segunda-feira, 2 de maio de 2016

Emendas de Jordy destinam carros a Conselhos Tutelares de dez municípios

  
  
Dez carros destinados a Conselhos Tutelares do Pará já estão na concessionária Citröen da Rodovia Mário Covas, em Belém, em processo de licenciamento para entrega aos municípios beneficiados por emenda do deputado Arnaldo Jordy.
   
Os kits formados por um carro, cinco computadores, um bebedouro, um refrigerador e aparelho de ar-condicionado foram destinados, por emenda de Jordy, em 2015, aos municípios de Augusto Corrêa, Bom Jesus do Tocantins, Capitão Poço, Jacundá, Ourilândia do Norte, Pau D'Arco, Primavera, Redenção, São Domingos do Capim e Tomé-Açu. O apoio à infância e juventude, por meio do trabalho dos Conselhos Tutelares, é uma das marcas da atuação do deputado Jordy.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
  
  

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Jordy condena injustiças do pacto federativo com o Pará

    
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) foi o palestrante do terceiro e último dia do Encontro de Procuradores Federais da Região Norte e Mato Grosso, na sede do Ministério Público do Estado do Pará (MP/PA), em Belém, na manhã desta sexta-feira, 29. Reconhecido por sua militância de longa data nas causas sociais e ambientais, Jordy foi saudado pelo procurador-geral, Marcos Antônio Ferreira das Neves, como grande conhecedor do tema do encontro, que são os grandes projetos de mineração e de energia na Amazônia, especialmente relacionados ao pacto federativo, tema de sua palestra.
  
As informações transmitidas por Jordy deverão subsidiar a Carta de Compromisso dos procuradores dos Estados da Amazônia e Mato Grosso, resultado do Encontro realizado em Belém. Outro resultado do evento é a formação de um Grupo de Trabalho, que pretende atacar diretamente os problemas causados pelos grandes projetos.
  
De acordo com o parlamentar, o pacto federativo, que é a forma como os estados se relacionam entre si e com a União federal, deveria garantir a igualdade de oportunidades entre as diferentes regiões, mas funciona de forma indevida, tornando injusto o federalismo brasileiro.
  
“Nossa Carta de Compromisso ainda não está acabada, vossa excelência vai contribuir para ela com sua fala, assim como os que estiveram aqui antes, o governador do Estado, Simão Jatene, e o ex-vice-governador, Helenilson Pontes, que falaram de temas como a Taxa de Fiscalização Mineral e as violações ao pacto federativo pela União, e de como isso tem afetado os entes federados, especialmente nos impactos dos grandes projetos na região”, destacou o procurador Marcos Antônio Ferreira das Neves.
  
Jordy agradeceu o convite e falou, na condição de integrante da Comissão Especial sobre Pacto Federativo da Câmara, dos desafios colocados para a região e para o equilíbrio federativo brasileiro, e de como a tarefa de enfrentar esse desequilíbrio precisa da colaboração dos procuradores, contra o que chamou de “escravização federativa” que atinge a Amazônia.
  
“Há uma deformação do pacto federativo brasileiro que é visível”, disse Jordy, que informou que Comissão Especial do Pacto Federativo tem seu relatório pronto para ser apreciado pela Comissão de Justiça e pelo Plenário da Casa. “O centro do debate é o ajuste de competências entre os entes federados, União, estados e municípios”, disse Jordy, que apontou como consequência dessas distorções a desigualdade entre as regiões brasileiras. “É um assunto que se nós não dermos a ênfase, ninguém mais dará”, afirmou Jordy, acrescentando que o problema afeta a qualidade de vida dos 25 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia.
   
Entre os exemplos, Jordy citou os dois principais produtos do Estado do Pará: minério de ferro e energia. “Há dez dias fizemos audiência pública em Altamira, do Senado e da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, e o que assistimos lá é um exemplo vivo da tragédia desse modelo ao qual me refiro, Belo Monte, a exemplo do aconteceu no Amapá, com a Serra do Navio, do que aconteceu em Tucuruí, há 30 anos atrás, o modelo é o mesmo”, disse o vice-líder do PPS na Câmara Federal.
    
De acordo com o deputado, Belo Monte, a maior obra do PAC, custou R$ 30 bilhões, para atender ao equilíbrio da matriz energética brasileira, com a qual o Pará vai contribuir com 10 milhões de quilowatts de energia. No entanto, 22% dos moradores do Pará, e 30% da Amazônia, continuam sem energia elétrica.
   
“O custo da produção de 10 milhões de quilowatts de energia em Belo Monte é ruim para a Amazônia, para o Pará e para o Xingu, e só pode ser considerado bom por quem movimentou 150 milhões em propina”, atacou Jordy, que citou a piora dos indicadores sociais de Altamira com a chegada da obra.
   
“De 2000 a 2014, nós tínhamos nove homicídios por cada 100 mil habitantes ano, que passaram para 98 por 100 mil habitantes/ano, nesse período, na região do Xingu. Em saúde, mesmo com 28 novas Upas e um hospital regional que segue fechado há um ano por falta de equipamento, os indicadores de saúde todos se degradaram naquela região; o custo de vida ‘explodiu’, assim como os indicadores de violência doméstica, violação de crianças e adolescentes, índios mendigando na rua”, afirmou. “E diante disso, a capacidade de intervenção do ente federado [o Estado do Pará] é zero, porque o licenciamento é exclusivamente federal, como diz a Lei complementar 140; o Estado é mero expectador disso”, completou.
   
Com a energia de Belo Monte, o Estado do Pará passa a ser o terceiro maior exportador de energia do Brasil, e o quinto produto nacional, mas vai continuar sem recebe um centavo de ICMS da energia que é exportada: 82% do total.
  
“Enquanto isso, o Pará, o Amazonas e o Tocantins, pagam a segunda tarifa de energia mais cara da América Latina”, disse Jordy, por causa do cálculo que é feito entre o custo da implantação dos linhões de transmissão e a população das regiões, que faz com que estados com grande extensão territorial e pouca densidade demográfica sejam penalizados.
  
“A população mais pobre paga a tarifa mais cara, mesmo que o Estado seja produtor e exportador de energia, e do que vai para fora, não recebemos um centavo de ICMS”, afirmou o deputado.
  
No caso do minério, a tragédia não é menor. “Somos vítimas da Lei Kandir, que tinha a justificativa de equilibrar a balança comercial brasileira, que estava saindo de uma crise cíclica, o superávit dessa balança dependia muito da competitividade das nossas commodities, então foi para tirar a nossa economia da UTI. Isso era válido por um período provisório. O Pará e a Amazônia participam com quase 60% do superávit positivo da balança comercial, mas hoje não tem o menor cabimento manter isso, mas é mantida de forma criminosa”, disse Jordy, que é o autor de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que anula os efeitos da Lei Kandir para as exportações minerais.
  
“A União deve para o Estado do Pará, só pelo minério, mais de 30 bilhões de reais, por conta das compensações não pagas, conforme o estudo mais recente do professor Eduardo Costa, da Fapespa [Fundação Amazônia de Amparo à Estudos e Pesquisas]. O minério de ferro sai, não recebemos nada, o ICMS é zero e a compensação prometida e contratada com a União não é repassada”, criticou Jordy, que lamentou que o Pará continue a ser um provedor de insumos para o desenvolvimento de outros estados, ou um almoxarifado para a cidadania de terceiros. “A Amazônia não pode ser apartada do Brasil; o esforço nacional não pode prescindir da Amazônia, mas não podemos mais continuar na senzala, diante da casa grande, servindo aos interesses dos outros, que não nos incluem”, completou Jordy, que lembrou que somente o lucro líquido da Vale, em 2013, no valor de R$ 31 milhões, corresponde ao valor devido pela União ao Pará como compensação pelos 30 anos da Lei Kandir.


Por: Assessoria Parlamentar
 

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Deputados do PPS pedem que PGR denuncie Bolsonaro por apologia à tortura

  
Os deputados federais do PPS Arnaldo Jordy (PA), Carmen Zanotto (SC) e Eliziane Gama (MA) solicitaram nesta quinta-feira (28) que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denuncie o também deputado federal Jair Bolsonaro (PSC/RJ) por apologia ao crime.
  
Na representação, os parlamentares sustentam que Bolsonaro deve ser enquadrado no artigo 287 do Código Penal, após dedicar seu voto ao torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, durante a sessão que aprovou a admissibilidade do processo de impeachment, na Casa, contra a presidente Dilma Rousseff. Ustra cometeu graves crimes contra perseguidos políticos, principalmente o de tortura.
  
“Diante deste quadro, resta evidente que, ao reverenciar a abjeta memória de um torturador facínora e desumano, o representado praticou apologia de criminoso, conduta típica assim definida pelo Código Penal”, menciona um dos trechos da representação.
  
Jordy, Zanotto e Gama alegam que a imunidade parlamentar não protege Bolsonaro que, neste caso específico, atentou contra a democracia. Os deputados citam decisão do ministro Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferida em 2015, ao julgar recurso extraordinário sobre inviolabilidade civil das opiniões de parlamentares.
   
“Ora, ao reverenciar práticas de tortura ocorridas em período ditatorial, o representado, a toda evidência, afastou-se do contexto democrático, não lhe sendo lícito escudar-se em uma importante garantia para o exercício livre do mandato parlamentar para fazer apologia a um criminoso já falecido. Imunidade parlamentar não pode ser interpretada como “impunidade parlamentar””, justificam os autores da petição.
   
Apologia é crime que pode resultar em detenção, de três a seis meses, ou multa. Clique aqui e confira íntegra da representação contra Bolsonaro
  
  
Com informações do Portal PPS
  
  

quarta-feira, 27 de abril de 2016

No Senado, Jordy denuncia que população é excluída em Belo Monte

   

O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) participou na tarde desta quarta-feira (27), no Senado Federal, de audiência da subcomissão que acompanha as obras da hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira/PA. A reunião é complementar à vistoria realizada por parlamentares do Senado e da Câmara Federal no dia 7 deste mês, onde foram verificadas in loco as obras e maquinários da hidrelétrica, que é principal empreendimento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ao custo de mais de 30 bilhões de reais, cujo funcionamento está em fase inicial, após anos de construção e de denúncias de corrupção.
   
Na vistoria, o que mais preocupou a comitiva, foi a questão das condicionantes, um conjunto de obras e equipamentos públicos, previstos em contrato, que a Norte Energia, responsável pela construção de Belo Monte, deveria executar e entregar à população, como compensação pelos danos sociais e ambientais nas regiões e cidades no entorno da obra.
   
Na audiência, Arnaldo Jordy chamou a atenção novamente para o que foi constatado na visita. Para o parlamentar, o modelo de implementação desta obra, e de tantas outras na região Amazônia, está defasado, pois visa contemplar apenas as grandes indústrias, em detrimento das populações das áreas de influência destes grandes empreendimentos.
    
“O que pudemos constatar em Belo Monte, é que houve uma flagrante agressão ao meio ambiente e às populações originárias, que além de sofrer com a queda de todos os índices de desenvolvimento humano, ainda não foram atendidas pelas condicionantes, como iluminação, escolas, creches e transporte, que penalizam mais de 20 mil famílias. Há denúncias de crianças que perderam o ano letivo, pois várias escolas não foram entregues pela Norte Energia, dentre outros equipamentos urbanos para as comunidades que foram realocadas”, afirmou Jordy, que luta por um novo modelo de desenvolvimento na região, no qual os ônus destas obras não recaiam sobre os entes federativos mais vulneráveis, como Estado e Municípios.
    
Participaram da reunião, além de senadores e deputados, autoridades municipais e Estaduais, além de representantes da Norte Energia, como o presidente Duílio Diniz Figueiredo, bem como a Procuradora Federal em Altamira, Thais Santi Silva.
 
 

CPI da Máfia do Futebol aprova proposta de Jordy para ouvir ex-presidente da CBF nos EUA

      
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Máfia de Futebol) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (26), a ida de integrantes do colegiado aos Estados Unidos tomar depoimentos do ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) José Maria Marin e do empresário José Hawilla, e fundador do Grupo Traffic. A data da viagem ainda não foi definida.
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), é  autor de um dos requerimentos de diligências para ouvir o empresário e o ex-presidente da CBF, e justificou em seu pedido a importância dos depoimentos de Marin e Hawilla para o andamento dos trabalhos da CPI.
  
“Acusado pelos crimes de fraude eletrônica, extorsão, obstrução de justiça e lavagem de dinheiro, Hawilla foi indiciado e se declarou culpado. Em dezembro de 2014 fez um acordo com a justiça americana em que aceitou devolver cerca de US$ 151 milhões. Desde então, Hawilla permanece nos Estados Unidos, onde mora há dois anos, em liberdade.”
  
Jordy ainda afirmou que já existem tratativas com a embaixada dos EUA no Brasil e as procuradorias gerais da União e dos EUA para que os depoimentos aconteçam em breve.
  
O vice-líder do PPS teve aprovado na mesma reunião requerimento de convite para ouvir o jornalista Juca Kfouri, comentarista dos canais ESPN e da UOL, A comissão também definiu convidar o jornalista Jamil Chade, correspondente internacional do jornal O Estado de São Paulo.
  
A Comissão
  
A CPI investiga as denúncias de crimes cometidos por dirigentes da Fifa, entre eles o brasileiro José Maria Marin, ex-presidente da CBF. Juntamente com outros seis cartolas, Marin foi detido em maio do ano passado na Suíça, mas hoje cumpre prisão domiciliar em Nova York.
  
Investigação feita pela Justiça dos Estados Unidos aponta para a existência de um esquema mundial de propinas e subornos relativo a comercialização de jogos e direitos de marketing de competições de futebol.A comissão tem 120 dias, contados a partir do ato de criação (29 de fevereiro), ou seja, até 28 de junho, para concluir os trabalhos.
   
    
Com informações da Agência Câmara
  
  

terça-feira, 26 de abril de 2016

Jordy parabeniza OAB por representação contra deputado que homenageou torturador

 
Do Portal PPS
    
Em discurso feito no plenário da Câmara, o vice-líder do PPS na Câmara, Arnaldo Jordy (PA) elogiou, nesta terça-feira (26), a decisão da seção fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de entrar com representação em que pede a cassação do mandato do deputado Jair Bolsonaro (PSC/RJ).
  
Durante a votação da admissibilidade, na Câmara, do processo de impeachment contra Dilma Rousseff, Bolsonaro dedicou seu voto ao torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra.
  
O coronel Ustra foi apontado como sendo responsável por dezenas de casos de torturas praticados contra perseguidos políticos, durante o regime militar
  
“Venho aqui trazer a preocupação do PPS com a manifestação criminosa de deputados que fazem apologia à tortura que é um crime de lesa humanidade. Não podemos admitir isto Parabenizamos a OAB que propôs propondo a cassação deste deputado”, disse Jordy.
  
Na representação, protocolada na Câmara na última segunda-feira (25), a OAB/RJ sustenta que “é inadmissível se pensar numa declaração deste tipo num Estado Democrático de Direito, em especial quando produzida por um parlamentar”.
  
Para o parlamentar do PPS, o Brasil e o Congresso já superaram o que ele chamou de “fase sombria” da nossa história. “Não podemos retroceder a tempos não festejados na história”, acrescentou Arnaldo Jordy.
  
  
Foto - Robson Gonçalves
  
   

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Para Jordy, desemprego histórico é mais uma das faces perversas do governo Dilma

  
Do Portal PPS
  
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), avaliou nessa quarta-feira (20) que a taxa de desemprego registrada no país no último trimestre entristece a todos e que é mais uma das faces perversas do governo de Dilma Rousseff.
  
Divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Mensal mostrou que o nível de trabalhadores que perderam o emprego aumentou mais uma vez e ficou em 10,2% no período entre novembro de 2015 e fevereiro de 2016.
  
O resultado é o pior da série iniciada em 2012. A população desocupada totalizou 10,4 milhões no período e cresceu mais de 40% em um ano.
  
“Este é um dado que deixa o Brasil triste. O desemprego é mais uma das faces perversas do governo de Dilma que também atinge recordes em outras áreas. A gestão dela foi a que mais pagou recursos aos banqueiros. Basta ver os juros da dívida pública federal que chega a 68% do nosso PIB. Ela é candidata com grande potencial a levar um troféu por ter conseguido alcançar grandes registros negativos na história econômica do país”, afirmou o parlamentar paraense.
  
Para Jordy, a saída de Dilma da presidência da República, pelo impeachment, deverá produzir efeitos positivos no campo econômico, já que a petista não tem credibilidade alguma. E que o PPS deverá pressionar para que a questão do emprego seja uma das prioridades da nova gestão.
  
Pauta pós impeachment
  
Arnaldo Jordy criticou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que, nesta quarta-feira, disse que haverá uma paralisia no Congresso Nacional até que o Senado decida se a presidente da República, Dilma Rousseff, será ou não afastada do cargo.
  
Na avaliação do deputado do PPS, manter a Câmara parada pode interessar principalmente o peemedebista que é alvo de um processo de cassação no Conselho de Ética da Casa.
  
“Há matérias como a PEC da Saúde (1/2015) que aumenta o repasse de recursos da União para serviços de saúde e que pode perfeitamente ser concluída na Câmara. Espero que os líderes não aceitem esta tese de paralisar os trabalhos”, disse Jordy.
  
  
Foto: Robson Gonçalves