segunda-feira, 8 de maio de 2017

Em série de reportagem, Record mostrará drama de crianças vítimas da exploração sexual no Pará

    
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) foi entrevistado em abril último, pelo repórter Luiz Carlos Azenha, da Record TV de São Paulo, sobre os resultados da CPI da Pedofilia da ALEPA, em 2009, da qual foi relator, e que levantou cerca de 100 mil casos de abuso contra crianças e adolescentes no Pará entre 2005 e 2009, quase 20% deles cometidos contra crianças de zero a seis anos.
  
A entrevista faz parte da série de reportagens que a Rede Record começa a exibir a partir desta segunda-feira (8), sobre a exploração sexual de meninas no Marajó, situação já denunciada pela CPI, que percorreu 35 municípios do Estado em todas as regiões e levou ao indiciamento de pessoas poderosas no Estado, algumas delas condenadas pela Justiça, despertando a indignação e a consciência da população para o problema da pedofilia.
   
Confira o anúncio da reportagem no link: http://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/nova-serie-do-jr-mostra-o-drama-de-criancas-vitimas-da-exploracao-sexual-no-para-06052017
    
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

Santa Maria: Jordy discute demandas em reunião com lideranças e comunidade

  
O deputado Arnaldo Jordy prestou contas com a população de Santa Maria do Pará sobre as ações do mandato e recebeu demandas dos moradores município. Foi neste sábado (7), na sede da Câmara de Santa Maria, com a presença dos vereadores Edilson Aquino e Raimundo Oliveira, lideranças políticas e comunitárias, incluindo conselheiros tutelares.
  
Jordy tem ainda emenda para ampliação da Escola Municipal José Maria Quirino e no encontro, recebeu demandas por melhorias no Conselho Tutelar e outras.
    




  
   
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

Jordy debate ações do mandato com população de Tracuateua

   
  
O sábado (6) foi dia de prestação de contas com a população de Tracuateua, no nordeste do Estado. O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) se reuniu com a comunidade para um balanço das ações do mandato e ouvir novas demandas. Jordy já destinou R$ 285 mil em emendas para Tracuateua, incluindo transporte escolar e patrulha mecanizada.
  
No ato, foram feitos pedidos de apoio para o Conselho Tutelar, melhorias em escolas, saneamento, equipamentos para a saúde e para a cultura. Presentes o prefeito, Doutor Tamariz; os vereadores José Adilson e Maria Raimunda da Costa, secretários municipais, conselheiros e ex-conselheiros tutelares. Mais de 90 pessoas participaram do ato.
     




   
     
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

Em encontro com a comunidade, Jordy faz prestação de contas em Ourém

  
     
Em encontro na Câmara Municipal de Ourém, o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) fez a prestação de contas das ações de seu mandato com a população de Ourém e as principais autoridades do município. Neste sábado, 6, Jordy ouviu a comunidade e recebeu novas demandas dos moradores do município, nas áreas da produção, da segurança, do lazer e do saneamento em Ourém.
    
Por meio de emendas, Jordy já destinou a Ourém cerca de R$ 300 mil, sendo R$ 130 mil somente para a saúde, com equipamentos para quatro unidades básicas do município, incluindo uma caminhonete. Com isso, está contemplada metade das unidades do município, cujas demandas foram discutidas com o prefeito Junhão, o presidente da Câmara, Francisco Roberto da Cruz; os vereadores Júlio da Olaria (PPS), José Nazário e Edilson Nascimento, além de secretários municipais, lideranças comunitárias e políticas e conselheiros tutelares.
  
Outra emenda de Jordy, já entregue, destinou um kit para equipar o Conselho Tutelar do município, contendo carro, computadores, impressora, geladeira e bebedouro.
      



   
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sábado, 6 de maio de 2017

Jordy participa de ato de filiação promovido pelo PPS em Ananindeua

   
  
Em ato de filiação do PPS de Ananindeua, nesta sexta-feira, 5, o deputado Arnaldo Jordy falou sobre a crise política e econômica do Brasil, que tenta superar os escândalos recentes para voltar a crescer. Um grupo de quase 60 novos militantes entrou nas fileiras do partido. O economista Eduardo Costa, da FAPESPA, e o prefeito de Ananindeua, Manoel Pioneiro, participaram do ato, juntamente com empresário Allan Bitar, secretário de Indústria e Comércio de Ananindeua e presidente da Associação Empresarial de Ananindeua (Acia), que se filiou ao PPS; Ivelane Catarini Neves, do Conselho da Mulher Empresária de Ananindeua; Elba Magave, vice-presidente da Acia; o presidente do Sindicato do Comércio Varejistas de Ananindeua (Sincovan), Francildo Nobre, entre outros. O local do evento, no centro de Ananindeua, ficou lotado para o grande encontro, do qual participaram várias lideranças do PPS: Dora Cunha, Professor João Augusto, do PPS Diversidade; Emily, da Juventude Popular Socialista (JPS), dentre outras lideranças.
  








  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Comissão discute futuro da Confederação de Desportos Aquáticos após denúncias de corrupção

  
A Comissão do Esporte realizou uma audiência pública com atletas e especialistas sobre o futuro da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA). A entidade passa por uma das maiores crises de sua história, depois da prisão do presidente da instituição, Coaracy Nunes, e de outros dirigentes.
  
Confira a reportagem da TV Câmara no vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://www.youtube.com/watch?v=uXflTNrlZIg
   
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

ARTIGO - Lava Jato ameaçada

  
Arnaldo Jordy *
    
Começou a acontecer o que já se previa desde que a Operação Lava Jato mostrou-se eficiente e implacável com os crimes do colarinho branco, colocando atrás das grades políticos de prestígio, como os ex-ministros José Dirceu e Antônio Palocci, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, além de alguns dos empresários mais ricos do Brasil, com Marcelo Odebrecht e Eike Batista. Forças agem para enfraquecer a investigação e a punição aos culpados, com interferências no trabalho dos procuradores e juízes da operação, sob o pretexto de que o Sérgio Moro estaria cometendo exageros nas prisões preventivas, consideradas muito prolongadas.
  
No Supremo Tribunal Federal, cresce a pressão para libertar os presos provisórios da Lava Jato, mesmo os já condenados, para que possam recorrer em liberdade. José Dirceu, por exemplo, já condenado pelo juiz Sérgio Moro a 32 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa no âmbito da Lava Jato, tem direito a recorrer em liberdade. Mas o que justifica a prisão preventiva do ex-ministro é a sua capacidade de recorrer à prática criminosa, inclusive interferindo contra a Justiça. José Dirceu continuou a cometer os mesmo crimes depois de condenado no mensalão e após a prisão.
   
Na última terça-feira, o procurador Deltan Dallagnol divulgou nova denúncia, tornando público que o ex-ministro teria recebido R$ 2,4 milhões em propina durante a sua condenação no Mensalão. Apontado como o chefe da organização criminosa, José Dirceu teria continuado a agir no submundo da corrupção até ser preso novamente. O ministro Gilmar Mendes, no entanto, fez questão de desautorizar de forma veemente, com palavras duras, a intenção dos procuradores da Lava Jato de emitir a nova denúncia, pelo fato da iniciativa ter sido tomada no dia em que o Supremo votaria um habeas corpus em favor do ex-ministro.
   
A decisão foi tomada com maioria de três a dois na 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal, com votos favoráveis à soltura de José Dirceu dados pelos ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli, e votos contrários do decano Celso de Mello e do relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin. O entendimento da 2ª Turma é de que não há risco de cometimento da prática de novos delitos e que, agora, José Dirceu só poderá ser preso após a condenação em segunda instância.
   
Essa decisão era aguardada no mundo jurídico, em especial, pelos advogados dos réus, que agora, irão pedir o mesmo tratamento aos seus clientes que estão presos, e que não foram condenados em segunda instância. O primeiro efeito deste “afrouxamento” do STF já foi produzido. O ex-ministro Antônio Palocci, que recentemente havia demonstrado interesse em delatar o que sabe, depois dessa decisão, reconsiderou a questão, imaginando a possibilidade de ser solto.
   
Só não contava com a decisão tomada logo em seguida pelo ministro Edson Fachin, na última quarta-feira, que confirmou seu entendimento sobre a matéria e negou o pedido de Palocci monocraticamente. E mais, decidiu também levar o caso ao plenário da corte, para que o conjunto dos ministros do STF tome a decisão final. Com isso, existe a expectativa de que o pleno possa revisar a interpretação dada pela 2ª Turma. Não seria estranho que o encontro do ministro Gilmar Mendes com o deputado Arlindo Chinaglia, do PT, em um hotel em Portugal, em imagem que “viralizou” na Internet, estivesse produzindo seus efeitos.
   
Os jovens que, na avaliação do ministro Gilmar Mendes, fizeram uma brincadeira juvenil, desmontaram um dos maiores esquemas de corrupção do mundo, como já é reconhecido, pelos tentáculos que lançou sobre outros países da América Latina. A Lava Jato não é, de maneira alguma, brincadeira de criança. A operação precisa ser incentivada para continuar a denunciar e cobrar a punição de envolvidos. Sem desmerecer as razões de ordem jurídica que o Supremo tinha para conceder o habeas corpus, não considero que este seja o momento adequado para a soltura dos agraciados com habeas corpus, porque isso, na verdade, fragiliza a Lava Jato.
   
Da mesma maneira, também ganhou liberdade o empresário Eike Batista, metido até o pescoço na corrupção que afundou o estado do Rio de Janeiro; o pecuarista José Carlos Bumlai, que emprestou dinheiro ao PT em troca de favorecimento no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e era muito próximo do ex-presidente Lula; e o ex-tesoureiro do PP João Cláudio Genu.
   
Não podemos esquecer, para sermos justos, que segundo o Conselho Nacional de Justiça, temos 211 mil presos provisórios no Brasil e segundo o mesmo CNJ, em torno de 30% desses presos provisórios, ao final, são absolvidos pela Justiça, o que significa mais de 60 mil presos no sistema carcerário que mereceriam o mesmo tratamento dado a José Dirceu. Esse é um desafio da Justiça brasileira.
   
  
* Arnaldo Jordy é deputado federal, líder do PPS na Câmara