terça-feira, 13 de setembro de 2011

Exposição Mantos do Círio de Nazaré é aberta na Câmara



Tendo como palco o Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília/DF, foi aberta na manhã desta terça-feira (13) a exposição que apresenta alguns dos mantos utilizados pela imagem de Nossa Senhora de Nazaré, no Círio de Nazaré, tradicional festividade católica paraense. Os mantos são do acervo permanente da Arquidiocese de Belém.

A exposição que acontece pela segunda vez na Câmara, foi proposta pelos deputados Arnaldo Jordy (PPS/PA) e Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG), respectivamente Vice-líder e Líder da Minoria e contou ainda com a presença dos presidentes do Senado, José Sarney (PDMB/MA) e da Câmara dos Deputados, Marcos Maia (PT/RS), que elogiaram a iniciativa dos deputados.
 
Dom Alberto Taveira, bispo da Arquidiocese de Belém, ressaltou em sua fala a iniciativa em se promover a exposição no Congresso Nacional, no que foi acompanhado pelo diretor-coordenador da Festa de Nazaré, César Neves, responsável pela organização do evento, que acontece desde 1793, na capital paraense e que atualmente em sua procissão anual reúne mais de um milhão de pessoas, todo segundo domingo de outubro.

Para o deputado Arnaldo Jordy, a exposição apresenta toda a simbologia da festa do povo paraense, transposta para os belos mantos. "Porém, para que se tenha uma verdadeira noção do que representa o Círio de Nazaré para o paraense, é necessário ir além das imagens e dos símbolos, é preciso que todos participem do Círio em Belém, para só assim conhecerem o tamanho da fé do paraense em Nossa Senhora de Nazaré ", afirmou o parlamentar, convidando a todos a irem em outubro próximo ao Círio.

Os primeiros mantos brasileiros confeccionados para as procissões era de responsabilidade da Congregação das Filhas de Sant'Ana. Posteriormente, vários devotos passaram a produzir as vestes e a cada ano, famílias e até estilistas famoso de dedicam à produzir um novo manto, substuindo na procissão o manto original, bordado a ouro com pedras preciosas, que há 58 anos ornamenta a imagem.

Um bom público participou da solenidade, que ainda contou com os senadores Gim Argelo (PTB/DF), Flexa Ribeiro (PSDB/PA), os deputados Zenaldo Coutinho (PSDB/PS), Miriquinho Batista (PT/PA) e Lira Maia (PMDB/PA), além de Marcos Maia e Gerson Peres, ex-parlamentares. A exposição que segue até dia 16 próximo, no corredor de acesso ao Plenário, tem a curadoria de Darcilene Batista Costa.

Veja aqui (Facebook) mais fotos da solenidade - http://trunc.it/icjoy

Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
(61) 3215-1376 / 8276-7807


Câmara abre exposição dos Mantos de Nossa Senhora de Nazaré

A Câmara dos Deputados abre hoje (13), a exposição Mantos de Nossa Senhora de Nazaré: Expressão da Fé e proteção ao povo. A abertura da exposição, promovida por iniciativa da Liderança da Minoria, acontece no café do Salão Verde, às 11 horas. O evento contará com a participação do presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT/RS). Os mantos ficarão expostos no corredor de acesso ao plenário até o próximo dia 16, sexta-feira.

Para Darcilene Batista Costa, curadora executiva da diretoria da Festa de Nazaré de Belém do Pará, a exposição representa um reconhecimento deste Patrimônio Imaterial da Cultura Brasileira pelo líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG) e pelo vice-líder da Minoria, deputado Arnaldo Jordy Figueiredo (PPS/PA). 

“É uma honra trazer essa exposição para a Câmara dos Deputados, representante legítima do povo brasileiro. O nosso compromisso é garantir a preservação do patrimônio e contar a história dos primeiros guardiões da imagem de Nossa Senhora de Nazaré: o caboclo Plácido e Antônio Agostinho. Eles eram pobres e mestiços de grande importância para a nossa cultura, pessoas comuns que contribuíram significativamente para a popularização da maior manifestação religiosa do povo do Brasil”, explica Darcilene

Confira abaixo o convite:




Com informações da Agência Câmara

Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
jordycamara23@gmail.com
(61) 3215-1376 / 8276-7807


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pregar novo imposto para saúde é "cara de pau do governo", diz Jordy


Da Assessoria de Imprensa
da Liderança do PPS na Câmara

BRASÍLIA - Após nova declaração da presidente Dilma Rousseff de que, para aumentar o volume de recursos para o setor da saúde, os brasileiros precisarão conviver com um novo imposto, o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) disse que o governo do PT adota uma postura de incoerência absurda.

“É uma incoerência absurda ver um governo com um país que tem a sexta economia do mundo, a maior carga tributária do planeta (36% do PIB) e, a cada mês, praticamente, ter ministros se explicando por causa da corrupção. É muita cara de pau dizer que para resolver o problema da saúde tem que criar mais um imposto”, criticou.

Jordy acrescentou que a antiga CPMF – extinta em dezembro de 2007 – nunca foi destinada à área para a qual foi criada. Para o deputado, o fato de que a CPMF nos governos passados foi parar em outro setor é mais um motivo para não se recriar este imposto.

O deputado sugere outras formas de encontrar fontes para financiar a saúde. Para ele, neste instante, não há justificativa plausível para ainda mais aumentar a carga tributária. "Por que não se aumenta, por exemplo, a alíquota de bebidas alcoólicas e de cigarros e de outros bens supérfluos?”, questionou.


Audiência discutirá exploração de brasileiros no exterior

Da Agência Câmara
 
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias realizará nesta quarta-feira (14) audiência pública para definir propostas de combate às violações de direitos humanos de trabalhadores estrangeiros no Brasil e ao tráfico de brasileiros para exploração em outros países.
 
O debate foi proposto pelos deputados Arnaldo Jordy (PPS-PA), Geraldo Thadeu (PPS-MG) e Manuela d'Ávila (PCdoB-RS). Eles citam o relatório Situação da População Mundial de 2006, publicado pelo Fundo de População das Nações Unidas, segundo o qual aproximadamente 70 mil brasileiras trabalhavam como prostitutas na Espanha, em Portugal, na Suíça, no Japão e em países da América do Sul.

Segundo o relatório, a maioria das mulheres tem entre 18 e 25 anos de idade e pertence a famílias de baixa renda. A maioria delas foi vítima de tráfico de seres humanos – uma rede que movimenta, mundialmente, entre US$ 17 bilhões e 18 bilhões por ano.

Foram convidados:
- o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo;
- o subsecretário-geral das Comunidades Brasileiras no Exterior do Itamaraty, Eduardo Gradilone;
- o representante das Confecções Zara no Brasil Enrique Huerta González;
- o presidente da Fiesp, Paulo Skaf;
- o auditor fiscal do Ministério do Trabalho Luís Alexandre de Faria, coordenador da investigação que flagrou trabalho escravo em empresas terceirizadas da Zara;
- o diretor de Jornalismo da TV Bandeirantes/SP, Fernando Mitre;
- a jornalista do Correio Brasiliense Alana Rizzo, autora de reportagem sobre tráfico e assassinato de brasileiros no exterior;
- a diretora do Instituto Migrações e Direitos Humanos, irmã Rosita Milesi;
- o representante do Centro de Direitos Humanos de Guarulhos Orlando Fantazzini.
A reunião será realizada às 14 horas, no Plenário 9.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Audiência em Barcarena (PA) aponta soluções sócio-ambientais para os ribeirinhos


Por Cellayne Brito
Da Assessoria Belém

Na manhã de hoje, 09, a Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional da Câmara Federal realizou grande audiência em Barcarena, município distante 1 hora da capital Belém, com o objetivo de discutir a poluição ambiental provocada pelas indústrias instaladas no município. “Esta é uma oportunidade para se ouvir as comunidades que nos últimos dez anos vem sendo vítimas da agressão ambiental e da perda de qualidade de vida por causa dos resíduos tóxicos das indústrias. É o momento de tomar providências para que isso acabe e as compensações ambientais, sociais e humanas sejam estabelecidas” afirmou o deputado federal Arnado Jordy (PPS/PA), propositor da sessão e vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal.

Durante o evento, moradores das áreas de rios no município manifestaram sua indignação contra as empresas do parque industrial da cidade, eles denunciaram a omissão da prefeitura, a mortandade de peixes, os prejuízos nas plantações e principalmente os problemas de saúde causados pelo consumo de água poluída. Os ribeirinhos de Barcarena sofrem os impactos dos acidentes ambientais originados por vazamentos nas bacias de contensão de rejeitos químicos da Alumina do Norte do Brasil S/A (Alunorte) e por fuligem expelida pelas demais empresas instaladas no município. Segundo um levantamento do Instituto Barcarena Socio Ambiental, feito desde 2009, 104 comunidades são atingidas.
 
Laudos feitos pela Faculdade de Química da Universidade Federal do Pará (UFPA) constataram que o vazamento de rejeitos da empresa Alunorte no rio Murucupi foi responsável por alterações no PH das águas, o que de fato causou a morte de vidas aquática em 2009. Em outro relatório, verificou-se que um incidente ambiental provocado pela empresa Imerys RCC, em 2007, projetou alta concentração de bário e ferro nos rios que cercam a Vila de Conde, no mesmo município. “Essas empresas passeiam no largo da legislação e o Estado brasileiro está sendo incompetente em cumprir as leis que defendem a população desses impactos”, disse o deputado Jordy.
   
Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA), em fiscalizações nos anos de 2009 e 2010 foram expedidas multas somadas em 27 milhões de reais para as empresas Alunorte e Pará Pigmentos S/A, devido ambas estarem com as bacias de contensão dos rejeitos tóxicos prestes a transbordar. Para o representante do Ministério Público Estadual, Dr. Márcio Farias, “o dano ambiental se dá com a existência das bacias, pois, com o passar do tempo não comportam o volume de rejeitos produzidos”.

A Dr. Simone Pereira, da UFPA, aproveitou a ocasião para revelar que outra mineradora, a Buritirama, está se instalando na região. “Barcarena é quintal de lixo tóxico de empresas multinacionais que vem à Amazônia fazer degradação. Existe lei no Pará que proíbe o depósito de lixo tóxico sem tratamento em terrenos, mas não é cumprida”, denunciou indignada. Para o deputado Jordy a essência da problemática não é a existência das indústrias, pois estas geram emprego e renda para o município, mas o fato de não haver rigor em se fazer uma produção sustentável por parte das mineradoras. “Na verdade são dois movimentos: um de buscar compensação e outro para que as empresas estão se instalando sejam sustentáveis”, disse o parlamentar.

Foram encaminhamentos da sessão: fazer revista nos licenciamentos atuais para que seja observado se há cumprimento das cláusulas; formar um grupo de monitoramento integrado entre as empresas; fazer um estudo sobre a legislação federal no que diz respeito às leis para compensação ambiental e social dos impactos; planejar a implantação de micro sistemas de abastecimento de água para as comunidades, em parceria com as empresas; buscar junto à Emater e à Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) um estudo dos impatos na agricultura mantida pelas comunidades; e fazer com que os recursos do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) sejam aplicados diretamente nas comunidades. Serão criadas duas comissões de acompanhamento desses processos, uma formada por entidades de Barcarena e outra na Câmara Federal por deputados e em cerca de noventa dias haverá outra Audiência para prestação de contas dos encaminhamentos feitos.

A audiência teve a participação de representantes da Alunorte, da Comissão de Direitos Humanos da Alepa, do Ministério Público Estadual, da Secretaria de Meio Ambiente (SEMA), da Câmara Municipal de Barcarena, da UFPA, de sindicatos locais e de aproximadamente 900 moradores.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Jordy diz que Dilma quer jogar nas costas da sociedade despesas com saúde

 
Do Portal PPS
Por Nadja Rocha
 
O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA) criticou, nesta quinta-feira, as declarações da presidente da República sobre a  decisão da Câmara de colocar em votação a proposta de regulamentação da Emenda 29, sem criar um novo imposto para a saúde. De acordo com o parlamentar, em um país que tem a sexta economia do planeta, com a segunda maior carga tributária do mundo, em que a população paga cerca de quarenta por cento de impostos de tudo que consome, “é, no mínimo, uma afronta dizer que para atender aos cidadãos que morrem nas filas tem de criar mais imposto”.
 
Durante evento, ontem, em Pernambuco, Dilma Rousseff teria considerado ainda que a aprovação da proposta sem apontar a fonte de financiamento seria “presente de grego”.
    
Jordy disse estranhar a postura de Dilma, que, agora, depois que assumiu a presidência, mudou de discurso. Ele lembra que  na campanha eleitoral, ela se comprometeu a buscar recursos para injetar no SUS (Sistema Único de Saúde), sem  criar impostos. “Agora, ela se contradiz, e quer jogar nas costas da população a responsabilidade que constitucionalmente é da União e dos entes federativos”, criticou  o vice-líder da Minoria.
 
O deputado informou que Dilma Rousseff, durante debate com o tucano José Serra,  teria dito que o dinheiro a ser aplicado na saúde sairia dos cofres da União, ou seja, da arrecadação federal.
 
O projeto de lei que determina os percentuais mínimos de recursos que a União, os estados e municípios devem aplicar na saúde pública praticamente já foi aprovada pelo plenário da Câmara. Falta apenas o artigo que foi inserido na proposta pelo governo que cria a CSS (Contribuição Social à Saúde), um novo imposto para substituir a CMPF , extinta pelo Congresso em 2007.
 
Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
jordycamara23@gmail.com
(61) 3215-1376 / 8276-7807

No Correio Brasiliense, Arnaldo Jordy critica violência no Pará


MPF pede inquéritos sobre ameaças no Pará 
Fonte Correio Braziliense 
    
Apesar da repercussão dos recentes assassinatos de sindicalistas e agricultores no Pará, ameaças de morte continuam assustando as autoridades e as lideranças rurais do estado. Ontem (30/08), procuradores da República em Belém, em Marabá e em Altamira pediram à Polícia Federal a abertura de inquéritos para apurar a ação de madeireiros, pistoleiros e grileiros acusados de fazer ameaças aos moradores que denunciam a ilegalidade no campo. Entre os marcados para morrer estão familiares do casal José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, assassinados, em maio deste ano, em Nova Ipixuna, no interior do Pará.
 
Há uma semana, outro agricultor foi morto em Marabá, no sul do estado. Valdemar Barbosa de Oliveira, 54 anos, chamado de Piauí, era líder de um acampamento de trabalhadores rurais no assentamento Califórnia e foi assassinado a tiros em um bairro da cidade. Desde 24 de maio deste ano — quando o casal de extrativista foi executado —, há registradas oito vítimas da pistolagem. Segundo o Ministério Público Federal (MPF) no estado, existe a necessidade de uma investigação rigorosa em torno das ameaças, além da adoção de medidas para a proteção dos camponeses em perigo.
 
Uma das preocupações dos procuradores é com a vida de Raimundo Belmiro, líder da reserva extrativista Riozinho do Anfrísio, em Altamira, que vem recebendo ameaças após denunciar a atuação de madeireiros e grileiros na região. Segundo o MPF, madeireiros teriam encomendado a morte de Raimundo por R$ 80 mil.
 
Também vivem em clima de tensão os familiares do casal de extrativistas assassinados. Em junho, a sobrinha das vítimas Claudelice Silva dos Santos esteve na Câmara dos Deputados com outros ameaçados para denunciar que a situação continua precária no Pará.
 
"Meu estado há 11 anos é campeão de violência", admite o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), durante a sessão de ontem (30/08) das comissões de Segurança e dos Direitos Humanos, que discutiram a segurança dos magistrados. "As pessoas anunciam que estão na lista (marcadas para morrer), o Estado sabe e a morte é anunciada e executada", completou o parlamentar. (EL)