quarta-feira, 30 de março de 2016

Jordy: Medidas contra corrupção chegam para dar basta no lamaçal que toma conta do país

  
Do Portal PPS
    
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA), que é vice-líder do partido na Câmara, afirmou nesta quarta-feira (30) que o pacote de medidas entregues por representantes do Ministério Público Federal ao Congresso Nacional pode ser um “basta no lamaçal que estamos assistindo”.
  
O conjunto de sugestões, que foi subscrito por mais de dois milhões de brasileiros, contém 10 medidas para prevenir, punir e recuperar dinheiro público. Várias das medidas propostas já tramitam no Legislativo e dependem de aprovação.
  
“São dez medidas para que esta Casa aprove e ajude a dar um basta neste lamaçal que constrange a sociedade e que estamos assistindo. Este pacote traz junto a voz das ruas, dizendo que o Brasil não aceita mais a corrupção e a impunidade”, disse o parlamentar do PPS.
  
Jordy lembrou dos bilhões de reais desviados apenas nos dois maiores escândalos na gestão do PT no Palácio do Planalto: o mensalão e o petrolão. Juntos, os dois casos somam quase R$ 21 bilhões.
  
Disse ainda que quase 40% dos mais de 5 mil municípios brasileiros passam por investigação envolvendo improbidade administrativa.
  
“Este é um câncer da sociedade e esperamos que estes bilhões que foram desviados da administração pública sejam recuperados e investidos em politicas públicas”, acrescentou o parlamentar.
   
  

terça-feira, 29 de março de 2016

Jordy manifesta solidariedade a OAB

  
Do Portal PPS
  
Da tribuna da Casa, o vice-líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy expressou sua solidariedade à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), cuja diretoria foi alvo de intimidação, ao entregar, na ultima segunda-feira (28), novo pedido de impeachment contra a presidente da República na Câmara dos Deputados.
  
Militantes de poucos partidos que ainda restam na base governista, muitos deles servidores da Câmara, foram os protagonistas dos momentos de hostilização contra os membros da OAB. Havia também, de outro lado, pessoas a favor do impeachment de Dilma Rousseff e apoiadores da medida proposta pelos advogados.
  
“Essa decisão da Ordem dos Advogados do Brasil foi quase que unânime. E isto evidentemente que sepulta essa história de golpe que já está virando caricata. Não há golpe nenhum! O que há é um processo de respeito aos marcos democráticos, da legalidade brasileira de apreciação de crimes de responsabilidade da presidente da República. Por isto, manifestamos o nosso apoio, o nosso apreço e a nossa solidariedade à Ordem dos Advogados do Brasil.”, disse o parlamentar PPS.
  
Jordy lembrou que o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) já se manifestou no sentido de expressar que o impeachment é algo constitucional.
  
Cunha
  
O deputado do PPS fez questão também de refutar qualquer insinuação de que seu partido participará de eventual acordo para proteger o mandato do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ). O peemedebista é réu no Supremo, no âmbito da operação Lava Jato. Também é alvo de um processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara.
  
“Quero informar que o Partido Popular Socialista não participa, não participou e nem participará de qualquer tipo de acordo no sentido de atenuar os graves crimes e o envolvimento do Sr. Eduardo Cunha, Presidente desta Casa, diante dos crimes e das denúncias a que responde não só aqui, mas em outros lugares”, destacou Jordy.
  
  

segunda-feira, 28 de março de 2016

PPS se fortalece para disputar as eleições em Primavera

 
    
O PPS cresce e se fortalece para participar das eleições municipais deste ano, quando terá candidatos em todos os principais municípios paraenses. É o caso de Primavera, na região nordeste do Estado, onde o PPS tem Maira Leite como pré-candidata a prefeita, e recebeu as adesões do presidente da Câmara, Valdenor Nogueira, e do vereador Paulinho Tratorista, que disputarão a reeleição pelo PPS, o partido que mais cresce no Pará.
  
Nesta segunda-feira, 28, Maira, Valdenor e Paulinho estiveram com o deputado federal Arnaldo Jordy em seu escritório em Belém, para tratar de assuntos de interesse do município.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

Setran garante ao Padre Nelson recursos para ponte em Mocajuba

 
     
O prefeito de Bragança, Padre Nelson, o presidente do PPS no município, Ivaldo Coelho, e mais 15 moradores de Bragança foram recebidos, na quarta-feira, 23 de março, pelo secretário de Estado de Transportes, Kleber Menezes, para cobrar a execução de obras necessárias para o município, tais como a manutenção do asfaltamento de vias em Bragança, e a construção de uma ponte na comunidade de Mocajuba.
  
O secretário de Transportes garantiu que a manutenção do asfalto em Bragança está assegurada, por meio convênio entre a Secretaria de Estado de Transportes (Setran) e a Prefeitura Municipal de Bragança. 
  
Quanto à ponte de Mocajuba, a obra já foi orçada e empenhada, tendo assegurado valores na ordem de R$ 1,1 milhão, que serão empregados na reconstrução da ponte, inicialmente em madeira. De acordo com o secretário, os recursos para a reconstrução da ponte serão empenhados até janeiro do próximo ano. Existe também a promessa de que, no Plano Plurianual de 2017, seja incluído no orçamento a construção definitiva da ponte em concreto.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
   
  

Não vai ter golpe, não!

  
* Arnaldo Jordy
  
Felizmente, a Operação Lava Jato destampa, como nunca visto antes, o fétido esgoto da corrupção política e empresarial que há décadas vem forjando nossa cultura de poder. Diante de uma verdade que se revela desmoronando, de forma dolorosa, mitos e crenças que davam suporte à existência de muitos ídolos e valores, é natural o desespero e o clamor descontrolado dos detentores do poder. E esse processo de escândalos, que poderia parecer de uma nota só, começa a ampliar-se e alcançar para além do alvo original, desnudando o argumento pífio de haver seletividade nas apurações. 
  
O jogo de interesses, no entanto, é sofisticado e complexo e é preciso certo cuidado. A recente lista da Odebrecht é um exemplo. Uma relação de 200 nomes, onde deliberadamente misturam-se doações legais, portanto permitidas pela legislação, com práticas criminosas e ilegais de doações no caixa dois, tentando botar todo mundo no ‘mesmo saco’ e com isso criminalizar a todos, indistintamente. Foi percebida a velha manobra. Dizer que todo mundo é ladrão é uma velha tática de nivelar por baixo e proteger os criminosos e delinquentes. 
  
Mas, concretamente, diante dos fatos, o que cabe é pressionar as instituições julgadoras, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, que, mesmo com suas falhas, imperfeições e interesses, é o que temos de mais eficaz na Democracia. Fora da lei é a barbárie.
   
A tentativa da presidente Dilma e do PT de qualificar como ‘golpe’ o pedido de impeachment que tramita no Congresso, já com rito definido pelo próprio STF, já não convence a opinião pública, nem as instituições democráticas e muito menos a maioria dos juristas do país e a OAB. No STF, pelo que tem revelado a maioria dos ministros, a visão é de que o julgamento do impeachment está dentro da lei. E, agora, com o anunciado desembarque do PMDB da base de apoio, o momento do governo é de total agonia. 
  
O único caminho possível para atenuar o isolamento do governo seria uma agenda de superação do cenário econômico, o que é improvável. Os erros na condução da economia e o descuido com as contas públicas levaram o País a uma recessão que, ao mesmo tempo em que depende da solução da crise política, ajuda a torná-la mais grave. As previsões são alarmantes. O PIB que caiu 3,8% em 2015 prevê queda de 6% neste ano e mais 3,2% em 2017. Não há paralelo na história do Brasil de uma recessão tão grande em um tempo tão curto.
   
Recessão e desemprego (que neste ano prevê alcançar 11 milhões de trabalhadores), quando causados por quebra de confiança na autoridade e na capacidade do governo de encontrar saídas, costumam ser duradouros e perversos para a maioria, e com isso acabam anulando anteriores esforços de redução das desigualdades sociais. Hoje, pela primeira vez desde a virada do século, o Brasil registrou, em 2015, aumento na desigualdade, segundo os dados do economista Marcelo Nery, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgados dia 22 de março. De acordo com ele, o índice de Gini do Brasil, que é o principal indicador da desigualdade social usado no mundo, inverteu a curva benigna que vinha mantendo desde 2000 até 2014. 
  
Além disso, dados do Ministério do Trabalho e Emprego confirmam esse efeito perverso da recessão sobre o emprego e a renda. Em 2015, o país fechou mais de 1,54 milhões de vagas formais, o pior resultado em 24 anos.
  
Diante desse quadro gravíssimo, o destino do país e principalmente dos mais pobres é debelar as crises. Passar o país a limpo, dando todo o apoio ao juiz Sérgio Moro e ao procurador Rodrigo Janot no combate à impunidade e apreciar o impeachment da presidente Dilma, nos marcos da legalidade. Nada de golpe, vamos apreciar o impeachment !
   
  

* Arnaldo Jordy é deputado federal, vice-líder do PPS na Câmara
   
  

sexta-feira, 25 de março de 2016

Vandick Lima é do PPS

  
 
O PPS ganhou um reforço de peso: o vereador Vandick Lima deixou o PP para ingressar nas fileiras do partido que mais cresce no Estado do Pará, pelo qual irá disputar a reeleição à Câmara Municipal de Belém. O deputado federal Arnaldo Jordy, que é vice-líder do PPS na Câmara Federal, recebeu Vandick em seu escritório em Belém nesta quinta-feira, 24.
  
Vandick tem importante trabalho social em favor do esporte como instrumento de resgate de jovens, é um conhecido desportista, alcançou títulos nacionais com o Paysandu Sport Clube, do qual também foi presidente. Nas fotos também estão o vereador Wellington Magalhães, do PPS, e a professora Andrea, também pré-candidata pelo partido.
   
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 23 de março de 2016

Jordy cobra aprovação de projetos com políticas afirmativas para negros

  
Durante Comissão Geral, realizada pela Câmara dos Deputados nesta terça-feira (22), o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) cobrou da Casa a aprovação de projetos que instituam políticas alternativas para os negros no Brasil.
  
“Nós temos ainda uma herança a cumprir na agenda democrática brasileira, que é no sentido de eliminar todos os resquícios ainda desses 200 anos ou mais de escravização que houve no Brasil. Essa agenda está inconclusa. Existem pelo menos 11 projetos que estão mais ou menos pacificados do ponto de vista do entendimento. Eles já passaram por diversas Comissões, já foram abrigados e reconhecidos na Comissão de Constituição e Justiça, e não vêm para a pauta”, defendeu o parlamentar.
  
Na opinião do deputado do PPS, é preciso que haja um reconhecimento da sociedade brasileira de que o preconceito, o racismo, a discriminação, o tratamento diferenciado ainda é uma pecha marcante, triste e dantesca da realidade nacional.
  
“Nós temos todos os indicadores, aqui já foram ditos, nas universidades, na escolaridade, nas penitenciárias, no mercado de trabalho, nos parlamentos em geral, esses dados estão expressados. São estatísticas incontestáveis”, disse
  
Jordy citou ainda trecho do mapa da violência, divulgado recentemente, que mostra que há maior probabilidade de uma pessoa afrodescendente ser assassinada no País.
  
No período que foi analisado, 2015 e 2016, foi registrado um crescimento de 18,2% na taxa de homicídios de negros e pardos, enquanto houve uma redução de 14,6% na taxa de pessoas brancas, amarelas e indígenas.
  
“Acho que, se pelo menos votarmos os projetos que têm consenso, vamos dar grande contribuição a esta agenda com a participação do Legislativo brasileiro a essa causa”, finalizou Arnaldo Jordy.
  
  
Foto: Robson Gonçalves