quarta-feira, 23 de março de 2016

Jordy cobra aprovação de projetos com políticas afirmativas para negros

  
Durante Comissão Geral, realizada pela Câmara dos Deputados nesta terça-feira (22), o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) cobrou da Casa a aprovação de projetos que instituam políticas alternativas para os negros no Brasil.
  
“Nós temos ainda uma herança a cumprir na agenda democrática brasileira, que é no sentido de eliminar todos os resquícios ainda desses 200 anos ou mais de escravização que houve no Brasil. Essa agenda está inconclusa. Existem pelo menos 11 projetos que estão mais ou menos pacificados do ponto de vista do entendimento. Eles já passaram por diversas Comissões, já foram abrigados e reconhecidos na Comissão de Constituição e Justiça, e não vêm para a pauta”, defendeu o parlamentar.
  
Na opinião do deputado do PPS, é preciso que haja um reconhecimento da sociedade brasileira de que o preconceito, o racismo, a discriminação, o tratamento diferenciado ainda é uma pecha marcante, triste e dantesca da realidade nacional.
  
“Nós temos todos os indicadores, aqui já foram ditos, nas universidades, na escolaridade, nas penitenciárias, no mercado de trabalho, nos parlamentos em geral, esses dados estão expressados. São estatísticas incontestáveis”, disse
  
Jordy citou ainda trecho do mapa da violência, divulgado recentemente, que mostra que há maior probabilidade de uma pessoa afrodescendente ser assassinada no País.
  
No período que foi analisado, 2015 e 2016, foi registrado um crescimento de 18,2% na taxa de homicídios de negros e pardos, enquanto houve uma redução de 14,6% na taxa de pessoas brancas, amarelas e indígenas.
  
“Acho que, se pelo menos votarmos os projetos que têm consenso, vamos dar grande contribuição a esta agenda com a participação do Legislativo brasileiro a essa causa”, finalizou Arnaldo Jordy.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

terça-feira, 22 de março de 2016

Jordy pede que TCU faça ampla auditoria em contratos do Minha Casa Minha Vida

  
Do Portal PPS
    
O vice-líder do PPS, Arnaldo Jordy (PA), anunciou nesta terça-feira (22) que vai entrar com uma Proposta de Fiscalização e Controle (PFC) em que pedirá ao Tribunal de Contas da União (TCU), que faça ampla auditoria nos contratos do programa federal Minha Casa Minha Vida.
  
O parlamentar está preocupado com a alta inadimplência entre os mutuários e com a falta de critérios claros na transferência de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para empreiteiros que atuam no projeto.
  
Na noite da última segunda-feira (21), o plenário da Câmara dos Deputados aprovou medida provisória que visa dar garantias aos bancos em contratos do Minha Casa, Minha Vida para financiamentos feitos com desconto do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Pelo texto, no caso de inadimplência, caberá ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) assumir a dívida com a instituição financeira.
    
“Nossa intenção é a de ver o dinheiro do trabalhador sendo usado de forma legal, justa e regular, por isso, o TCU precisa auditar todos os contratos, a partir da edição da mais recente medida provisória que trata do tema”, disse Jordy.
    
Atualmente, o FGTS financia a fundo perdido 95% das moradias para as faixas do programa voltadas para população de baixa renda. Os 5% restantes, o morador tem que pagar. Com a MP, o Fundo poderá, em caso de inadimplência, custear a totalidade do empreendimento.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
  
  

domingo, 20 de março de 2016

PPS discute gestão das cidades brasileiras em Vitória (ES). Jordy é debatedor


    
A gestão das cidades brasileiras está sendo discutida pelo Partido Popular Socialista (PPS) neste final de semana, em Vitória (ES), capital administrada com destaque pelo prefeito Luciano Rezende, do PPS, durante a Conferência das Cidades, um grande evento que reúne gestores de todo o País, para debater sobre as condições de vida nas grandes metrópoles.
  
O deputado federal Arnaldo Jordy, vice-líder do PPS na Câmara dos Deputados, é o debatedor da mesa sobre "Governança democrática", juntamente com o professor e urbanista Gonzalo Cáceres, da Universidade de Santiago, no Chile; o professor do Departamento de Ciências Sociais da PUC do Rio de Janeiro Ricardo Ismael; o prefeito Luciano Rezende e o presidente da Fundação Astrogildo Pereira, do PPS, Alberto Aggio. 
    
O debate envolve, entre outros temas, um novo conceito de participação popular, o dos coletivos cidadãos. A conferência como um conta com a participação de nomes representativos do campo da oposição, como o senador Cristóvão Buarque, recentemente filiado ao PPS, e nomes também do PSB, PSDB, PV, SD, Rede e PMDB.
  
  
Por: Assessoria Parlamentar
   
  

quarta-feira, 16 de março de 2016

Jordy: Lula usa Casa Civil para se refugiar da Justiça

 
  
Do Portal PPS
  
Para o vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser o novo ministro-chefe da Casa Civil serve apenas como manobra para tentar driblar as investigações que há contra ele na esfera comum da Justiça brasileira.

“É lamentável, é dantesca esta situação vivida no Brasil. Um ex-presidente da República agora se refugia da Justiça, ao se abrigar na Casa Civil. Aliás, esta pasta, pelo histórico, já teve como titulares nomes como Antônio Palocci, José Dirceu e Erenice Guerra. Um deles está preso e os outros estão sendo investigados, ou seja, estão na fila para serem condenados, assim como Lula”, lembrou Jordy.

O deputado do PPS acredita que o resultado pode não ser o esperado por Lula, PT e por Dilma, que tentam tirar o ex-presidente da mira do juiz Sérgio Moro, responsável pelas investigações da operação Lava Jato, no âmbito da Justiça Federal. Ministros de Estado só podem ser processados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“Esta nomeação de Lula não ameniza sua situação. É cada vez mais constrangedora sua situação e as evidências, agora com a delação do senador Delcídio do Amaral, as implicações são grandes. E não creio que o Supremo Tribunal Federal vá negligenciar naquilo que vá fazer. E acho que vá faltar ministério para tanta gente no PT que está enrolada na justiça com corrupção”, acrescentou o deputado paraense.

Contra Lula há um pedido de prisão, elaborado pelo Ministério Público de São Paulo, mas que foi remetido para Curitiba e que deveria ser analisado por Sérgio Moro. Com a ida de Lula para o ministério de Dilma, o caso deve ser enviado para o STF.
  
  
Foto: Robson Gonçalves
    
  

segunda-feira, 14 de março de 2016

Jordy recebe novas filiações ao PPS e Moju e Tailândia

   
  
O deputado Arnaldo Jordy se reuniu com militantes do PPS, lideranças políticas e comunitárias e recebeu novas filiações ao partido em Moju e Tailândia, na região do baixo Tocantins. O PPS cresce e se prepara para disputar as prefeituras em todos os principais municípios paraenses. Em Moju, Jordy falou sobre o momento de crise política e econômica atual.
  
Jordy fez também uma prestação de contas de sua atuação parlamentar.Várias lideranças de Moju se filiaram ao PPS. Cerca de 100 pessoas participaram da reunião, entre representantes de diversos segmentos sociais, a exemplo de quilombolas. Conselheiros tutelares do município também participaram do encontro.
  
Em Tailândia, Jordy também recebeu novas filiações ao PPS, em encontro do qual participaram lideranças comunitárias e presidentes de outros partidos políticos. Também participaram da reunião conselheiros tutelares daquela região, que receberam exemplares do Estatuto da Criança e do Adolescente. Veja as fotos (clique para ampliar).
      











 
  
Por: Assessoria Parlamentar
  

quarta-feira, 9 de março de 2016

Jordy: Se Dilma tivesse grandeza, renunciaria

  
Do Portal PPS
  
Da tribuna da Câmara, o vice-líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy (PA), afirmou hoje (9) que a crise política, o caos na economia e as denúncias de crime eleitoral envolvendo a campanha de Dilma Rousseff são elementos suficientes para que ela renuncie ao cargo. E que, se a petista permanecer, o processo de impeachment contra ela irá avançar.
  
“A presidente Dilma se tivesse grandeza renunciava ao cargo, se não a proposta do impeachment, que esta Casa haverá de apreciar, avançará. Também me parece que está chegando perto o TSE da comprovação de que houve recurso irregular no financiamento da campanha dela, o que levaria, talvez, no melhor caminho, à convocação de uma nova eleição para dar direito ao povo de reconduzir o caminho institucional do Brasil”, analisou Jordy.
  
Na avaliação do parlamentar do PPS, a crise na economia é gravíssima. Lembrou que o desemprego já atinge 10 milhões de brasileiros e que a dívida pública brasileira se aproxima dos 70% do Produto Interno Bruto (PIB).
  
O vice-líder do PPS também mencionou que o envolvimento dos governos do PT com crimes que estão sendo investigados pela Justiça nada têm a ver com a oposição.
  
“Roberto Jefferson, que era da base do governo, resolveu denunciar o esquema e aí foi investigado o que gerou o escândalo do mensalão. A situação do petróleo foi do mesmo jeito. Uma empresa holandesa denunciou, porque pagou propina para obter alguns contratos na Petrobras. Então, o Ministério Público e a Polícia Federal, no cumprimento da sua missão constitucional, foram apurar o caso.
  
Agora, o senador Delcídio do Amaral, do Partido dos Trabalhadores, líder do governo, resolve fazer uma delação premiada, abrindo o jogo das entranhas apodrecidas do poder. o que a Oposição tem a ver com isso?”, disse.
  
Arnaldo Jordy disse ainda esperar que no dia 13 de março o povo que quer servir ao Brasil vá às ruas para dizer que não aceita mais os desmandos do atual governo.
    

Foto: Robson Gonçalves
   
  

terça-feira, 8 de março de 2016

Ao citar tamanho da dívida pública, Jordy diz que país passa por “estrangulamento”

   
Do Portal PPS
  
O vice-líder do PPS na Câmara, deputado Arnaldo Jordy (PA), conclamou, nesta terça-feira, os colegas para que enfrentem, no Parlamento, os impactos do crescimento desordenado da dívida pública brasileira que compromete mais de 60% do Produto Interno Bruto (PIB).
  
“É um tabu da República. Todos os governos fecharam os olhos para a dívida pública. Precisamos fazer um debate de Estado, no sentido de tentar desobstruir este estrangulamento”, defendeu parlamentar paraense.
  
Para Jordy, é preciso que haja um “esforço suprapartidário” no sentido de tirar o Brasil da atual crise econômica. Alguns analistas acreditam que se não houver nenhuma mudança para reequilibrar as contas públicas, a dívida em 2016 poderá comprometer algo perto de 90% do nosso PIB.
 
“Enquanto a saúde e a educação consumem menos de 4 por cento do orçamento, a divida pública consome quase um trilhão de reais por ano, dois quais 66 por cento pagando somente os juros. Em 2015, o Brasil pagou 860 bilhões de reais para a agiotagem internacional”, lembrou o vice-líder.
  
Com a disparada da dívida pública, cresce ainda mais o risco de calote e a possibilidade de uma quebradeira geral.
  
  
Foto: Robson Gonçalves