segunda-feira, 17 de abril de 2017

Jordy pede debate sobre o futuro da Confederação de Desportos Aquáticos, após denúncias de corrupção

   
Da Agência Câmara
  
A Comissão do Esporte realiza, nesta terça-feira (18), uma mesa-redonda para debater a atual situação da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) e o futuro das modalidades de natação, saltos ornamentais, nado sincronizado, polo aquático e maratonas aquáticas.
  
No mês passado, a Justiça do Rio de Janeiro determinou o afastamento da diretoria da confederação, liderada pelo presidente Coaracy Nunes. “Coaracy foi presidente da CBDA durante o quadriênio de 2009 a 2013, sendo reeleito para o mesmo desiderato pelo quadriênio de 2013 a 2017. Seu mandato consequente, então, expirou em 09/03/2017”, disse a juíza da 25ª Vara Cível da capital fluminense, Simone Gastesi Chevrand, na concessão da liminar que afastou os dirigentes.
  
No início deste mês, Coaracy Nunes foi preso na Operação Águas Claras, deflagrada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em São Paulo. 
  
A investigação apura o desvio de R$ 40 milhões repassados à confederação nos últimos cinco anos. Há indícios de um esquema de desvios de recursos públicos do Ministério dos Esportes por membros da diretoria do órgão. “O trabalho iniciou-se após denúncias de atletas, ex-atletas e empresários do ramo esportivo brasileiro”, disse o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), que pediu a realização do debate.
  
“O Brasil passa por um período de reciclagem com o objetivo principal de varrer a corrupção que desgraça a todos os brasileiros e a Comissão do Esporte irá fundo nessa investigação”, adiantou o presidente do colegiado, deputado Ezequiel Teixeira (PTN-RJ).
  
Debatedores
  
Foram convidados para participar da discussão:
- os atletas olímpicos César Cielo, Gustavo Borges, Joana Maranhão, Thiago Pereira, Poliana Okimoto;
- o atual interventor da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, Gustavo Licks;
- o representante do Comitê Olímpico do Brasil (COB);
- o secretário da Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Luiz Lima;
- um representante do Tribunal de Contas União;
- um representante da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, patrocinador oficial da entidade;
- presidentes das federações estaduais de desportos aquáticos; e
- presidentes e representantes dos clubes esportivos.
  
A mesa-redonda será realizada no plenário 4, a partir das 10 horas.






Jordy critica suposto “pacto de sobrevivência” entre FHC, Lula e Temer


    
Do Portal PPS
   
O líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), criticou nesta segunda-feira (17) a articulação de um suposto pacto para salvar o PT, PSDB e PMDB e que estaria sendo construído pelos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso e o presidente Michel Temer.
  
As três legendas são alvos da operação Lava Jato e poderiam chegar enfraquecidas às vésperas da eleição de 2018. Segundo relatou o jornal “Folha de S. Paulo”, na semana passada, o acordo evitaria que, em meio ao estrago causado pelas investigações contra estes partidos, surgisse uma força política capaz de tomar o espaço de poder que estas lideranças vem ocupando nas últimas décadas.
  
“Não cabe pacto que vá constranger a Lava Jato. A sociedade já é sócia no combate à corrupção. Não dá para varrer toda esta sujeira que está aí é jogar para debaixo do tapete. Isto não é cabível”, disse Jordy.
  
Ele defendeu que, em vez de um “pacto pela sobrevivência política”, as lideranças firmassem um acordo para melhorar a distribuição de renda, pela educação e pelo aumento do investimento social no Brasil.
  
Investigações
  
Arnaldo Jordy cobrou ainda que a Procuradoria Geral da República e o Supremo Tribunal Federal deem a celeridade necessária para concluir as investigações, após a autorização de abertura de inquérito contra 108 alvos, entre ministros, deputados, governadores e senadores.
  
“Tem se falado em, no mínimo, dois anos até a formalização das denúncias no STF. A sociedade não vai aguardar este tempo todo”, opinou.
  
O líder do PPS também criticou a tentativa de o PT capturar entidades civis com a propina paga pela construtora Odebrecht à legenda. Citou ainda os movimentos do partido para repassar o dinheiro sujo à revista Carta Capital e a centrais sindicais.
  

Foto: Robson Gonçalves
  
  

Jordy comemora suspensão de aumento nas tarifas da travessia Belém/Camará


O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) comemora, junto à população dos municípios do arquipélago do Marajó, a suspensão do reajuste de 20,7% aplicado nas tarifas das passagens das balsas que fazem as linhas Belém/Porto Camará, em Salvaterra, operadas pela Henvil. Após reuniões com representantes do Ministério Público do Pará, da Arcon PA, da Secretaria de Transporte do Pará e da Henvil, o aumento foi desautorizado pelo Governo do Pará, provando que a sociedade organizada, que luta por reivindicações justas, pode ser vitoriosa.

Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/NovT9T3gEOI
  
  
    
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

ARTIGO - Lista expõe urgência da reforma política

    
  
* Arnaldo Jordy
  
A política foi sacudida na tarde de terça-feira, 11, pela notícia de que o ministro Edson Fachin, relator das ações relativas à operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, havia levantado o sigilo das delações dos executivos da Odebrecht, que fizeram colaboração com a Justiça. Logo em seguida, veio à tona a lista dos alvos de inquérito com foro privilegiado que serão processados pelo STF: um total de 108 nomes em 83 inquéritos, que inclui 8 ministros, 24 senadores e 42 deputados federais.
   
Os mais complicados são os políticos acusados dos chamados crimes conexos, como corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações. O ministro teve o cuidado de separar os que receberam doações eleitorais do caixa dois da Odebrecht e os que, além disso, estão envolvidos em superfaturamento de obras, desvios de recursos públicos, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
   
Outra lista menor contém os pedidos de investigação que serão remetidos à Justiça comum, aqueles que não têm foro privilegiado, e aí estão quase todos os ex-presidentes da República, FHC, Lula e Dilma. 
   
Esse uso indiscriminado do caixa dois nas eleições é a maior prova de que precisa haver uma reforma política séria no Brasil, para evitar que o poderio econômico e a influência de grandes grupos empresariais continuem a decidir o resultado das eleições, em troca de favores de governos e parlamentares quando estes assumem seus mandatos.
   
O financiamento para campanhas tem que seguir regras estritas, com doações feitas totalmente às claras. Nessa área, já houve algum avanço, com a proibição de doações de empresas para candidatos, depois de todo o escândalo do petrolão. Os gastos "por baixo dos panos" que representam o caixa dois, muito utilizados nas últimas eleições municipais, precisam ser combatidos com rigorosa fiscalização e punição para os culpados, que poderia incluir a perda do mandato conquistado ilegalmente.
   
Que tenhamos campanhas eleitorais mais baratas, fundamentadas nas posições políticas e nas propostas e não eleições para medir a capacidade financeira dos candidatos. Precisamos deixar no passado, para o bem do Brasil, o adágio que diz que não se faz política sem dinheiro, porque esse dinheiro quase sempre é sujo, tem origem na corrupção e compra não só os votos, mas os próprios políticos, que ficam nas mãos de bandidos, e compromete os benefícios da democracia para a população, que fica refém de eleições compradas.
   
Outro aspecto relevante põe abaixo a tese maltrapilha, repetida pelos petistas e seus seguidores, de que a Lava Jato representava uma "conspiração seletiva" contra o PT. Na referida lista de Fachin, 73% dos políticos citados pertencem ao PT, PMDB, PSDB e PP, o que mostra que as investigações conduzidas pelo juíz Sergio Moro, Polícia Federal e Ministério Público são abrangentes e alcançam todos aqueles que praticaram suposta conduta criminosa, independente de partido.
   
Outro aspecto cada vez mais evidente é o envolvimento doloso do ex presidente Lula. O ministro Fachin mandou abrir inquéritos contra ele relativo a vários fatos. As tratativas com a Odebrecht para edição da MP 703/15, que estabelece acordo de leniência com empresas infratoras; as planilhas de pagamento do setor de "operações estruturadas” para a conta "Amigos" (com saldo de 40 milhões), supostamente destinada a Lula, tendo como administradores os ex ministros Antônio Palocci e Guido Mantega; repasses de recursos para a campanha de Fernando Haddad, em troca de concessão de CID (Certificado de Incentivo ao Desenvolvimento).
    
Fachin também determinou investigar a suposta participação de Lula na criação da empresa Set Brasil, em parceria com a Petrobras; a aquisição de imóveis para uso pessoal e a instalação do Instituto Lula e o pagamento do marqueteiro João Santana nas campanhas de Lula (2006) e de Dilma (2010 e 2014).
    
Portanto, além da continuidade e apoio irrestrito à operação Lava Jato no combate à corrupção e à impunidade, precisamos sepultar de vez o falido sistema político e eleitoral brasileiro, permissivo e reprodutor dessas promiscuidades que corroem a legitimidade da representação democrática no Brasil
   
Nunca houve complô contra os governos petistas, apenas estes governos institucionalizaram uma situação corrupta envolvendo empreiteiras e empresas do governo, como a Petrobras e o BNDES, que vinha de muitos anos. A profissionalização da propina foi descoberta, em muitos casos, pelas delações de antigos aliados, atingindo o governo em cheio. Muitos dos personagens dessa história, no entanto, continuam aí e precisam pagar pelo que fizeram. Essa é a hora do Brasil tentar um reinício na sua política, com um sistema eleitoral mais justo e menos corrupto.
  
  
* Arnaldo Jordy é deputado federal, líder do PPS na Câmara
  
  

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Naufrágio do Haidar: Jordy apela por acordo que beneficie famílias de Barcarena

     
Em solidariedade aos moradores de Barcarena e região, que há um ano e meio foram afetados pela tragédia do naufrágio com o Navio Haidar, que causou a morte de 5 mil bois e uma tragédia ambiental sem precedentes, o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) reforçou o apelo para que Ministério Público Federal - MPF chega a um acordo com a CDP em favor das milhares de famílias e comerciantes prejudicados economicamente pelo sinistro e abandonadas pelas autoridades responsáveis.
   
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/dxMmt46QfWU
    
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

Jordy parabeniza justiça por suspender licença de Belo Monte até que condicionantes sejam entregues

   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) parabenizou em pronunciamento na Câmara dos Deputados, a decisão, ainda que tardia, da Justiça Federal no Pará, que suspendeu a licença de funcionamento da hidrelétrica de Belo Monte, maior obra do PAC. A ordem de paralisação decorre do não cumprimento pela Norte Energia, das obras condicionantes, como a rede de saneamento e esgoto de Altamira. Belo Monte também é alvo de várias denúncias de corrupção, onde empreiteiras teriam pago propina a partidos em troca de contratos.
   
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/8-i6vYBhY9E
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

Lista de Fachin: Jordy reafirma seu apoio às investigações da Lava Jato

  
O líder do PPS - Partido Popular Socialista na Câmara dos Deputados, Arnaldo Jordy (PA) repercutiu a divulgação da lista de investigados na Lava Jato e delatados por dirigentes da Odebretch, na qual estão 8 ministros, 24 senadores e 42 deputados, dentre outros, e onde mais de 70% dos envolvidos são de partidos como o PMDB, PT e PSDB. O parlamentar reafirmou seu apoio ao juiz Sérgio Moro e ao Procurador Rodrigo Janot, citando a extrema urgência na reforma política, pois segundo ele, é inadmissível que mais de 200 bilhões de reais sejam desviados anualmente em atos de corrupção.
     
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/X2pT_WNpVbc   
   
    
    
Por: Assessoria Parlamentar