cláudio Melo, 52 políticos receberam cerca de R$ 72 milhões em pagamentos de propinas e caixa dois (não falo aqui das doações legais, amparadas na lei).
   
Esse sistema de poder ocorreu no governo do ex-presidente Lula, que administrou o país de 2003 a 2010, cujo partido – e não só ele – foi protagonista de um tipo de divisão entre as empreiteiras, os partidos da base e alguns políticos, definindo claramente as regras do jogo. Claro que não seria honesto dizer que tudo começou no governo Lula, mas com certeza, foi nele que o esquema atingiu uma dimensão nunca vista antes na história, superando os esquemas isolados e individualizados no Congresso. A partir dali, um grupo restrito de políticos aliados, controlando a pauta de votações e as maiores bancadas, comandavam a farra. Também seria desonesto excluir a ex-presidente Dilma de responsabilidade. O sistema de governo montado após a saída de Lula não sobreviveria sem comando. Aliás, o financiamento de suas campanhas de 2010 e 2014, pelo que se viu agora, veio desse esquema. Dilma ainda não foi citada nas delações de empreiteiras, mas nas investigações das campanhas eleitorais, já há evidências de financiamento oriundo desse esquema das empreiteiras, haja vista as investigações sobre a atuação de João Santana e sua mulher, Mônica Moura, nas eleições.
   
As denúncias contra o presidente Michel Temer e alguns membros de seu staff, por parte de Cláudio Melo Filho, mostra que o esquema continuou funcionando, mesmo depois do governo Lula.
   
E agora, qual a saída? Essa é a pergunta do final de ano. A retirada constitucional do mandato de Dilma pelo Congresso não arrefeceu a crise econômica, apesar dos singelos sinais de controle inflacionário e muito menos estancou a crise ética. Ele foi o caminho legal encontrado pelo Congresso, com apoio da opinião pública, para salvar o país da completa bancarrota e cumprir a Constituição, diante da irresponsabilidade administrativa da ex-presidente. As novas denúncias e as manobras para sepultar a Operação Lava Jato, que felizmente fracassaram, desgastaram o governo. O presidente Temer não está livre de ter o mandato cassado pelo TSE no julgamento da campanha de Dilma, em ação movida pelo PSDB. Isso também não resolveria muito a crise, pois haveria uma eleição indireta por um Congresso com pouca credibilidade.
   
A Constituição não prevê a antecipação das eleições e nem a convocação de uma Constituinte, o que resolveria o impasse, devolvendo às urnas, com o voto popular, a recomposição institucional da democracia representativa.
   
O país andará, em 2017, em situação delicada, exigindo, dentro dos moldes constitucionais, o avanço no combate à corrupção e à impunidade, a recomposição da economia, principalmente no controle da inflação, e na redução do desemprego e a consolidação da democracia, sem nenhum tipo de atalho.
   
  
* Arnaldo Jordy é deputado estadual pelo PPS/PA
  
  

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Brasil vive ano difícil e precisa de reformas, afirma Jordy

  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) fez um balanço de 2016, um ano difícil e tenso para a maioria dos brasileiros, com a maior crise econômica da nossa história, 12 milhões de desempregados e juros altos. Apenas os banqueiros lucraram, pois o Brasil pagou cerca de R$ 500 bilhões somente em juros e amortização da dívida em 2015. Foi um ano traumático também na política, com o impeachment da presidente, a cassação de Eduardo Cunha e da Lava Jato.
  
“Para 2017, é importante que a opinião pública acompanhe os trabalhos da Câmara, para que possamos pautar as reformas que o Brasil precisa, protegendo os interesses dos mais excluídos, dos trabalhadores, daqueles mais desassistidos pelo estado brasileiro. É isso que o PPS espera, com a sensação da missão cumprida entre nós”, diz Jordy.
  
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/O86pdYDxIqs
  
  
   
Por: Assessoria Parlamentar
   
   

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Planejamento do PPS Ananindeua para 2017

  

O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) em encontro com representantes do PPS de Ananindeua, nesta quinta-feira, 8, para discutir as metas e perspectivas para o próximo ano.
  
  
    
Por: Assessoria Parlamentar