quarta-feira, 7 de junho de 2017

Jordy destina emenda para reformas de escolas em Conceição do Araguaia

  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) parabeniza os moradores de Conceição do Araguaia pela conquista da reforma das escolas estaduais 14 de Abril e Deocleciano Alves Moreira, que há vários anos se encontravam em estado precário, dificultando o aprendizado por parte dos alunos. Após pedido da comunidade, as novas escolas estão sendo reconstruídas, com recursos oriundos de emenda destinada por Jordy.
    
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/lAtTNtveJqY
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
    
  

Jordy elogia e apoia investigações contra corrupção em fundos de pensão

   
Líder da bancada do PPS na Câmara, Arnaldo Jordy (PPS), elogiou o trabalho de investigação realizado pelo Ministério Público e pela Polícia Federal que culminou na operação Greenfield, que prendeu dirigentes de fundos de pensão de estatais, de empreiteiras e de partidos políticos, denunciados por desvio de recursos e gestão temerária que teriam causado prejuízos de mais de 402 milhões de reais.
   
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/Uj50ZIfd8ow
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 6 de junho de 2017

Jordy lamenta assassinato de jovens no país, revelado em relatório do IPEA

   
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) lamentou os 318 mil jovens assassinados no Brasil entre 2005 e 2015, revelados pelo Atlas da Violência 2017, relatório do Instituto de Pesquisas Aplicadas (IPEA) em parceira com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Para Jordy o país continua no pódio das mortes de jovens que vivem nas periferias das grandes cidades, em sua maioria, pobres, negros, com baixa escolaridade e desempregados. “É uma matança coletiva que se abate sobre a sociedade brasileira”, declarou. 
  
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/QuQd00RtruE
  
    
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
    

Jordy espera que TSE cumpra sua função e casse chapa Dilma-Temer

  
Para o líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), as evidências de cometimento de crime pela chapa Dilma-Temer, durante a eleição de 2014 são fartas, contundentes e robustas. O parlamentar acredita que o Tribunal Superior Eleitoral - TSE deve votar nesta semana pela cassação devido ao abuso de poder econômico e utilização de recursos de fontes ilícitas.
  
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/fIB7ADdqX1I
    
  
   
Por: Assessoria Parlamentar
  
   

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Audiência em Comissão Especial debateu com secretários, perdas dos Estados com a Lei Kandir

    
Confira reportagem da Agência Pará, sobre a audiência pública realizada na quarta-feira (31), em Brasília, para debater a Lei Kandir, na Comissão Especial da Câmara Federal que debate as perdas dos Estados com a desoneração das exportações (Projeto de Lei Complementar 221/98 – Lei Kandir) e solicitada pelo presidente da Comissão, Arnaldo Jordy (PPS/PA). 
  
Participaram da audiência, Secretários e representantes do setor fazendário do Pará, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso. Nos mais de vinte anos de vigência da lei, o Pará deixou de arrecadar R$ 34,3 bilhões em ICMS.
   
Confira no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/RwN5xJTV7a0
  
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
    
  

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Secretários debatem em Comissão Especial perdas dos Estados com a Lei Kandir

  
  
Da Agência Pará
  
Secretários e representantes do setor fazendário do Pará, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso também participaram da audiência realizada nesta quarta-feira (31), em Brasília, para debater a Lei Kandir. A audiência, na Câmara dos Deputados, foi realizada pela Comissão Especial que debate as perdas dos Estados com a desoneração das exportações (Projeto de Lei Complementar 221/98 – Lei Kandir) e solicitada pelo presidente da Comissão, Arnaldo Jordy (PPS/PA). 
   
A diretora de Arrecadação e Informações Fazendárias da Sefa, Edna Farage, participou da audiência. Ela apontou uma distorção do sistema tributária brasileiro, onde os estados exportadores fornecem divisas ao país, mas são penalizados porque não arrecadam impostos sobre bens exportados, enquanto os estados importadores são beneficiados porque podem arrecadar ICMS sobre os bens importados. A desoneração dos produtos primários e semi-elaborados destinados à exportação impacta fortemente o Pará porque representa 30% do PIB paraense.
    
Nesses mais de vinte anos de vigência da lei, o Pará deixou de arrecadar R$ 34,3 bilhões em ICMS. Esta é a perda potencial do Pará com impostos não arrecadados, considerando o tratamento tributário exclusivamente impositivo vigente na data de publicação da LC 87/96. A perda efetiva do estado soma R$ 29,6 bilhões. O ressarcimento da União, ao longo dos anos, somou R$ 7,6 bilhões, representando 25,65% do valor total. A perda líquida, abatendo-se os valores compensados, soma R$ 22 bilhões.
  
Edna Farage mostrou aos deputados, com números, todas as perdas do estado com a Lei Kandir ao longo dos últimos 21 anos. Mostrou ainda a possibilidade de investimentos em educação, saúde, segurança e programas sociais, por exemplo, que poderiam ter sido feitos se não houvesse a desoneração. "O Pará é um grande estado exportador, um dos maiores do Brasil, mas pouco recebe por isso", disse Edna.
  
Representantes de outros estados, como o do Mato Grosso, por exemplo, lamentaram que o Supremo Tribunal Federal fosse provocado a interferir na questão, mas julgaram procedente a ação movida pelo estado do Pará, segundo eles a "única forma de corrigir tantas perdas”.
  
Para o deputado Arnaldo Jordy, o objetivo da comissão é encontrar soluções para um problema grave e "a participação dos representantes dos estados é de fundamental importância para a busca dessa solução".
   
Ação no STF
  
Em novembro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal decidiu dar um prazo de 12 meses para o Congresso aprovar a lei de compensação pela desoneração do ICMS sobre produtos exportados. A instalação da comissão é uma tentativa do governo de evitar que esse tema contamine a votação do projeto, que cria um Regime de Recuperação Fiscal dos Estados.
  
A lei determina ainda que uma lei complementar normatize os repasses para compensar os estados com a perda da arrecadação tributária sobre a exportação de produtos e serviços. Essa norma, no entanto, ainda não foi regulamentada pelo Congresso. Por isso, em novembro do ano passado, após uma ação movida pelo Governo do Estado do Pará, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o Parlamento aprove, em 12 meses, a lei com essa compensação.
  
O STF reconhece, assim, que houve omissão do Congresso em relação ao tema. Além disso, ficou definido que expirado um prazo de 12 meses, a tarefa de regulamentar a matéria deve ser entregue ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que deverão fixar regras de repasse e providenciar a previsão orçamentária.
  
A Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 25 teve como relator o ministro Gilmar Mendes, que ancorou seu relatório em alguns pontos considerados “fundamentais” para a solução do caso, como o reconhecimento de uma mora legislativa (um atraso na tomada de decisão por parte do Congresso Nacional) que precisa ser corrigida e a fixação de prazo – 12 meses – para que o Congresso legisle a respeito do assunto a contar desta decisão.
  
  
Texto / Foto Pascoal Gemaque
  
  

Guerra Fiscal: PPS ajuda a aprovar projeto que regulariza incentivos fiscais dos estados

      
  
Com apoio da bancada do PPS, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (31), por 405 votos a 28, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 54/15, do Senado Federal, que regulariza os incentivos fiscais concedidos pelos estados a empresas sem aval do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Ao mesmo tempo, o texto prorroga esses incentivos e propõe uma transição para as isenções fiscais concedidas unilateralmente pelos estados, com prazos que variam de 1 a 15 anos de vigência.
  
O texto permite ainda que um convênio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) perdoe os créditos exigíveis decorrentes das isenções de ICMS concedidas, prorrogando-as por períodos que variam de acordo com o setor da economia. O projeto teve a votação acelerada após o Supremo Tribunal Federal (STF) considerar inconstitucionais, em março deste ano, as leis de incentivos fiscais do Rio Grande do Sul e Paraná. Agora ele retorna para apreciação do Senado.
  
Ao encaminhar o voto favorável do PPS, o líder da bancada, deputado Arnaldo Jordy (PA), destacou que a iniciativa não vai resolver todos os problemas, mas ameniza as perdas dos estados mais pobres do país que acabam sendo os mais prejudicados pela guerra fiscal.
  
“Essa matéria que estamos votando enfrenta uma distorção do modelo do pacto federativo brasileiro, que é a guerra fiscal. E nessa guerra fiscal quem perde são os entes mais fragilizados. Quem mais tem condições de renúncia são os (estados) mais empoderados. Então, estados como os do Norte e Nordeste, os estados mais fragilizados da federação, evidentemente que tem mais interesse em superar essa situação. Esse projeto não é o ideal, mas ele avançou bastante e merece o voto sim da bancada do PPS”, ressaltou Jordy.
  
Durante a votação, a deputada federal Luzia Ferreira (PPS/MG) afirmou que o projeto de lei é importante para se pôr um fim à guerra fiscal. “Esse é um assunto de extrema relevância para todos os Estados e atende decisão já manifestada pelo Supremo Tribunal Federal. Nós precisamos cumprir com a nossa responsabilidade, de representantes do povo brasileiro, fazer a pauta andar e votar assuntos que são de interesse de todo o povo brasileiro”, ressaltou.
  
No entanto, Luzia reconheceu que o projeto é paliativo e não resolverá todas as questões que envolvem o tema. “Ele é importante para o momento em que vivemos, mas não desobriga a Câmara a apreciar um projeto de reforma tributária estruturante para o país”, reforçou.
  
A deputada Carmen Zanotto (PPS/SC) também considerou a medida válida. “Esse projeto é importante para que o conjunto dos estados brasileiros avance no sentido de reduzir a guerra fiscal que tanto prejudica à todos”, afirmou.
  
  
Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados