quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Câmara federal promove audiência sobre apagão de energia no Pará


Um grande público está sendo aguardado à mesa redonda que será realizada na próxima quinta-feira, 15, às 14 horas, na Câmara Municipal de Belém, para debater e buscar solução às constantes quedas no fornecimento de energia elétrica no Pará. O evento é promovido pela Comissão de Minas e Energia, da Câmara Federal, a pedido do deputado federal, Arnaldo Jordy (PPS/Pa).

Além dos constantes apagões e das oscilações no abastecimento de energia elétrica, o parlamentar quer também explicações sobre as altas tarifas que são cobradas dos consumidores. Ele tem recebido relatos de moradores de várias regiões do Estado que denunciam o caos que se instalou em muitos municípios nessa área. De Curionópolis, no Sudeste do Pará, por exemplo, chegaram informações de que as interrupções de energia são diárias e, o pior, segundo os moradores, é que a concessionária quando procurada não dá uma explicação plausível. Em Santa Luzia do Pará, o fornecimento de energia elétrica também estaria caótico, com o município chegando a passar até 12 sem energia, de acordo com moradores do local.  Todos os relatos serão levados à audiência para que a Rede Celpa se posicione sobre o problema.  

“Nosso objetivo é discutir a qualidade da prestação destes serviços. Não tem sentido nos tornamos um dos maiores produtores de energia e ter a terceira tarifa mais cara, além de 20% da população sem acesso a luz elétrica”, observou o parlamentar. Segundo estimativas do deputado, os problemas com o fornecimento no Pará se arrastam desde 2009.

Para a audiência, foram convidados representantes do governo federal, da concessionária de energia (Rede Celpa), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e, ainda do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), de prefeituras paraenses e outros. 

Durante a audiência será lançado o site http://www.reclamecontracelpa.com.br/, coordenado por um grupo de consumidores insatisfeitos com os serviços prestados pela Rede Celpa.
Da Assessoria Belém

Comissão quer incentivar participação da sociedade na formulação de leis

Um café da manhã promovido nesta quarta-feira (14), pela Comissão de Legislação Participativa, na Câmara Federal em Brasília/DF, deu início à discussão no intuito de aumentar a participação da socidade na formulação de leis no Congresso Nacional. Participaram do encontro, além dos parlamentares que compõem a comissão, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, Associação Nacional dos Membros do Ministério Público - Conamp, da Associação dos Magistrados do Brasil - AMB e da Associação Nacional dos Defensores Públicos - Anadep.

O alvo das ações que serão desenvolvidas, são as reformulações dos códigos Civil, Penal, de Defesa do Consumidor e Tributário Nacional, alguns já em tramitação no Congresso Nacional. Para o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), é necessário que se amplifique o debate em direção da sociedade, articulando com entidades representativas, bem como possibilitar através de ferramentas tecnológicas e participativas, a colaboração de acadêmicos e juristas de todas as partes do país. Ele citou como exemplo a discussão já realizada na OAB Pará, onde um seminário foi realizado no mês de julho sobre o tema. "É preciso consolidar este entendimento, para termos como produto final, uma maior participação da sociedade no debate destas matérias técnicas e restritas a poucos estudiosos do tema", afirmou o parlamentar.

Para o presidente da AMB, Nelson Calandra, ainda utilizam-se ferramentas do século XX para os desafios do século XXI, dai a importância da iniciativa da comissão, em se construir com várias entidades, novos caminhos para criação e melhorias das leis.

Antonio Maffezoli, vice-presidente da Anadep, elogiou a comissão pela retomada do debate, e defendeu que não só as entidades operadoras do direito participem, mas também da sociedade organizada, como as que cuidam do direito ao consumidor, por exemplo, como forma de dar maior legitimidade ao trabalho da comissão.

O deputado Paulo Rubens (PDT/PE), ressaltou a situação extrema em que advogados, promotores e juízes trabalham, muitas vezes com risco real de vida, exemplificando com o recente assassinato da juiza Patrícia Aciolli, fazendo-se necessário, para ele, uma rediscussão do apoio aos operadores de direito.

Presidente da Comissão de Legislação Participativa, deputado Vitor Paulo (PRB/RJ), propôs um Grupo de Trabalho para que sejam formuladas e apresentadas propostas para as demandas discutidas na reunião, sob a coordenação do deputado Arnaldo Jordy e presidida pelo deputado Edivaldo Holanda Junior (PTC/MA). O grupo definiu sua primeira reunião na próxima quarta-feira (21). Um seminário também deverá ser realizado, para apresentação das propostas que serão formuladas pelo Grupo de Trabalho.

Assessoria de Comunicação
Gabinete Dep. Arnaldo Jordy
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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Na Agência Câmara, Jordy diz que divisão não resolve problemas do Pará


Começou hoje no Pará a campanha oficial para o plebiscito sobre a proposta de divisão do estado. No dia 11 de dezembro, os eleitores paraenses irão às urnas decidir de aprovam a criação dos estados de Carajás e Tapajós.

O deputado Giovanni Queiroz, (PDT-PA) defende a divisão. Segundo ele, já existe o precedente favorável da divisão de Goiás que deu origem ao atual estado de Tocantins. “O que queremos é aquilo que já ocorreu em outros momentos. Quando criaram o Tocantins ou há 33 anos quando Mato Grosso e Mato Grosso do Sul foram separados se implantou aí um laboratório e posso dizer que todos eles tiveram um crescimento extraordinário", afirma.

Queiroz também questiona a viabilidade administrativa de um estado com as dimensões do Pará. “O Pará tem hoje 1.248.000 km². Como pode funcionar um governador lá na ponta norte estendendo seu braço de Estado para atender nós do sul do Pará que ficamos às vezes a 1.200 km de distância. Não tem bom governante que dê conta", argumenta.

Problemas regionais

Para o deputado Arnaldo Jordy, (PPS-PA), os problemas do Pará não serão resolvidos com a divisão. Segundo ele, os problemas do estado são na verdade regionais. “Eles são causados pela deformação do pacto federativo. A Amazônia e o Pará são vítimas de um modelo concentrador de renda”, defende.

Para Arnaldo Jordy, divisão não resolveria problemas do Pará. Na opinião do parlamentar, mesmo hospedando boa parte da biodiversidade do planeta e produzindo quantidades cada vez maiores da energia nacional, os paraenses são muito pouco beneficiados pelas suas riquezas. “O Pará é almoxarifado do desenvolvimento alheio”, critica.

Custos elevados
 
Pela proposta, o Tapajós ficará com toda a área do oeste paraense, enquanto Carajás será formado com o atual sudeste do Pará. De acordo com cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os custos anuais de manutenção dos dois estados ficarão em torno de R$ 5 bilhões.

De acordo com o jornal Diário do Pará, foram registradas cinco frentes no Tribunal Regional Eleitoral. Elas serão responsáveis pela propaganda na TV e no rádio, que começará em 11 de novembro e vai até o dia 9 de dezembro.

Reportagem - Sílvia Mugnatto/ Da Rádio Câmara
Edição - Juliano Pires

Subcomissão de Hidrelétricas na Amazônia define vice-presidência

A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional promoveu hoje (13) reunião da subcomissão permanente sobre usinas hidrelétricas na Amazônia. Um dos objetivos do colegiado é propor soluções que minimizem os impactos socioambientais da construção de novas usinas, como a de Belo Monte, no Pará.

A reunião da subcomissão, cuja presidência ficará a cargo do deputado Zé Geraldo (PT-PA) serviu também para definir a vice-presidência (Arnaldo Jordy - PPS/PA) e a relatoria, que deve ser anunciada em breve.
 
A subcomissão tem como objetivo a inclusão de demandas oriundas dos mais diferentes segmentos sociais, principalmente aquelas relacionadas pelos gestores municipais da área de abrangência do projeto e que deverão serem incluídas no edital de licitação da obra anunciada pelo governo federal.

O deputado Zé Geraldo, ressaltou a importância de aproximar a população local do debate sobre o tema. "A região Amazônica recepcionará um grande número de hidrelétricas nos próximos anos, como Belo Monte (que será a terceira maior do mundo), Itaituba (PA), Marabá (PA), Jirau (RO) e Santo Antônio (RO). A subcomissão poderá intermediar os pleitos das comunidades e dos municípios junto à União”, afirmou.
 
Para o deputado Arnaldo Jordy, é importante que o grupo acompanhe e fiscalize a implantação destas grandes obras, no intuito de denunciar problemas e lutar para que as populações atingidas, seja de ribeirinhos ou indígenas, tenham seus direitos respeitados, recebendo investimentos necessários à região, como saneamento básico, educação saúde e segurança pública. "A Amazônia não pode continuar sendo o almoxarifado do país, onde as grandes obras em geral deixam um rastro de pobreza, favelização, prostituição e marginalidade. É importante que jovens e adultos destas regiões tenham, por exemplo, qualificação e habilitação, para assim também poderem se beneficiar dos megaempreendimentos", ressaltou o parlamentar paraense.

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Exposição Mantos do Círio de Nazaré é aberta na Câmara



Tendo como palco o Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília/DF, foi aberta na manhã desta terça-feira (13) a exposição que apresenta alguns dos mantos utilizados pela imagem de Nossa Senhora de Nazaré, no Círio de Nazaré, tradicional festividade católica paraense. Os mantos são do acervo permanente da Arquidiocese de Belém.

A exposição que acontece pela segunda vez na Câmara, foi proposta pelos deputados Arnaldo Jordy (PPS/PA) e Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG), respectivamente Vice-líder e Líder da Minoria e contou ainda com a presença dos presidentes do Senado, José Sarney (PDMB/MA) e da Câmara dos Deputados, Marcos Maia (PT/RS), que elogiaram a iniciativa dos deputados.
 
Dom Alberto Taveira, bispo da Arquidiocese de Belém, ressaltou em sua fala a iniciativa em se promover a exposição no Congresso Nacional, no que foi acompanhado pelo diretor-coordenador da Festa de Nazaré, César Neves, responsável pela organização do evento, que acontece desde 1793, na capital paraense e que atualmente em sua procissão anual reúne mais de um milhão de pessoas, todo segundo domingo de outubro.

Para o deputado Arnaldo Jordy, a exposição apresenta toda a simbologia da festa do povo paraense, transposta para os belos mantos. "Porém, para que se tenha uma verdadeira noção do que representa o Círio de Nazaré para o paraense, é necessário ir além das imagens e dos símbolos, é preciso que todos participem do Círio em Belém, para só assim conhecerem o tamanho da fé do paraense em Nossa Senhora de Nazaré ", afirmou o parlamentar, convidando a todos a irem em outubro próximo ao Círio.

Os primeiros mantos brasileiros confeccionados para as procissões era de responsabilidade da Congregação das Filhas de Sant'Ana. Posteriormente, vários devotos passaram a produzir as vestes e a cada ano, famílias e até estilistas famoso de dedicam à produzir um novo manto, substuindo na procissão o manto original, bordado a ouro com pedras preciosas, que há 58 anos ornamenta a imagem.

Um bom público participou da solenidade, que ainda contou com os senadores Gim Argelo (PTB/DF), Flexa Ribeiro (PSDB/PA), os deputados Zenaldo Coutinho (PSDB/PS), Miriquinho Batista (PT/PA) e Lira Maia (PMDB/PA), além de Marcos Maia e Gerson Peres, ex-parlamentares. A exposição que segue até dia 16 próximo, no corredor de acesso ao Plenário, tem a curadoria de Darcilene Batista Costa.

Veja aqui (Facebook) mais fotos da solenidade - http://trunc.it/icjoy

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Câmara abre exposição dos Mantos de Nossa Senhora de Nazaré

A Câmara dos Deputados abre hoje (13), a exposição Mantos de Nossa Senhora de Nazaré: Expressão da Fé e proteção ao povo. A abertura da exposição, promovida por iniciativa da Liderança da Minoria, acontece no café do Salão Verde, às 11 horas. O evento contará com a participação do presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT/RS). Os mantos ficarão expostos no corredor de acesso ao plenário até o próximo dia 16, sexta-feira.

Para Darcilene Batista Costa, curadora executiva da diretoria da Festa de Nazaré de Belém do Pará, a exposição representa um reconhecimento deste Patrimônio Imaterial da Cultura Brasileira pelo líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG) e pelo vice-líder da Minoria, deputado Arnaldo Jordy Figueiredo (PPS/PA). 

“É uma honra trazer essa exposição para a Câmara dos Deputados, representante legítima do povo brasileiro. O nosso compromisso é garantir a preservação do patrimônio e contar a história dos primeiros guardiões da imagem de Nossa Senhora de Nazaré: o caboclo Plácido e Antônio Agostinho. Eles eram pobres e mestiços de grande importância para a nossa cultura, pessoas comuns que contribuíram significativamente para a popularização da maior manifestação religiosa do povo do Brasil”, explica Darcilene

Confira abaixo o convite:




Com informações da Agência Câmara

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pregar novo imposto para saúde é "cara de pau do governo", diz Jordy


Da Assessoria de Imprensa
da Liderança do PPS na Câmara

BRASÍLIA - Após nova declaração da presidente Dilma Rousseff de que, para aumentar o volume de recursos para o setor da saúde, os brasileiros precisarão conviver com um novo imposto, o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) disse que o governo do PT adota uma postura de incoerência absurda.

“É uma incoerência absurda ver um governo com um país que tem a sexta economia do mundo, a maior carga tributária do planeta (36% do PIB) e, a cada mês, praticamente, ter ministros se explicando por causa da corrupção. É muita cara de pau dizer que para resolver o problema da saúde tem que criar mais um imposto”, criticou.

Jordy acrescentou que a antiga CPMF – extinta em dezembro de 2007 – nunca foi destinada à área para a qual foi criada. Para o deputado, o fato de que a CPMF nos governos passados foi parar em outro setor é mais um motivo para não se recriar este imposto.

O deputado sugere outras formas de encontrar fontes para financiar a saúde. Para ele, neste instante, não há justificativa plausível para ainda mais aumentar a carga tributária. "Por que não se aumenta, por exemplo, a alíquota de bebidas alcoólicas e de cigarros e de outros bens supérfluos?”, questionou.