quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Jordy se reúne com lideranças e discute propostas para Mãe do Rio

  

O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) se reuniu com o prefeito eleito, José Rabelo, a vice-prefeita, Liliany Louchardo, que é do PPS, assim como o vereador eleito Marcelo Prado, e mais cerca de 150 pessoas, entre lideranças políticas e comunitárias, para discutir políticas públicas necessárias para o município, na gestão que se inicia em janeiro.
  
Jordy também tratou de questões da política nacional e estadual. No mesmo dia, Jordy esteve em Ulianópolis, para encontro com lideranças e avaliação do processo eleitoral no município. Confira mais fotos.
  

  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

PPS votará favoravelmente a relatório de medidas contra corrupção

  
Do Portal PPS
  
O vice-líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy (PA), afirmou nesta quarta-feira (23) que votará favoravelmente ao relatório do deputado Ônix Lorenzoni (DEM/RS) que estabelece 12 medidas anticorrupção. O parecer é analisado por Comissão Especial da Casa.
  
“Acho que esta comissão esgotou o limite da possibilidade de fazer alguns ajustes, ainda que admitindo algumas imperfeições pontuais, mas no geral, acho que estamos aptos para aprovar e marcar um capítulo distinto no combate à corrupção”, justificou o parlamentar.
  
Arnaldo Jordy diz que o país passa pela maior operação do planeta para combate à corrupção e impunidade e o Congresso precisa dar respostas à altura para aperfeiçoar as leis e melhorar os mecanismos de investigação e de punição dos infratores.
  
O parlamentar se refere à operação Lava Jato. A investigação, fruto de uma parceria do Ministério Público Federal, Justiça Federal e Polícia Federal, é uma das mais eficientes da história recente do Brasil e tem recebido grande apoio popular.
  
“Espero que esta Casa possa ser simétrica ao sentimento da maioria dos homens e mulheres de bem deste país que não suportam mais tanta corrupção”, acrescentou.
  
Entre as medidas sugeridas pelo relator que devem ir a voto nas próximas horas estão uma de autoria do líder Rubens Bueno (PR). Trata-se de um dispositivo que diz que enquanto o erário não for ressarcido, em casos de desvios, prejuízos ou malversação de dinheiro público, a prescrição não correrá.
  
O parecer também prevê a responsabilização de partidos políticos e a tipificação do caixa 2 eleitoral. Cria ainda a figura do reportante o programa nacional de proteção e incentivo a relatos de interesse público.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

Dia Nacional dos Conselheiros e Conselheiras Tutelares é comemorado em Dom Eliseu

  
  
Conselheiros tutelares da região Nordeste do Pará, reunidos pela Associação de Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares dos Municípios Paraenses (Aconextel-PA), se encontraram com o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) neste sábado, 19, no município de Dom Eliseu. O encontro da Aconextel foi comemorativo ao 18 de novembro, Dia Nacional dos Conselheiros e Conselheiras Tutelares. Confira mais fotos abaixo.
    




  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Jordy cobra votação das medidas contra corrupção

   
O deputado Arnaldo Jordy (PA), vice-líder do PPS, cobrou nesta terça-feira (22) a votação dos projetos que compõem as chamadas medidas anticorrupção. Foi durante a abertura da reunião que deverá votar o relatório do deputado Onix Lorenzoni (DEM/RS).
  
Na semana passada, os deputados não votaram a matéria por falta de quórum na sessão. Mesmo com sessão lotada, a relatoria pediu mais tempo para concluir o parecer.
    
Arnaldo Jordy disse que a apreciação sobre a matéria não pode mais ser adiada. “Não podemos passar para a sociedade nesta matéria, que é fruto das ruas, quem vem com mais de 2 milhões e com aval dos juízes, do MP, a sensação de que isto tudo sendo freado nesta comissão. O Parlamento não pode se divorciar desta opinião pública vibrante”, destacou Jordy.
  
Substituição
  
Jordy também manifestou sua solidariedade ao deputado Fernando Francischini (SDD/PR) que é um dos autores das medidas de combate à corrupção na Câmara. O parlamentar paranaense denunciou que foi substituído no colegiado por outro colega e disse estranhar a atitude do seu partido num momento crucial para a votação da matéria.
  
“É lamentável e constrangedor ver um autor da matéria e que tem participado do debate e ser sacado da comissão na hora da votação do relatório”, disse Jordy.
  
  
Com informações do Portal PPS
Foto: Robson Gonçalves
  
 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

CCJ aprova PEC sobre prazo de vista de processos judiciais

   
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou na última quarta-feira (16), a admissibilidade de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que fixa prazo de vista nos processos em trâmite nos tribunais.
    
A PEC 59/2015, do deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) prevê que, quando houver pedido para análise detalhada nos julgamentos dos recursos extraordinários e das ações direta de inconstitucionalidade e declaratória de constitucionalidade, bem como nas arguições de descumprimento de preceito fundamental, o processo será automaticamente reincluído em pauta quando completar um ano desde a suspensão do julgamento.
  
Jordy lembra que, em várias ocasiões, o Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a uma decisão sobre um processo, inclusive com voto da maioria dos ministros, mas um pedido de vista impediu a conclusão do julgamento. “Esse expediente pode ser usado para impedir uma decisão do Supremo, por exemplo, por um ministro que é contrário a uma medida”, explicou.
  
Esse foi entendimento do relator, deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB/MA). Ele recomendou que a PEC seja analisada porque por entender que não contraria os preceitos da Constituição.
  
O deputado Glauber Braga (Psol/RJ), autor da PEC 53/15, que também trata do tema, explica que um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que um dos fatores para a morosidade na tramitação dos processos nos tribunais é a não respeitabilidade dos prazos estabelecidos, principalmente no que se refere ao pedido de vista. Dados apontam que 77,4% das devoluções ocorrem fora do prazo, que hoje é atribuído pelos regimentos de cada tribunal.
  
Sua proposta prevê que os integrantes dos tribunais terão um prazo improrrogável de 10 dias, contados da data em que receberam a proposta em seu gabinete. Após esse prazo, todos os processos para julgamento no colegiado serão adiados, com prazos suspensos, até que o processo que teve vista retorne a julgamento – com a exceção de mandados de segurança e habeas corpus, que precisam ser decididos com urgência.
  
De acordo com levantamento feito pelo Superior Tribunal e Justiça (STJ), anualmente o total de pedidos de vista é maior do que os retornos de processos. Nos últimos seis anos, 6.080 pedidos de vista foram feitos naquela Corte, mas 1.467 ainda não foram apresentados novamente. Deste número, 95% já extrapolaram o prazo regimental.
  
Tramitação
  
A partir de agora, será criada uma comissão especial para analisar o mérito da proposta. Depois, ela precisa ser aprovada em dois turnos pelo Plenário.
  
Confira a  íntegra das propostas aprovadas PEC 59/2015 / PEC 53/2015
  
  
Com informações da Agência Câmara
   
  

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Jordy vai propor CPI para investigar cartel e propina em Belo Monte

   
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) informou nesta sexta-feira, 18, que começa a recolher na próxima segunda-feira, 21, as assinaturas necessárias na Câmara dos Deputados para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a formação de cartel e o pagamento de propina a políticos do PMDB e do PT, na construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.
   
Jordy declarou que acompanha há tempos toda a situação envolvendo Belo Monte, que fez o barramento do rio Xingu, com a remoção compulsória de famílias de ribeirinhos para a cidade de Altamira, longe de seus meios de subsistência, além de outras condicionantes não cumpridas. “Não conseguem cumprir as condicionantes, enquanto o dinheiro está no ralo do propinoduto”, disse Jordy, sobre as denúncias surgidas na Operação Lava Jato. O deputado considera que em dez dias já terá sido possível recolher as 171 assinaturas necessárias para a instalação da CPI de Belo Monte na Câmara.
    
Em junho deste ano, o engenheiro Luiz Carlos Martins, ligado à Camargo Corrêa, relatou à Força Tarefa da Lava Jato que havia o compromisso de pagar R$ 21 milhões em propina ao PT e ao PMDB pelas obras da hidrelétrica no Pará. Os executivos Dalton Avancini, da Camargo Corrêa; e Flávio Barra, da Andrade Gutierrez, acertaram que 1% do custo das obras civis seriam pagos aos dois partidos. Os R$ 21 milhões correspondem apenas à participação de 16% da Camargo Corrêa no consórcio.
   
A propina destinada ao PMDB teria abastecido senadores do partido. Tanto que, em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu inquérito para investigar o paraense Jader Barbalho e os também senadores Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO). O ex-senador e delator Delcídio do Amaral também envolveu o ex-senador José Sarney, os senadores Edison Lobão, Renan Calheiros, Romero Jucá, Valdir Raupp e Jader Barbalho e o ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau na “confraria” da propina de Belo Monte. 
   
Já a parte destinada ao PT no ‘propinoduto’ de Belo Monte era administrada pelo ex-ministro Antônio Palocci, preso em setembro deste ano. Ele também intermediou o pagamento de R$ 15 milhões ao ex-ministro Delfin Netto, provavelmente pela elaboração da “engenharia” do cartel de Belo Monte, revelado esta semana, no acordo de leniência da Andrade Gutierrez com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), justamente sobre a formação de cartel para licitação da Usina de Belo Monte.
   
Para Jordy, o ponto principal da investigação da CPI deve ser a formação de confirmada pela Andrade Gutierrez ao Cade. “A denúncia da Andrade Gutierrez é o fator motivador; venho batendo nisso há tempos e agora é oficial. Tem muita coisa para investigada”, disse o deputado, sobre a combinação de preços entre os participantes do consórcio. 
   
Nesta sexta-feira, 18, o “Estado de S. Paulo” trouxe nova reportagem informando que o Cade investiga 30 cartéis formados por empresas envolvidas na Operação Lava Jato. O órgão que fiscaliza a livre concorrência registrou uma corrida de construtoras enroladas na Lava Jato em busca de acordos de leniência, caso contrário, poderão ser consideras inidôneas e impedidas de participar de concorrências.
   
O acordo de leniência firmado pela Andrade Gutierrez com o Cade vai investigar o suposto cartel na licitação para a concessão de exploração da Usina Hidrelétrica de Belo Monte (Leilão nº 06/2009) e na contratação para a construção da UHE Belo Monte na modalidade EPC – Concorrência Privada da Norte Energia S/A.
   
As empresas inicialmente apontadas como participantes da suposta conduta anticompetitiva são Andrade Gutierrez Engenharia S/A, Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A e Construtora Norberto Odebrecht S/A, além de, pelo menos, seis executivos e ex-executivos do alto escalão dessas empresas. Por meio do acordo, assinado conjuntamente pelo Ministério Público Federal do Paraná (MPF/PR e Força-Tarefa da Operação Lava Jato), os signatários admitem sua participação, fornecem informações e apresentam documentos probatórios a fim de colaborar com as investigações do alegado cartel.
    
Os contatos entre os concorrentes começaram em julho de 2009, com a divisão do grupo formado pela Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Odebrecht em dois consórcios. O acerto deu errado quando consórcio venceu o Leilão 06/2009, no caso, a Norte Energia. Mas a situação foi contornada quando as três concorrentes foram contratadas pelo consórcio vencedor para efetivamente construir Belo Monte, na modalidade EPC, confirmando o cartel.
    
Este foi o quarto acordo de leniência firmado com o Cade no âmbito da Lava Jato. Os anteriores foram celebrados com a empresa Setal/SOG, para investigação de cartel em licitações da Petrobras; com a Camargo Corrêa, para investigação de cartel em licitação para obras de montagem eletronuclear na usina Angra 3 da Eletronuclear; e novamente com a Camargo Corrêa, para investigação de cartel em licitações da Valec para implantação da Ferrovia Norte-Sul e da Ferrovia Integração Oeste-Leste.
     
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

Jordy quer CPI de Belo Monte após construtora confessar cartel

   
  
Por Murilo Ramos
Do Expresso - Época On Line
    
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) quer recolher assinaturas para criar uma CPI na Câmara dos Deputados para investigar a construção da Usina de Belo Monte, no Pará. Na quinta-feira (17), a construtora Andrade Gutierrez confessou ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) a existência de um cartel, juntamente com a Odebrecht e a Camargo Corrêa, para a realização das obras e para a operação da usina. 

O Tribunal de Contas da União verificou sobrepreço de mais de R$ 3 bilhões nas obras de Belo Monte.
  
  
Foto: Ananda Borges / Câmara dos Deputados