quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Jordy: condicionantes para Belo Monte devem ser garantidas

   
Brasília/DF - Uma audiência realizada no Ministério de Minas e Energia nesta terça-feira (29) serviu para definir propostas e ações visando que as obras e estruturas compensatórias pela construção de Belo Monte, na volta grande do Rio Xingú, no Pará, sejam efetivadas. Participaram da audiência o Ministro Edison Lobão, Carlos Nascimento, presidente da Norte Energia - Consórcio de Empreiteiras de Belo Monte, a prefeita de Altamira, Odileia Sampaio e o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), proponente da reunião.
 
O Ministro Edison Lobão declarou que o governo buscará garantir que todas as infraestruturas necessárias para que a implantação da mega-hidrelétrica seja realizada, permitindo que a população usufrua dos benefícios resultantes. Benefícios com o do Programa Luz Para Todos, que o ministério, por ordem do Ministro, afirmou que atenderá aos 11 municípios de influência do megaempreendimento. Algo que o prefeito de Pacajá, Padre Edmir, que preside a Amut - Associação dos Municípios da Transamazônica considera imprescindível, pois para ele seria inconcebível imaginar que as cidades ao redor de uma das maiores usinas geradoras de energia elétrica do mundo, não usufruíssem do serviço.
 
Para o deputado Arnaldo Jordy, não só obras condicionantes devem ser realizadas, mas também projetos estruturantes para toda a região, garantindo um crescimento econômico e social para uma comunidade historicamente preterida, onde os piores indicadores sociais são observados. "Devemos nos preocupar não só com as obras que devem garantir a infraestrutura das cidades atingidas pelas obras da usina, mas também em garantir um desenvolvimento em longo prazo, com hospitais, escolas técnicas e cursos superiores, por exemplo", necessários segundo o parlamentar, para consolidar a região como um pólo de desenvolvimento sustentável. Para o deputado do Pará é importante que não se repita o modelo aplicado em grandes outras obras no país, como aconteceu em Itaipu e Tucuruí, onde a população ficou à margem do desenvolvimento.

Carlos Nascimento, que preside o consórcio de empreiteiras de Belo Monte, a Norte Energia, também garantiu apoio do corpo técnico para os projetos propostos, necessários à implementação dos benefícios. Nascimento também enfatizou a liberação de 80% dos 500 milhões de reais previsto em investimentos, para serem utilizados durante o período de construção da usina, o que colaborará em muito nas obras condicionantes previstas no projeto.
 
Ao final da reunião foram definidos os eixos estruturantes que serão tratados com prioridade:
 
- Atendimento às necessidades e reivindicações das nações indígenas;
- Apoio ao desenvolvimento de cadeias produtivas, mediante estudos e projetos;
- Iniciativas estratégicas para o ensino básico/médio, profissionalizante e superior;
- Garantia de Saúde e Assistência;
- Infra-estrutura urbana e;
- Qualificação de mão-de-obra em caráter de emergência, já que mais de 50% da mão-de-obra local não está sendo aproveitada nas obras.
 
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
jordycamara23@gmail.com
(61) 3215-1376 / 8276-7807
 
 
 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Lobão: Condicionantes para Belo Monte serão garantidas

 
 
Brasília/DF - Uma audiência realizada no Ministério de Minas e Energia nesta terça-feira (29) serviu para definir ações visando que as obras e estruturas compensatórias pela construção de Belo Monte, na volta grande do Rio Xingú, no Pará, sejam efetivadas. Participaram da audiência o Ministro Edison Lobão, Carlos Nascimento, presidente da Norte Energia - Consórcio de Empreiteiras de Belo Monte, a prefeita de Altamira Odileia Sampaio, com boa parte de seu secretariado e o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), proponente da reunião.

A região de influência da obra da hidrelétrica atinge 11 municípios do interior do Pará, centralizada em Altamira, cuja prefeitura havia sido apontada pelo Ministério como um dos fatores de atrasos nas obras de estruturação da cidade para receber milhares de trabalhadores e suas famílias nos próximos anos, tais como sistema de saúde, de saneamento, de transporte, escolar e de segurança. A prefeita esclareceu para o Ministro que as informações eram contraditórias, e que desde o início do processo de implantação da obra, a prefeitura estaria no apoio ao projeto.

Ante as informações da prefeita, o Ministro Edison Lobão reviu seu posicionamento e foi enfático em declarar que o governo buscaria garantir que todas as infraestruturas necessárias para que a implantação da mega-hidrelétrica seja realizada, permitindo que a população usufrua dos benefícios resultantes.

Para o deputado Arnaldo Jordy, não só obras condicionantes devem ser realizadas, mas também projetos estruturantes para toda a região, garantindo um crescimento econômico e social para uma comunidade historicamente preterida, onde os piores indicadores sociais são observados. "Devemos nos preocupar não só com as obras que devem garantir a infraestrutura das cidades atingidas pelas obras da usina, mas também em garantir um desenvolvimento em longo prazo, com hospitais, escolas técnicas e cursos superiores, por exemplo", necessários segundo o parlamentar, para consolidar a região como um pólo de desenvolvimento sustentável. Para o deputado do Pará é importante que não se repita o modelo aplicado em grandes outras obras no país, como aconteceu em Itaipu e Tucuruí, onde a população ficou à margem do desenvolvimento.

Segundo Carlos Nascimento, que preside o consórcio de empreiteiras de Belo Monte, a Norte Energia, as arestas com a prefeitura de Altamira foram aparadas, e garantiu para o Ministro que as infraestruturas necessárias serão produzidas, como as casas, que deverão sanar o problema de moradia que Altamira já enfrenta. "Em oito meses devemos entregar as casas previstas para o projeto", garantiu o executivo.

Arnaldo Jordy finalizou a reunião levantando a preocupação quanto à qualificação de mão de obra local, possibilitando com que os moradores locais tenham a possibilidade de trabalhar na construção da usina. Ele relatou uma reunião no Ministério do Trabalho, há duas semanas, onde recebeu a informação que nada havia neste sentido naquela pasta. "Devemos garantir estes treinamentos para que aconteça a geração de renda para os moradores das cidades ao redor da obra", afirmou o parlamentar. Carlos Nascimento, da Norte Energia, informou que cerca de 66% dos trabalhadores da região serão aproveitados, sendo 18% deste de mulheres.
 
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
jordycamara23@gmail.com
(61) 3215-1376 / 8276-7807
 

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Para Jordy, resultado do Datafolha confirma que paraense não quer divisão

 
Do Portal PPS
Por William Passos
 
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA), que é contra a divisão do Pará em mais dois estados, disse que a população também mostra que não quer a separação. O plebiscito para decidir o futuro da unidade da federação será realizado no dia 10 de dezembro. É nesta data que os paraenses vão às urnas para dizer se querem a criação dos estados de Carajás e Tapajós

Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha e divulgada no fim-de-semana, a maioria (62%) dos eleitores paraenses é contra o desmembramento do Pará, enquanto 31% dizem ser favoráveis à divisão.
 
Na comparação com a pesquisa anterior, subiu o índice dos que rejeitam o novo Estado de Carajás (eram 58%) e oscilou negativamente, dentro da margem de erro, o índice dos eleitores favoráveis a ele (eram 33%). Entre os eleitores que vivem onde seria o novo Estado de Carajás, também caiu o apoio a sua criação: eram 84% no início de novembro, ante 78% no atual levantamento. “A pesquisa de opinião confirma mais uma vez que povo não quer a divisão do estado do Pará”, comentou o deputado do PPS, pelo Twitter.
 
Jordy disse que esta semana participará dos debates que envolvem este tema. O parlamentar acrescenta que todos devem participar também para fazer uma escolha consciente. Desde o dia 11 de dezembro estão sendo veiculadas no rádio e na TV as campanhas pró e contra a criação dos novos estados.
 
 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Comissão de Direitos Humanos acompanha caso da chacina de adolescentes, no Pará


Da Assessoria em Belém 
 
Como vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA), esteve nesta quinta-feira (24) com o secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Pará, Luiz Fernandes Rocha, para acompanhar e obter mais informações sobre a chacina que ocorreu no último domingo, 20, no distrito de Icoaraci, a cerca de 20 quilômetros de Belém, quando seis adolescentes foram assassinados à tiros em frente à residência de dois deles. A reunião contou com a participação de representantes da Ordem dos Advogados do Brasil/Nacional, Mary Cohen; da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (Pará) e do Conselho Estadual em Defesa das Crianças e Adolescentes, Fátima Santos.
 
Arnaldo Jordy manifestou preocupação com a série de assassinatos de adolescentes que vem ocorrendo em bairros periféricos de Belém, informando que somente nos últimos dias recebeu denúncias de outros casos que teriam ocorrido, em Icoaraci, nos mesmos moldes da chacina dos seis menores.  Ele cobrou apuração rigorosa dos crimes e, também, sugeriu uma ação mais cuidadosa do poder judiciário  na liberação de presos, uma vez que o suspeito de cometer as mortes já teria sido preso há alguns anos acusado de fazer parte de um grupo de extermínio. A prisão teria ocorrido em 2008 durante uma operação denominada  “Navalha na Carne”. "Uma pessoa que coloca em risco a vida das pessoas não poderia estar solta", comentou o parlamentar.
 
O secretário informou que, independentemente da chacina, a polícia já vinha investigando as mortes múltiplas de adolescentes ocorridas em Belém, com equipes de inteligência  subsidiando as investigações. Ele informou ainda que a Segup já tem pronto um sistema eletrônico para interligar todas as informações do órgão ao banco de dados tanto do  Ministério Público quanto do Tribunal de Justiça. Essa interligação facilitaria o acompanhamento de todos os processos que tramitam nas três esferas. A instalação do sistema só depende, segundo ele, do aval dos dois outros órgãos.
 
Durante a reunião também foi apresentada a proposta de incluir Tribunal de Justiça do Pará (TJ/PA)  no Conselho Estadual de Segurança Pública afim de que o órgão possa participar  e se envolver nas decisões do colegiado. A proposta de inclusão será levada à Assembléia Legislativa. 
 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Jordy critica indefinição do governo para aumento de aposentadorias


Do Portal PPS
Por William Passos
 
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) disse nesta sexta-feira (18) que o governo precisa priorizar na agenda político-econômica alguns temas como o reajuste de pensões e aposentadorias que estão acima do piso nacional (R$ 545). Nesta semana, o vice-líder do governo, deputado Gilmar Machado (PT/MG), disse à imprensa que aumento maior que inflação para a categoria só deve ser discutido depois de março do ano que vem. Com isso, os aposentados começarão o próximo ano apenas com a reposição inflacionária, garantida por lei.
 
Na semana passada, emendas da oposição que previam ganho real para os benefícios foram derrubadas pelos aliados do Planalto, quando da aprovação do relatório preliminar da proposta orçamentária para 2012. “Esse pessoal está empurrando a questão dos aposentados. Isso mostra o descaso e um certo ressentimento com o trabalhador. Quando se fala em salário de trabalhador, a história mostra que o governo não tem pressa”, observou Jordy.

Desde o meio do ano, oposição e governo Dilma estão no embate, quando o assunto é reajuste dos aposentados que ganham mais que o mínimo. Em julho, ao sancionar a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2012 (LDO) com um número recorde de vetos, a presidente retirou da proposta aprovada pelo Congresso o artigo que garantia os ganhos reais  para os aposentados que estão nesta faixa de benefício.

Prazo de apresentação

Com a aprovação do parecer preliminar, a proposta orçamentária entra na fase mais importante: a definição das despesas pelos relatores setoriais e a apresentação de emendas – esta última tem prazo até o dia 23.
 
 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Jordy pede que Anatel dê explicações sobre serviços de telecomunicações no Pará

 
Do Portal PPS
Por William Passos
 
Está pronta para entrar na pauta da Comissão da Amazônia requerimento para realização de audiência pública com o objetivo de discutir os graves problemas de telecomunicação que vem ocorrendo no Pará. De autoria do deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), a proposta pede que sejam convidados representantes das operadoras de telefone, da Anatel, do Ministério Público e do Procon.
 Jordy justifica que o encontro servirá para debater soluções para um estado que tem um dos piores serviços de telefonia e internet entre os estados da região norte. “As empresas devem melhorar sua oferta, passando a agir de acordo com as normas e regulamentos que regem o setor. A região está sedo relegada pelas operadoras no que se refere à política de investimentos, expansão e melhoria na prestação de serviços”, relatou.

O deputado informa que, em seu estado, os consumidores desses serviços sofrem muito com problemas de interrupção, congestionamento e precariedade de atendimento. “Além disso, os usuários são frequentemente surpreendidos com a queda da oferta do serviço. Desta forma, propomos a presente Mesa Redonda com a finalidade de debater o problema no estado do Pará e buscar soluções concretas para a melhoria desses serviços”, acrescentou.