segunda-feira, 13 de abril de 2015

Jordy é eleito para subcomissão que tratará do Plano Nacional do Desporto

   
  
Brasília/DF – A Comissão do Esporte - Cespo instalou na tarde da última quinta-feira (09), a Subcomissão Especial do Plano Nacional do Desporto e elegeu seu Presidente e Vice-Presidente. Ela será composta por sete deputados titulares e com igual número de suplentes.
  
O colegiado elegeu por seis votos a favor, em votação eletrônica, como Presidente da Subcomissão Especial, o Deputado Danrlei Hinterholz (PSD/RS) e como Vice-Presidente o deputado, Arnaldo Jordy (PPS/PA). O presidente da CESPO, Márcio Marinho (PRB/BA), procedeu à instalação da nova Subcomissão. 
  
O deputado Danrlei defendeu a importância e a amplitude de debater esse Plano Nacional. “Conto com a ajuda de todos os membros para priorizarmos o capítulo especial dessa Subcomissão, que é o Desporto Educacional”, garantiu o deputado.
  
Arnaldo Jordy agradeceu por sua indicação à subcomissão e ensejou “a intenção de que sejam apreciadas as melhores opiniões e idéias, de modo a se produzir o melhor trabalho possível, para que seja oferecido à sociedade um projeto eficaz para o avanço nos desafios e limites da prática saudável do esporte no Brasil”.
    
A Subcomissão Especial terá o prazo de 150 dias de funcionamento, podendo ser prorrogada por mais 60 dias. Ao final, será produzido relatório a partir do resultado do trabalho desenvolvido. O deputado Danrlei nomeou o deputado Evandro Rogério Roman (PSD/PR) como relator da Subcomissão.
  
  
Com informações da Agência Câmara
   
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
(61) 3215-3506 / 8276-780
  
  

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Comissão vai discutir Pacto Federativo no Pará a pedido de Jordy

  
Brasília/DF – A Comissão Especial da Câmara Federal que analisa e debate propostas relativas à partilha de recursos e obrigações da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal (Pacto Federativo), aprovou requerimento apresentado pelo deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) com o intuito da realização de seminário no Pará, de modo a recolher sugestões e experiências para o tema.
  
Segundo Arnaldo Jordy, serão debatidos no seminário o equilíbrio econômico regional, a desconcentração geográfica da riqueza nacional, a transferência de responsabilidades da união para Estados e municípios sem a devida compensação financeira, a reformulação da divisão de competências para o fortalecimento das unidades federativas, dentre outros temas.
  
Para o seminário, cuja data ainda será definida, devem ser convidados o secretário de Fazenda do Pará e do Coordenador Nacional do Confaz (Conselho Nacional Política Fazendária), José Tostes; o Procurador-Geral do Estado, Antônio Saboia Neto; o Presidente do Tribunal de Justiça do Pará, Desembargador Constantino Guerreiro; o Presidente da Assembléia Legislativa, deputado Márcio Miranda (DEM) e o governador do Estado, Simão Jatene.
  
  
Assessoria de Comunicação
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Comissão aprova pedido de Jordy e Jungmann para discutir posição do Brasil sobre Síria e Irã


Do Portal PPS

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional aprovou, nesta quarta-feira (08), requerimento do líder da Minoria, deputado Raul Jungmann (PPS-PE), e do vice-líder do PPS, deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), para realização de audiência pública em conjunto com a Comissão de Direitos Humanos da Câmara para falar sobre a posição do Brasil na 28ª reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU e outros assuntos relativos à política externa brasileira. 

Na reunião, o Brasil se absteve de votar duas resoluções da Organização das Nações Unidas sobre a situação dos direitos humanos no Irã e na Síria, “posição que contrasta com a Constituição federal, que estabelece que o respeito à pessoa humana deve ter prevalência nas relações internacionais”, conforme texto do requerimento. As resoluções tratam de violação de direitos e situação humanitária nos dois países.

Organizações não-governamentais criticaram duramente as abstenções do Brasil, argumentando que não faz sentido essa posição, pois o texto das resoluções é muito parecido com outros, aprovados pelo país anteriormente, e a situação dos direitos humanos no Irã não teve nenhuma melhora.




quinta-feira, 9 de abril de 2015

Deputados querem esclarecimentos sobre cortes no Fies e Pronatec Rural

  
Brasília/DF - O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), teve aprovado nas Comissões de Educação e Amazônia e Integração Nacional, nesta quarta-feira (8) requerimento para discutir sobre a situação do FIES e do Pronatec Rural. O requerimento é assinado também pelo deputado Moses Rodrigues (PPS/CE).
  
De acordo com o requerimento, programas considerados essenciais na área da educação como o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) e o Pronatec, sofreram cortes no período de janeiro e fevereiro de cerca de R$ 1,7 bilhão.
   
O FIES possibilita que alunos de faculdades particulares possam ter seus cursos financiados e pagar após a formatura, Já o Pronatec Campo, tem o objetivo de atender a demanda da população da zona rural nas necessidades de capacitação, sendo que são disponibilizados 116 cursos por todo o país. 
  
Segundo Jordy, a solicitação da audiência é fruto de uma reinvidincação coletiva de estudantes de sete universidades e faculdades no Pará, sobre a situação em que se encontram os programas. “É de domínio público, a possibilidade de restrição do Programa FIES, que é a talvez a única oportunidade para muitos jovens financiarem seus estudos numa universidade, num curso superior. O Brasil é o 73º no ranking qualidade em ensino no mundo, e a região Amazônica é ainda mais carente, onde municípios paraenses há 12 anos consecutivos figuram entre os últimos índices do IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, e portanto, a restrição do jovem concluir ou ingressar no curso superior, é um golpe mortal no sonho de milhares de famílias, onde não podemos nos silenciar ante esta ameaça” afirmou o parlamentar do PPS.
  
Serão convidados para a audiência, cuja data será ainda definida, o Diretor de Gestão de Fundos e benefícios do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE e o Secretario de Educação Profissional e Tecnológica do MEC.
   
  
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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Arnaldo Jordy convoca Celpa para explicar tarifas


    
Brasília/DF – Foi aprovado nesta quarta-feira (8) na Comissão da Amazônia e Integração Nacional da Câmara dos Deputados, requerimento do deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) no qual é prevista uma audiência pública para debater o alto custo da tarifa de energia elétrica praticado pela Celpa, empresa concessionária de energia elétrica do Pará.
   
De acordo com o requerimento, enquanto o Pará é responsável pela geração de quase 10% de energia hidrelétrica produzida no país, abastecendo não apenas a região Norte, mas também exporta energia por meio da integração ao Sistema Interligado Nacional – SIN, sua população paga uma das tarifas mais caras de energia elétrica do Brasil e da América Latina.
   
Para a indústria, por exemplo, enquanto o Estado do Pará paga R$ 572,20 por MW/h, a média do país é R$ 498,28 MW/h. A indústria do Estado do Amazonas, que tem características semelhantes ao Pará, paga apenas R$ 383,83 MW/h. Ou seja, o complexo industrial do Estado do Pará paga 37,8% a mais que a média do país e 49% a mais que a indústria do Amazonas, Estado vizinho. O preço da tarifa ao consumidor final também é significativamente mais elevado que a média nacional de estados vizinhos.
   
Tucuruí, a maior hidrelétrica 100% brasileira em operação, tem capacidade instalada de 8.370 MW, o que representa 6,25% da capacidade instalada do país e 9,8% da capacidade instalada de energia hidráulica. No entanto, o Estado do Pará consome apenas 25% da energia gerada pela usina, exportando cerca de 6.200 MW para outros estados. Apesar de exportar essa energia, o Pará não recebe por ela, pois o ICMS é pago no local do consumo e não onde a energia foi gerada.
   
Agravando o histórico de possuir uma das tarifas mais elevadas do país, o reajuste médio nas tarifas de energia elétrica do Pará, em um período inferior a um ano, ultrapassa os 40%, sendo que no mesmo período, a inflação registrada foi inferior a 5% - estudo do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
   
Arnaldo Jordy afirmou que o “pedido de audiência é motivado não por apenas pagarmos a tarifa mais cara da América Latina, mas também pelos péssimos serviços oferecidos pela concessionária, além dos aumentos exorbitantes nos últimos meses, gerando uma situação absolutamente insustentável. Um cidadão argentino paga 10% do KW/h do que paga um cidadão paraense, segundo dados da Ceplac”.
   
Ainda segundo Jordy, a audiência servirá para verificar o cumprimento, pela Celpa, de compromissos firmados em audiências anteriores. A empresa assinou no ano passado Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público Estadual, comprometendo-se a solucionar problemas apontados por consumidores ao Procon do Pará. Jordy também pretende propor uma revisão do modelo atual de geração e distribuição de energia elétrica, que penaliza o Pará, enquanto Estado produtor de energia, sem que haja qualquer compensação por isso. “Ao contrário, o Pará fica com o ônus ambiental da construção de hidrelétricas”, afirmou o parlamentar paraense.
   
A empresa também enfrenta denuncias de bitributação, por conta da forma como vem sendo feita a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na conta de energia elétrica. A Ordem dos Advogados do Pará - OAB, está ingressando com uma ação civil pública na Justiça Estadual contra a empresa, onde os valores cobrados indevidamente poderão ser restituídos em dobro (repetição de indébito) aos consumidores.
   
Devem ser convidado para audiência, cuja data será divulgada posteriormente, representantes do Grupo CELPA Equatorial; da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL; do Ministério de Minas e Energia; do Ministério Público Federal no Pará; do Ministério Público do Estado do Pará; da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional PA; do Instituto de Defesa da Cidadania – IDC; e do Procon/PA. O requerimento foi subscrito pelo deputado Zé Geraldo (PT/PA).
   
   
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terça-feira, 7 de abril de 2015

Comissão debate patrimônio histórico e reforma urbana


   
Brasília/DF - A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados realizou audiência pública nesta terça-feira (7), onde foi debatido o patrimônio histórico na perspectiva da reforma urbana.
  
A deputada Luciana Santos (PCdoB/PE) pediu a reunião para avaliar casos como o de um empreendimento imobiliário que prevê a construção de 12 torres com até 40 andares no Cais José Estelita, na bacia do Pina, no centro da cidade do Recife (PE).
  
O professor da Universidade Federal do Pará (UFPA) Flávio Nassar, convidado para o debate, em sua participação relatou a questão dos centros históricos no país, com destaque para o de Belém (PA). “A moradia nos centros históricos é fundamental para manter estes locais vivos”, afirmou Nassar, criticando a ausência de financiamento para que os moradores possam manter os imóveis em boas condições, evitando assim a degradação dos bairros mais antigos e a “fome especulativa” do mercado imobiliário.
  
“Resta à municipalidade o papel de incentivar a moradia nos centros históricos, com incentivos, por exemplo, na redução ou renúncia de impostos como o IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano para os imóveis restaurados e conservados”, disse. O professor defendeu inclusive, a redução dos impostos federais para moradores de bairros históricos, como os incidentes no Imposto de Renda e de impostos estaduais para aqueles que desenvolvam pequenas e médias atividades criativas e culturais nos centros históricos. 
  
Nassar ainda denunciou ainda, em nome do Fórum Landi, do Momvimento Orla Livre, do Observatório Social, do Fórum de Belém e da AABEL – Associação dos Amigos do Patrimonio da Amazônia, avanço do poder financeiro sobre as vias do centro histórico da capital paraense, onde nos últimos dias, uma rua do bairro da Cidade Velha, denominada Félix Roque, que consta num mapa de 375 anos – um dos mais antigos da cidade -, teve seu metade de seu espaço invadido, inclusive com anuência de órgãos como o Ministério Público.
  
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), destacou a dificuldade financeira dos municípios e sugeriu uma agenda de prioridades sugeridas no debate, de modo a se iniciar uma discussão com o governo federal, para tratativas e arranjos institucionais que possibilitem o estímulo à preservação dos centros históricos. “O governo federal é o único ente federativo com capacidade de disponibilizar recursos do tesouro ou possibilitar iniciativas como de incentivos através do imposto de renda, para que haja estímulos à conservação dos centros históricos metropolitanos”, afirmou o parlamentar paraense.
  
Participaram ainda do debate a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Jurema de Sousa Machado o secretário de Desenvolvimento e Planejamento Urbano da Cidade do Recife, Antonio Alexandre da Silva Junior e a professora da Universidade Federal de Pernambuco e doutora em Direito Público Liana Cirne Lins.
   
  
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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Direitos humanos: deputados propõem subcomissão para acompanhamento do tráfico de pessoas

  
Brasília/DF – Os deputados Arnaldo Jordy (PPS/PA) e Luiz Couto (PT/PB) são autores de um requerimento protocolado na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara Federal, no qual é solicitada a criação de uma subcomissão de acompanhamento dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI do Tráfico de Pessoas, encerrada no ano passado.
   
A CPI, ao final de dois anos de trabalho realizou diligências, ouviu depoimentos de vítimas e de acusados, quebrou sigilos de suspeitos, além da realização de audiências em vários estados e até no exterior. Entre as sugestões apresentadas, a alterações no Código Penal, no Estatuto da Criança e Adolescente e na Lei dos Crimes Hediondos.
   
Os parlamentares querem o aprofundamento das investigações e a apuração de responsabilidade, ante os indícios de ilegalidade e ilegitimidade apurados - como os de tráfico de crianças no município de Monte Santo (BA) -, além de realizar o acompanhamento e fiscalização junto aos órgãos, dos encaminhamentos feitos pela CPI e apurar novos casos. 
   
Para Arnaldo Jordy, é importante a criação da subcomissão, “dada à gravidade e a extensão do crime e suas variantes no país, que vão desde a adoção ilegal, ao transplante de órgãos, à exploração do trabalho assemelhado ao de escravos, à migração, à adoção clandestina e a exploração sexual, que em muitos casos, são invisíveis para a maioria da população e até mesmo autoridades, sem que haja ainda uma legislação específica que trate da violação”.
   
Jordy foi relator da Comissão Especial de Repressão ao Tráfico de Pessoas, onde foi proposto e aprovado um substitutivo que consolidou diversas propostas de combate ao tráfico de seres humanos, previstos no PL 6934/13, da CPI da Câmara Federal e do PL 7370/14, da CPI do Tráfico de Pessoas do Senado. 
  
Flagelo global
   
O tráfico de pessoas é um crime tipificado mundialmente pelo Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas. O documento foi confirmado no Brasil com a promulgação do Decreto 5.017/04.
  
Estimativas do UNODC revelam que cerca de 2,4 milhões de pessoas no mundo seriam levadas ao trabalho forçado como resultado do tráfico de pessoas. O tráfico doméstico foi detectado em pelo menos 32 países e foi estimado em US$ 32 bilhões o valor movimentado anualmente pelas quadrilhas.
  
Também segundo o escritório da ONU, mulheres e meninas representam cerca de 80% das vítimas, sendo que a exploração sexual representa cerca de 80% dos casos. O tráfico de crianças, detectado em todas as regiões do mundo, é responsável por 15% a 20% das vítimas.
   
      
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
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