quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Câmara aprova audiência proposta por Jordy para ouvir Teixeira e CBF sobre lavagem de dinheiro

   
A Câmara dos Deputados realizará audiência pública para ouvir o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, e a atual diretoria da entidade sobre as denúncias de um suposto esquema de desvio de recursos e lavagem de dinheiro a partir de receitas oriundas de jogos e patrocínios da seleção brasileira.
  
Requerimento, de autoria do deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), foi aprovado nesta quarta-feira (11), na Comissão de Legislação Participativa da Câmara. O documento serve de convite a Teixeira, aos dirigentes atuais da CBF, ao Ministério Público e à Receita Federal.
     
De acordo com reportagens divulgadas pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, no mês passado, documentos apontam que as ilicitudes foram cometidas na gestão de Ricardo Teixeira, a partir de 2006.
   
Segundo as informações recebidas pelo parlamentar, a seleção brasileira cobrava pelo menos US$ 1 milhão para enfrentar seleções de todo o planeta e parte do recurso seria desviada para contas abertas em paraísos fiscais.
   
“O país que está investindo tão pesadamente para realizar uma Copa do Mundo, deve contribuir para melhorar e não piorar sua imagem pública e não pode tolerar que a paixão nacional pelo futebol seja confundida com corrupção. O mínimo que se espera na véspera do certame a ser sediado pelo Brasil é que a denúncia seja apurada com celeridade e transparência”, justifica Arnaldo Jordy, em seu pedido de audiência pública.

A data do evento ainda não foi definida pela Casa.
   
 
 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Comissão vai elaborar projeto de criação de novos curso no Marajó

 
  
Da Assessoria de Comunicação da UFPA
Por Ericka Pinto
Fotos Alexandre Moraes

 
Uma comissão formada por representantes da Universidade Federal do Pará, Movimento Marajó Forte, Câmara Federal e Associação dos Municípios do Arquipélago do Marajó (AMAM) estará responsável pela elaboração de um plano emergencial de oferta de cursos de nível superior para atender os 16 municípios que compõem a região do Marajó (PA). A proposta é resultado da reunião realizada nesta segunda-feira, 9, no gabinete do reitor da UFPA.

“Essa comissão estará trabalhando em duas frentes. Uma no projeto  de criação da Universidade Federal do Marajó, seguindo a mesma linha das universidades criadas recentemente. Outro projeto seria de interiorização da universidade, semelhante ao programa Parfor, numa espécie de consórcio entre as instituições, de modo que se possa ofertar o maior número possível de cursos”, afirmou o reitor Carlos Maneschy.

Pior IDH do Brasil - Para o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), membro da Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (Cindra), o plano emergencial é uma tentativa de superar os entraves que colocam os municípios marajoaras com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre os piores do Brasil.

“A constituição da Universidade Federal do Marajó, que é um pleito antigo, mas como a gente sabe que isso não sai a curto e, talvez a médio ou a longo prazo, o reitor da UFPA junto com o Movimento do Marajó Forte, Câmara Federal e AMAM estão discutindo um plano emergencial que consiste na oferta, em nível superior, de vários cursos que possam atender à demanda do Marajó, de acordo com o perfil e com as vocações de cada um dos municípios”, ressaltou o deputado.
  
De acordo com o coordenador geral do Movimento Marajó Forte, Ricardo Fialho, o censo escolar de 2012 apontou 16 mil alunos matriculadas nas escolas de ensino médio da região, enquanto a oferta atual de vagas no campus da UEPA em Salvaterra e nos campi da UFPA em Soure e Breves soma apenas 360. “Esta é a terceira reunião que nós temos com o reitor e estamos otimistas, pois a UFPA vem somar nessa campanha e, principalmente, contribuir para a oferta do ensino superior na região.”
   
A reunião contou, ainda, com a presença dos representantes do Movimento Marajó forte, Marlute Fialho e Sidney Gouveia; do vereador de Portel, João Denis (Preto); do professor da UFPA, Alberto Teixeira, e de representantes da AMAM.
  
Na próxima semana, a comissão juntamente com o reitor Carlos Maneschy, reunirá com o Ministro da Educação, Aloísio Mercadante, para apresentar o plano emergencial de oferta de cursos no Marajó.
 
 

Diretor do Facebook será chamado por CPI para explicar página que vendia bebês

 
Do Portal PPS
Por William Passos

 
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara que investiga o tráfico de pessoas deve votar na próxima semana requerimento, de autoria de Arnaldo Jordy (PPS/PA), para ouvir o diretor do Facebook no Brasil, Jobelino Vitoriano Locateli.
 
O objetivo do parlamentar, que é presidente da CPI, é apurar os detalhes do funcionamento de uma página na rede social que servia de instrumento para o tráfico de crianças. Desde o final de agosto deste ano, a Polícia Civil de Pernambuco investiga um suposto “comércio” de bebês que tinha como canal de oferta o Facebook.
   
Segundo a Polícia, as crianças eram oferecidas por preços entre R$ 7 mil e R$ 50 mil. A página teria sido criada no dia 3 de julho e continha imagens pirateadas de bebês desconhecidos. Quatro mulheres tentaram doar suas crianças, sendo que duas delas por dinheiro.
 
O Ministério Público pernambucano também investiga o caso.A legislação brasileira proíbe a doação de crianças mediante oferta de pagamento de qualquer natureza.
 
Reunião
 
A sessão para votar o requerimento do presidente da CPI será realizada nesta terça-feira (10). Durante a reunião, os deputados também farão audiência pública para ouvir peritos criminais do Laboratório de Genética Forense do Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal.
 
 

Deputados criticam Norte Energia em audiência pública realizada em Altamira

 
 
A Câmara Municipal de Altamira sediou nesta quinta-feira (05/09), uma audiência pública para discutir o cumprimento das condicionantes decorrentes da construção da UHE Belo Monte.
      
Altamira/PA - Os deputados federais Arnaldo Jordy (PPS) e Zequinha Marinho (PSC) que promoveram a audiência pública, fizeram duras criticas à empresa Norte Energia. Conforme os deputados, falta transparência e principalmente diálogo. De acordo com Zequinha Marinho, a empresa apresentou o modelo das casas do reassentamento urbano e fez alterações sem consultar a população diretamente afetada: “Falta uma representação institucional na Norte Energia que cumpra o que foi combinado. O que é combinado não é barato nem caro, é combinado”, criticou o deputado do PSC.
   
Arnaldo Jordy disse que as reais necessidades da população em relação às condicionantes da UHE Belo Monte são negligenciadas pela Norte Energia e que por isso o MPF já moveu mais de uma dúzia de ações contra Belo Monte.
 
Em seu pronunciamento, o Vereador João Artur, 1º Secretário da Câmara Municipal, comentou sobre as várias reuniões que ele tem promovido com as comunidades diretamente afetadas pela UHE Belo Monte. João Artur disponibilizou parte do tempo no pronunciamento para que os jovens de Altamira se manifestassem. A escolhida para falar foi a estudante Caroline. No diálogo, a estudante fez uma pergunta que calou a diretora da Norte Energia: “Como você consegue dormir sabendo que seu trabalho é enganar as pessoas e que essa empresa destruiu nossas vidas?”, questionou a estudante.
 
Para os movimentos sociais organizados, e a Ordem dos Advogados do Brasil, seção Altamira, juntamente com os representantes do Ministério Público Federal, ficou evidente que a Norte Energia não tem cumprido minimamente o que foi estabelecido por ocasião da implantação da obra. Para eles, não é aceitável que a Norte Energia continue tratando Altamira como um Brasil de segunda categoria, apenas celeiro de riquezas a serem saqueadas e as hidroelétricas como instrumentos de destruição dos povos e suas culturas.
 
Clarice Coppeti, representante da Norte Energia, argumentou que a cidade de Altamira será modelo para o Brasil. De acordo com a diretora da empresa, os direitos humanos e da natureza são prioridades no cumprimento das condicionantes. “O nosso prazo é até Junho de 2014”, enfatizou Clarice.
 
Do Blog do Vereador João Artur
 
 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Comissão da Amazônia realiza vistoria nesta quinta-feira no canteiro de Belo Monte

 
Brasília/DF – Uma comissão de deputados federais, membros da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional – CAINDR, da Câmara Federal, está nesta quinta-feira (5) no canteiro da hidrelétrica de Belo Monte, que está sendo erguida às margens do rio Xingú, no Pará. Além de verificar o andamento da megaobra, a comissão realiza audiência pública na Câmara Municipal de Altamira, cidade onde está localizado o maior canteiro do empreendimento.
   
A justificativa da visita dos membros da Comissão é a de verificar, in loco, o estágio atual da obra e seu cronograma, assim como os impactos socioambientais da obra sobre a população da região. Belo Monte foi planejada para gerar, no pico de sua operação, cerca de 11 mil megawatts de potência, o que fará dela a maior usina hidrelétrica inteiramente brasileira.
 
Para Arnaldo Jordy (PPS/PA), a diligência a Belo Monte é de extrema importância, pois o que está acontecendo em termos de impactos sejam ambientais, sociais e econômicos, servirá para balizar os demais projetos de hidrelétricas na Amazônia, que segundo o parlamentar, seriam 12. Ainda segundo o deputado paraense, “é necessário compatibilizar o atual modelo de construção de grandes obras na Amazônia, que não beneficia a população local de maneira alguma e ainda é preterida em seus interesses”. Para ele, Belo Monte é um como um filme visto há 30 anos, com a construção da represa de Tucuruí, também no Pará, onde a energia gerada não rende para o Pará nem um centavo sequer, pois nas atuais regras do ICMS para o setor elétrico, o imposto é revertido para o Estado consumidor, completou Jordy.
 
A controversa obra de Belo Monte, já foi alvo de nada menos que 17 ações por parte do Ministério Público Federal no Pará, a maioria por não cumprir os acordos de condicionantes estabelecidos quando da assinatura dos contratos com as empreiteiras responsáveis pela obra, tais como benefícios para educação, saúde, saneamento e segurança pública, que minimizariam os impactos sociais de um fluxo migratório de mais de 40 mil pessoas para os municípios da área de influência da construção em apenas oito meses. Somente 21,6% destas condicionantes teriam sido cumpridas até o momento, segundo o MPF, o que está gerando insatisfação nas populações locais e nativas, como os ribeirinhos e os indígenas, que só nas últimas semanas invadiram e paralisaram Belo Monte por duas vezes.
 
Segundo Jordy, todos os indicadores de violência explodiram em Altamira, por conta do contingente policial reduzido, que ainda por cima foi reduzido, como no caso da Polícia Federal. Foram convidados para a audiência pública, que se iniciará às 15h, representantes do Ministério de Minas e Energia, do Governo do Pará, do Ministério Público Federal, da Associação de Municípios do Consórcio Belo Monte, da Universidade Federal do Pará, da Prefeitura da Altamira, da Norte Energia e do Comitê Xingú Vivo.
 
   
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
(61) 3215-1376 / 8276-7807
 
 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Jordy: Precisamos sepultar esta excrescência do voto secreto


Do Portal PPS
Por William Passos

 
O deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) disse nesta terça-feira (3) que a Câmara precisa reparar aquilo que fez em desacordo com o interesse da sociedade, que foi manter o mandato do deputado condenado, Natan Donadon (PMDB-RO), na semana passada.
 
Pelo voto secreto, os favoráveis à cassação de Donadon somaram apenas 233 votos. Foram 131 parlamentares contrários. Para retirar o mandato do peemedebista eram necessários 257 votos “sim”.
 
Em aparte concedido por um colega em plenário, Jordy disse que, após o vexame, a Casa acerta ao pautar para o plenário a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 349/01) que acaba com o sigilo de todas as votações no Legislativo.
 
A expectativa é de que a PEC do Voto Aberto seja apreciada em segundo turno na noite de hoje. "Precisamos sepultar esta excrescência do voto secreto que serve para encobrir absurdos como aquele ocorrido aqui neste plenário na última quarta-feira”, cobrou o deputado do PPS.
 
  

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Oiapoque busca saídas para combater o tráfico humano

 
   
Oiapoque/AP - A busca de uma melhor qualidade de vida nas regiões carentes do mundo - onde muitas vezes isto é confundido com a chance de consumir produtos da moda - , é uma das causas pelas quais muitas pessoas caem tão facilmente nas redes de tráfico de pessoas. No Brasil, cuja economia é uma das maiores do planeta e onde contraditoriamente ainda se apresenta uma grande desigualdade social, não é diferente, o que o torna atrativo para as quadrilhas especializadas neste tipo de crime, que só perde para o comércio ilegal de drogas no ranking de faturamento anual.
  
No Oiapoque, a cidade mais ao Norte do Brasil, com seus poucos mais de 20 mil habitantes, a questão do tráfico é agravada pela proximidade com a Guiana Francesa, departamento ultramarino francês distante apenas uma margem de rio. A chance de ganhar em euros atrai principalmente as meninas que não veem muitas possibilidades de ganhar tanto dinheiro no pobre Amapá, quanto na capital vizinha Caiena, a apenas duas horas e meia de estrada, cujo acesso será facilitado através de uma nova ponte, que está pronta, porém ainda inativa, por falta de interesse do governo da Guiana.
  
Foi nesta empoeirada Oiapoque que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Federal que investiga o Tráfico de Pessoas no Brasil desembarcou na última sexta-feira (30) para audiência pública com o objetivo tanto de ouvir denúncias quanto de informar a população – principalmente os jovens – deste crime invisível, que é comumente creditado como uma lenda urbana, o que colabora com a facilidade de operações das quadrilhas.
    
 
Em cerca de três horas de audiência, onde foram ouvidas autoridades governamentais e da polícia, religiosos e vítimas, os deputados Arnaldo Jordy (PPS/PA), que preside a Comissão e Sebastião Bala Rocha (PDT/AP), puderam obter um retrato parecido ao de muitas outras regiões do país, onde se acessa mais facilmente a fronteira dos países vizinhos ilegalmente do que legalmente, tornando o trabalho das autoridades que combatem não só este, mas todo tipo de crime que se beneficia das facilidades de cruzar as fronteiras brasileiras, quase impossível.
  
Oiapoque está bem servida das forças policiais, pois conta com grupamentos do Exército, da Força Nacional, da Polícia Federal, da Polícia Federal Rodoviária, e das Polícias Civil e Militar. Ainda assim, todos estes efetivos não inibem a atuação dos aliciadores e dos turistas sexuais, que não se preocupam muito em esconder o que fazem na pequena cidade, onde o álcool e programas com meninas que nem chegaram à maior idade, não custa muito.
  
Conselheiro tutelares, secretaria de turismo, vereadores e representantes de sindicatos e do poder judiciário, foram unânimes em afirmar que sem uma coordenação efetiva e condições materiais para o combate ao tráfico de pessoas na região, em nada adianta tanto policiamento. Sem contar que a legislação nacional atual não contempla efetivamente o tráfico de pessoas, apesar de o Brasil ser signatário da Convenção de Palermo da ONU, que baliza o combate ao crime em todo mundo.
  
É neste rumo que a CPI segue, para nas próximas semanas, segundo Arnaldo Jordy, apresentar uma proposta de legislação que efetivamente preveja todos os casos relacionados ao tráfico de pessoas, seja para adoção ilegal, para o tráfico de órgãos, para trabalho escravo ou o mais comum, que é a exploração sexual.
    
 
Para Luiz Groti, há 20 anos juiz da Comarca do Oiapoque, meninas e moças de todo país, são aliciadas para boates no meio dos garimpos ilegais do Amapá ou da Guiana Francesa - onde tudo é cotado em gramas de ouro -, do qual só saem com doenças ou mortas. “São atraídas como cozinheiras ou lavadeiras, em busca de sol que rapidamente se transforma em obscuridade e medo”, afirmou. Quantas mulheres – em regime de escravidão - não estão servindo a estes homens no meio das florestas, indaga o magistrado.
  
A ausência de políticas públicas para crianças e adolescentes, tanto por parte do Estado, quanto do município, incluindo aí a falta de emprego após o ensino médio – o Oiapoque aguarda por um campus da Universidade do Amapá -, torna o país vizinho, onde o salário mínimo é mais que o tripo do local, uma ilusão para os jovens, que caem no canto da sereia das quadrilhas de aliciamento para prostituição, segundo o vereador Paulo Malafaia, cuja solução mais comum, afirmou, são os país enviarem os filhos para estudarem na capital ou em outros estados. Aqueles que podem.
  
“Chego a perder o sono”, afirmou o padre Aparecido Luiz Souza, que recebe diariamente as confissões e a dor de adolescentes, que o deixam muito preocupado com a situação dos jovens na fronteira norte brasileira. Muitas destes jovens chegam ao religioso com sentimento de culpa em determinadas situações de risco social, nas quais as famílias não denunciam por não saberem a quem realmente recorrer ou por acharem que mesmo que denunciem, não vai dar em nada.
  
Outras denúncias que chegaram à Comissão durante sua estadia no Oiapoque dão conta que crianças recém-nascidas na maternidade já saem do hospital traficadas, pois suas mães dão entrada com documentos falsos, de outras pessoas, além de situações envolvendo crianças e jovens indígenas, pois o perfil do negro, do mestiço, do cafuso, gera determinado fetiche para alguns estrangeiros e tais perfis estariam sendo negociados como mercadoria para satisfazer estes europeus. Estas denúncias serão apuradas e constarão do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito.
  
Descaso
  
Além da Guiana Francesa, com seus euros, a fronteira com o Suriname é outra de onde chegam denúncias de uma intensa operação de quadrilhas de tráfico de pessoas, principalmente para exploração sexual nos bordeis controlados por máfias chinesas, por exemplo. No entanto, apesar de sucessivas tentativas de negociação da Comissão da Câmara com o governo daquele país para diligências no sentido de averiguar a situação de brasileiros e encontrar soluções para enfrentamento destas rotas, não houve um retorno. De acordo com o deputado Arnaldo Jordy ”há oito meses tentamos dialogar com o governo do Suriname, através do Itamaraty, porém o somos levados a acreditar, dada a infertilidade de nossas sucessivas tentativas, que aquele governo é cumplice ou patrocinador destes crimes, e se locupleta em sua economia de uma mercadoria que se chama ser humano”, afirmou.
   
 
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
(61) 3215-1376 / 8276-7807