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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

ARTIGO - A vida que pouco vale

   
* Arnaldo Jordy
   
Passados dez anos da aprovação pela Assembleia Geral das Nações Unidas do Plano de Ação Mundial para combater o tráfico de pessoas, o problema parece ter se agravado no mundo todo, em decorrência das ondas migratórias que deslocam milhares de pessoas da África e do Oriente Médio em direção à Europa, e da Venezuela em direção a outros países da América do Sul, tornando essas pessoas vulneráveis à ação de exploradores do trabalho escravo e da prostituição, inclusive infantil, a mais cruel forma de exploração do trabalho jamais vista.
   
Por esse motivo, o secretário-geral da ONU, António Guterrez, fez um apelo esta semana, por ocasião da passagem do Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, a 30 de julho, para que os governos adotem medidas coordenadas para combater essa violação dos direitos fundamentais das pessoas e que tem nas mulheres e crianças 71% das suas principais vítimas.
   
Em dezembro, um encontro internacional no Marrocos vai discutir o Pacto Global para Migração, uma tentativa de firmar regras a serem seguidas pelos países, para que haja um tratamento mais humano a essas pessoas que fogem das guerras e da fome e que estão sujeitas a serem tratadas como mercadoria ou mão de obra escrava. Por isso, a ONU pede que os países adotem medidas para identificar os migrantes que são propensos à exploração pelo tráfico de pessoas, e que passem a adotar mecanismos de proteção para essas pessoas, evitando que se degradem ainda mais os indicadores de tráfico de pessoas e exploração sexual no mundo.
   
De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), 21 milhões em todo o mundo são vítimas de traficantes de pessoas, seja para o trabalho em condições degradantes e desumanas, tanto no campo, em fazendas, como costuma ocorrer com frequência no Pará e em outros estados brasileiros, quanto nos grandes centros urbanos, onde os migrantes são explorados como mão de obra barata em fabriquetas de confecções, que muitas vezes fornecem peças para grandes marcas de roupas.
   
É preciso também olhar para o que acontece dentro do nosso quintal, na nossa casa. Esta semana, uma reportagem de televisão mostrou que o problema das crianças balseiras persiste na região do Marajó, algo que tenho denunciado desde a CPI da Pedofilia na Assembleia Legislativa do Pará, em 2008, a partir de apelos feitos pelo bispo do Marajó, Dom Luiz Azcona, e irmã Henriqueta Cavalcante. Na ocasião, o relatório feito por mim apontou para uma estimativa de 100 mil casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes no estado do Pará, em um período de cinco anos, de 2005 a 2009, dos quais 26 mil com algum tipo de registro. Em dois anos, a CPI da Pedofilia recebeu 843 denúncias, investigou 148 casos, visitou 47 municípios e obteve depoimentos de 173 pessoas, solicitando 46 prisões. Graças à CPI da Pedofilia, houve uma mobilização no Judiciário para enfrentar esses casos, dando visibilidade ao problema, que quase sempre ficava escondido sob o véu do poderio econômico.
    
Entendo que esse problema só será totalmente superado quando a região do Marajó, onde estão alguns dos piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do País, superar a miséria extrema que faz com que crianças sejam obrigadas a vender o corpo e troca de alimento. No entanto, podemos mitigar a situação reforçando a rede de proteção a essas crianças, além de alertar e informar a população de todas as maneiras possíveis. Nesse sentido, conquistamos um feito, com a ajuda dos governos do Estado e Federal, que foi equipar todos os Conselhos Tutelares de todos os municípios do Pará com carros, computadores e outros materiais, para que os conselheiros tutelares possam desenvolver seu trabalho, objetivo alcançado este ano, com muito esforço. 
    
Esse é apenas um começo, cada cidadão deve fazer a sua parte, denunciando os casos que estão nas sombras e exigindo a punição dos culpados. Essa é uma luta de todos.
  
  
* Arnaldo Jordy é deputado federal - PPS/PA 
    
  

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Arnaldo Jordy cobra liberação de recursos para combate à malária no Pará

  
    
Do Portal PPS
   
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) cobrou do governo federal a liberação da segunda parcela de um total de R$ 10 milhões prometidos para o estado do Pará, que enfrenta um surto de malária.
   
Do plenário da Casa, o parlamentar disse que apenas R$ 3,5 milhões deste montante foram liberados pelo Ministério da Saúde, sendo R$ 2,3 milhões aos municípios e R$ 1,2 milhão ao governo do Pará.  Segundo relato de Jordy, somente em 2017, foram registrados 40 mil casos da doença.
   
“Temos de reconhecer e agradecer a liberação de uma parte do dinheiro, mas isto é absolutamente insuficiente. Há municípios que estão com incidência altíssima de malária. Faço um apelo para a liberação da segunda cota para fazer o enfrentamento desta chaga”, disse o parlamentar do PPS.
   
De acordo com Jordy, a situação é bastante grave nos municípios de Limoeiro do Ajuru, Melgaço, Oeiras, Bagre e Curralinho, localizados na região do Marajó.
   
Segundo o Ministério da Saúde, o Pará é o estado que registra o maior aumento no número de diagnósticos. Nos últimos anos, o número de casos mais que dobrou. Em 2016 eram 14 mil casos. No ano passado, o número saltou para quase 40 mil casos confirmados.
   
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Jordy pede liberação de recursos para redes de água e saneamento de municípios do Pará

  
    
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), esteve em audiência com o presidente da Fundação Nacional de Saúde – Funasa, Rodrigo Dias, nesta terça-feira (24). O parlamentar foi pedir a liberação de recursos para a construção de redes de distribuição de água e saneamento, em vários municípios do Pará, como Jacundá, Mãe do Rio, Gurupá e Salvaterra. Estes dois últimos, localizados no arquipélago do Marajó, onde segundo o deputado, se registraram nos últimos anos, os piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país.
   
“Não é concebível, numa região onde se localiza uma das maiores bacias hidrográficas e fonte de recursos hídricos do mundo, que mais de 2 milhões de paraenses não tenham acesso ao saneamento e água potável”, ressaltou Jordy.
   
Rodrigo Dias afirmou que está trabalhando para desburocratizar os procedimentos do órgão, de modo a possibilitar o acesso de municípios carentes aos recursos, muitas vezes travados por conta de um excesso de documentação. O executivo completou ainda que fará o necessário para dirimir as pendências e possibilitar a chegada da ajuda aos municípios.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

ARTIGO - Marajó: educação e pobreza

  
* Arnaldo Jordy 
  
Enquanto a corrupção sangra R$ 220 bilhões por ano dos cofres públicos, o Brasil segue precaríssimo em educação e saúde públicas de qualidade e afundado em problemas decorrentes da miséria, tais como a exploração sexual, a prostituição infantil, a violência e o desemprego. No Pará, temos uma região que é a expressão dessa realidade, de uma situação de abandono à própria sorte que perdura há séculos, o Marajó, cujo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de seus municípios escancara toda uma situação de carência da população e abandono.
    
Neste semestre passado percorri 12 dos 16 municípios do arquipélago, prestando contas do meu mandato, conversando com a população, prefeitos, entidades, entregando emendas parlamentares, e cada vez me convenço que são dois os maiores desafios imediatos para superar essa realidade de maneira emergencial: educação e ampliação dos programas sociais. 
  
O IDH, segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), é uma medida resumida do progresso de uma determinada região em três dimensões básicas do desenvolvimento humano: renda, educação e saúde. O indicador criado pela ONU serve como contraponto ao Produto Interno Bruto (PIB), que mede a soma das riquezas de um determinado local, enquanto que o IDH serve para avaliação de como essa riqueza beneficia a população.
  
O índice vai de 0 a 1 e os locais com IDH abaixo de 0,499 têm sérios problemas em seu desenvolvimento humano; os que estão entre 0,500 e 0,799 têm desempenho mediano e apenas os que estão acima de 0,800 têm alto desenvolvimento. Em 2013, todos ficamos chocados com o fato de Melgaço, no Marajó, ter o menor IDH do país, 0,418, assim como 8 dos 16 municípios da arquipélago estavam entre os piores indicadores do Brasi em educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida ao nascer) e renda (PIB per capita): Chaves, Anajás, Afuá, Curralinho, Breves, Portel, Bagre e Gurupá. No Atlas anterior, de 2010, Melgaço também havia sido o município paraense pior colocado, à frente apenas de outros seis municípios. Em 2010, metade da sua população de 24 mil habitantes era analfabeta e apenas 681 jovens frequentavam o ensino médio. O Pnud informa que a dimensão que mais contribuiu para o baixo IDH do município foi a educação, com índice de apenas 0,207, seguido da renda, com 0,454, enquanto a longevidade, que representa a expectativa de vida ao nascer, teve índice de 0,776. 
   
O Censo de 2010 constatou que o Marajó tinha 130 mil alunos matriculados no ensino fundamental, número que caia abruptamente para 16 mil alunos no ensino médio, enquanto apenas 1 mil alunos cursavam ensino técnico ou profissional. O sonho de uma universidade do Marajó ainda é distante, embora UFPA e UEPA tenham aumentado o número de vagas em seus campi avançados após mobilizações da sociedade das quais participei. O Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago de Marajó (PDTSAM), lançado por Lula em 2007, nunca saiu do papel.
   
O que fazer de imediato? É preciso urgentemente ampliar os programas sociais do governo, com um olhar diferenciado para o Marajó, ampliar a proteção à criança e ao adolescente e prover serviços básicos, como água potável, que ainda falta naquela região, definindo uma estratégia que possa superar de forma rápida essa situação. 
   
Definir também as bases de um ajuste curricular que possa atrair mais os alunos, agregando conteúdos que possam estimular sua participação, incentivar equipes pedagógicas em parceria com os pais e a comunidade, para o alcance de metas, definir o grau de colaboração entre os entes federativos (municípios, estados e a União, incluindo as duas universidades públicas, UFPA e UEPA), adequar essa estratégia em função da territorialidade, ou seja, pensar o território (que no Marajó destoa do restante do Brasil), com base em arranjos locais de desenvolvimento da educação, como previsto no Plano Nacional de Educação, em seu Artigo 7º, que estabelece que a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios atuem em regime de colaboração, visando o alcance de metas e a implementação das estratégias que são objeto do PNE, como um maior investimento per capita em educação básica, incluindo transporte escolar e merenda.
   
Essas são algumas iniciativas, entre outras que poderão ser tomadas para reverter de forma emergencial situações degradantes causadas pela pobreza e a falta de perspectivas. Mas os governos devem adotar políticas públicas que não sejam meros paliativos, que mudem o cenário social no Marajó e de outras regiões onde a pobreza atrasa o futuro e empurra crianças e jovens para um turbilhão que os devora. Com educação e atenção integral, em algumas gerações haverá um aumento da renda da população e a melhoria dos indicadores de saúde que tanto nos envergonham.
  
  
* Arnaldo Jordy é deputado federal, líder do PPS na Câmara
  
  

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Jordy protesta contra extinção de zonas eleitorais na Amazônia

   
Representante do Pará na Câmara Federal, o deputado Arnaldo Jordy (PPS), pediu nesta quinta-feira (13), que a presidência do Tribunal Superior Eleitoral – TSE, revise a normativa que determina a extinção de centenas de zonas eleitorais – a título de economizar R$ 13 milhões -, nas localidades que não atendam às novas determinações, o que prejudicará milhares de cidadãos, por exemplo, por toda a Amazônia, devido à precariedade de transporte e a dimensão territorial da região.
   
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/Ee_NJZYvdwU
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar 
  
  

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Comissão pede apoio ao Marajó em audiência com Ministra de Direitos Humanos

    
   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), ao lado da delegada-geral adjunta da Polícia Civil do Pará, Christiane Ferreira Silva, de Dom Evaristo Paschoal Spengler, bispo da prelazia prelado do Marajó e da coordenadora da Comissão de Justiça e Paz da CNBB (Pará / Amapá), irmã Marie Henriqueta Cavalcanti, foram recebidos nesta quarta-feira (28), pela Ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois.
   
A comitiva levou à Ministra, uma série de demandas relativas à situação do arquipélago do Marajó, como a equipagem dos Conselhos Tutelares nos 16 municípios da região, bem como a situação de vulnerabilidade de crianças, adolescentes e jovens.
   
Segundo Arnaldo Jordy, “há 10 anos a região do Marajó vem apresentando os piores índices do desenvolvimento humano (IDH) do país, com 5 municípios marajoaras se revezando no topo da lista”. Para o parlamentar, é fundamental o combate à pobreza e a desigualdade, esforço do qual entidades como a CNBB e os conselhos tutelares fazem parte.
     
O parlamentar oficiou uma solicitação de troca, dos carros integrantes dos kits que são entregues aos Conselhos Tutelares, por lanchas, “pois muitas das localidades dos municípios do arquipélago, como Afuá, São Sebastião da Boa Vista e Santa Cruz do Arari, só são acessíveis por meio náutico”, explicou, reforçando a necessidade de uma instrumentalização mínima destes órgãos, tão importante na proteção da infância e juventude.
   
Dom Evaristo e a irmã Henriqueta, chamaram a atenção da Ministra para os “meninos e meninas balseiras”, crianças e jovens, que navegam no Rio Tajapuru, vítimas de exploração, inclusive sexual, por parte de tripulantes e viajantes das balsas e navios que cruzam o Marajó. Eles solicitaram à Ministra a instalação de um posto de polícia integrada, como forma de tentar reprimir tais atos, bem como a ação de piratas, tipo de crime em expansão na região.
   
A delegada Christiane solicitou melhorias regionais no Disque 100 -, serviço nacional do Ministério que recebe denúncias de exploração sexual e tráfico de crianças e adolescentes -, de modo que as denúncias apresentadas, sejam direcionadas a um órgão central de monitoramento da polícia paraense, e tão somente distribuídas às entidades competentes, de acordo com a tipificação do caso.
   
Luislinda Valois pediu a formalização das demandas, as quais serão analisadas pelo corpo técnico do Ministério. A Ministra aproveitou para dirimir boatos que o Disque 100 seria extinto, “uma grande inverdade, pois estamos aqui para aperfeiçoar serviços tão importantes para a sociedade”. Luislinda afirmou que acionará as autoridades ante as denúncias de exploração na região, revelando ainda intenção de fazer uma nova visita oficial ao Norte e ao Pará.
   
   
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Em série de reportagem, Record mostrará drama de crianças vítimas da exploração sexual no Pará

    
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) foi entrevistado em abril último, pelo repórter Luiz Carlos Azenha, da Record TV de São Paulo, sobre os resultados da CPI da Pedofilia da ALEPA, em 2009, da qual foi relator, e que levantou cerca de 100 mil casos de abuso contra crianças e adolescentes no Pará entre 2005 e 2009, quase 20% deles cometidos contra crianças de zero a seis anos.
  
A entrevista faz parte da série de reportagens que a Rede Record começa a exibir a partir desta segunda-feira (8), sobre a exploração sexual de meninas no Marajó, situação já denunciada pela CPI, que percorreu 35 municípios do Estado em todas as regiões e levou ao indiciamento de pessoas poderosas no Estado, algumas delas condenadas pela Justiça, despertando a indignação e a consciência da população para o problema da pedofilia.
   
Confira o anúncio da reportagem no link: http://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/nova-serie-do-jr-mostra-o-drama-de-criancas-vitimas-da-exploracao-sexual-no-para-06052017
    
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Jordy faz entrega de kit para Conselho Tutelar em Cachoeira do Arari

  
    
O deputado Arnaldo Jordy fez na sexta-feira, 21, a entrega de kit para o Conselho Tutelar de Cachoeira do Arari, no Marajó, em encontro de prestação de contas com a população de emendas parlamentares destinadas ao município. O município recebeu um carro, computadores, impressora, refrigerador e bebedouro para equipar o Conselho, que fiscaliza o cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Além do kit, há uma emenda de Jordy para equipar o posto de saúde do Arapixi, no valor de R$ 100 mil, em fase de licitação.
  


  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 18 de abril de 2017

Jordy pede por mais segurança no arquipélago do Marajó

  
  
O deputado Arnaldo Jordy quer melhorar a segurança e a eficiência do policiamento no Marajó, onde a população sofre cada vez mais com a violência, os assaltos e o tráfico de drogas. Para isso, irá levar pessoalmente aos ministros da Justiça e Segurança Pública, Osmar Serraglio, e da Defesa, Raul Jungmann, reivindicações da população, que sofre com a pirataria, os assaltos, o tráfico de drogas, a corrupção na polícia e outros desmandos.
  
Jordy também quer mobilizar a sociedade em favor do arquipélago, com a realização de uma audiência pública em Breves, com o Judiciário, o Ministério Público do Pará, os órgãos de segurança e outras instituições, para discutir a situação de insegurança nos rios da região, onde o tráfico e o consumo de drogas são crescentes, sobretudo entre os mais jovens. 
  
As propostas foram feitas em reunião na tarde desta segunda-feira, 17, na sede da Segup, com o secretário de Segurança Pública, Jeannot Jansen, o bispo do Marajó, D. Evaristo Pascoal, e representantes da Polícia Militar e da Igreja Católica que atuam no Marajó e que sentem de perto a situação de degradação social naquela área.
  
A Polícia Militar apresentou na ocasião um plano emergencial para aumentar a presença da segurança pública no Marajó, com o apoio de lideranças comunitárias, para obter maior controle sobre o transporte fluvial. O secretário Jeannot Jansen disse que sozinha, a Polícia Militar não poderá resolver o problema e anunciou a mobilização por mais recursos para o a região, além de planejamento para um policiamento preventivo, e investigação para desbaratar as quadrilhas que agem nas ilhas. 
  
Também participaram da reunião o Frei Antônio Cândido, o Frei Zezinho, o Padre Cleyton e a Irmã Henriqueta Cavalcante. A religiosa informou que nesta terça-feira, 18, haverá reunião com a comunidade em Breves, juntamente com o delegado Arthur, o coronel Hilton, o Propaz e a CNBB, para tratar da situação de violência no Marajó. Neste final de semana, as polícias Civil e Militar desbarataram uma das quadrilhas de “piratas” que atormentavam a população em Breves. Cinco homens foram presos na operação Curumu, que apreendeu armas e 200 itens roubados das residências dos ribeirinhos.
  


  
   
Por: Assessoria Parlamentar
   
   

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Jordy comemora suspensão de aumento nas tarifas da travessia Belém/Camará


O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) comemora, junto à população dos municípios do arquipélago do Marajó, a suspensão do reajuste de 20,7% aplicado nas tarifas das passagens das balsas que fazem as linhas Belém/Porto Camará, em Salvaterra, operadas pela Henvil. Após reuniões com representantes do Ministério Público do Pará, da Arcon PA, da Secretaria de Transporte do Pará e da Henvil, o aumento foi desautorizado pelo Governo do Pará, provando que a sociedade organizada, que luta por reivindicações justas, pode ser vitoriosa.

Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/NovT9T3gEOI
  
  
    
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sexta-feira, 31 de março de 2017

Educação: Jordy apoia cooperativa para vestibulandos no Marajó

  
     
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) dará apoio ao grupo de professores de Cachoeira do Arari, Soure e Salvaterra, que formaram uma cooperativa para oferecer curso pré-vestibular a estudantes do Marajó. Jordy recebeu em seu gabinete em Belém as professoras Fernanda Dantas e Jaqueline Serqueira e a aluna Juliana Serqueira.
  
As aulas serão ministradas na Escola Estadual José Rodrigues Viana, em Cachoeira, e irá suprir uma lacuna que é de toda a região, onde há carência desse tipo de curso. Os alunos pagarão apenas uma pequena taxa para manutenção do curso e pagamento das horas-aula aos professores, que precisam de equipamentos como notebook, impressora e projetor multimídia para ministrar as aulas.
 
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 28 de março de 2017

Saúde: Jordy destina recursos para Chaves

   
   
A destinação de recursos para a saúde no município de Chaves, localizado no arquipélago do Marajó, foi o tema da reunião do deputado Arnaldo Jordy com a líder do PPS - Partido Popular Socialista na Câmara da Vereadores, Marilene Carmona, nesta segunda-feira, 27, em Belém. Jordy também tratou da organização do PPS em Chaves.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Jordy recebe o prefeito eleito de Breves

 
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) recebeu nesta segunda-feira, 12, em se gabinete em Belém, o prefeito eleito de Breves, no Marajó, Toninho Barbosa. Em pauta, emendas para o município, em especial na área da Saúde; e a necessidade de qualificação dos servidores para uma boa gestão municipal.
  
    
    
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 1 de março de 2016

Pro Paz Integrado em Breves vai combater violência contra crianças e mulheres no Marajó

  

Nesta segunda-feira, 29, foi inaugurado o núcleo do Pro Paz Integrado no município de Breves, no Marajó, com a presença do deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA), cujo mandato sempre pediu maior atenção do Estado com a infância e juventude do arquipélago, especialmente após as conclusões da CPI da Pedofilia. A ida do Pro Paz ao Marajó é uma antiga reivindicação de Jordy, objeto de emenda parlamentar finalmente atendida.
    
A CPI da Pedofilia no Legislativo estadual constatou que o Marajó é um dos locais onde há maior vulnerabilidade de crianças e adolescentes, muitas vezes vítimas de abuso, em um ambiente de pobreza extrema. Algumas cidades do Marajó estão entre os piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do País, como é o caso de Melgaço, que ficou em último lugar no ranking nacional, em 2013, com um índice de analfabetismo de 50% naquele ano, segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. 
  
Agora, com o Pro Paz Integrado em Breves, os municípios localizados na região do Marajó receberão atendimento especializado no combate à violência contra crianças, adolescentes e mulheres, com um serviço de atenção integral para a redução dos danos físicos e psíquicos causados pela violência, que inclui ações em quatro eixos para o enfrentamento de todas as formas de violência: atenção, defesa, responsabilização e prevenção.
      



  
    
Por: Assessoria Parlamentar