quarta-feira, 6 de julho de 2011

Jordy quer participação popular nos códigos de processos jurídicos


Por Cellayne Brito
Assessoria Comun. Belém

Participação popular e controle social: ”um fértil caminho para a cidadania”, segundo o Deputado Federal Arnaldo Jordy (PPS/PA). Nesta perspectiva, Jordy teve aprovado requerimento com objetivo de inserir a sociedade civil nas discussões sobre os códigos de processo penal, civil, tributário e do direito do consumidor. Na noite desta terça-feira (05), Jordy e o Deputado Federal Rodrigo Moreira Ladeira Grilo (PSL/MG), titular da Comissão de Legislação Paticipativa da Câmara Federal, estiveram na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PA) em Belém, no intuito de ampliar essa discussão junto às instituições e segmentos sociais.

De acordo com o deputado Jordy, quando a sociedade civil participa de debates políticos, o resultado é mais próximo da realidade social. Nesse sentido, a ementa REQ 3/2011 CLP requerida pelo deputado Jordy visa a realização de seminários e audiências públicas para debater com a sociedade civil e criar mecanismos de recepção de suas sugestões nos projetos de reformas legislativas que estão na pauta da Câmara dos Deputados.

Durante o Fórum na OAB/PA, Jordy esclareceu ainda que foi solicitado ao E-Democracia (portal de interação da Câmara dos Deputados com o objetivo de promover e incentivar a participação da sociedade no processo de elaboração de leis) a criação de quatro ferramentas para discussão virtual dos códigos de processo penal, civil, tributário e do direito do consumidor.

Estiveram presentes no Fórum da OAB representantes do Tribunal Regional do Trabalho - 8ª Região, do Tribunal de Justiça do Estado, do Ministério Público do Estado e do Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (PROCON).

terça-feira, 5 de julho de 2011

Jordy vê contradição em publicitário que fará campanha pela divisão do Pará


Do Portal PPS
Por: William Passos

Deputado federal eleito pelo Pará, Arnaldo Jordy (PPS) lembra que o publicitário Duda Mendonça, contratado para fazer a campanha pró-separação do estado, foi contra a divisão da Bahia, sua terra-natal.


Duda Mendonça

Duda, que foi marqueteiro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, será o responsável por tentar convencer os paraenses dos benefícios do desmembramento do estado.

O plebiscito que será feito para saber se o povo quer a divisão será em dezembro próximo. A Câmara e o Senado aprovaram as duas consultas populares, que devem ser feitas simultaneamente pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Se a ideia polêmica for aprovada, o Pará será fragmentado para dar origem aos novos Estados de Carajás (sul e no sudeste) e Tapajós (oeste do Estado).

Jordy, que é contra a mudança, acredita que o debate é salutar, mas questiona a ambiguidade do publicitário. “Qualquer forma de esclarecimento é benvinda. Não sei se é o caso do senhor  Duda Mendonça que foi contra a divisão da Bahia, seu estado-natal. E agora, movido a uma campanha milionária, talvez esteja indo para o Pará tentar convencer a população da pertinência da divisão”, observou.

O deputado do PPS disse que o contrato firmado para promover uma campanha separatista mostra quantos interesses estão por trás da mudança. “Duda Mendonça não faz contrato por caridade. Espero que esta campanha seja esclarecedora e não para esconder as consequências deste desmembramento”, acrescentou.
Fafá

Esta semana, a cantora Fafá de Belém, que é paraense, se manifestou sobre o assunto. Disse o que acha daqueles que estão interessados na fragmentação de seu estado. “A divisão vai dar dinheiro para os mesmos! Vai ser o mesmo equívoco. Eles estão pensando nos próprios salários, na divisão dos cargos, no poder...”, comentou pelo Twitter.

 

Tráfico humano foi tema de pronunciamento de Jordy na Tribuna da Câmara

Leia a seguir, pronunciamento do Deputado Arnaldo Jordy, na Tribuna da Câmara Federal, sobre o Relatório de Organizações Internacionais de Direitos Humanos e do Departamento de Estado americano, condenando o Brasil por não cumprir medidas básicas, orientadas por essas organizações, de combate ao tráfico humano - Em 28/06/2011.



Sr. Presidente, Sras e Srs. Deputados, lamentavelmente, hoje houve uma notícia, na imprensa internacional, de mais uma manifestação constrangedora para o País, que é o Relatório de Organizações Internacionais de Direitos Humanos e do Departamento de Estado americano, condenando o Brasil por não cumprir medidas básicas, orientadas por essas organizações, de combate ao tráfico humano.

E, mais uma vez eu digo, porque, recorrentemente, essas organizações se manifestam no sentido de monitorar cerca de 200 países, quase 190 países, acerca dessa chaga que tem o Brasil, numa posição crescente.

Hoje, segundo essas organizações, são mais de 250 mil crianças vítimas do tráfico humano para fins do turismo sexual; são mais de 25 mil trabalhadores em exercício de trabalho análogo a trabalho escravo, recorrentemente denunciado pelos tribunais do trabalho, pelas inspetorias do trabalho, inclusive produzindo assassinatos e crimes conhecidos e noticiados pela imprensa. Lamentavelmente, nós ainda temos essas estatísticas assombrosas.

Eu queria, Sr. Presidente, apelar para V.Exa., porque este é um problema que se vem arrastando secularmente, na sociedade brasileira. Só concluindo, Sr. Presidente, queria apelar no sentido de que se possa agilizar a constituição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, que já está protocolada na Casa, na Mesa Diretora da Casa, já está admitido o objeto concreto de análise. E, lamentavelmente, há 2 meses, esta CPI não é instalada.

Então, gostaria de apelar para V.Exa, para os Líderes partidários, no sentido de que se possa agilizar a constituição desta Comissão Parlamentar de Inquérito, para esta Casa colaborar com os esforços do Governo Federal, com os esforços dos Governos Estaduais - que hoje existem, em sete Unidades da Federação, comissões parlamentares de inquérito -, no sentido de apurar essa chaga que se abate sobre a sociedade brasileira há muito tempo.

Concluindo, segundo essas organizações internacionais, são estatísticas crescentes na sociedade brasileira.

É este o apelo que faço a V.Exa., em nome da Mesa Diretora: que se possa agilizar a constituição dessa Comissão.

Muito obrigado.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A divisão do Pará em discussão na Câmara de Belém





A Câmara Municipal de Belém (CMB) realizou sessão especial na manhã de quinta-feira, 16, para discutir a proposta de divisão do Pará e criação dos estados de Carajás e Tapajós. A sessão atendeu ao requerimento do vereador Carlos Augusto Barbosa (DEM), e teve como principal objetivo esclarecer pontos obscuros da proposta e, ao mesmo tempo, firmar posição em torno do assunto.

Há muito tempo que alguns vereadores da Câmara Municipal de Belém vêm se posicionando contrários à proposta de divisão, mas alguns parlamentares ainda tem dúvidas sobre as reais conseqüências da criação de mais dois estados na região. Os vereadores que já definiram posição por enquanto na Câmara Municipal como Raimundo Castro (PTB), Carlos Augusto (DEM), Raul Batista(PRB), Luiz Pereira (PR), Marquinho (PT), Otávio Pinheiro (PT), Fernando Dourado (DEM), Nehemias Valentin (PSDB), Pio Neto(PTB), Cobrador/Pregador (PPS), Amauri Souza (PT), Augusto Pantoja (PPS), Alfredo Costa(PT) e Abel Loureiro(DEM) esperam que a população seja esclarecida sobre a questão e que os paraenses mais uma vez não sejam vitimas de propagandas enganosas.

É bom lembrar que a CMB já instituiu uma comissão especial que terá como principal finalidade mostrar à população paraense a nocividade dessa proposta separatista. Os vereadores contrários à divisão são unânimes em afirmar que a criação dos estados de Carajás e Tapajós atenderia apenas interesses pessoais de alguns “políticos fracassados” que nunca alcançaram cargos de executivos no Pará, e agora vêem essa oportunidade como certa para alcançar seus objetivos. Todos, acreditam os vereadores, desejam apenas o domínio e o poder nessas novas unidades federativas, com a possibilidade de chegarem a cargos nunca antes ocupados no Pará.

A pobreza, miséria e o desmatamento seriam, em princípio, as principais conseqüências danosas que viriam com a criação dos novos estados. Isso é o que os paraenses têm que entender e não se deixar levar por propagandas que aparecem dizendo o contrário, alertam os vereadores.

O vereador Carlos Augusto durante a sessão forneceu mais alguns dados que até então não haviam sido divulgados, como a cobrança pelo estado remanescente (Pará), do ICMS, de energia e minério, e o aumento da  carga tributária na exportação da Alpa e Laços Laminados pelo fato de ter que passar pelos portos de Vila do Conde, Espadarte ou Itaqui. Segundo o vereador, se criado, o estado do Tapajós precisaria gastar 34.1% de seu PIB, ou seja, de suas riquezas, só para custear a maquina oficial. O estado de Carajás consumiria 18.6%. O Pará atualmente gasta 17.2% de seu PIB, e com a divisão, seria elevado o custo para 19,1%, muito acima da média dos gastos dos estados mais ricos da federação.

De acordo com o vereador, do ponto de vista econômico, os dois estados seriam bem diferentes, um pobre e outro rico. Carajás teria um PIB estadual de cerca de 20 bilhões de reais, enquanto Tapajós teria um PIB de pouco mais de 4 bilhões de reais. A diferença entre o  PIB per capita de Carajás e Tapajós seria de 150%, ou seja, vale dizer que cada habitante de Carajás seria 2,5 vezes mais rico que o de Tapajós.

Rui Alves Santos, presidente do Comitê Carajás, defendeu a divisão do Pará, ressaltando principalmente o abandono em que se encontram os municípios da região. Segundo ele, a população do Sul e Sudeste do Estado sempre  foi relegada ao abandono. As mazelas da região são comprovadas pela falta de estruturas, de escolas, de educação, de saúde e pelo excesso da violência. O economista e presidente do sindicato da categoria, Eduardo Costa, citou o exemplo de Parauapebas que, apesar de ser considerado o mais rico da região, se ressente da presença do poder público, não possuindo nem água encanada para toda a população.

Costa lamentou a ausência de um estudo sério sobre o assunto. Em sua concepção, tudo o que se disse até agora sobre o assunto não passam de manifestações emocionais. Cobrou ele a falta de um projeto efetivo de desenvolvimento para a Amazônia, razão maior, segundo ele, da atual política nefasta que toma conta do sul, sudeste e de outras regiões paraenses que não são beneficiadas com a presença do Estado. Destacando que “a Amazônia hoje é mero almoxarifado”, Eduardo Costa alertou para a previsão da chegada de mais 400 mil pessoas nos próximos anos no  Pará, vindas atraídas pelos empreendimentos programados para se instalar na região.

Na opinião do referido economista, o tema precisa ser discutido com mais seriedade e profundidade, uma vez que qualquer divisão tem que ser benéfica para todos e não apenas para um grupo ou uma comunidade. Ele questionou a validade da delimitação feita para os prepostos estados e fez uma pergunta sobre quem vai ficar com a dívida e o passivo dos inativos do Estado do Pará.

Dentre os pontos discutidos e enfatizados que foram quase que unanimidade, um foi levantado pelo deputado federal Arnaldo Jordy (PPS-PA), presente à sessão, o qual pediu muita reflexão. O parlamentar federal alertou para o fato da discussão emocional e radical, que poderia criar um clima de intolerância entre os próprios paraenses, isto é, entre os prós e contra a divisão. Lembrou ele que México, Espanha e outros países sofreram essas conseqüências e tiveram que conviver em conflitos armados e intolerância social por muitos anos. No final, Jordy também pediu uma discussão mais séria em torno do assunto e destacou que, se Parauapebas não tem água encanada como disse o representante do Comitê de Carajás, a culpa é da falta de gestão e corrupção do gestor. (Texto cedido pela assessoria de comunicação da Câmara Municipal de Belém)

Para Jordy, Brasil perdeu um "tipo raro de homem público"


Do Portal PPS
Por: William Passos

O ex-presidente da República e senador Itamar Franco (PPS-MG) foi um daqueles políticos que deixaram exemplos a ser seguidos, seja no campo administrativo, seja no campo da moral e da ética. A observação é do deputado federal Arnaldo Jordy (PPS-PA).

O senador, que também ocupava a vice-presidência do PPS, morreu na manhã de sábado (02/07), vítima de um AVC (acidente vascular cerebral) e de complicações decorrentes de uma pneumonia. Ele estava internado desde o dia 21 de maio no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para o tratamento de leucemia descoberta no início do ano.

“Perdemos um homem publico exemplar. Foi um tipo raro nesses tempos de mensaleiros. O PPS e o Brasil estão de luto”, disse Jordy.

O parlamentar destacou ainda o Plano Real como uma dos grandes projetos do governo do então presidente Itamar Franco.

“Ele conseguiu controlar inflação no país estabilizando nossa moeda e sempre lutou pela ética na política. Itamar nos deixa uma história de exemplos”, acrescentou.

Tráfico humano: Jordy lamenta que Brasil volte a sofrer puxão de orelhas


Do Portal PPS
Por: William Passos

O vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Arnaldo Jordy (PPS-PA), disse lamentar que o Brasil seja citado por organismos internacionais como descumpridor de metas para o combate ao tráfico de pessoas.

Relatório divulgado na semana passada pelo Departamento de Estado americano diz que, apesar de esforços significativos para combater o problema, o governo do Brasil ainda não cumpre totalmente os padrões mínimos para a eliminação deste quadro.

“Lamentavelmente, não é a primeira vez que relatórios de países e instituições internacionais abordam este traço negativo. São mais de 180 países avaliados e o Brasil ocupa posição de destaque no ranking dos péssimos exemplos”, observou o deputado, que é autor de pedido de CPI para investigar o tráfico humano.

Trabalho escravo

Jordy lembrou ainda que, no Brasil, há aproximadamente 250 mil crianças que estariam envolvidas em prostituição. Esse seria o principal alvo dos traficantes de pessoas.

O documento cita dados do Escritório da ONU sobre Drogas e Crime (Unodc, na sigla em inglês) segundo os quais o tráfico sexual ocorre em todos os estados brasileiros.

Outra situação explorada pelos aliciadores é o trabalho escravo. Mulheres, homens e adolescentes são enviados todos os anos para o exterior ou redistribuídos entre as unidades da federação brasileira, como se fossem objetos.

“É mais lamentável ainda ver adormecendo no Congresso uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que poderia resolver ou atenuar esta situação. Esta matéria é um clamor de todas as instituições que lidam com os direitos humanos”, disse.

E, apesar de reconhecer alguns esforços do Brasil para resolver a situação, a ONU diz que os serviços de proteção e abrigo às vítimas em nosso país permanecem inadequados e poucos dos condenados por crimes relacionados ao tráfico cumpriram pena de prisão.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Assista ao programa nacional do PPS exibido nesta quinta-feira

Confira o programa do Partido Popular Socialista - PPS, exibido nesta quinta-feira em cadeia de Rádio e TV. Clique no link abaixo para ver (Youtube).

http://www.youtube.com/watch?v=eGVkOnMxtl0&feature=player_embedded

Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy

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