segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Parlamentares apoiam projeto que destina mais recursos para a saúde

 
Da Agência Pará de Notícias
Por  Roberta Vilanova - Sespa
 
O Conselho Estadual de Saúde (CES) reuniu-se nesta sexta-feira (4) com parlamentares paraenses para solicitar apoio ao Projeto de Lei de Iniciativa Popular que visa a alterar a Lei Complementar nº 141, de 13 de dezembro de 2012, que define o que deve ser considerado gasto em saúde e fixa os percentuais mínimos de investimento na área pela União, Estados e municípios. O projeto também descreve como deve ser feita a aplicação dos recursos públicos.
 
A mudança representará um incremento de R$ 43 bilhões no orçamento da saúde, totalizando o montante de R$ 130 bilhões anuais, que garantirão ações e serviços de acesso universal à saúde pública, capacitação de pessoal, investimentos em rede física do Sistema Único de Saúde (SUS), produção, aquisição e distribuição de medicamentos e equipamentos com qualidade.
 
O Projeto de Lei de Iniciativa Popular é resultado do Movimento Saúde + 10, que mobilizou a sociedade por mais de um ano e coletou mais de 1,5 milhão de assinaturas de eleitores para que o projeto pudesse ser encaminhado ao Congresso Nacional, onde tramita com o número 321/ 2013.
 
O evento foi coordenado pelo presidente do CES, José de Ribamar Santos, e teve a presença do secretário de Estado de Saúde Pública, Helio Franco, e da diretora de Políticas de Atenção Integral à Saúde, Dione Cunha, além de conselheiros de Saúde. Embora o convite tenha sido feito a todos os deputados estaduais e federais e senadores paraenses, só compareceram o senador Flexa Ribeiro e os deputados federais Arnaldo Jordy e Miriquinho Batista.
 
Segundo Ribamar, o trabalho do Movimento Saúde + 10 continua para que o projeto de lei seja votado em caráter de urgência/ urgentíssima pelo Congresso. Ele explicou que a sensibilização dos parlamentares faz parte de uma agenda que corre o Brasil, sendo conduzida pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) e Conselhos Estaduais de Saúde, porque, atualmente, os Estados e municípios já são obrigados a aplicar 12% e 15% da receita bruta, respectivamente, em saúde, mas não há um índice definido de aplicação por parte da União.
 
“O conselho apoia o projeto, primeiro, porque o governo federal vem reduzindo os gastos com a saúde pública. Em 1995, repassou 11,72% da receita corrente bruta da União à saúde pública. Já em 2011, o percentual caiu para 7,3%. Por outro lado, a contribuição dos Estados e municípios vem aumentando a cada ano”, explicou o presidente do CES.
 
Ribamar pediu a Flexa Ribeiro e Jordy que mobilizem os demais parlamentares com esse objetivo. “Precisamos e esperamos contar com o apoio de vocês porque o Pará não pode e não deve ficar de fora dessa luta”, disse.
 
Investimentos – Helio Franco disse, que apesar de o Brasil ser a sexta economia do mundo, ainda aplica muito pouco em saúde se comparado com outros países, somente 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB). A Inglaterra, por exemplo, destina R$ 300 bilhões para uma população de 60 milhões de habitantes, enquanto o Brasil direciona R$ 80 bilhões para uma população de 200 milhões de habitantes. “Até 1993, 73% dos recursos aplicados em saúde eram federais, mas com o passar dos anos, foram caindo e hoje são de apenas 23%”, informou o secretário.
 
Além de mais recursos para a saúde, Helio Franco alertou que a Amazônia tem particularidades que precisam ser consideradas pelo Ministério da Saúde. Ele lembrou que 99% dos casos de malária são registrados no Pará, que também enfrenta endemias como doença de Chagas e leishmaniose, que não existem em outras regiões. “O Pará não é visto de forma diferenciada pelo Ministério da Saúde e governo federal”, criticou.
 
Em se tratando de média e alta complexidade, o governo do Estado é que tem investido mais recursos, pois dos R$ 959 milhões que vêm para o Estado (R$ 120 per capta ao ano), apenas R$ 200 milhões ficam com o governo estadual, a maior parte vai para os municípios, o que exige gastos do Tesouro do Estado para manutenção de serviços, como unidades de cuidados intermediários, por exemplo.
 
O secretário disse, ainda, que no Brasil existem dificuldades graves de gestão, nos níveis federal, estadual e, principalmente, municipal. “Então, não basta ter recursos, é preciso usar adequadamente, discutir as prioridades com os conselhos de saúde e população, ter plano e programação anual de saúde e decidir o que é importante do ponto de vista da prevenção, proteção, promoção, recuperação e reabilitação”, detalhou.
 
Apesar das dificuldades, conforme o secretário, o Pará está com taxa de mortalidade geral dentro dos parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), com cinco óbitos por mil habitantes ao ano, das quais 20% são por causas externas, como os acidentes de motos, que têm feito muitas vítimas fatais no Pará.
 
Flexa Ribeiro e Jordy assumiram o compromisso de sensibilizar e mobilizar a bancada paraense no sentido de aprovar o PL o mais breve possível. O senador disse que a questão e suprapartidária. “Vamos deixar de lado a questão ideológica e trabalhar juntos pela causa, já que a situação atual tem sobrecarregado Estados e Municípios”, garantiu Flexa Ribeiro.
 
Além de declarar todo o seu apoio, Jordy sugeriu que seja feita uma pauta mínima para ser apresentada ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para que o Pará tenha um olhar diferenciado por parte do governo federal.
 
 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Jordy quer acabar com taxas abusivas para remarcação de voos

 
Do Portal PPS
Por William Passos

 
Projeto de Lei que tramita na Câmara dos Deputados pode por fim ao abuso praticado pelas companhias aéreas quando os passageiros precisam remarcar um voo.
    
De autoria do deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA), a proposta, que foi apresentada na semana passada, fixa limite na taxa cobrada pela alteração de horário ou data de viagem em transporte aéreo, nos casos em que ela é solicitada pelo consumidor.
   
Hoje, o Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei 7565/1986) não impõe teto para este tipo de cobrança. A regra diz que os bilhetes têm validade de um ano a partir da data de sua emissão, mas não fixa valores para casos de alteração da viagem, a pedido do cliente.
 
O parlamentar cita abusos como os praticados pelas empresas quando se trata de bilhetes promocionais. Para remarcação de voo, algumas companhias chegam a cobrar multa de até 90% do valor da tarifa paga, o que faz o usuário praticamente perder a passagem.
 
Pelo projeto de lei, os empresários cobrarão, no máximo, taxa que corresponda a 15% da importância paga no ato da compra. “Sai ganhando o usuário, que passa a contar com um limitador objetivo e razoável para as taxas impostas pelo transportador”, destacou Arnaldo Jordy.
 
Apesar da imposição do limite no valor para remarcação, a alteração estará sujeita à disponibilidade de vagas na aeronave. O projeto entrará em tramitação nas comissões relativas ao assunto na Câmara.
 
  

terça-feira, 1 de outubro de 2013

CPI exige explicações da OAS e do Aeroporto de Guarulhos sobre tráfico de trabalhadores

  
    
Do Portal PPS
 
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara que investiga o tráfico de pessoas decidiu nesta terça-feira (1) enviar pedido de explicações à construtora OAS e à diretoria do GRU Airport – empresa que administra o Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
  
Fiscalização do Ministério do Trabalho, em conjunto com o Ministério Público do Trabalho (MPT), resgatou, na semana passada, 111 operários em condições análogas à escravidão no terminal aéreo que está sendo ampliado.
  
Os homens foram recrutados em diversos estados do Nordeste e estavam em alojamentos considerados irregulares pelos fiscais. Os nordestinos disseram à imprensa terem sido procurados em suas cidades por pessoas que se diziam estar a serviço da OAS.
  
Para o presidente da Comissão, Arnaldo Jordy (PPS/PA), os esclarecimentos são necessários já que são graves as acusações feitas por trabalhadores que se dizem lesados pela empreiteira. Na sessão da CPI desta terça-feira, foi reapresentada uma reportagem feita pelo programa Conexão Repórter, do SBT, em que os operários nordestinos apontam prepostos da OAS como os responsáveis pelo agenciamento, transporte e hospedagem deles em São Paulo.
  
“O vídeo e as declarações dadas são mais que suficientes para que esta CPI busque a verdade neste episódio que se repete, por isso, a necessidade de ouvir estes empresários”, justificou o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito.
   
Há ainda na CPI dois pedidos de convocação dos responsáveis pela obra de ampliação do aeroporto de Guarulhos, que devem ser votados em breve. Nos requerimentos são solicitadas as oitivas do presidente do GRU Airport – empresa que administra o terminal aéreo, Antonio Miguel; e do presidente da empreiteira OAS, Carlos Eduardo Barreto.
 
 

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

CPI quer ouvir OAS sobre tráfico de trabalhadores em obra do aeroporto de Guarulhos

 
Do Portal PPS
Por William Passos
 
O presidente da CPI do Tráfico de Pessoas na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), vai solicitar à comissão a convocação dos diretores da construtora OAS - empreiteira responsável pelas obras de ampliação do aeroporto internacional de Guarulhos, no estado de São Paulo.
 
Fiscalização do Ministério do Trabalho, em conjunto com o Ministério Público do Trabalho (MPT), resgatou, nos últimos dias, 111 operários em condições análogas à escravidão no terminal aéreo.
  
Os homens foram recrutados em diversos estados do Nordeste e estavam em alojamentos considerados irregulares pelos fiscais.
 
 O presidente da CPI também quer ouvir os esclarecimentos da GRU Airport, que administra o aeroporto. A Infraero integra o grupo. O parlamentar já apresentou ao colegiado requerimento para ouvir os responsáveis, bem como pediu diligência da Comissão aos locais onde foram encontrados os operários.
  
“Não é a primeira vez que temos notícia de tráfico de trabalhadores para grandes obras no Brasil. Não pode, em nome do desenvolvimento, um país fechar os olhos para as condições degradantes a que seus trabalhadores são submetidos. É por isto que a Câmara investigará este episódio com a atenção que ele merece”, justificou Arnaldo Jordy.
  
Em maio passado, aproximadamente 80 trabalhadores bengaleses foram encontrados, no Distrito Federal, em situações semelhantes às verificadas por fiscais do Ministério do Trabalho em Guarulhos. Os operários foram recrutados no país de origem por coiotes para trabalhar em obras do Minha Casa, Minha Vida.
 
 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Bacias hidrográficas: Jordy faz alerta

 
  
Do Portal PPS
Por William Passos

   
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) propôs nesta terça-feira (24) a busca por um novo modelo de desenvolvimento que preserve as bacias hidrográficas do país. A preocupação foi demonstrada durante audiência pública realizada na Comissão de Meio Ambiente da Câmara.
 
“A constatação desta comissão, que muito tem debatido este tema, é que há muita agressão, violação e pouca coisa prática no sentido de proibir ou de conter ações, cujo processo poluente tem agido sobre as bacias brasileiras”, disse Jordy ao abrir a reunião.
  
O deputado, que propôs a audiência, disse que os recursos hídricos do Brasil estão desprotegidos e que, em muitos casos, são desconhecidos. Citou informações fornecidas pela Agência Nacional de Águas (ANA), durante a audiência pública, de que pelos menos 10 unidades da Federação não fornecem dados sobre o monitoramento da qualidade da água para o governo federal.
  
Ainda segundo a agência, apenas 30% do esgoto produzido no país são tratados. E ausência deste tratamento é a maior fonte de poluição das nossas águas. “Nosso interesse é construir uma política mais eficaz e consciente para proteger as bacias. Precisamos de uma ação mais presente para coibir ou para compensar quem sabe (o meio ambiente)”, acrescentou.
 
Lei boa que não é cumprida
  
Presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, Anivaldo de Miranda Pinto, que também participou da audiência pública, disse que não é por falta de legislação que não se cuida do bem maior do Brasil: a água. Ele se refere à Lei 9.433/97, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hidricos.
  
“O país já tem uma lei maravilhosa. O desafio é aplica-la. No Brasil, só paga água quem é pobre, então aquele que não paga não respeita. A água é, na sua maioria, privatizada”, criticou Anivaldo.
 
 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Bacias Hidrográficas e seus passivos ambientais é tema de audiência pública na Comissão de Meio Ambiente

 
        Foto: Estefânia Uchôa / CMADS
Deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) propositor do debate
 
Por Assessoria de Comunicação CMADS
 
O descontrole, o aumento da poluição e os passivos ambientais nas bacias hidrográficas nacionais, em especial a Amazônica, serão discutidos em audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CMADS, da Câmara dos Deputados. O debate será no dia 24 de setembro às 14h. 
   
De acordo com o autor do requerimento (Nº194/13), deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), os rios do Estado do Pará vêm sofrendo, desde a década de 80, enormes pressões em virtude do avanço da indústria e da exploração mineral. 
 
Segundo o parlamentar, o caso mais crítico é do município de Barcarena – PA, portão de entrada do Polo Araguaia/Tocantins, que vem sofrendo danos ambientais, decorrentes de acidentes causados por vazamento das bacias de contenção de rejeitos químicos da empresa Alumina do Norte do Brasil S/A - ALUNORTE e da fuligem expelida pelas fábricas instaladas no parque industrial do mesmo município.

“Os danos ambientais à região são imensuráveis, e a modificação drástica das características físico-químicas e microbiológicas dos rios é irreversível. Além da morte de várias espécies de peixe, o vazamento atingiu a água dos poços e do lençol freático, o que, consequentemente, poluiu os outros rios utilizados na captação de água para o abastecimento de cidades próximas a Bacia Amazônica”, alerta Jordy.

O debate terá como objetivo verificar as medidas tomadas e quais outras providências podem ser implementadas para ampliar e garantir a qualidade das águas e consequentemente de vida das populações atingidas.
 
Interatividade
 
Participe vitualmente deste debate por meio do endereço http://edemocracia.camara.gov.br/web/eventosinterativos#.Ui9xkD_lk24
  
  

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Cedeca-Emaús realiza estudo do tráfico de pessoas no Norte

   

Brasília/DF – Alessandra Cordovil, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes e Tráfico de Pessoas e Jaqueline Almeida, assessora de comunicação do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente - Cedeca-Emaús, estiveram reunidas com o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) na Câmara Federal nesta quarta-feira (18), onde apresentaram o projeto da entidade para acompanhamento do tráfico de pessoas no Pará e na região Norte. O parlamentar paraense é presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o tráfico de pessoas no país.
    
O projeto das pesquisadoras prevê o diagnóstico das políticas de enfrentamento ao tráfico humano na região, que registra um alto índice de rotas, vitimando principalmente mulheres e crianças em situação de risco. O estudo deve levantar ainda informações sobre o atendimento das vítimas e sobre a prevenção pelas autoridades deste tipo de crime, que é considerado quase invisível para a maioria da população.
  
Dentre as ações que já estão sendo desenvolvidas para prevenção, Alessandra Cordovil citou a indicação de resolução para o Conselho Estadual de Segurança Pública e do Instituto de Ensino de Segurança Pública do Pará – IESP, para a inclusão da disciplina de prevenção de violência sexual e tráfico de pessoas para alunos da instituição.
  
Arnaldo Jordy colocou à disposição do Cedeca as informações obtidas pela CPI desde sua instalação em maio de 2012, que reúne segundo o parlamentar, “um dos maiores banco de dados sobre este tipo de crime no país, e que pode colaborar com o projeto desenvolvido pelo Cedeca-Emaús”.
 
Protocolo internacional
  
O tráfico de pessoas pode se configurar em serviços forçados em carvoarias ou para prostituição e exploração sexual. A definição de tráfico de pessoas está presente no Protocolo de Palermo, que define o tráfico como “recrutamento, transporte, transferência, abrigo ou recebimento de pessoas, por meio de ameaça ou uso da força ou outras formas de coerção, de rapto, de fraude, de engano, do abuso de poder ou de uma posição de vulnerabilidade ou de dar ou receber pagamentos ou benefícios para obter o consentimento para uma pessoa ter controle sobre outra pessoa, para o propósito de exploração”.
   
A ocorrência do tráfico de pessoas é conseqüência de uma série de condições em que vivem mulheres e adolescentes nos países. Na esperança de uma vida melhor, estas pessoas, muitas vezes enganadas, deixam suas regiões, famílias e filhos e se veem vítimas de quadrilhas internacionais, que segundo a Organização das Nações Unidas - ONU, faturam até 32 bilhões de dólares anualmente.
 
Sobre o Cedeca
  
O Cedeca-Emaús foi criado em 1983, para enfrentar a violência sofrida pelos meninos e meninas trabalhadores do mercado do Ver-O-Peso, principal ponto turístico de Belém, capital do Pará. Com esse objetivo se estruturou como o primeiro centro de defesa do Brasil.
 
Atualmente, o Cedeca atua em casos de crianças e adolescentes que são vítimas de violência institucional, tráfico de seres humanos, redes de exploração sexual, violência doméstica e proteção especial a crianças e adolescentes ameaçados de morte.
 
A entidade também é responsável pelo monitoramento da execução das Medidas Socioeducativas no Pará e é uma das organizações responsáveis pela discussão do Sistema Nacional de Medidas Socioeducativas (Sinase). O centro é ainda membro da Associação Nacional dos Centros de Defesa (Anced), do Conselho do Programa de Proteção à Testemunha (Provita), do ECPAT Brasil, entre outros espaços de articulação da sociedade civil.
   
 
Com informações do Cedeca-Emaús
 
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
(61) 3215-1376 / 8276-7807