segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Representação Regional do MinC no Norte será ampliada

  
 
A vinda do ministro da Cultura, Roberto Freire, a Belém, a 13 de janeiro, rende bons frutos. Por interferência do deputado federal Arnaldo Jordy (PPS - Partido Popular Socialista/PA), que trouxe Freire para encontro com artistas e produtores culturais paraenses, na sede do antigo IAP, o Ministério da Cultura (Minc) anunciou em seu site que encaminhará esta semana, para aprovação da Presidência da República, minuta do decreto de reestruturação da Representação Regional do Norte do Minc, que será ampliada e se tornará a maior em número de funcionários, ao lado da Representação do Nordeste, em Recife (PE), em um primeiro passo para promover a descentralização da produção cultural no País. Jordy sempre foi um crítico da centralização de recursos para a cultura no Sudeste.
   
De acordo com o Minc, uma das suas atribuições das Representações é melhor atender e orientar o público local quanto aos serviços prestados pelo ministério, além de informar sobre os programas, projetos e ações desenvolvidos. “As Representações Regionais são, em última instância, o olhar do MinC nas diversas regiões do Brasil, e o MinC olhado por elas. É onde as políticas nacionais e a cultura local se encontram”, informa a nota do Minc. Saiba mais em https://goo.gl/KOXSZz
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Em Rondon, Jordy anuncia kit para Conselho Tutelar

    
   
O deputado Arnaldo Jordy (PPA/PA) se reuniu nesta sexta-feira, 3, com conselheiros tutelares de Rondon do Pará, com o prefeito Arnaldo Rocha, na sede do Conselho Tutelar do município, onde anunciou a destinação, via emenda, de equipamentos para o Conselho Tutelar, entre eles, um carro, computadores, impressora e bebedouro. Em Rondon do Pará, Jordy também participou da inauguração do prédio onde funcionará a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa).
  


  
   
Por: Assessoria Parlamentar
    
  

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

ARTIGO - Eike tem razão, o Brasil precisa mudar

  
* Arnaldo Jordy 
    
A prisão do empresário Eike Batista, no começo desta semana, foi mais um capítulo de um nebuloso esquema que funcionou durante os governos de Lula e Dilma, cujos governos utilizaram o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para favorecer de maneira desproporcional e sem controle os aliados e amigos dos que estavam no poder na época. É o que vem à tona agora, nas investigações da Lava Jato e de um dos seus desdobramentos, a Operação Eficiência.
  
Esta revelou caudalosos desvios no Rio de Janeiro, patrocinados pelo então governado por Sérgio Cabral, hoje também preso, assim como Eike Batista. Enquanto isso o Rio de Janeiro está falido, sem condições de pagar os servidores públicos, que estão desesperados. Na quarta, houve confronto desses servidores com policiais, durante a votação de pacote de austeridade. Também se teve notícia, esta semana, de um policial militar que cometeu suicídio ao vivo, em uma rede social. Ele estava depressivo e um dos motivos seria a falta de salário para honrar seus compromissos. 
   
Vejam a situação desses policiais: eles não recebem seus devidos salários e são obrigados a reprimir os que protestam contra tal situação. Esses mesmos homens da polícia ainda são comumente assediados pelo crime organizado para que se corrompam, mas felizmente a grande maioria não se permite corromper. Essa é a situação causada pela corrupção no Rio de Janeiro de Eike e Cabral. Sem querer defender "linchamento virtual" ou humilhações públicas, mas os culpados têm que responder pelos seus crimes como manda a lei e de preferência, devolver aos cofres públicos o que foi subtraído em comissões e licitações fraudulentas.
  
Mais do que nunca temos que defender e valorizar a Lava Jato, garantir o seu avanço contra os políticos de todos os partidos que se beneficiaram de esquemas em prejuízo do erário. Segundo a Polícia Federal, Sérgio Cabral e Eike Batista lavaram 100 milhões de dólares no exterior. De acordo com O Globo, em seu primeiro depoimento à PF depois de ser preso, Eike confessou o pagamento de 16 milhões de dólares em propina a Sérgio Cabral. Eu disse dólares. Pela cotação atual, significa que Cabral recebeu quase 50 milhões de reais apenas de Eike Batista.
  
Fui o autor do pedido de convocação de Eike Batista para depor na CPI do BNDES, no ano passado, aquela que, por influência do governo Dilma e do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, ainda fortes à época, acabou em "pizza", sem qualquer pedido de indiciamentos em seu relatório final. Nós, da oposição, fizemos então um relatório paralelo, no qual pedimos o indiciamento do então presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e de outros executivos do banco, em decorrência de indícios veementes de crimes de gestão temerária, crimes contra o sistema financeiro e improbidade administrativa. Concluímos que o banco fez antecipações injustificadas de recursos para que a Construtora Norberto Odebrecht construísse o metrô venezuelano.
  
Também pedimos o indiciamento do empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, investigado pela Operação Acrônimo, da Polícia Federal, que supostamente recebeu dinheiro de empresas financiadas pelo BNDES, para abastecer a campanha eleitoral do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel.
  
O relatório foi encaminhado ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, juntamente com um pedido de aprofundamento das investigações sobre o empresário Eike Batista e suas empresas, beneficiadas por vultosos financiamentos do BNDES. Entre os casos suspeitos estão, além dos financiamentos para Eike Batista, benefícios concedidos ao grupo JBS/Friboi e para as empresas do consórcio responsável pela obra da usina de Belo Monte.
  
O caso de Eike Batista, no entanto, se torna agora o mais simbólico desse favorecimento aos amigos do poder, por causa da personalidade narcisista do empresário, que fez questão de ostentar ter a oitava riqueza do mundo, quando tudo o que tinha eram amigos influentes e uma grande lábia, além de campos com pouco petróleo. Por ocasião de seu depoimento à CPI do BNDES, pude dizer na sua frente que ele foi a maior fraude empresarial que o Brasil já teve, já que, aparentemente, sua oitava maior riqueza do mundo era apenas propaganda, parte de um ilusionismo que enganou a todos.
   
Agora, é esperar que os processos sigam seus cursos, seja na Justiça Federal, seja no Supremo Tribunal Federal, para que o máximo destes personagens notabilizados pela corrução, sejam punidos, e que possamos iniciar efetivamente um processo de superação da cultura predatória e saqueadora do bem público, revelado neste condomínio político-empresarial que está sendo desmontado.

Como o próprio Eike Batista reconheceu ao chegar ao Brasil para ser preso, na terça-feira, é preciso passar o Brasil a limpo.
  
 
* Arnaldo Jordy é deputado federal pelo PPS/PA
  
  

Equilíbrio e cumprimento das regras reconduziram Rodrigo Maia, diz Jordy

  
Do Portal PPS
    
O líder do PPS na Câmara dos Deputados, Arnaldo Jordy (PA), disse nesta quinta-feira (2) que Rodrigo Maia (DEM) foi reeleito para a Presidência da Casa devido à sua postura de conduzir os trabalhos com equilíbrio e por cumprir sempre as regras regimentais e constitucionais.
    
Maia obteve 293 votos. Outros quatro candidatos concorreram ao posto. Juntos, alcançaram 206 votos.
  
“O deputado Rodrigo Maia teve uma postura ao longo destes meses, quando estabeleceu o equilíbrio na Casa, já que este era o maior desafio depois da malsucedida gestão de Eduardo Cunha. Ele também sempre soube ouvir as partes, ter bom senso e se apegar às normas. Isto o credenciou para ser reconduzido”, disse Jordy.
  
O líder do PPS disse esperar que o parlamentar reeleito continue se pautando por estes princípios nestes dois anos de mandato que terá pela frente.
  
“O resultado desta votação expressou a vontade soberana da Câmara e esperamos que ele (Rodrigo Maia) conduza a Mesa Diretora pautado nestes mesmos princípios, até porque a Casa deverá viver dias tensos ao longo deste biênio”, concluiu.
  
   
Foto: Robson Gonçalves
  
  

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Reserva Jamanxim: Jordy participa de reunião com ministros da Agricultura e Meio Ambiente

  
    
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) participou nesta quarta-feira (2), junto a lideranças comunitárias da reserva Jamanxim (Novo Progresso/PA), de audiência com os Ministros Blairo Maggi (Agricultura) e Sarney Filho (Meio Ambiente), onde foram discutidas questões relativas à medida provisória que alterou os limites das quadro unidades de conservação, que formam a reserva.
  
A reunião caminhou na busca uma solução, de modo que sejam preservados os ativos ambientais de uma região que já apresenta altos índices de desmatamentos, ao mesmo tempo em que seja garantido o direito à atividades produtivas sustentáveis que estejam de acordo com a legislação ambiental brasileira.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Arnaldo Jordy é o novo líder do PPS na Câmara dos Deputados

  
      

Do Portal PPS
  
Arnaldo Jordy (PA) é o novo líder do PPS na Câmara dos Deputados. A escolha foi feita por aclamação em reunião da bancada realizada nesta quarta-feira (1). O parlamentar está no segundo mandato de deputado federal.
  
Jordy ocupava o cargo de vice-líder do PPS. Ele assume a função no lugar de Rubens Bueno (PR). O deputado paraense já presidiu a CPI do Tráfico de Pessoas e a Comissão de Meio Ambiente. Também foi membro efetivo das CPI do BNDES, da Funai e do Futebol.
    
O parlamentar foi 4 vezes vereador em Belém e duas vezes deputado estadual pelo Pará, tendo iniciado sua carreira política ainda no movimento estudantil.
  
Por sua atuação, Jordy foi citado duas vezes pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) como um dos parlamentares em ascensão no Congresso Nacional.
   
  
Foto: Robson Gonçalves
   
   

Jordy elogia coragem de Cármen Lúcia ao homologar delações da Odebretch

  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) elogiou a decisão da presidente do STF, Cármen Lúcia, que, num ato de coragem e de consciência, homologou os depoimentos de 77 executivos da Odebrecht que fizeram delação premiada, apontando pessoas beneficiadas pelo esquema das empreiteiras, que constrange o Brasil. Para Jordy, o país começa a superar a expectativa criada após a morte trágica do ministro Teori Zavasck, e avança para punir os culpados pelos crimes de corrupção investigados na Lava Jato.
    
Confira o vídeo abaixo, ou caso seu navegador não o abra automaticamente, veja aqui https://youtu.be/D6s_XGup-SM
    
  
    
Por: Asssessoria Parlamentar